Mostrar mensagens com a etiqueta Dias dum Ginásio.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dias dum Ginásio.... Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Indo até ao dia e ao post anterior...

Dizia eu que ontem me fiz lembrar alguém acerca de quem escrevi em tempos, não foi? Pesquisei , com tanto sono como ontem à noite mas menos preguiça, e encontrei. Aos 13 de maio de 2010, publiquei no então atual blogue:

«Diz que este ano já faz 50, olaré! Que está muito bem, que há muita gente com metade da idade e um terço do ginete, ou nenhum, pobrezitos!, disto já não há, que faz e acontece porque ainda tem muito vigor, que vai para aqui e para ali e está sempre pronta e faz tudo bem-disposta e afins. Qualquer pontinha de conversa e lá está ela, ah pois que este ano já faço 50! Porra! Raios partam a mulher, pá!»


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Lisboa, 17 de maio de 2018

De manhãzinha fui ter com o meu professor de Pilates, não em exclusivo para ouvi-lo dizer:
inspira, roda à esquerda, expira, direita
reverse!
bacia, bacia, bacia
levanta um! centímetro os joelhos do chão
vai lá atrás, rolling like a ball
cat stretch!, quero ver se alguém se queixa deste...
... Como também para admirar o bronzeado de algumas das minhas colegas de treino.
E o Tejo, ó Gina? O Tejo soltou o cheiro da maresia, Gina. Andaria(mos) para trás e para a frente quantas vezes fosse preciso para reler e reler e reler o poema de Fernando Pessoa que está escrito no chão do pontão.

À tardinha fui ver os bichos-gato. Como hoje é o Dia da Internet, essa bicharada mandou-me montes de emails toda a manhã, acusando saudades imensas desta que escreve. Sim, mesmo a Karen se manifestou várias vezes, é sabido que a Internet protege, não só os cobardes, como os medrosos.

À noitinha substituí o pacote de lenços, bem precisava. Agora tenho um verde.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dias de um Ginásio

Era noite. Ninguém no balneário. Um chuveiro pingava. Fui ver qual era com o intuito de o fechar. Fechar, fechei, mas o chuveiro continuou a pingar. Era algo que não estancava o que tinha que estancar. Ouvi pessoas que foram chegando. Contei três, que a porta rangeu essas vezes.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Dias de um Ginásio

À entrada, deram-me a chave com a etiqueta do cacifo número 219 e eu li 213, vai daí, toca de meter a indumentária e os outros pertences no 213.
||comporia a lista e desenvolvê-la-ia extensamente e com prazer, mas tenho que encurtar o escrever por conta de o tempo hoje me estar escasso||
Equipada toda eu, quis fechar o cacifo mas a chave não deu. Insisti. Nada. Rendi-me. Larguei a preguiça e... Do cacifo retirei a mala, da mala retirei a caixa, da caixa retirei os óculos, que pus na cara. Li claramente: 219. 219, ó Gina! 219! Toca então de retirar toda a parafernália do 213... De maneiras que foi assim que passei um pedaço da minha vida.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

A mulher dos passos

Cheguei ao Ginásio e verifiquei que esquecera os ténis. Por comum, o Pilates faz-se sem calçado, de maneiras que o tempo excedente, aquele em que eu devia estar aos pulos na passadeira ou assim, estive a cuscar o Instagram. Ah italital, chegou a hora, treinei e coisum. Chegada à rua lembrei-me que emprestara o meu bilhete de Metro e, não querendo comprar outro, aproveitei a ocasião para me meter ao caminho. Até dava jeito, afinal há montes de tempo que quero ir à loja dos tecidos e mais não sei o quê.
Vamos lá então contar, não só os passos da mulher, como o tempo despendido nesta aventura que é andar pelos asfaltos e calçadas de Lisboa.
Do Ginásio à loja de tecidos dei 3149 passos e levei 32 minutos
Da loja de tecidos ao estaminé dei 4605 passos e levei 48 minutos

terça-feira, 3 de abril de 2018

E agora vou

E agora vou daqui para o Ginásio. Outra vez. É. E o Tejo, ó Gina? Olhem, ontem à tardinha estava cinzento. Mas não o mesmo cinzento de outros dias em que o vim para aqui declarar dessa cor. Para já, a hora é outra, para a seguir, o sentido também. Podia ser que o sol se me pusesse ao contrário, né?, já que a hora é outra... se calhar põe. Esperem lá, então se tudo fica ao contrário, o sol e o caminho, fico na mesma, né...? Não. A hora é outra e sendo outra é outra luz.

