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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Do fim-de-semana

Para este fim-de-semana não tinha planos nenhuns, isto em termos de doces a confecionar. No sábado de manhã (sim, iei, de manhã, iei, este sábado não trabalhei, iei) deu-me na tola e eis que me pus a fazer uma torta. Pronto, os ovos lá em casa eram, e são, mais que muitos porque tenho um fornecedor especial e coiso, quero eu dizer de ovos bons, de galinha, como os outros, mas bons, ou de galinhas boas, e como eram, e são, tantos ovos, pus-me a fazer uma torta. Inventada. Ah, é verdade, os ovos são muitos lá em casa porque tenho pena de mandar o homem de volta à sua quinta com as caixas cheias de ovos, cheias e não vazias. E isso das caixas vazias, fica, quiçá, não prometo, para outro dia. E agora a torta. É que tenho a mania que percebo de doces e afins, tanto que há sei lá quanto tempo registei no blogue uma receita com o que achava que compunha uma torta recheada de creme de pasteleiro, tanto em ingredientes como quantidades e pesagem dos mesmos. Ora aconteceu que não senhores, nem sequer consultei o meu próprio registo. Sei lá, deu-me preguiça, pensei, ah e tal deve ser assim. Então o que coloquei na massa foi:
6 ovos (de galinhas boas, claro)
300 gramas de açúcar branco
50 gramas de amido de milho
1 colher de chá de canela em pó
Bati os ovos com o açúcar até triplicarem de volume e depois, com gentileza desmesurada, adicionei os secos. Untei uma forma retangular, forrei com papel vegetal, untei o papel, enfarinhei e deitei para lá a sensível massa, que levei à parte mais baixa do forno, que estava a 180º e deixei-a lá estar durante 30 minutos. Ora bem, até aqui tudo bem, mas na hora de desenformar, pumba e coiso, a palca de massa não se queria despegar e realmente não se despegou senão forçadamente, deitando por terra o meu plano de enrolar capazmente uma torta, que antes teria recheado com o melhor creme de pasteleiro do mundo. É de notar, ainda, que antes deste desastre eu tinha sido metódica e esmerara-me ao máximo, tanto que já tinha o pano em cima da mesa, onde havia despejado uma camada generosa de açúcar branco, que ficaria colado à torta conforme fosse sendo enrolada e isso assim. Mas não. Ora que porra. Então que fiz eu? Deitei tudo no lixo? Não! Jamais! Que é lá isso?! Pus a massa desfeita num prato e a gente, se quis comer, e quis, fomos pondo numa tacinha a mixórdia que regávamos com o creme de pasteleiro. O que correu mal desta vez, digo desta vez porque já tentei fazer torta diversas vezes, julgo que foi pouca farinha, os ovos precisavam de mais consistência, mais farinha daria estrutura à massa, aquela coisa pegajosa dos ovos seria extinta, ou menos sentida, vá, e a massa não se pegaria tanto ao papel. Isto é o que eu acho, ter a mania que percebo à brava da confeção de doces, lá isso tenho, mas afinal... Vamos tentar fazer uma torta outra vez? Vamos, mas lá longe no tempo, que agora o trauma ainda está muito inchado e, insistindo, vai que dói.
E agora o bolo de bolacha rápido. Há muito, muito tempo, era eu mais jovem uns quantos meses do que sou hoje, se calhar anos, sei lá, deitei o olho a um livro (Café Patita, Patrícia Furtado) lá no lugar da musa, o das primícias, e catrapisquei uma receita que me pareceu deveras fácil, rápida e boa. Eh pá, é assim, rápida e fácil é, mas não é boa o suficiente, não há bolo de bolacha nenhum que chegue ao bolo de bolacha tradicional. Nenhum. Não é para repetir a facilidade e a rapidez daquela receita. Pronto, é bem e bom, é engraçado, diferente, os sabores estão lá todos porque os ingredientes são os mesmos, basicamente é mandar tudo para a tigela e misturar, mas não. É que resulta numa coisa acastanhada, homogénea, portanto uma só textura, e olhando bem lembra bolo alimentar... Olha, coiso. Não e mais não.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Planos doces para o fim-de-semana

