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domingo, 17 de julho de 2016

Primieor

Bom dia. São onze e trinta e sete. Deixei o título mal escrito para chocar as pessoas. Foi vez primeira, portanto fica assim, tem que ver com a tal espontaneidade e isso. 
Estou de férias, ainda, é hoje o derradeiro dia.
Tenho saudades de escrever sem freio e também de escrutinar a árvore amarela, tenho até saudades de falar acerca da pedra da crua vermelha, bem como da própria. Deixo vídeo repleto de momentos do meu dia de anos. Há cabras montesas, montes delas, os montes que são delas, ah ah, mas começa, vejam só, com uma corridinha desta que escreve.




sábado, 16 de julho de 2016

Filmes

Está a dar um filme na têvê com agentes e letras que querem dizer tio e em inglês querem dizer tio em português. Hum, ok, vá, eu traduzo - uncle. Eu estou a fazer filmes, prefiro, muito embora não me estejam a favorecer o ego porque o primeiro deles - que ainda não foi aberto ao grande publico -  está uma merda. Au eva... deixo aqui três filmes que fiz antes de partir para férias, basta ler-lhes os títulos para perceber do que se trata, ah ah. E agora pergunta o atento leitor: ó Gina, então e estes vídeos não estão uma merda...? Ao que a Gina lhe responde já sem a pergunta no efetivo nem nada: eh pá, estão, porque estão como estão todos, só por dizer que foram feitos há tanto tempo que já não malembra bem bem bem... então vai que perdem importância. E cheiro.











sexta-feira, 15 de julho de 2016

Único

Boa noite. São vinte e quarenta e três. Mais ou menos cento e cinquenta filmes; mais ou menos cem fotos, mais ou menos trinta entradas no mar; mais ou menos e mais ou menos e mais ou menos vinte páginas manuscritas... Olhem: voltei e cheguei, está tudo conforme, portanto.





Houve também café e café e café - é que as fotos são três - e tomatinhos.




Houve ainda um montão de eventos que irão surgindo no blogue.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Hoje faço anos