Posta-restante:
E o Tejo, ó Gina?
Estava picado, com tiras de espuma aqui e ali.

Dias de um Ginásio

Ah, pois é, querendes saber se realmente fui ao Ginásio ontem.
Fui.
Antes de mais estiquei-me no stretching. A certa altura vem de lá a professorinha com suas delicadas mãos, forçar o meu lombo a amochar, id est, a ver se a minha cabeça tocava nos joelhos, quando sentada de pernas esticadas. Mas não. Mas eu vou ao Ginásio na mesma.
Marchei então para a elíptica. Considerei ser de bom tom, inclusive arranjaria montes de amiguinhos, se não fizesse caso da cabeça para fazê-lo do corpo. Eu explico. O mais das vezes é à cabeça que dou ouvidos (esta expressão é estúpida), quando na verdade o corpo é que sabe o que lhe é benéfico, melhor seria então que. Que terminasse o que começara com entusiasmo. No fim senti-me satisfeita, terminei.
Sigui para a passadeira. Ó pá... esqueci-me do telemóvel para contar os passos da mulher... Paciência, não vou ao balneário buscá-lo, pensei eu. Ponderei fazer um tempo record, calorias record, inclinação record, velocidade record. Records meus, claro. Mas não. Fiz o que fiz. Cansei-me, que é o suposto, desejado, conseguido.
Terminei o treino com alongamentos, mas poucochinhos, que já me tinha esticado bués lá na aula de grupo. Bem sei que o contrário é que era bom, mas não há horário para essa minha conveniência.
No fim de tudo, quando sozinha, achei que finalmente enlouqueceria. Mas não.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Café e Coisinhazinhas

Fui num instantinho ao meu habitual fornecedor de café e dispensei um regresso vulgar, indo antes dar a volta ao quarteirão. Queria ver as árvores da alameda, aquelas pelas quais nem sempre passo, que avisto mais vezes de longe do que ao perto. Têm folhinhas. Pois. Chegada ao estaminé, achando que tinha ainda pouca cafeína nos cornos, toca de beber outro cafézinho. Bom.

Bom. A Árvore amarela já tem as suas folhinhas verdinhas e pequenininhas e jovenzinhas. Parecendo que não, pequenininhas e jovenzinhas não são o mesmo. As fotos estão uma merda (não estão/são todas?), é que nem se veem as folhinhas, quanto mais, mas, mesmo lamentando, não me vou dedicar a isso, antes vos digo que meto as fotos na mesma porquanto a ideia era registar o momento da primeira aparição das folhinhas e a minha primeira passagem por elas.





Abaixo temos então uma foto
(clicada com clique de máquina diferente, melhor, boa)
da Fontana di Trevi, sita em Roma, Itália, Europa, Mundo, Universo,
que encontrei num velho livro que estava lá para trás, no estaminé.
(há cada relíquia, nem queiram saber, só lamento não ter tempo para tudo reportar, mas ainda assim, mais virão ao blogue, que estão no alinhamento do programa)
Trata-se então de uma fotografia, mesmomesmomesmo fotografia, só que tipo postal, isto no verso, onde se lê uma mensagem que não vou digitalizar/fotografar/transcrever por respeito a quem pertenceu, ainda que desconheça totalmente emissora e recetora. É pena a mensagem não estar datada, mas segundo as viaturas estacionadas, deve ser coisa para vir caminhando desde os anos '40. Caminhando. Sei lá eu o que esta antiguidade já caminhou na sua vida...