Já?!
Sim.
Mas hoje ainda é terça-feira!
Pois é.
Eh pá, a ver se, finalmente, faço aquele doce em camadas que consiste em bolacha por baixo, doce de leite por cima da bolacha e por cima do doce de leite põe-se chocolate de leite derretido – que depois obviamnete solidifica - e amêndoas laminadas a que se dá um calorzinho no fogão por modo a soltar sabor. A ver se.
Ou então, a ver se faço aquele bolo de bolacha rápido, que mais não é do que um doce de colher mas como inclui todos os ingredientes do icónico bolo de bolacha, pois que se lhe chamou assim.
Ambas as ideias estão apontadas em papelinhos que imprimi há montes de tempo e andam – há também montes de tempo – na carteira das moedas do lado em que não (re)pousam moedas. Imprimi esses papelinhos diretamente do meu anterior blogue, portanto, se pensar que este mesmo blogue tem uns escassos quatro meses... veja-se.
A primeira receita é uma ideia minha, sei que tenho de usar uma base que usei aquando da feitura das barrinhas de limão, o resto não tem dificuldade nenhuma, a bem dizer está feito, não é. É.
A segunda receita surripiei-a dum livro que desfolhei lá no lugar da musa, 'Café Patita' de Patrícia Furtado. Hei-de fazê-la, olarila.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Das gravações que me aguardam

Há montes de tempo que se me consta na box uns quantos episódios do Rudolph ('Doces Iguarias de Rudolph', canal 24 Kitchen). É que eu quero experimentar, se não tudo, pelo menos quase tudo o que aquele homem prepara. Vai daí, deixo os programas na box para um dia que tenha tempo me pôr a ver o que realmente me interessa copiar, e no fim-de-semana passado estive de roda daquilo a ver se. Ora acontece que uns doces e/ou bolos por outros, na hora de os ver pela primeira vez, me parecem uma delícia, fáceis de prever as quantidades
(sim, há site para a malta se certificar mas eu gosto desta corda bamba e pôr-me com previsões de quantidades e quês porque tenho a mania que percebo e como tenho a mania que percebo tenho de me pôr com previsões e quês para me certificar que percebo e me deixar de manias)
e ideias que considero absolutamente geniais. É o caso dum bolo suíço que está no episódio 148, o Bolo Basel. Trata-se de forrar com massa vienense uma forma daquelas de abrir, fundo e laterais, e depois rechear com a massa de bolo 4x4, massa essa que tem esse nome porque se inclui os quatro ingredientes normais de bolo: açúcar, manteiga, ovos e farinha em porções iguais. Depois agarra-se em duas ou três maçãs, descascam-se, descaroçam-se e cortam-se em pedaços pequenos, aos quais se juntam passas que já anteriormente se deixaram a marinar em rum. Deita-se então este preparado na forma que já contém a massa vienense e vai ao forno até estar douradinho e tal e tal. A ver se faço este bolo no próximo sábado, querendo isto portanto dizer que ainda agora a terça-feira começou e já há plano para sábado. Ah ah. Pois há. Ah ah.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Planos para o fim-de-semana

Como ontem estive boa parte do dia em casa, pude fazer um creme de pasteleiro frente à câmara. Pois. Não devia pôr-me para aqui com estas revelações, que já não deu tempo de preparar o vídeo na sua forma final, tendo feito somente os filmezinhos, pondo-as ainda à disposição do mister youtube. Quero dizer, disposição, disposição, não, pronto, ficaram lá, boiando, aguardando, sem hipótese de mexedelas doutra gente. Antes de mais mexo eu, está bem, depois logo mexem vocês. Bom, entranto, como tive tempo pra caraças para andar a falar e a falar e a falar para a câmara, dizendo as coisas como só eu sei dizer, não usei o creme de pasteleiro em doce nenhum, portanto está no frigorífico, pousado, aguardando. E aguarda o quê? Aguarda a tarte que se chama primavera e que vou fazer amanhã. Trata-se de descongelar o pedaço de massa para bolachas/base de tarte que anda no congelador aos rebolões, juntar natas ao creme e encimar com frutas frescas. Deve ser bom. Na verdade já uma vez experimentei esta tarte mas correu mal porque o receio de creme e natas ficou muito líquido, mas lá que sabia bem, sabia.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Já fiz
e
Estou a fazer

Já fiz o bolo de chocolate, o tal que surripiei dum livro que andava no lugar da musa e blás. Pronto,  já está, é realmente muito bom. Fofinho e quês. Comprei morangos. Ora acontece que amanhã é dia de são valentim, um dia em que se celebra o amor, vai daí os morangos vinham numa caixinha decorativa, com uma cartolina cor-de-rosa onde umas letras recortadas diziam LOVE. Lembrei-me de usar as letras como escantilhão para decorar o bolo de chocolate e acompanhá-lo com os morangos e natas. É só LOVE cá em casa, e já começámos hoje.

