
domingo, 13 de maio de 2018
sábado, 12 de maio de 2018
Algoritmo
Tenho montes de imagens para vos mostrar, surripiadas do Pinterest, todas giras e fofas como só elas sabem e podem sê-lo: Mas antes deixem-me dizer-vos o quanto gosto do algoritmo, essa primorosa existência, pois andei, e isto é só um exemplo, ai a porra das vírgulas, a pedir penteados curtos ao Pinterest e eis que todos os dias e todas as vezes que lhe acedo me mostra mais e mais e mais penteados curtos. E agora rufem lá os tambores, todavia imaginários, dando as boas-vindas às imagens que não fui eu que pensei ou preparei...



Botas ao sol
Hoje é sábado
Mas qual lavar o frigorífico por inteiro, qual quê, pois se no congelador restam ainda
3 claras
2 pedaços de massa folhada
1 caixa de frutos silvestres
Mas como, oh mon dieu, vou eu num só fim-de-semana acabar com isto tudo?
De resto, já fiz outras das coisitas que enumerei no post anterior, nomeadamente a ida ao supermercado, a roupa e a louça parcialmente, uma vez que mais haverá, e o bolo. Está tão bonito... Como as framboesas estava congeladas e eu tive que as descongelar num tachinho ao lume, não fosse a humidade demasiada e dar-me cabo da massa, aconteceu laivos vermelhões por entre a massa de amêndoa. Se estiver tão bom de sabor como está de aspeto, eis que.
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Amanhã é sábado
Os afazeres de ‚nem sempre‘...
Aproveitar os descontos no supermercado, tanto em cupões como em linha
Fazer uma sopa usando os restos de legumes congelados e outros crús
Confecionar um bolo de amêndoas (há muito em armazém) e framboesas (congeladas)
Lavar o frigorífico por inteiro
Os afazeres ‚recorrentes&infindáveis‘
Lavar, estender, apanhar, dobrar e arrumar roupa e roupa e mais roupa
Lavar, secar e arrumar louça e louça e mais louça
Limpar a casmarra do fogão e a merda das casas-de-banho
Aproveitar os descontos no supermercado, tanto em cupões como em linha
Fazer uma sopa usando os restos de legumes congelados e outros crús
Confecionar um bolo de amêndoas (há muito em armazém) e framboesas (congeladas)
Lavar o frigorífico por inteiro
Os afazeres ‚recorrentes&infindáveis‘
Lavar, estender, apanhar, dobrar e arrumar roupa e roupa e mais roupa
Lavar, secar e arrumar louça e louça e mais louça
Limpar a casmarra do fogão e a merda das casas-de-banho
Passadeira, sim
Paasei... ai perdõ... ai perdão, passei pela milionésima vez junto à nova estradinha de verde alindada para ciclistas contemplar e notei que, finalmente!, pintaram no seu chão o resto da passadeira, cujo resto – sim, é um resto de resto - vinha do chão da avenida. Assim é que é, mas ca lindos sois. É que há montes de tempo que passava por ali e me punha a pensar «mas por que raio esta malta não pinta a passadeira na estradinha verde, pá?» E eis que. E assim ai vou que vou dormir descansada.
Quero um estaminé limpinho
Olhei para dentro da loja de vestuário e acessórios e vi que tinha as peças alinhadas, o chão absurdamente desempoeirado, o balcão num mimo e zero pessoas, com o intuito de comprar.
Se por um lado a gente gosta de ver uma loja asseada e desafogada, daquelas de dar gosto lá entrar, por outro é certo que o asseio e aprumo em demasia traz desconfiança. Ademais, a gente tende a seguir tendências – daí a tendência tender a tender - de modo que, ao ver uma loja assim vazia de pó e, principalmente, de clientela... hum.
Graminhas
1485 gramas repartidos por entre maçãs e pêras
785 gramas de laranjas
Quando abandonei a frutaria do nepalês passava na Radio mr. Sheeran com a sua canção Perfect. Como antes me tinha apercebido que a estação era a mesma que habitualmente ouço, vim de lá a cantar mentalmente a ver se acertava no tempo exato da canção mal subisse o degrau do estaminé. Só por dizer que assim que entrei tive que aprontar a venda de uma lixa garnet aux grain quatre-vingt, de maneiras que perdi o toque da canção, desconheço portanto se o meu ritmo mental se acerta com o real.
quinta-feira, 10 de maio de 2018
A vibração
Escrevi parte do post anterior de pé.
Foi cá por coisas, vá, se me ponho a revelar todos os porquês, os mesmos perdem a luz e eu não quero nada disso na minha vida.
Dei por mim gingando por entre digitações. Vibro enquanto escrevo, não é notícia, só que há meses que não escrevia de pé e já nem me lembrava desta sensação.
Banco número cinco