27 junho 2016
De hoje a quinze dias faço anos, o que acontece é que supostamente este post irá para o ar a 11 de julho próximo, o tal dia que será daqui, deste dia, a quinze dias, e que é o dia do meu aniversário. Ena tanto dia só neste parágrafo. Este ano lembrei-me de programar um post por conta de no dia em que sou aniversariante me encontrar ausente e afastada das lides da blogosfera. Mas como o meu dia de aniversário...
30 junho 2016
Olha, deixei a ideia anterior incompleta porque há dois dias que não vinha cá vê-la. Então é assim: no dia do meu aniversário estarei longe de casa e por acréscimo da internet, portanto não poderei publicar coisas, eu que dou sempre uma atenção desmesurada ao dia em que faz anos que nasci e este ano não vai dar para, oh céus, quanta amargura sinto e tal e tal. Então lembrei-me de construir um post ao redor do tema 'o meu aniversário', construindo-o em cada dia um pouco, programando-o para ser publicado no dia D. E é o que estou a fazer. Basicamente é isso. Claro que já devia ter começado com isto, só por dizer que quanto mais longe da data, mais longe estou do assunto. Ainda pensei, olha, vou mas é começar exatamente 4 semanas antes, que é giro, os anos são 48, 4 dúzias, ou então 4+4=8, ó pá tóin xirú! E o meu pai fez 84 em março, que eu até comentei com ele, e fiz post e tudo, 8:2=4, já não fica tão bem, é verdade, é pena é, imensa, imensa, que não sejam 8 dúzias, os anos do meu pai, mas 7, o que também é munto xirú porquanto nasceu a dia 7 e eu no mês 7. Ó pá tóin xirú!
A coisa do programar e escrever no presente e aparecer no futuro mas eu fixar o pensamento no futuro e estar a falar no presente é gira que se farta. É, é.
4 julho 2016
A uma semana de fazer anos, hoje. Está quase.
O trecho anterior terminei-o na ideia que fica no ar sempre que penso intensamente nisso. Ora bem, então é assim: a gente vive o presente, mas pode gravá-lo devido à tecnologia que entretanto se conseguiu apurar. Apurar? Apurar. E eu apuro que mais do que poder registar momentos, bem como que revivê-los na posteridade, é maravilhoso. E continua a sê-lo quando consigo gravar momentos apoiada no futuro, como é o caso deste post, mas também é estúpido.
5 julho 2016
Este post será então publicado a 11 de julho próximo, às 00h:01m. Para isso conto com o senhor Blogspot, ele que concede esta possibilidade aos seus fregueses de se poder programar posts, pois vamos lá.
Neste dia, neste momento, já pouco tenho a dizer. Olha, posso por exemplo dizer que neste dia e neste momento estou no estaminé escrevendo isto, no dia e no momento em que for para o ar o que agora escrevo, decerto estarei a dormir, ou então, não estando, estarei a beber um copo à beira do Mediterrâneo, ou poderei estar a passear, a vaguear por ali. As noites são quentes que eu sei lá, não há vento, qualquer silvo se ouve, voz, ladrar, caminhar, motor, o marulhar é audível a vários metros de distância. Enfim, já se percebeu. Seja lá como for, alguma coisa estarei a fazer nesse momento.
Ainda não reli o que escrevi nos dias anteriores. Não quero. Fica assim, o seu a seu dia, não me vá eu dar vontade de alterar o que escrevi. Sofro disso, sempre que releio coisas que escrevi há pouco tempo, tenho um desejo imenso de alterar, com os textos antigos nem tanto, julgo que a distância de tempo os torna capazes, não sei bem, é como querer adulterar um clássico, vá, um clássico é um clássico, atingiu o patamar do inalterável. Com isto não quero comparar o que escrevo à literatura, que é lá isso, é somente uma ideia que estupidamente arranjei, longe da poesia. Isto da poesia não estar em mim anda a moer-me, fico triste, pronto.
6 julho 2016
Ainda não falei do que é ter 47 anos, quase 48. Esta idade é especial, como todas, ah ah, pois é, eu lá considero uma idade, seja a que for, longe de ser especial? Eu não. Ter esta idade é estar a um passinho de bebé, ah ah, da velhice, da eliminação completa do cenário jovem, ou jovial, vá, que eu cá, por enquanto, consigo ter um espírito leve de vez em quando.
Não me custa muito ter atingido esta idade, não muito, já disse, pois, não muito, que sempre custa um tiquinho. Dou por mim querendo ser mais jovem, não propriamente por questões de aparência, confesso que também, pronto, confesso, já está, mas tenho umas saudades do caraças de quando não era enferrujada, é que o cansaço dos meus dias é muito. Em momentos de extremo cansaço, tenho também saudades do tempo em que não tinha um lbogue... ai perdão, blogue. Escrever cansa-me não só a cabeça mas também as pernas. Eu escrevo de pé, neste momento estou de pé, escrevendo. E tu, escreves de pé? Sim, tu que estás a ler isto, diz-me: escreves de pé? Haverá mais alguém no mundo que escreva de pé? Já pensei pedir a um bloguer daqueles montes de conhecido para fazer esta perguntinha lá no seu blogue, geralmente não me safo com perguntas, é por isso que as calo tantas vezes.
7 julho 2016
E vai que hoje escrevo o quê, é que assim à pressa fico esquisita. E estou à pressa porquê, não é. É. Porque são quase seis da tarde e eu tenho de sair às sete e ainda tenho umas coisitas de última instância a despachar antes de seguir viagem.
Bom, olhem, gostei muito de escrever este post assim como que às postas, ah ah, isto é giro, creio que já fiz anúncio disso aí pra cima, espero também não aborrecer os leitores com um texto deste comprimento... mas é que eu hoje faço anos. Até breve. Não tarda estou aí, escrevendo e escrevendo e escrevendo.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Supermercado

Tenho de levar já daqui o café de saco e os filtros. O café de filtro, antes o café de filtro.
Tenho de levar já daqui o café de filtro e os filtros para coar o café. Tão bonitinho.
O leite condensado não vou precisar, ou as amêndoas, mas vou precisar de hambúrgueres e batatas pré-fritas e ultracongeladas. Ultra-congeladas? Não, ultracongeladas.

Mas há mais (da manicura)

Há que para não ter as unhas dos pés destoando das unhas das mãos, eis que pedi à Carminho que me fizesse o favor de pintar (as unhas dos pés, melhor explicar, que isto está a ficar confuso) no mesmo tom lindíssimo e também fofo. Só que, vejam só, tanto só, tão só, tão-só, aconteceu que o tom não foi buscar, aliás: o que foi buscar foi uma mistura do rosa que choca com o laranja não muito suave. Ficou assim como que o laranja que já tinha, a fazer lembrar o rosa que também lhe foi posto. É portanto uma mistura. Ó pá tóin xirú!

Manicura

Já está,
tenho ao momento as unhas das mãos
na cor que escolhi para adentrar o Mediterrâneo.


É um rosa-choque,
esperando eu que seja um rosa que efetivamente choque
e foi efetivamente que fotografei.

De novo as

De novo as férias: é que venho mostrar os avisos que em tempos idos (agosto de 2007) redigi, onde se pode verificar que não fiz qualquer esforço por conseguir um tom profissional, lacónico e distante, mesmo tendo duas hipóteses de brilhar. Ó:

Estimados clientes:
Informamos que do dia 15 de Agosto ao dia 2 de Setembro nos encontramos encerrados para FÉRIAS.
Assinado: A humilde mas também autónoma empregada desta loja.