Estou a fazer o bolo mágico de baunilha, o tal que surripiei dum livro que andava no lugar da musa e blás.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Planos para o fim-de-semana

Salgado:
Francesinhas à Moda do Luís. Ah ah. São tão boas. Hum...

Doce:
Não sei. Eh pá, sei lá, parece que quando tenho gente em casa me desoriento toda.
Pensei em fazer um clafoti de peras cozidas em vinho branco e manjericão, que vi no programa do Rudolph (Canal 24 Kitchen), que aquilo deve ser divinal, oh céus, mas depois, como vai ser a primeira visita oficial do rico filho a casa dos papás, que saudades eu tenho do rico filho, ai, como ele não aprecia bolos com fruta, pronto, assim não tem piada fazer esta receita.
Pensei em fazer um bolo muito xirú que vi num canal no Youtube (este). Trata-se dum bolo com um coração cor-de-rosa lá por dentro, que depois é envolto numa massa de cor normal, só por dizer que eu, a fazer, faria uma florzinha de chocolate. Pronto, aquele é um bolo realmente muito xirú mas, não sendo trabalhoso, acaba por ser demorado, uma vez que tem de se preparar dois bolos. Bom, não sei se me meta nesse caminho, ou então não.
Pensei em fazer uma espécie de são marcos. O são marcos é um bolo composto por quatro camadas, uma fina camada de pão-de-ló, uma grossa camada de creme de manteiga, ou de natas, uma fina camada de pão-de-ló e uma finíssima camada de caramelo. É um bolo que geralmente se vê em pastelarias de fabrico póprio, são quadrados de sete por sete centímetros, mais ou menos, mas eu, a fazer, como aliás já uma vez fiz, seria em tamanho grande e muito provavelmente em forma redonda.
Pensei em fazer o bolo red velvet, que no fundo não difere tanto assim do são marcos, é vermelho e pronto, não passando dum bolo recheado e coberto de creme.
Pensei em fazer waflles e comprar gelado de baunilha e de chocolate e fazer caramelo para regar isso tudo.
Pensei em fazer aquela coisa montada em três ou quatro partes, creme de pasteleiro, natas, suspiros, doce de morangos.
Pensei em fazer o tal bolo mágico que surripiei dum livro que está nos escaparates do lugar da musa. Ou estava, se calhar é mais isso, é que nunca mais o vi por lá, às tantas faço o bolo e não tenho como divulgar de onde retirei a receita. Mas não há-de ser nada, que é lá isso, na hora de passar a receita para o blogue, volto a explicar estas coisinhas todas, peço muita desculpa à autora, que para mim se encontra incógnita mas seja lá como for estou a creditar-lhe a autoria, e saber que é uma autora e não um autor, já não é mau, repito isto também, e pronto, ninguém há-de vir até cá para me dar tau-tau. Acho eu. Claro, é esse o bolo que vou experimentar, afinal até tenho uma forma para bolos, redonda, com vinte e quatro centímetros de diâmetro, não é. É. E ainda nem sequer a estreei, não é. É.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Planos para o feriado

Tal como costumo ter planos para o fim-de-semana, costumo também tê-los quando ocorre algum feriado na minha vida, como é o caso do dia de amanhã, que é Terça-feira de Carnaval. Em comida quero ver se faço
Costeletas de Porco com Arroz de Legumes
Filhós dos Pobres
Esta última receita está apontada toscamente num papel que guardo por cima do microondas, a qual, creio eu, já mencionei no blogue algumas vezes, a ver se é então amanhã.
Noutros afazeres domésticos quero ver se despacho a
Desmontagem da cama do rico filho
Colocação dalgumas coisas no contentor do lixo
No âmbito da passeata quero ver se vou
Saber onde fica exatamente o salão para onde o meu cabeleireiro se mudou

