quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Depois dos números

Depois.
Depois temos o 4 na pequena cartolina. Se o fizer encontrar-se com o seu semelhante resulta em 16. Se dobrar dá 32. Se dividir por 4 encontro 8. Ah...

Números

Num outro lugar, menos frequentado, sou o cliente número seis mil trezentos e setenta e um (6371). Olha só a lógica da batata:

1736
7361
3617
6371

Máquina fotográfica, 2


A semana passada andei com vontade de compor um vídeo com partes não só inéditas como tocadas pela estranheza, portanto: peculiares. A vontade de filmar um pouco da descida da rua mais bonita de Lisboa fez-se sentir, daí eu querer voltar a levar a máquina comigo aquando do intervalo grande. Era só isto. Não é que tenha desistido da ideia, que ainda ontem me movi nesse sentido, mas não o suficiente. Pronto, está explicado, afinal era (só) isto.

ah, muito obrigada! mui-to—mui-to--o-bri-ga-da!

Premiados

Prémio melhor blogue, ou blogue do ano, ou lá que é, sim, eu também tenho uma opiniãozinha nada sui generis. Ser considerado o melhor disto e/ou daquilo é tão subjetivo que desencoraja o apuramento, acho eu. Au eva, o meu blogue, não sendo o melhor, âu mai gudnâsse itse nóte, é o blogue que eu mais gosto. Ah ah. Sim, passou-me pela cabeça inscrever-me, mas bani o pensamento rapidamente, creio que não tem qualquer pilhéria a gente inscrever-se numa coisa deste tipo, o que tem montes de pilhéria e um sabor especial e único é alguém inscrever alguém, isso sim. Quando bisbilhotei o saite, consegui não perceber patavina acerca de como votar, depois percebi que só lá estão os grandes blogues, destes assim pequerruchos como o meu, nada, mas é que nem um, então deixa lá isso, vá.

Primeiro

Bom dia. São dez e trinta e nove. A chuva chegou ontem à noite, perdurando hoje o tempo nublado, o que faz jus à expressão: 'está de chuva', embora não esteja a chover ao momento. A palavra do dia, a que disseram na Radio, é berbicacho. Vou pesquisar nas minhas coisinhas escritas, está bem. Vai ter que estar.

Cliente quer uma lanterna, tem o marido idoso e algo dependente no átrio do prédio às escuras, esperando a luz que ela há-de levar.
Droguista avia-a o melhor que pode mediante a rapidez solicitada.
Cliente está muito ansiosa, o marido ainda se mete escadas acima.
Droguista explica (mediante a rapidez solicitada) como funciona o pequeno objeto.
Cliente anui, acalma-se um pouco.
Droguista vai buscar as pilhas, insere-as no compartimento e... Tcharam, faz-se luz.
Cliente ainda quer uma esponja de banho macia para lavar o marido.
Droguista mostra o que há.
Cliente escolhe, pede desculpa por estar tão apressada, agradece imenso, estende a nota.
Droguista responde 'deixe lá isso, não há problema' e busca o troco.
Cliente com gestos imprecisos prepara-se para sair mas deixa cair no chão a lanterna cuja tampinha lhe salta o que faz com que já não acenda. Marido à espera, 'ai meu deus que ele vai por ali acima e noutro dia caiu, veja lá'.
Droguista segura na lanterna, meio atarantada, clica no sítio que supostamente faria aparecer a tão desejada luz e percebe que mantendo o dedo ali a luz também se mantém.
Cliente diz que não faz mal nenhum, mete o dedo ali e pronto, para agora, para já, para este momento serve bem, ir ter com o marido que a espera ou estará na iminência de se mover escadas acima é prioritário. Despede-se, então.
Droguista retribui o adeus e logo depois dá por falta de uma esponja, há pouco mostrara dois tipos à cliente... Certamente com a pressa a cliente pusera tudo de rompante dentro do saco. Espera-se então até amanhã, a ver o que dá.
O amamnhã chega e é encontrada no chão uma rodela em acrílico, o que faz lembrar esta droguista que é bem capaz de aquela coisinha ser da lanterna da dona Marta. E era, horas depois lá vem ela, ao chegar a casa, depois de sossegar, com calma, verificou que levara uma esponja a mais inadvertidamente. E já agora, se não haveria pelo chão uma chapinha ou algo assim...
E agora falo eu: ou seja, ontem não quisera saber ou esperar, estava muito bem assim, resolvia e tal, e hoje, depois de acalmar os ânimos lá vem ela toda lampeira para eu lhe resolver o berbicacho.
Não sei porque é que as pessoas correm. Mas correm. Corremos todos. Se há recompensa no final...? Também não sei. |30 novembro 2012|