Na estação há bancos com largura para caberem comodamente cinco pessoas, isto se estiverem simplesmente esperando o comboio. Num desses bancos, quatro pessoas esperavam o comboio, pois, mas aproveitando o tempo para se atualizarem virtualmente via telemóvel. Achei o quadro interessante - não pela modernice/vício/tolice, que a mim pouco importa o que as pessoas fazem com os seus tempo e meios, sejam mas é felizes, pá! - cada um com suas características impressas nos gestos e na postura, quero eu dizer que ainda que estivessem fazendo o mesmo, iguais é que não eram. Entretanto veio de lá uma mulher que, não só se apoiava no telemóvel para passar o tempo, como para se deslocar estação afora com o intuito de se sentar. Olhou para o lugar vago, hesitou se se sentava, só que não, considerando, notei-lhe pelos gestos, ai a porra das vírgulas, que se as quatro pessoas estavam de cotovelos abertos, digitando, deslizando o dedo, assim seria difícil ela encaixar-se confortavelmente. Mais à frente, um homem, em pé, de pescoço esticado, observava atentamente o mapa de Lisboa. Que contraste, não?
quarta-feira, 9 de maio de 2018
terça-feira, 8 de maio de 2018
O meu ó-ó
Estive agora mesmo a estruturar a próxima manhã:
Tenho que sair de casa com tempo para marcar o corte de cabelo,
recolher o atestado médico
e ir ver da esperança de achar o meu perdido telemóvel.
Tanta intenção ponho nestas coisinhazinhas que ainda passo mas é a noite a sonhar com mulheres bonitas ou coisa assim.
Laranjas & Morangos
Sei lá eu de qual fruto gosto mais, mas laranjas e morangos são os que prefiro, estando os ditos empatados. Sei lá eu. É uma espécie de insegurança, não vá - a laranja ou o morango ou ambos - ficarem tristes com eu, de não saber escolher, de ter medos. Ou então, já que não ficarei muito mais tempo, é uma vontade imensa que tenho de tudo abarcar enquanto. Gosto de laranjas e de morangos e a ordem é alfabética, gosto também de me reger pelas letras.
Perdidos
No outro dia elaborei uma lista de pequenos esquecimentos que tenho tido, esquecendo contudo um deles, não menos importante, não mais importante, simplesmente mora num outro patamar, que foi o de deixar o carro por trancar e os vidros abertos, isto durante dois dias. Este esquecimento, julgo que tenha existido porque o símbolo fecha-portas/abre-portas se encontra sumido, que o carro é velho. E usado. Ou seja: eu clicar, cliquei, mas sem a porra dos óculos no trombil não vejo a ponta dum corno, se e quando os cornos forem ou são piriris, de maneiras que o gesto de trancar o carro foi feito mas no botão de o abrir, o que fez com que continuasse aberto. Ando aqui em negociações comigo mesma, que o melhor é ir ver isto dos olhos, novo exame, novos óculos, que passarão a conhecer como moradas o meu trombil e a mesinha-de-cabeceira.
Manhã
É ainda de manhã e já fui ao Banco da senhora do Banco para ela efetivar um depósito, ao escritório do senhor doutor entregar uma fatura e ao gabinete do Laurent para alterar a data da próxima massachicha que, ao refletir, julguei mal posicionada em termos de dia da semana.
Passei até pela árvore amarela, pelo banco hater, pela rua mais bonita de Lisboa, onde lanchei uma banana, sentada num dos seus bancos, mais concretamente no último que encontra quem desce a rua.
Mais bonita de Lisboa.
Hoje, como presumo que se presuma, troquei-me os horários, faltou apenas visitar o lugar da musa mas já tinha dois cafés no bucho, de maneiras que.
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Telemóvel
O novo móves que comigo marcha é giro e interessante aos montes. Parece quase uma pessoa gira e interessante aos montes: acompanha, distrai e instrui com montes de.

No depois dos tantos que acima expus, exponho que tenho uma conta no Pinterest e que já brinquei imenso com imagens bonitas, fofinhas ou bonitas e fofinhas, que não fui eu que pensei nem preparei. Deixo uma.

Laranjas
Estão quasequasequase a deixar de serem boas, as laranjas. E, se comprei bués desta vez, foi a pensar na gelatina que possivelmente não prepararei, tanto por isto e por aquilo, como porque sim e porque não. Lamento. Lamento também que a vida se tenha moldado para ter laranjas muito boas quando é frio e menos boas, ou mesmo inexistentes, quando a época é a do calor. Se é fruto bom para refrescar...
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