Estimados clientes:
Informamos que do dia 15 de Agosto ao dia 2 de Setembro nos encontramos encerrados para FÉRIAS.
Assinado: A digníssima e soberana esposa do dono desta loja que juntamente com o seu amado esposo, encarecidamente vos pedem desculpa pela falta que irão sentir da nossa presença nesta rua...



E o chato disto foi o quê? Querem saber? Mas querem mesmo saber? É que ninguém acreditava que quem redigiu qualquer um dos avisos fui eu... Sério. O horror,'migos, o horror.

Estaminé

Hoje é o meu último dia produtivo antes de ter.
Férias. Férias. Férias. Férias. Férias. Férias. Férias.
Repetitiva, eu, bem sei, ora essa, então.


Primeiro

Bom dia. São dez e vinte e três. Vou fazer o papel avisador das minhas férias aos estimados clientes e já cá venho............................. Já fiz, beca-beca e beca-beca. Desde que escrevo num blogue, tenho grande dificuldade em escrever avisos que são efetivamente para as pessoas lerem. O horror, na minha vida, o horror.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Estou a horas

Estou a horas de ir de férias. Não estou nada. Quero dizer, estou, mas contando em horas faltam ainda muitas, umas trezentas, para aí. Este ano tenho de levar comigo, não um, mas dois tripés. É. Vou fazer vídeos. Para já porque sim. Para depois porque sim. Para depois de depois porque quero. Para depois de depois de depois para registar a largada da pedra da crua vermelha. É. Onde, não sei, mas É.
As toalhas de praia são velhas que eu sei lá, mas o biquíni é a estrear. Pois, já comprei. Tenho de levar tudo isso também, oxalá não me esqueça. Ah ah.
Tirei-lhe as maminhas, os aumentos, as partezinhas. Sorte ter uma costura por onde pudessem passar. Lá no recinto vendedeiro estavam duas senhoras comentando que agora só se vê estas coisas assim, que as mulheres querem é ter as mamas grandes, onde é que já se viu, ora essa. Há pouco estive a olhar e a reolhar, mirarando e remirando as partezinhas que retirei de lá. Concluí que as partezinhas não só aumentam o tamanho das mamas, como as sustentam e até elevam aos céus. Eu cá acho.
A ver se não esqueço de levar também o protetor solar. Sou um bocado escura de pele, geralmente não encarniço lá muito, eu é mais dourados e isso assim, ou seja: ostento rapidamente lindos dourados, mas em primeiras exposições costumo ter cuidado e besuntar toda a pele que vejo. Então o narizinho, ó pá, cuidado com ele.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Do verão

Andei a ver de biquínis. Andamos pelo costume: se está bom em parte de baixo, está largo em parte de cima; se está bom em parte de cima, está apertado em parte de baixo. O horror instalou-se na minha vida, portanto.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Marcações, há novidades nesse nicho

Tenho nova tabela, ou coisa assim, a cumprir em marcações. Ontem era dia de 'P', logo: fiz contas a ver quando é que teria de voltar, estando já atenta às férias da Carminho, portanto estão já agendadas duas visitas para 18/7 e 8/8. Devido ao mesmo 'problema', o das férias, desta feita levando em conta também as minhas, tenho 'M' a 6/7, está quase quase quase, e a 22/8. Geralmente não me preocupo grandemente com a marcação de 'M', é quando dá e pronto, mas acontece uma festa a 24/8, portanto tenho de ir preparada. Depois resta 'S/B', que ocorrerá a 4/7. Entretanto reforço ainda que 'C' foi executado a 17/5. De há uns tempos para cá registo a útlima visita 'C' e não o agendamento. É cá por coisas, e as coisas é eu esquecer facilmente quando é que lá fui e me ser necessário ter essa data fixa algures porque não a mantenho na cabeça.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Julho

Domingos de maio foi um vídeo que levei cinco semanas a construir. Num repente lembrei-me, olha, hoje é dia um, domingo, isso significa que este mês vai haver cinco domingos. E lá fui eu, domingo após domingo, conseguindo pedacinhos da minha vida, juntando-os num filmezinho, sabendo que contaria com três minutos para cada um, que o Youtube não me deixa publicar mais de quinze minutos num só vídeo.
Entretanto apaixonei-me pelo formato que eu própria criei, desejando fazer mais filmes destes. Tive várias ideias, sendo uma delas a de começar sempre ao dia um, independentemente do dia da semana em que calhasse, que assim conseguiria sempre cinco dias. Mas vai que decidi que a próxima vez que me dedicar a fazer uma coisa semelhante será às segundas-feiras de julho, não só porque a paisagem estará muito diferente de agora, como também porque as segundas-feiras serão díspares, isto por numa delas eu estar de férias e ademais ser o meu dia de aniversário, numa outra dessas segundas-feiras quem faz anos é o rico filho, portanto creio que conseguirei um filme diverso em temas. Depois há o facto de serem só quatro segundas-feiras, vai daí tenho mais quarenta e cinco segundos para cada uma delas. Pronto, está então assente: no dias quatro, onze, dezoito e vinte e cinco de julho filmarei e compilarei umas quantas coisas.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Primeiro