Tenho ainda um conjunto de afazeres pra hoje, entre eles figura a ida ao Ginásio. A semana passada fui apenas uma vez. Não se faz. Mas é que não deu. Há dias em que não vou porque não me apetece, tudo bem, mas outros há em que não consigo lá pousar. Hoje vou. Eu vou. Com o exercício tenho um compromisso, vai daí, se não vou sinto-me em falta. O interessante deste sentimento é que me sinto em falta para comigo, não para com o exercício. É giro, isto, não é? Mas, a bem dizer, se o exercício não é alguém, só posso virar-me pra mim.

A senhora do Banco quis saber como está tudo por aqui e mais coisinhas. A senhora do Banco fez igual a toda a gente que faz essas perguntinhas.
Se vamos conseguir meter tudo do velho estaminé, neste. Se vamos meter e vamos conseguir, sendo tantas e tantas coisas e mais coisas e coisas, então como saberemos onde estão os artigos quando no-los pedirem. Se vamos poder andar à vontade cá dentro. Se o senhor Joaquim vai continuar com a gente. Se o senhor Joaquim vai dar conta do recado, dada a idade avançada. Se vai/está a dar muito trabalho trazer tudo de lá e pôr aqui, ah faço ideia! (não faz nada, garanto que não)
Mas há mais estilos, ó:
Pois, estava na hora de o senhor Joaquim ir pra casa, descansar. Ah, aquilo já era demais para ele, coitado. Ai, a menina (eu) nem se via lá dentro!, tinham a loja tão cheia! Pois, vem para ao pé do seu marido, faz bem. Gosta de aqui estar? Ele não é muito chato? Dão-se bem? Não se fartam um do outro?

Qualquer dia vou à praia. Descalço-me e vou até à beirinha da água. Rio ou mar, tanto faz. E vou sentir um arrepio bom. Um arrepio bom é uma coisa de ser e não ser ao mesmo tempo. O arrepio é coisa que vem do frio, e eu não gosto dele nem um bocadinho, o bom é que refresca e revigora.

Tenho a secretária num caos, nem eu a percebo. Ou percebo, vá, mas complica-se-me a tola. Tenho também uma espécie de fileiras de caixas para arrumar aqui e ali, nem eu sei onde, e isso, deixando eu que a tola se me complique... eh pá, coisum.

Vou então trabucar, que já escrevi muito, isto comparativamente aos úlitmos dias. Escrever faz-me falta, quanto mais escrevo menos me importo se é bom ou mau, se interessa ou então não.

segunda-feira, 26 de março de 2018

A mulher dos passos

Dá-se duzentos e não sei quantos passos numa elíptica que esteja no programa gluteos2, em nível 8, se durante 20 minutos.

não acredito!, só?, ora ca porra!, vou mas é deixar de contar os passos da mulher...

Não vou nada.
Mais tarde fui ao supermercado. Pumba, 800 e tal passos dados, óié. Não fazia ideia que quatro notas das azulinhas davam para andar tanto.

terça-feira, 6 de março de 2018

Dias de um Ginásio

Vou ter que comprar mais meias, que as minhas estão todas laças e o camandro, ando um poucachinho de nada e fico descalça por dentro das botas.
No outro dia deixei as meias amarelas no lixo do Ginásio
Num outro dia deixei as meias verdes no lixo do Ginásio
Num outro dia que não é nenhum dos acima recordados deixei uma camisola preta no lixo do Ginásio
Eu sou assim, quando jogo a roupa no lixo, é suja. Porra, pá, olha o trabalho que dá cuidar da roupinha!, agora ia deitá-la fora lavada, enxuta e dobrada, não?, não.
Das meias resta dizer duas coisinhazinhas:
uma, antes de as jogar prazerosamente para o balde, dei-lhes um nó, isto por modo a não ser responsável por separar irmãos
duas, antes da cerimónia fúnebre, caíu-me aos pés, descalços, mais uma partícula de papel vinda diretamente do estaminé (como da outra vez, é clicar na 'partícula', que ficais sabendo)
Da camisola preta resta dizer duas coisinhazinhas:
uma, estava cheia de borbotos, ruça e pintalgada de verde desde o dia em que pintei o expositor do estaminé - sim, andei com roupa pintalgada por aí
duas, com aquele monte de acrílico fiz uma rodilha antes de o jogar para o balde – achei que assim ia melhor, mas festeiro e coisum

