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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Post que ficou a meio

Pumba, mais um post a meio, há alturas em que ando nisto, que fazer?, fazer o resto, claro! Trata-se então deste post em que falei dos ricos filhos.
Para já, não foi assim tão difícil encontrar a conversa virtual dos dois, a qual transcrevo:

scubadre:
Stepped into my parents car and saw this. And right then, i was like hi, wassup, hello.
lala:
props to ME!!!!

E transcrevi porque completa a ideia que quis transmitir, elucidando quem lê. É que nem sempre me lembro que há pessoas que leem (mesmomesmomesmo) o meu blogue.
Para depois, no dito post passei completamente ao lado do seguinte: rap é o estilo musical que mais agrada ao rico filho, é tanto assim que quase o define, já a rica filha é mais variada no seu gosto musical, não deixando porém de ser uma apaixonada pelo estilo em questão. E eu, que sou mãe dos dois, gosto também de ouvir a música daquela malta. Gosto porque gosto, e gosto como escrevi um dia, que transcrevo também:


Gosto de rap, o estilo musical dos gangues e do putedo. Gosto da batida, do drama impresso nas notas musicais e nas vozes, gosto dos poemas, gosto que os factos e as pessoas sejam apresentados com as arestas, marimbo para a ideia de que é um estilo musical que demonstra a podridão mundana no seu melhor. Ou no seu pior, depende da perspetiva que se escolher.
Noutro dia exclamei vivamente uma admiração (deve ter sido 'ganda som!', ou algo assim) enquanto a rica filha escutava um som de rap.
– Oh mãe, tu és tão fofinha...
Disse ela, juntando as mãos, como que agradecida com a tamanha sorte de ter uma mãe fora de série. Espantei-me:
– Fofinha?!
– Sim, eu e o mano temos bué orgulho de tu gostares de rap.
– Hum, orgulho... Sério?!
Sim, disse que sim sem receio ou dúvida. Oh glória terrestre, sou mesmo, mesmo, mesmo (tão) espectacular (como a batida do rap)...
|23 fevereiro 2014|

Post que ficou a meio


«E tu estás precocupada com uma onda no cabelo, mãe?, tu que às vezes sais de casa com o cabelo todo despenteado, mãe?» E foi depois é que a rica filha me disse que punha um gancho, assim é que foi.
Eis foto (não muito explícita, na verdade, mas) de um despenteanço a posteriori, tanto da conversa acima como do dito post que tinha! ficado a meio.






terça-feira, 19 de junho de 2018

Matrícula portuguesa

Por coisas da nossa vidinha, o rico filho precisou do meu automóvel.
Ah, está bem, rico filho, leva-o.
Entretanto, um ou dois dias antes, a rica filha tinha viajado comigo e mudara o cd que ouço amiúde para um do Fetty Wap, dizendo que eu ia gostar e mais não sei o quê, e a gente pôs-se a ouvir enquanto. Ora acontece que o cd ficou no leitor e, naquele dia, quando o rico filho ligou o motor, ouviu a música que soou.
(o meu automóvel é do caraças, vejam lá que a gente roda um tudo-nada a chave na ignição e ele põe logo música!, ainda nem o motor está a cantar e o radio já soa!)
Depois, e é por isto que este post aparece, vi numa dessas redes sociais, o rico filho dizer:
my parents car..................
ao que a rica filha respondeu
I propose......................

(o abuso dos pontinhos acontece por conta da dificuldade em encontrar a conversa dos ricos filhos, para a colocar aqui na íntegra)

E agora, sempre que agarro no carro, ouço o tal cd, trauteio e danço.