Posta-restante:
Começou a chover às onze e sete, hora que sempre me faz lembrar o meu aniversário. De nada, ora essa.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Bengala verbal

'Não é' é a principal bengala verbal desta que escreve, tanto quando escreve como quando fala. Fujo dela mais e melhor quando escrevo, fugir-lhe enquanto escrevo é mais fácil porque o falar é mais espontâneo, não é. É. Ah ah. Não, não apresento ponto de interrogação na minha bengala, basicamente isso deve-se ao seguinte: tenho a mania. E tenho mais bengalas, ah ah, oh se tenho, mas esta é recorrente, o que me remete para aquele grupo onde as pessoas são iguais e. Portanto. Vai. Que. Desinteressam. Ninguém quer ser igual a ninguém, muito menos a todos, portanto todos queremos ser diferentes, mas já que assim é, então seríamos diferentes se quiséssemos ser iguais a todos, não é. É. Bom, nem sempre me sinto criativa, é um facto que a vida é esférica e seja em que vertente for, há que dar as voltas do vira: 'ai vira que vira e torna a virar'. O verso está na minha memória desde a infância e pertence a um qualquer cancioneiro popular, não é. Não sei. Portanto o esférico faz a gente ir parar ao ponto de partida, ao que já se conhece, não é. É. É, é, não é. Não sei, estou baralhada.


Nota montes de importante:
Não consegui desenhar um ponto de interrogação verossímel com os clipes, ou tampouco um ponto final, o que lamento deveras. E não estou a ser irónica.

Máquina fotográfica, 1

Na semana passada resolvi que voltaria a andar com a máquina fotográfica não tão espectacular assim, a qual uso (ou usava...) habitualmente na rua. Isto por conta de querer filmar ou fotografar... Pois é, sei lá o que queria fotografar ou filmar! Não sei. Ando uma desmiolada do caraças, oh que porra. Vejam lá que no fim-de-semana fiz um pudim de ovos à portuguesa, aquele que leva quantidades iguais de ovos, açúcar e leite, com raspas de limão esfregadas no açúcar antes de juntar e bater tudo e tal, e não é que não consigo lembrar-me se efetivamente coloquei o leite ou então não? É que não me está na memória ter posto ou não ter posto o raio do leite, pá. Claro que o pudim estava bom, aliás: estava bom à brava, oh se estava, mas como foi uma primeira vez eu queria mesmo saber se as quantidades eram aquelas e coiso. Resultado: vou ter de fazê-lo outra vez...
E eu queria filmar o quê? E eu queria fotografar o quê?

Já me lembrei, escrever ajuda-me tanto em desvarios como em lapsos, já me lembrei, ah já me lembrei.
Já me lembrei.
Mas fica para outro post, tipo assim para criar suspense e coiso, as pessoas sofrendo horrores, roendo-se de curiosidade.
Ai ó pá conta lá.
Não. Ainda não.

Ó Gina, tu leste?

Não.

Ocupei parte do tempo do intervalo grande com um cliente demorado e, juntando as tarefas do costume (sim, eu ando por aí a passear mas tenho muitas vezes tarefas a desempenhar na rua), fiquei sem tempo para a leitura. É que nem levei o livro, mas ao menos não andei carregada debalde, lá isso é verdade.