Hei-de fazer

Aqui há uns dias descobri um canal no Youtube duma chef de nome Rita, que no canal do Yuotube se apelida de Rita do La Dolce Rita (linque do canal aqui) Adorei a descoberta. Sério. Ó pá, é que a gente dificilmente encontra youtubers portugueses que não estejam ligados à maquilhagem e à moda... Mas pronto, lá fiz esta descoberta e adorei. Os vídeos não são nada de especial mas são divertidos e as receitas são realmente interessantes, o que me satifaz e não é pouco. Ao que parece, pelo que vi até agora, a Rita apresenta somente receitas doces. Num dos vídeos que vi, e que deixo ali em baixo, está demonstrado como se prepara uma mousse que diz ser a mais fácil do mundo por só levar dois ingredientes, chocolate e natas. A proporção é dois para um. Leva-se a banho-maria partes iguais de chocolate e de natas até derreter. Entretanto bate-se a outra parte de natas, que deve estar pelo menos quarenta e cinco minutos no congelador para ser mais fácil engrossar. Depois é só juntar ambas as partes. Assim de repente vamos adquirir uma mistura um bocado líquida, mas depois de repousar duas ou três horas no frigorífico ficamos com uma mousse de textura agradavelmente cremosa. E saborosa.
Entretanto talvez experimente a versão do chocolate branco, só por dizer que esse chocolate é bem mais difícil de se aguentar sem gelatina, o que aliás é também referido no vídeo. Vamos então a ele.


Lista de supermercado

Está na hora de me organizar em termos de faltas lá em casa. Há montes de tempo que não preencho o meu blogue com estas coisinhas e tenho-lhe sentido a falta.
Tábua de passar a ferro. Sabem o que acontece quando a gente tem um filho a montar a sua casinha? Pois, é isso, o rico filho levou a minha. Não que ma tenha pedido, nada disso, eu é que lha entreguei com aquela conversa de mãe, olha lá, leva a minha tábua de passar, deixa lá que a mãe logo compra uma e tu assim escusas de estar para aí a gastar dinheiro nisso. Pronto.
Forma de bolo com vinte e quatro centímetros de diâmetro. Nem mais, nem menos, vinte e quatro. A ideia é vir a experimentar um certo bolo que se diz mágico, e essa coisa da magia e quês quer-se dentro de certos parâmetros, ou seja: se eu calho a fazer o bolo numa forma que tenha só que seja dois centímetros a mais, o bolo perde a magia toda. Ao que parece, numa forma de diâmetro vinte e dois, acontece um processo químico que não acontecerá se a massa do bolo ficar mais fina, pois como se sabe, numa forma mais larga a massa espalha-se mais, logo; é mais fina. Este item não o vou encontrar no supermercado, mas fica aqui como pertencendo à lista. Já agora acrescento que andei há pouco numa loja a ver da dita, realmente vio por lá umas formas em alumínio de quase todos os diâmetros, menos... Pois, já se vê que o único diâmetro que não há é exatamente aquele que me faz falta. Ó pá, há de vinte e dois e de vinte e seis e não há de vinte e quatro... Mas, e há sempre um 'mas', há umas dum outro material, aquelas escuras, que têm como que uma capa de teflon ou lá que é aquilo, e que efetivamente têm os tais vinte e quatro centímetros de que preciso. Mas, olha outro 'mas' para o 'mas' anterior, são consideravelmente mais caras. Bom, depois logo vejo se me disponho a gastar esse dinheiro ou então não.
Chocolate de culinária. Já não tenho. Oh céus. Eu não sou ninguém sem chocolate para culinária naquela prateleirinha da minha despensa. Ninguém. Tenho de comprar de várias qualidades, negro, branco e de leite.
Café. Vou ter visitas no próximo fim-de-semana. Café que não falte.
Batata branca. Aquela batata a que vulgarmente chamamos de batatinhas novas. São ótimas para saltear com maneiga, alho e alecrim. É que nem as descasco. Corto-as em duas ou quatro partes, depende do tamanho, e coloco-as num tacho largo que enchi para aí a três quartos, junto sal e deixo ferver. Quando cozidas, escorro-as e deixo-as estar a descansar, com o tacho destapado para secarem, e é então que jogo lá para dentro uns cinquenta gramas de manteiga, manteiga a sério, ok, manteiga mesmo manteiga, três dentes de alho esmagados, aos quais nem sequer me dou ao trabalho de retirar a casca, e um raminho de alecrim. Depois é ir mexendo para não pegar. Pelo menos para não pegar muito, vá. Isto até que as batatinhas apresentem uma cor lustrosa e aparentem estar como que fritas. São tão boas, oh céus, são tão boas.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Planos para o fim-de-semana