sexta-feira, 15 de junho de 2018

Rescaldo

Bom, e as pequerruchas (em termos de espaço de tempo) férias lá se foram, não é? É.
Loriga é uma vila com uma praia fluvial adornada por rochedos que, por o serem, formam umas pequenas piscinas bem apetecíveis no verão. Tem próxima uma aldeia sem habitantes, Fontão, que é de ver e chorar, tanta beleza não se sustém cá dentro. Quem aconselhou a visita foi o empregado da pensão onde me alojei, que por sinal é um jovem com uma capacidade incrível para receber pessoas.
Folgosinho tem uma espécie de fôlego no nome, de maneiras que já me lembrei de ter sido escolhido pela paisagem que tem, fiquei sem ar nos pulmões e garanto que tal coisa não se deveu à altitude. É que a gente sobe lá acima (caramba, como escrevo bem) e encontra uma vista de uma lonjura que não se alcança. Mas vê-se. Qual Torre!, qual Centro Geodésico!, qual quê! No meu ver, nada se compara ao Castelo de Folgosinho. E olhem que o dito Castelo (é assim que lhe chamam) nem é castelo nenhum, para mim não passa de um posto de vigia (mas isso sou eu, que sei eu, né?). Bom, vão mas é a Folgosinho, é um lugar maravilhoso que se farta e acabou a conversa.

Fiz quase novecentos quilómetros, mas não sei quantas fotos tirei ou filmes fiz porque ainda não tratei dessa partezinha das férias. Ontem foi chegar, rever a rica filha, acalmar os ânimos da cadela, olhar a casa, arrumar as coisitas mais prementes (roupa suja no cesto, recuerdos quebráveis a salvo, produtos de higiene a jeito da noite vindoura) e sair direito ao sushi, que estava assim como que apalavrado com a rica filha que lá iríamos aquando do regresso.





Estas férias foram também especiais por uma outra questão, que foi a de, pela primeira vez, eu ter feito um registo quase em direto no blogue, acrescentando logo algumas fotos, tudo produzido, editado e publicado através do móves. Gostei bués disto. Há montes de tempo que queria experimentar reportar umas férias desta maneira. Claro que usei o móves para fotografar quase sem freio, só me contendo no que tinha que ver com o gasto desnecessário da bateria ou em ocupar o cartão vãmente, somando assim as fotos que publiquei às fotos que não publiquei. Claro que isto tudo me acrescentará trabalho, sou eu que habitualmente escolho e catalogo as fotos e edito os filmes, o que perfaz um total de três dispositivos a que dar atenção brevemente. Começo amanhã. Hoje, a rematar o dia, deixo mais duas fotos da ida ao sushi.


domingo, 10 de junho de 2018

Franja

Acordei com uma onda feia na franja e abusei da rica filha para me queixar largamente. Ela retirou montes de importância ao problema dizendo que aquilo não era nada, que ela, quando lhe calha tal sorte, resolve-a num instantinho, amarra a onda parvalhona com um gancho e pronto.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Ó Gina, vai mas é arrumar a cozinha!


A rica filha disse que sou a única pessoa que ela conhece que fala mais sozinha do que com os outros.





E não foi conclusão errada, embora a imagem acima a desminta.
Então até para o mês que vem, se é que me estão a ouvir.


quarta-feira, 30 de maio de 2018

Móvel

Umas das coisas que tenho que limpar tão profunda quanto brevemente é o móvel dos álcooles e das coisas sobrantes. Ai, sobrantes não, viajantes e recordantes. É uma arca com tesouros sem qualquer outro valor que não o sentimental. É uma arca, só por dizer que é um móvel com portas de vidros, ah ah, ah ah, composto por coisas como pequenas ofertas dos ricos filhos de quando frequentadores da Escola Primária, copos especiais, brindes de noivos... Estou a falar de cor, não me lembro de mais nada importante. Ah, tenho lá também os pratinhos e as colherinhas de quando os ricos filhos eram bebés. De resto... Ah, uma moldura com pequenas fotografias, são quatro fileiras evolutivas da vida de cada um de nós. Bom, comecei este post a pensar no que tenho que limpar e fui parar ao tempo que passa.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Lisboa, 28 de maio de 2018

Bom dia! Ah pois é bom dia, é!


image by Pinterest



graminhas:
cento e oitenta gramas de alhos
setecentos e trinta e cinco gramas de maçãs
oitocentos e noventa e cinco gramas de bananas
Pergunta nepalês de frutaria a Gina: 'tás com sono ou quê?, indo depois começar espreguiçadela.
Reponde Gina: eu não, tu é que tens, 'tás-te a espreguiçar!