Bom dia. São nove e cinquenta e um. Há dois dias tratei mais do passado que do presente e nada do futuro. Há um dia não tratei de nada do futuro, tratando somente do presente e se tratei do passado foi por fazer um post a anunciar que finalmente guardei a caneta que decidi – no passado, ah ah – levar com um restozinho – o restozinho é para não escrever restinho, que, como sabem, sabem, ponto de interrogação perguntador, zero respostas, a gente vocaliza omitindo o acento do é, e estava a fazer-me impressãozinha isso, pronto - de tinta e acabá-la nas próximas férias – no futuro, ah ah. Hoje continuarei dando conta do meu passado, que é o que faço desde sempre - e provavelmente continuarei fazendo, assim a vida mo permita -, afinal escrevo vivências e se as escrevo é imprescindível vivê-las antes de as registar, portanto é passado. Ora o que acontece então para eu estar para aqui a palestrar exaustivamente, ponto de interrogação perguntador, zero respostas, é que tenho alguns posts rascunhados, o que não difere nada do comum dos meus dias de construtora de blogue, nada disso, mas são temas que anunciarei como sendo passado, ademais incluem fotos. Então vamos lá, que para acabar já com a raça deixo neste mesmo post os ditos assuntos e fotos e acabou a conversa. Não, depois é que acaba a conversa... Eh pá, espera aí, esperas, ponto de interrogação perguntador, zero respostas, vou mas é fazer um vídeo a dizer as coisas acerca das fotos e a mostrar as fotos e depois então é que acaba a conversa.



quinta-feira, 26 de maio de 2016

Acontece

Acontece
Que

Guardei
A
Caneta
Junto
Ao
Caderno
Que
Hei-de
Levar
Comigo
Aquando
Das
Férias
F...
I...
N...
L...
M...
E...
N...
T...
E...

terça-feira, 24 de maio de 2016

Lugar (que também pode ser) da musa

As cadeiras transparentes são mesmo transparentes. Mesmo, mesmo. Por entre elas pude ver um beijo fogoso e sôfrego dum par composto por gente jovem. Há algum tempo que a transparência daquelas cadeiras não deixava transparecer nada.

Entretanto vou mas é enumerar o estandarte que tenho em cima da mesa aquando da hora de abalar dali.

:::: O livro do momento - Estranha Ternura, Miriam Toews. Ainda não referi isto: comprei este livro em 10 de outubro de 2012, na estação de Metro da Alameda. De há uns anos para cá anoto a data e o local da compra do livro e também rubrico, fica tudo escarrapachado logo na primeira página, aquela que eu chamo de morta, porque acho que está, mas que não sei se toda a gente chama assim ou então não, e já agora preencho-a, quem sabe venha morta para o dono do livro lhe dar vida. Se é, então olha, eu dou.
:::: A carteira grande. Guardo aí tantas mas tantas coisas que guardo também a caneta que anda a uso, bem como a caneta que não anda a uso e que tenho de colocar junto ao caderno de memórias que habitualmente levo quando vou de férias mas ainda não coloquei a caneta e já tinha dito isso, não é. É.
:::: A caneta. Esta caneta é a caneta a que me refiro primeiramente no item anterior e acontece que no item anterior já eu debitei o que tinha a debitar acerca de.
:::: O bloquinho rudimentar. Ao momento o meu bloquinho rudimentar deixou os rudimentos do seu ser, que agora sou fina, uso umas folhas bonitas e recortadas com guilhotina. Um dia voltarei às minhas origens, e aqui a origem é ter um bloquinho de folhinhas rasgadas por mim, advindas de folhas A4 inutilizadas.
:::: A caixa dos óculos. Vazia. Ou por outra, com o paninho de limpar as dedadas e o pó e as lágrimas. As dedadas e as lágrimas são desta que escreve, o pó é que não.
:::: A chávena de café. Vazia. O pires. Sujo. A colher. Limpa. O pacote de açúcar. Intacto.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Cadeira giratória

Eu sentada, cheira a lixívia. Ou cloro, sei lá. Piscina. Ah ah. Ando a pensar nas férias, é o que é.