Planos para o fim-de-semana? Se há?! Claro que há!
  • Bolo de Chocolate
  • Bolo Mágico de Baunilha
Farei dois bolos porque amanhã vou visitar o rico filho, conhecer a sua casinha. E vai que quero fazer dois bolos porque um pode não chegar e mãe que é mãe é sempre à grande e faz tudo em quantidades industriais, sei lá, não vá faltar e assim.
Ambos os bolos serão uma primeira vez. O de chocolate é um apontamento que fiz, retirando à pressa dum livro que estava exposto no lugar da musa, o bolo mágico idem. O chato é já não lembrar o nome exato das autoras e dos livros, que eu cá gosto de dar créditos aos autores e registar o nome dos livros de onde retiro coisas, seja lá o que for. As receitas foram surripiados com a melhor das intenções, mas foi isso mesmo que fiz, surripiei, logo, nada melhor pra fazer do que creditar a quem pertencem as receitas. Bom, ao que parece não vou poder ser assim tão boazinha, nunca mais vi os livros lá expostos. Mas mantenho a esperança de.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Vamos lá falar de planos

Os planos salgados não fizeram grande diferença do plano inicial, só faltou tomate e mozarela na mesa mas já não me lembro muito bem porquê. Claro que este fim-de-semana contém ainda três refeições gradas.

Os planos doces ficaram um bocado esquisitos. Para já não tinha cá em casa nenhum pacote verde. Eu explico, que eu adoro explicar coisinhas. O pacote verde é neste caso um pacotinho de açúcar da Sidul, e o verde contém a receita de Bolo Rei que eu queria experimentar. E vai que não. Então, como de manhã tinha visto um dos programas do Rudolph do Canal 24 Kitchen, onde ele apresenta uma tarte recheada com frangipana e frutos secos tostados no forno, indo depois a ligar com uma compota aquecida, olha, pumba e coiso.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Planos

Hoje é sexta-feira e estes planos não são para concretizar este fim-de-semana, julgo eu, são para fazer quando achar oportuno.
Pão de Cebola
Foi a minha sogra que me deu a ver uma revista piriri que ela tinha lá em casa e disse-me «ó mulher, vê lá se queres tirar fotocópias daqui» eu eu folheei a revistinha e disse que «sim». É Pão de Cebola, a única receita que copiei. Infelizmente, e quando digo infelizmente é mesmo infelizmente que quero dizer, não registei o nome e o número da revistinha, portanto, infelizmente, não o posso registar, é que eu cá gosto muito de dar os devidos créditos, creio ser de respeito para com o próximo. Bom, parece realmente uma receita de fácil confeção e também muito gostosa.
Filhós dos Pobres
Há anos que tenho no tabuleiro pequerrucho que se apoia no microondas um papel onde apontei toscamente uma receita que a minha sogra me ia ditando. Trata-se dumas filhós bem simplórias, daí o nome, que se fazem com aquela massa dos sonhos, churros, donuts, etc., água, farinha, banha e sal, só por dizer que se substitui a banha pelo azeite e não se adicionam ovos nenhuns e se estendem com o rolo usando óleo, nunca farinha, pois isso endureceria a massa, corta-se em forma de filhó, sabem, retangular e tal dois rasgos e coiso, fritam-se em óleo e logo após se passam por açúcar e canela. Há anos que olho para o papel, já tantos outros papéis lhe fizeram companhia, papéis esses que continham também receitas a experimentar, planos para comer e isso, e este papel sempre foi ficando, o pobre, o das Filhós dos Pobres, o qual apresento já a seguir, registando ainda que quandoi o fui buscar para o digitalizar notei que a massa é mas é a tenra. Olarila. Ah, é verdade, note-se por favor a expressão 'menos um dedal', é tipicamente algarvia, como a minha sogra.