E não é que esta noite me pus a sonhar com o velho estaminé?!
Ó pá ganda cena, 'migos, mas ca ganda cena. Como sabem, e se não sabem, não faz mal, eu gosto de vocês na mesma, era-me insuportável permanecer naquele lugar, mas, com o tudo e por tanto, foi lá que vivi momentos deveras agradáveis, desequilíbrio este que me fez grafómana.
Bom, adiante.
No sonho o estaminé era imenso e tinha um montão de janelas, uma em cada parede, baixas mas largas, com duas partes e fecho no meio delas, entrava por ali uma luz do caraças, coisa que não é real, o estaminé continua com duas janelas sem fechos, que são as montras, e tão pequerrucho como era. No sonho, quando entrei desatei a chorar, tipo: ó pá, eu quanto estava aqui não havia luz nem ar e agora é isto!, punham-me tudo à frente, ai que aflição que era, e agora vê-se tão bem!
Bom, mais um adiante.
Andam a escaqueirar aquela merda toda, tiraram móveis (lamento, eram bem bonitos, só por dizer que não se notava nada) e prateleiras, tiraram chão e picaram paredes. Não duvido que quem para lá vai, no fim, obtenha um espaço funcional e agradável à vista. Destruiram a alma do velho estaminé e, se por um lado lamento, porque me deu coisas boas, por outro, dá-me prazer saber, e principalmente ver, que não resta nada. Sério. É que não sinto qualquer pudor ou revolta.
Bom, e vão três adiantes, que a vida continua e esta que tenho agora é melhor em muitos aspetos.

A grande novidade deste fim-de-semana consta de a rica nora ter abolido o açúcar do cafézinho que lhe é servido. Ó pá, que bom, agora somos todos iguais, oh vida boa! Em tempos comprei chaveninha+colherinha - umas quantas - de louça e fiz questão de ser ela a estrear um dos conjuntos. Aconteceu, até e também, a dona Adelina oferecer-me umas quantas colherinhas de louça e eu pensar logo na jovem senhora. Sendo assim, doravante menos necessárias serão.

Sentei-me no banco hater, vinda do sítio da massachicha. Nem sei bem o que fui lá fazer, para quê sentar-me?, estou cansada ou o quê? Que me sentei para escrever estas coisinhazinhas, lá isso sentei.




Um dos professores de Pilates que por ora me ensina como me comportar quando deitada num colchão, é assim como que curto de expressão. Não sendo antipático, não se mostra em contrário. É estanque, é como eu a escrever, ninguém entra. Dei comigo a compará-lo ao Salvador Sobral – gosto de o ouvir cantar mas não gosto dele, ouço dizer por aí que é a personificação do anti-vedeta, que quer é cantar e o resto que se lixe, pois eu acho que ele é mesmo vedeta, quer é cantar e quer pessoas para o admirar. É estanque. Já do meu tal professor, conto o mesmo, gosto das aulas dele mas não gosto dele. Somos estanques.

A propósito de coisinhazinhas do feitio da gente, ontem vi um filme (Adam) onde o personagem principal sofria de Asperger, sendo por isso muito solitário e incapaz de pensar como se sentem as outras pessoas, a menos que lho fizessem saber vocalmente. Não sei explicar isto lá muito bem, pronto, o doente vive num mundinho privado onde não entra ninguém, não por ele não querer mas por impossibilidade de se relacionar com o mundo de cada um. É uma doença. De maneiras que, o filme, deu para eu perceber que, mesmo Adam estando doente, e supostamente só um lado da sua mente se desenvolvia capazmente – aliás, deveras capazmente, o homem era um génio ao nível da astronomia -, havia um lado emocional, mas com o qual ele não sabia lidar, não discorrendo portanto tudo quanto viesse de suposições ou gestos. Esta situação, se vista num repente, dá a ideia de não se estar perante um ser humano doente, afinal todos temos desequilibrios e questões tolas e mais não sei o quê. Eu, sinceramente, creio-me ainda doente, não tanto, mas estou. Ao presente a minha grande questão é livrar-me da culpa de estar doente, e o resto chegará. Não é que por ora eu seja mais eu do que era dantes, mas não deixo a culpa instalar-se-me toda na cabeça.