Quarto azul

Já devia estar pronto, o quarto azul.
Não, o quarto azul não está pronto.
Eu devia ter vergonha de registar (ainda que o tenha sempre feito superficialmente) o desenrolar destas remodelações mas não tenho. Au eva, o pêcê já lá mora, junto à janela. É chato pra quando está muito sol, questão que não adivinhara somente por imaginar e desejar que ali seria o seu lugar. Bom, mas ali ficará, fecho completamente um dos estores, a sorte é que tenho dois, deixando-o portanto fechado, o que me protegerá do sol, vai daí não sofro. Mas isto das remodelações vai lá. É fios por colar, portas por levar para a arrecadação, roupas de verão para repor. É esse tipo de coisas, o que ainda falta. Entretanto já decidi que as roupas de verão vão ficar ali porque vem aí o frio. Creio que o melhor a fazer é deixar as roupas que andam a uso mais à mão, no quarto laranja.

Palavra do dia (disseram na Radio)

É lampeiro/a, a palavra do dia, hoje. Hum... Será que há registo nos blogues...

A rica filha fez uma comidinha que pela primeira vez não regou com natas em demasia, abuso de que já tinha sido advertida diversas vezes, não para se abster de colocar natas nos pratos que confeciona mas para não usar tanta quantidade. Então: um dia desses aí, diz ela toda lampeira:
«Olhem, eu hoje fiz massas e pus só um bocadinho de natas.
Mãe: tu podes escrever isto no teu blogue.
Pai: tu podes contar isto a todos os teus amigos.»
Eis duas das mais banais e díspares formas de divulgar a vidinha de qualquer um. Hoje em dia temos a divulgação virtual e o diálogo vivo e presencial ao dispor.|5 fevereiro 2014|

O meu carro fez plim! Desceu aos quatro graus centígrados. Que horror, que desconsolo...
Poça!, diz um senhor de nariz vermelho e olhar húmido ao passar por mim. Dizer poça é pouco para o frio que está!, digo eu toda lampeira.
Ai, caraças!, queixa-se um careca. Encostara o cucoruto à parede gélida. Ainda bem que tenho cabelo!, respondo eu.
Indaguei acerca do seguinte: fazer chichi de luvas postas dispensará a higiene nas mãos? Ninguém me respondeu nada de concreto.
Descobri recentemente que ter as mamas grandes está intimamente ligado à grossa camada de roupa que trago vestida. Não é outra coisa, não, é a roupa. |17 dezembro 2010|

Primeiro


Bom dia. São dez e um quarto. Não é que não me apeteça escrever, que é lá isso, não me apetecia era estar de pé mas cá estou eu, tipo árvore. Estou cansada mas não sei se as árvores se cansam, tipo eu. O treino cansa-me mais nuns dias que noutros e o de ontem cansou-me pra caraças mas não sei se as árvores treinam e, se treinam, se ficam cansadas, e pela lógica da batata percebe-se que também não sei se não ficam. Sério que me cansou, o treino, até estou ranhosa e ensonada mas não sei se as árvores produzem ranho e sentem sono. Vai haver uma festa no Ginásio já no próximo sábado sob - e sobre – a temática faroeste. Quem manda naquelas coisas decorou o recinto com fardos de palha, ratazanas, candeias, dinamites, isto dentre outras coisitas que já não fixei. Está giro, aquilo. Está tão giro. Reforcei a ideia, portanto, e supostamente, o mundo inteiro vai agora pesquisar que Ginásios em Lisboa andam ao momento tratando duma festa temática do faroeste só para saber em que Ginásio ando. Qual supostamente, qual quê, olha eu a ser poucochinho, o mundo vai mesmo pesquisar-me, ora essa, sou tão boa a espevitar os outros que ninguém resistirá à pesquisa imediata.
E a propósito de pesquisas por Lisboa e coisas assim, não irresistam já, há mais uma questão curiosa.
Há tempo, numa dada rua de Lisboa, dei com uma porta ladeada de letras. A pessoa queria escrever 'Paulo', eh pá, pronto, fazer tipo assim uma assinatura, e na verdade conseguiu não só assinar como fazê-lo com originalidade, porque usou a porta para fazer as vezes do éle. Portanto: temos numa parede um pê, um á e um ú, temos então a porta que se lê éle e o ó. Achei um piadão àquilo. Vá, vão lá percorrer as ruas de Lisboa à procura, vá.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Ó Gina, tu leste?

