quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

O lixo no LIXO

Hoje é também dia para pôr o lixo no LIXO. Trata-se então de um vale de desconto a ser descontado num restaurante que serve sushi. Caducou. Nunca usei, ainda que me tenha sido ofertado logo ao início de março último, tive portanto nove meses de plano e à outra parte coube-lhe nove meses de espera. Era um papelinho muito bem apessoado, uma impressão com um contraste do camandro, corzinhas patxau mas assim em bom, não em pindérico, plastificado ô puã, bordas impecáveis e quês, uma simbologia do tema bem enquadrado. Enfim, do melhor, da béssete. Nunca usei. Não me foi ofertado pela pessoa mais afável do mundo, naquele instante em que a oferta passou de uma mão para a outra, eis que a pessoa advertiu que não tinha muitos vales daqueles, por isso... Eu que usasse mesmo o vale. Não haver afabilidade na oferta demoveu-me da visita e usufruto do dito vale, não totalmente, mas principalmente. Às vezes as pessoas são demasiado frias e vai-se-me a vontade de lhes tocar. Pode ser uma questão minha, sei que não sou uma gaja muitaa porreira em primeiros contactos, mas, ó 'migos, atão vamo lá a ver, é pra ser um ó menos um cadinho coisos, né?

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