Detendo-me novamente no tema 'Gelados', deixo coisinhazinhas advindas da sua fazedura com uma máquina, dentre as quais há algumas que considero bem vindas:
1. Faço as duas bases (sem ovos e com eles) na mesma ocasião, no mesmo tacho, uma atrás da outra, pela ordem que está descrita no parentesis
2. Gelifico, com o poder da minha mente... ai perdão, máquina as duas bases na mesma ocasião, obviamente no mesmo recipiente, pela ordem já referida
3. A ordem que consta nos itens anteriores acontece por conta de eu indesejar misturar restos de base com ovos com a base que os não contenha, já o contrário: que me importa?, nada, nada, nada, mesmo nada
4. É possível fazer as bases dois ou três dias antes de as gelificar, o que é ótimo; é possível o gelado ficar no congelador dois ou três meses, muito embora tal coisa não seja verificada no meu ditoso lar...
5. Sinto um enorme entusiasmo em experimentar conjugações de sabores, particularmente magicar que quantidades retirar disto ou daquilo para acrescentar aqui ou acolá

Vou ter que ficar, vou querer ficar, vou ser perita em whoopie pies
Whoopies disto e daquilo
maçã
morango
gengibre
limão
baunilha
laranja
lima
Não é assim tão difícil, é descobrir uma base e pumba. Já ando em estudo. No outro dia tinha decidido fazer os ditos como aquando da vez primeira, só que não tinha cacau – afinal até tinha, descobri-o depois, mas pronto – vai daí pus o equivalente em farinha e acrescentei um pouquinho de canela só para não ficarem muito deslavados, o que escureceu a massa pra caraças, mas não fez mal nenhum. Saíram bem. Já com o recheio fui tremendamente infeliz, oh céus, a vida toda desfeitinha e o camandro. É que comprei um queijo creme de marca branca, e se por vezes a marca ser branca ou de outra cor não interfere nos meus resultados culinários, outras há que interfere e não é pouco. De maneiras que o recheio fluía demasiado, escorrendo do meio dos bolinhos. Não há problema nenhum com isso, 'tá 'migos?, a gente comeu na mesma, mas, para transportar, que os fiz com a ideia de oferecê-los ao mundo exterior, pois que já não deu, ficaram no interior da minha casa e acabou a conversa.

Achei dez cêntimos no chão do Ginásio. Sou a mulher mais feliz do mundo.

Boa noite, ah boa noite. Deixo foto velhinha, velhinha. Tem para aí quatro ou cinco dias. É do estaminé, lembrei-me de fotografar outra vez a espiga que consegui antes do dia proposto para a gente festejar... A Espiga. Não sei se da outra vez cheguei a dizer-vos que estas ervas vieram de Loures. Seja lá como for, está agora dito. Ah, como é noite, tenho a foto também com um filtro montes de giro que o meu móves tem e me oferece sem pestanejar ou lamentar.



.................................................?
Não encontrei. É então esta questiúncula, coisinhazinha para apresentar amanhã. Seja lá como for sempre deixo rascunhos de um dia para o outro, de dois ou três dias, de montes de dias. Enfim. Até amanhã.


domingo, 13 de maio de 2018

ó pá tóin xiru!




foi o telemóvel da rica filha que produziu e 
quando produziu 
não produziu uma imagem desfocada mas 
quando cá chegou 
foi desfocada que a imagem me chegou

Aprendi com a rica filha que...