Lugar da Musa

Ó pá tóin xirú! Folheei um livro no lugar da musa, 'A Arte e os Segredos do Chocolate', de Ana Sousa e Silva e encontrei receitas maravilhosas. Armei-me em cusca e com a ajuda dum precioso equipamento fotográfico cliquei direito a duas páginas e também à capa. Às duas páginas porque quero experimentar um bolo e um creme, juntando ambos, mas, curiosamente, sem que pertençam à mesma receita e, por conseguinte, à mesma página, e à capa para não esquecer em que obra literária fui eu buscar tais iguarias. É para experimentar e trancrevo já a receita para adiantar trabalho:

Bolo Chiffon de Laranja

1 ½ cup de açúcar
1 ½ cup de farinha
1 colher de chá de fermento em pó
¾ cup de óleo
1 laranja (raspa e sumo)
6 ovos
1 pitada de sal fino

À confeção não tirei foto, que já sei que a gente o que tem a fazer é juntar os ingredientes secos numa tigela, os molhados noutra e misturá-los, ainda uns em cada, assim como que mais ou menos, depois então é juntar tudo e mexer, levar ao forno na forma untada e enfarinhada e coiso.

Creme de Laranja

1 folha de gelatina
1 laranja (raspa e sumo)
2 ovos + 1 gema
100 gramas de açúcar
1 colher de sopa de amido de milho
50 gramas de manteiga

Pois é... E agora...? Como preparo o creme, pá?! Hum, creio que demolho a folha de gelatina e entretanto junto os restantes ingredientes e levo-os ao lume baixinho, muito baixinho, e assim que fervilhar retiro do lume, aguardo um pouquinho e deito-lhe a gelatina já mole que se dissolvirá num ápice com aquele calor todo. Depois é espalhar por cima do bolo e deixar escorrer para as laterais, o arrefecimento gradual, e por ação da folha de gelatina, o creme solidificará. E pronto, é decerto assim que se prepara este creme de laranja. Olarila. Eu cá não tenho dúvidas.

A propósito

Nota prévia:
Apresento a nova etiqueta 'Planos para comer'.

A propósito dos pacotes de açúcar que constam no post anterior, tenho a dizer que completei uma vez mais a coleção que a Sidul apresenta ao momento nos seus pacotinhos de açúcar. É que eu precisava de saber (uma vez mais, ah ah) as receitas que já confecionei e as que não. Então temos:
Pacote nº1, Queijadas
Já fiz e são boas. A repetir, tanto que constam no anterior blogue.
Pacote nº 2, alude aos santos e festas populares, sem esquecer o manjerico e as sardinhas. É meramente festivo.
Pacote nº 3, Bolo Rei
A fazer. Mesmo.
Pacote nº 4, Licor de Ginja
A não fazer. Preparar bebidas, alcoólicas ou então não, por enquanto não é coisa que me deslumbre.
Pacote nº 5, Bolo Mármore
A fazer. Mas esta receita é 'a fazer' por conta da curiosidade. Nesta altura da minha vida tenho presente que sei fazer qualquer bolo básico sem precisar de receita. Mas, e há sempre um mas, não desprezo nenhuma receita dessa a quer chamo básicas, gosto de experimentar porque creio firmemente que posso sempre aprender algo de novo, não tenho de todo a mania que sei e coiso.
Pacote nº 6, Arroz Doce Especial
A não fazer. Este arroz doce vai ao forno e dá-me a ideia que fica demasiado denso para o meu gosto. Não.
Pacote nº 7, Queques de Laranja
Pois que já fiz. Pois é. São muito bons, por sinal, e estão no anterior blogue.
Pacote nº 8, Pastéis de Nata
Já fiz! E duas vezes!! Inclusive no Natal!!! São tão bons!!!! Tão mais tão bons!!!!! Oh céus!!!!!! (também estão no anterior blogue)
Pacote nº 9, Estrelas de Chocolate
A fazer. Não que não tenha já elegido a minha receita de bolachas preferida, mas é que este pacote serve de lembrete, tipo assim variar as bolachinhas e coiso, barrando-as de chocolate. Claro, porque não, não é. É.
Pacote nº 10, Sangria à Portuguesa
A não fazer. Lá em casa faz-se uma sangria de doidos. Mesmo. Aquilo é de beber e.
Pacote nº11, alude ao fado e portanto ao tradicionalismo português.
Pacote nº12, Sonhos de Natal
Este é a única receita que não sei se faça ou então sim. Fica no entanto de lado, esperando.




Tirei uma fotocópia de todas as receitas desta coleção que conto fazer um dia desses, as quais guardarei no tabuleiro que tenho por cima do microondas. Assim já posso levar daqui os pacotes e usar o seu açúcar, não é. É.