Sim.

Depois da leitura ainda fiquei sentada mais um bocado a ver sei lá o quê, hoje não havia septuagenárias para usar de minúcia e vir para aqui registar as coisinhas, muito embora ainda por lá habitem, e folgo que assim seja, as benditas cadeiras transparentes, que são transparentes ao ponto de deixarem passar os assuntos, de maneiras que, não tendo mais nada para fazer, me pus a enrolar a fina bainha da minha blusa. Enrola o rolinho, desenrola o rolinho. Enrola o rolinho, desenrola o rolinho. Enrola o rolinho, desenrola o rolinho.
Já agora fica neste post uma coisinha que nada tem que ver com o lugar (que também pode ser da) musa, ora essa, que mal é que tem, o blogue é meu e tudo.
Sentei-me no primeiro banco que encontrará quem descer a rua mais bonita de Lisboa. Estava meio coberto pela sombra da terceira árvore que encontrará ao seu lado direito quem descer a mesmíssima rua, que é a mais bonita de Lisboa, é sim senhores. Fez-me pensar em junho. Em junho, a sombra dando assim até meio, devem ser para aí umas seis da tarde, hora a que não é costume passar por aí. Sentei-me... ah, pois, já tinha dito. Fiquei a sentir a brisa e a descodificá-la. Ah... agora, em outubro, o sol é mais fraco, vai daí há um frio por baixo do calorzinho que em certos dias ainda se sente, como por exemplo: hoje. Ah... mas em junho, se calha a temperatua descer mais que o normal, ocorre que o frio se encontra em cima do calor próprio da época. Em outubro o frio engole e esmaga e abafa o calor. Em junho o calor esmaga e engole e abafa o frio. Parece que é a mesma coisa, mas olhem que não é.

Post com sons e letras e letras a parecerem sons e sons feitos de letras

inɐjʃˈplisitu – inexplícito

é tóin xiru, pois é,
o primeiro grupo de letras, onde algumas não se parecem lá muito com letras,
o que se vê ali é a forma fonética da palavra inexplícito tranformada em letras.

A propósito

A propósito de palavras estranhas, no livro do momento (Um quarto que não é seu', Alicia Giménez Bartlett), na página 120, aparece a palavra rubicunda, a qual, eu, a leitora, estou a esforçar-me aos montes para usar montes de vírgulas, considerei que, dado o contexto, rubicunda teria que ver com a cor vermelha. Cá pra mim rubicunda é corada – rubi, rubor, ruborizada, enrubescer. Vou ver a rubicunda no dicionário Priberam ónelaine e vai daí, pumba e coiso


ru·bi·cun·do
adjectivo
vermelho


Ah ah. Mas é que nem podia ser mais direto. Ah ah.

Palavra do dia (disseram na Radio)

Olhem, fica já aqui a seguinte ideia:
Na passada sexta-feira não cheguei a ouvir na Radio qual era a palavra do dia, vai daí, no sábado, dia não mais desafogado em tarefas, que é lá isso, mas com acesso fácil e rápido às netes, pesquisei e descobri que era trungalhunguice. Entretanto, no saite da Radio Comercial, vi por lá outras palavras estranhas, invulgares e montes de felizes, tudo isto em simultâneo, que foram lembradas e jogadas noutros dias, como por exemplo, e dentre outras, nicles e afinfar. Bom, é que estas são as que ao momento me lembro, muito embora rebolasse de alegria se me lembrasse de todas, óié, mas não. Ora bem: não vou pesquisar trungalhunguice nos meus blogues porque jamais escreveria tal palavra, uma vez que desconhecia a sua existência até ao passado sábado e, ademais, pelo vídeo que a Radio deixou no saite, não consegui perceber o seu significado. Não me jogo ao afinfar porque também creio firmemente que nunca me espojei nesse conjunto de letras, mas, já o nicles, pois que sim senhores, espojei, ó:




Esta é a etiqueta do meu casaco novo. Não sei se já tinha anunciado no blogue que tenho um casaco novo.
Já, não já?
Já.
Pois, bem me parecia. Então pronto, é isso, a foto mostra todas as propriedades do meu casaco novo, que isto não é só vir para aqui dizer vezes sem conta que tenho um casaco novo e não debitar pormenores acerca do mesmo.
Enumero as características, ainda que mostre imagem, porque acho que este assunto é fantástico para embelezar o blogue.
O meu casaco, novo, é então composto por:
Trinta por cento de mohair, que se escreve mohair numa série de línguas, portanto está escrito exatamente do mesmo modo quatro vezes;
Dez por cento de lã, que é lana em castelhano, laine em francês, wool em inglês e wolle em não sei quê, que não reconheço, mas às tantas é em italiano;
Sessenta por cento de acrílico, que é acrilico em castelhano, acrylique em francês, acrylic em inglês e polyacryl em não sei quê, que não reconheço, mas quase de certeza que é em italiano.
(E assim se conclui que português, a língua mais linda do Universo, nicles-batatóides.)
Depois há ainda estas informações:
É made in Italy... - Ah não resisto, meide ín Ítali;
Não pode ser lavado a mais de trinta graus;
Tem de ser passado a ferro com pouca temperatura;
Tem um P envolto por um círculo que não sei o que quer dizer;
Não pode ir à máquina de secar.
|terça-feira, 24 de novembro de 2015|


Das palavras inexistentes, sem significado, sílabas inventadas, coisas que a cabeça tem necessidade de dizer. Nicles. Não há. Sou pobre, qual síndrome qual quê, tenho uma grande pancada nos cornos e acabou a conversa. |terça-feira, 29 de julho de 2014|

Primeiro

Bom dia. São nove e onze. Eh pá, ó Gina, escrevendo já tão cedo? Pois é, ó Gina, ah pois é. É que levantei-me uma hora mais cedo, isto por conta daquela coisa a que na Radio chamaram protesto dos taxistas, isto por modo a não me encontrar com o temível trânsito compacto, isto para não chegar estupidamente atrasada, que isso, 'migos, isso é estupidamente desnecessário. Vai daí, acabei por chegar bem mais cedo, mas bem mais mesmo, qual encontro com o temível trânsito compacto, qual quê, o que fez com que, a esta hora, ai tanta vírgula, já tivesse despachado as merdas do costume aqui no estaminé, o que resultou numa questão adiantada na minha vida profissional, refletindo-se mais ou menos do mesmo modo na minha vida de bloguer. Perceberam? Acho que vou mas é passar a usar o ponto de interrogação nos meus escritos. Claro que sim, por isso termino a prosa aqui.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Destino: praça

Entre subir a avenida mais inclinada e a outra menos, optas por subir a que trabalha a caixa torácica. Ora acontece que sobes tanto que para ires ter à praça tens que descer um pouquinho. Isto quer dizer que para o mesmo destino, e neste caso, ou sobes bués e depois desces um tiquinho, ou então sobes quase sem dar por isso, mas sobes, e alcanças a praça sem descer porra nenhuma.

Ó Gina, tu leste?

Sim.

Sim! Sim! Sim! Ia-me esquecendo, olarila, mas sim! Eu li! Quando dei por mim estava de olho nas septuagenárias e o livro ali, em cima da mesa, aberto, inerte, como objeto que é. Mas li, óié, eu li.