... É possível que as pestanas falsas possam voar mediante a força do vento. Se for tipo assim uma ventania, vá.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Perdido e não achado

Tenho um telemóvel novo mas que é velho, pois tenho sim senhores. Como sou a herdeira-mor de móves cá de casa, eis que desta vez me pus a herdar o da rica filha. Ó pá é tóin xiru! Lá por trás tem uma mariquice, que a rica filha é tão de mariquices quanto eu - trata-se de uma boca cor-de-rosa com um anel lá pregado, enfia-se aí o dedo que a gente quiser e o móves já não se nos abala daí quanto mais do colo, como foi o caso do meu último telemóvel.
Deixem-me só dizer – deixam, não deixam? - que não me encontro completamente desesperançada de o achar, é que por falta de meios e de lembrança acabei por não despistar uma situação lá onde o perdi. Para a semana terei notícias - ou sim: achei o perdido, ou não, perdi-o.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Estaminé(s)

Foi aos trinta e um de março último que entrei pela última vez no estaminé, que estava, pasme-se, completamente vazio. É incrível como havendo tanto ar à minha volta, lhe senti a falta. Há no vazio o poder de sugar. Bom, adiante.
Do velho estaminé trouxemos até este o maior balcão que por lá havia. Tem quase três metros de comprimento por cerca de meio metro de largura e é coberto por uma pedra que obviamente acompanha mais ou menos esse tamanho. Pesada pra caraças, que o diga o meu colega e o rico filho. Esse balcão é lindo, antiquíssimo e em bom, ainda que velho que se farta, e ao depois de lavado e abrilhantado com óleo de cedro ficou com bom aspeto. No velho estaminé o balcão encontrava-se escondido por material, não porque eu quisesse tapá-lo mas porque era assim que tinha que ser. Acresce que o dito tem uma exposição enorme, que era obviamente desperdiçada aquando da sua permanência no velho estaminé. Mas aqui não, aqui o balcão brilha, com o tempo tenho-o recheado de artigos que por acaso, oh vejam lá, são coloridos e vistosos. É um mete e tira pá! Aquelas prateleiras conhecem ao momento mini-tintas, corantes, funis, ambientadores, desumidificadores, fitas ende soû óne...

sábado, 28 de abril de 2018

Agulha

Ainda bem que já tinha agulhas compradas e armazenadas, quando não, tendo partido a agulha, como parti, olha, não terminava as bainhas das calças da rica filha.


domingo, 22 de abril de 2018

A minha cozinha era para ser uma ilha

Primeiro:
Pus o móvel encostado ao balcão, logo que se entrava na cozinha, tau!, ao lado esquerdo, púingue! Ficou uma entrada apertada, consegui um corredor, uma estreiteza, mas, passado o móvel, a cozinha alargava-se, o que me encantou. Nessa vez, a mesa foi colocada mesmo junto à porta que dá para a varanda, as refeições eram vividas espaçadamente, afinal o móvel estava num canto. Eu estreitara o canto, pronto, tudo bem, mas o resto dava-me um gozo... que afinal durou pouco. Pouquíssimo.
Segundo:
Coloquei o móvel e a mesa par a par, de frente para quando assomava à porta, portanto na horizontal, cada um dos ditos com um dos lados encostados à parede. Pouco me importou que uma das cadeiras ficasse permanentemente interdita, afinal o rico filho já não mora com a gente, em dias de sua visita a gente logo via. Mesmo assim ficou apertado, digamos que a estreiteza como que havia mudado de lugar. Mudaria eu tudo, então. A coisa não me estava a correr bem. Mau maria.
Terceiro:
Rodei móvel e mesa, pu-los na vertical. Quem sabe assim... Não. Nada. Não ficou bom. A cozinha continuava apertadíssima e disfuncional, pior do que das outras vezes, que para assim ficarem foi necessário não encostar nada à parede, sob pena de impedir duas cadeiras de serem usadas e isso não podia ser porque somos três. Havia, contudo, uma questão de valor: tinha colocado o microondas na despensa...
... O que fez com que o móvel ficasse totalmente livre de eletrodomésticos, imagine-se um tampo de 100x50cm sem nada lá em cima!, o máximo!, ia poder cozinhar e ter ali o apoio, finalmente!... Mas não. Lá ficou a porra da cozinha apertada. Com o tempo percebi que ia ter de voltar a antiga forma.
Bom, hoje foi dia, joguei-me ao trabalho. Desencasquei o bocadinho de chão junto à porta que dá para a varanda e enquanto secava retirei tudo das prateleiras do móvel para o limpar por inteiro. Encostei-o à porta, forrei-o com os legumes e as frutas. As maçãs, como ainda são muitas e o microondas continua na despensa, preencheram o tampo. Está lindo. Vou tirar fotos antes que se me acabe a luz do dia. Já as tirei e já as carreguei no blogue. Depois de olharem para elas, continuem, que há mais texto.