quinta-feira, 1 de março de 2018

Dias de um Ginásio

O meu peso é pluma, não duvideis, mas o chão rangia se me encostava nele, aquando da aula da Pilates, pumba-pumba e pumba e pumba. À parte isto, ficou-me a expressão do senhor professor, que repetiu buéda vezes:
lento, controlado, consolidado

E o Tejo, ó Gina?

O Tejo estava revolto e verde. Revolto à conta do vento forte, verde à conta do sol fraco. Forte vento, fraco sol, blás, vento acaba com sol, blás.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Caída a meus pés

Tenho andado de roda de uma parte do estaminé que é demorada de ver acabada. Dentre os passos a dar com cada um dos pequenos artigos a (re)expor, arranco a anterior etiqueta, inteira ou em pedacinhos, estando eu, portanto e por estes dias, muito familiarizada com lixarada e lixarete em partículas-mil. A ideia mais avançada nesta tecnologia seria tudo parar dentro de um caixote, contudo, algumas partículas escapam-me das mãos e sobrevoam o lugar onde estou a trabalhar, podendo, em querendo, enfiar-se em sítios escondidinhos de mim. Tanto podem e querem, que no outro dia estava eu no Ginásio, esperando o esticanço do corpinho, quando vi no chão da sala uma partícula, coisita para três milímetros quadrados. Toda eu me espantei sobremodo e sobremodo especulei com o resto de mim: a minha amiga havia caído dentro do cano da bota, sobrevivera ao descalçar desta e calçar do téni, mas, e este mas é do caraças, ao momento de por sua vez o téni ser descalçado, se libertaram três milímetros quadrados de papel autocolante que em tempos colou, e, no chão aterrou. Pois. De nada, ora essa.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Precisa

Rica filha não precisa de mãe
Rico filho não precisa de mãe
Casa não precisa de mãe
Estaminé não precisa de mãe
Bicho-cão não precisa de mãe
Ginásio não precisa de mãe
Natureza não precisa de mãe
Mundo não precisa de mãe

domingo, 18 de fevereiro de 2018

E o Tejo, ó Gina?


éte disse mômente, temos então a surpresa de que falei há dias






Era quinta-feira, contam agora três dias, e eu disse assim:

E o Tejo, ó Gina?
Cinzento, 'migos, cinzento. Mas lindo, obviamente lindo. Tenho uma surpresa reservada para vocês que, correndo-me os dias como espero, verão no próximo domingo.



quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Post general (porque vou generalizar)

As senhoras que estão no balneário do Ginásio aquando da parte da manhã são mais simpáticas do que as de tarde. Julgo que esta diferença se deva ao sentimento de nascimento recente, de renovação, de 'bora lá viver, que é coisa mais aparecida de manhã, por contágio do dia, que é ainda tão fresco.

E o Tejo, ó Gina?

Cinzento, 'migos, cinzento. Mas lindo, obviamente lindo. Tenho uma surpresa reservada para vocês que, correndo-me os dias como espero, verão no próximo domingo.

A aula é diferente

A aula da manhã, por ora, é diferente, mas, afinal, nem tanto assim. Dantes era Pilates, dado por um professor, agora é Alongamento e Postura, dados por outro professor, não menos bom, não menos atencioso, não menos profissional.

Ler e escrever

Há quanto tempo não lia e escrevia e lia e escrevia e afora fora. Estive no Ginásio e, ao depois do exercício, na altura do cafézinho, hoje acompanhado de scone (crocante porque decerto lhe foi colocada farinha de milho), estive a ler blogues. Então, aconteceu parar a leitura amiúde para apontar as minhas coisinhazinhas.