De seguida desencasquei o chão junto à maior parede que a minha cozinha tem, que precisou do seu tempo para secar, pois claro, e arrastei para lá a mesa, não na posição em que se encontrava mas rodando-a, por modo a ficar na horizontal e com um dos lados encostado à parede, que, como já perceberam, leva de entalão uma cadeira que ao presente pouco serviço faz. É tanto assim que essa cadeira balança toda ela, coisa que já faz há anos, mas já que não é lá muito necessária, pois que fique com o trabalho menor. Foi então que esfreguei o restante chão, que, secando, me fez voltar ao passado. Tenho portanto a minha cozinha como no antigamente. É realmente esta a melhor disposição. Lamento que não tenha uma solução diferente e igualmente boa, mas na verdade não tem. Ai não tem, não. De resto, digo que desde o dia em que desmanchei a cozinha, que então se encontrava do exatíssimo modo de agora, passaram três ou quatro meses. Fiz até vídeos do tipo antes&depois por etapas e isso assim, mas como me esqueci de filmar uma das mudanças, deitei fora tudo quanto já tinha realizado até então.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

¨¨¨lista de adquiridos + coisinhazinhas

¨¨¨amido de milho
Trouxe um de marca branca. Durante anos usei Maizena, e, quando um dia descobri que a Espiga também tinha amido de milho, experimentei, gostei e continuei, tanto por ter ficado satisfeita com os resultados como por ser consideravelmente mais barato.
¨¨¨farinha para pão
Resolvi-me por um saco de cinco quilos. Afinal a marca branca estava em promoção. Num tempo lá longe a farinha sem nome deixava-me desgostosa, no tempo cá ao pé já não, dei-lhe e dei-me oportunidade de mudarmos.
¨¨¨wraps
Ó-Pá-São-Tão-Bons. É certo que warps é coisa que se faz bem e rápido na frigideira, mas, depois, e eliminar a densa preguiça que se instala em dias desafogados? Bom, bem como nos dias afogueados, mas pronto.
¨¨¨asas de frango
Não estou certa de esta ser a vez primeira de semelhante aquisição, mas que estou nas primícias, lá isso estou. Temperei-as, panei-as, fritei-as, isto com meia hora de intervalo por entre o temperar e o resto. Levei a cebola, o alho e o louro a refogar no mesmo azeite onde fizera a fritura. Juntei o tomate e um picantezito que me anda lá em casa onde convivem sãmente uma data de especiarias (um dia falo-vos disto). Passaram os cinco minutos de apuramento e meti lá dentro as asas meio fritas. Deixei estar a ferver uns dez minutos e juntei batata-doce aos quartos que também deixei ferver até que. Ficou bom. Diferente e bom.
¨¨¨queijo ricota
Como queria fazer um cheesecake frio e à moda antiga, cuja receita vi há anos num antigo livro da Vaqueiro, comprei o dito. Tanto queria que quis e fiz. Saíu tão mas tão bem.
¨¨¨queijo à fatia
É pra pôr no pão. Eu dispenso, mas como não vivo sozinha...
¨¨¨fiambre à fatia
O mesmíssimo do item anterior.
¨¨¨feijão branco enlatado
Trouxe porque é o tipo de coisa que me faz bem à cabeça ver numa das prateleiras da minha despensa. Se forem uma data de latas das mais variadas leguminosas, fico tão feliz que danço na sala e no corredor.
¨¨¨rebentos de soja enlatados
Passei no corredor dos enlatados, o item anterior disso faz prova, né?, é, e agarrei num trio de pequenas latas de rebentos de soja. É coisa que, por vezes, salva e incrementa jantares que se querem rápidos.
¨¨¨ovos L
Normalmente é o meu tamanho preferido. Se usar ovinhos piriris pode a sobremesa não me correr de feição. Tudo bem que posso acrescentar um ou dois, mas mais um já pode ser demais. Preparar sobremesas é uma ciência. Uma alquimia. Uma poesia. Um sentir-me feliz.
¨¨¨papel higiénico
Não me vou alongar neste item. Afinal já há merda que chegue neste blogue.
¨¨¨elixir bucal
É prá pessoa cheirar bem. Ou então pra não cheirar mal. Isto, da boca, claro.
¨¨¨pasta de dentes
Leram o desenvolvimento do item anterior? Então pronto, escuso de estar a repetir-me.
¨¨¨champô
Quis testar uma novidade, uma marca desconhecida. Cara que se farta. Tem (tinha?) tudo para dar certo. (não deu lá muito certo, é ver a foto do post seguinte)
¨¨¨leite nós
Leite nós não é leite da marca nós, é leite que não é para a rica filha.
¨¨¨natas boas
As natas boas são aquelas com pouca durabilidade. Uma chatice... Mas fazem uma diferença do caraças, em consistência e sabor.
¨¨¨iogurte grego
De tempos a tempos compro um quilo de iogurte grego. É útil em vários preparados, bolos e tal, tudo bem, mas também caris, chilis e outras comidas assim mais para o picante, pra cortá-lo. Posto assim até parece contra-senso, se queremos picante na comida, como assim cortá-lo?! Enfim. É também útil para matar o bicho a meio da tarde ou assim.
¨¨¨manteiga para bolos
Manteiga para bolos é sem sal. Eu cá, podendo, não dispenso, com tudo e por tanto, se não, então vai da outra. Mas sempre da(s) boa(s).
¨¨¨maçãs, pêras, morangos, limões
Frutas é coisa coisum...
¨¨¨cenouras, batatas-doces, cebolas, tomates
Legumes é coisa coisum...
¨¨¨café
¨¨¨café
¨¨¨café
¨¨¨café
¨¨¨café
¨¨¨café
Não vivo sem cafeína. É. Pode ser cápsula de café meio forte ou forte, fraco é que não. Não vivo sem cafeína, mas havendo só do café fraco, venha ele. Por vezes tenho até que encher a cabeça de cafeína pra escrever, quanto mais.

Lembrete:
este post é o desenvolvimento da lista de compras de sábado passado.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Como estou muito doente, fiquei em casa, de maneiras que...

... Hoje é quarta-feira.

... Ao segundo café da manhã observei o sol e o vento nas folhas das árvores e inteirei-me dos sons. Nota-se a ausência do burburinho das crianças. Mas, logo mais, vi um homem e uma criança, que suponho pai e filho, subindo em direção à viatura. Iam conversando, o braço do pai por sobre o ombro do filho. É tão bonito, também, o amor de pai.

... Almocei cores. Eu explico. Fiz um estufado de legumes, cada um de sua cor:
cebola e alho brancos
pimento amarelo
tomate vermelho
ervilhas verdes
couve roxa
batata-doce cor-de-laranja
Acompanhei com omelete de claras salpicada de uma mistura de orégão e tomate secos.
Aqui há dias usei parte da couve roxa a que hoje retirei mais duas rodelas. Foi para pôr na sopa, que nunca me tinha dado para tal. Não é mau nem é muitaa bom, é bom e pronto. Nessa sopa pus cebola, funcho, tomate, cogumelos, batata-doce cor-de-laranja, ervilhas secas (umas que comprei recentemente, cuja embalagem diz algo numa língua que parece grego, mas não sei se é, só sei que a tradução me disse que são ervilhas secas às metades e que levam meia hora a cozer) que são da cor do grão. Enquanto a sopa se fazia, fiquei a magicar qual das cores prevaleceria e apostei no roxo da couve. Não! Os cogumelos levaram a maior, resultado? sopa castanha.

... Fiz bolinhos de arroz. Um deles, resolvi não forrar o rolinho (de papel higiénico, é... é, é) com papel vegetal, não untar, não cortar em dois. Olhem, ficou tão giro, tipo torre, imaginem um bolo com o formato de um rolinho, fica um cilindro, né? Então foi isso. Já o comi.. Tão bom.

... À conta de uma circunstância inconsequente, esteve cá o rico filho. Mostrei-lhe a disposição da minha cozinha, que hei posto o microondas na despensa, fazendo companhia ao frigorífico e aos dois televisores (tenho lá outros eletrodomésticos mas enumerei estes porquanto me pareceram desfasados), que portanto hei andado numa fona e refleti: Ninguém cá de casa vai gostar do microondas aí, mas pronto, disse eu. Ele foi espreitar. Pois não, disse, e soltou uma gargalhada, curta mas gostosa. É tão bom ouvi-lo rir.

... Rico filho sai de casa de mãe com dois bolinhos de arroz ao colo. Rico filho foi passear cadela, que mãe lhe pediu desavergonhadamente. Que não custa nada, que ele chama e ela vem, que gostou.


... Z' Olá!





... De há uns tempos para cá, deixei de ser uma youtuber com potencial para ganhar a vida através dos seus vídeos. Oh, quanto lamento no meu coraçãozinho... Mister Youtube assim decidiu, mediante falcatruas que estavam a acontecer aos milhões por parte de youtubers medíocres, que, desprovidos de criatividade, iam buscar coisinhas alheias. Roubalhões, pá! Não se faz! Vai daí, pumba e coiso, a estirpe pobretanas da malta dos vídeos, à qual pertence esta que escreve, por contar com apenas 300 e não sei quê subscritores e menos de 4000 horas de visualizações nos vídeos em 1 ano... deram-lhe um pontapé. Oh, quanto lamento, o quanto, o quanto... Eis então que, olhem, já não enriquecerei através das leviandades que publico no Youtube. Oh, e talicoiso... Gina, a mulher que é youtuber na mesma... Pois. Vou ali dançar de cabeça ó contrário e ópois volto.





... O jantar é sopa. Pus na panela legumes vários, às cores, o resto do almoço, cheio de cores como já referi. Ferveu, triturei, provei. Aconteceu-me uma sopa mais líquida que o meu costume e um bocado insossa. Até parece comida de doentes.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Telemóvel, Grandes Novidades

Uma das grandes novidades é o papel de fundo que escolhi para as mensagens, bem como os balões de conversa. É montes de fofinho, como eu, só por dizer que eu sou a fêmea do fofinho, ah ah. Ora vejam lá se não tenho razão na fofura:





Outras das grandes novidades é uma aplicação chamada Pacer e que serve para contar os passos que dou ao longo de cada dia, fazendo depois cálculos em percentagens de mais ou menos passos dados em um ou outro dia.
Uma gireza, portanto.
Não, não estou certa da fidelidade das contagens, tampouco sei em que se baseiam as netes para me contar em passos, mas pouco me importa, se a aplicação não for fiel aos meus movimentos, qual é a espiga?, acaso não passo a vida a obrigar-me a crer em merdas sem interesse absolutamente nenhum ou outras estúpidas pra caraças? Sim! às duas questões. Então, pronto.

terça-feira, 6 de março de 2018

Olá belezas

De manhã a casa-de-banho é muito requisitada por qualquer família, logo, a minha está, ora pois, nesse sistema, é que nem dá para uma pessoa se observar. No outro dia estava eu nesses preparos, murmurando: 'sou tão bonita...' cheia de certezas, quando a rica filha interveio: 'está bem, mãe, mas agora tira a tua beleza da frente da minha!'
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Notei que a rica filha me olhava demorada e interessadamente. Quis saber o que se passava em mim para tantas coisas boas e de tamanhão. Respondeu que as minhas sobrancelhas estavam muito direitinhas.
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Rica filha:
Mãe, foste ao cabeleireiro? O que é isto, tenho uma mãe nova?
Não, tudo que não, ó rica filha. É que tenho um champô novo e quando ponho o capacete ainda tenho o cabelo molhado, de maneiras que ficou assim.
Rica filha:
Então não pares de usar esse champô, mãe.
(e ponho sempre o capacete até o cabelo secar completamente, né?, é)

sábado, 3 de março de 2018

É na boa, mana

«É na boa, mana», foi o que disse o rico filho em resposta a um favor pedido.
Pela mana. Pois.
Não é tão fofo que aos vinte e tais se mantenham manos?