segunda-feira, 11 de junho de 2018

Terceiro

Estou em Loriga. Chegámos bem, obrigadinha. Há para aqui toda uma série de aldeias que de xisto são, só não sei se esta localidade é uma aldeia ou de qualquer uma outra categoria deste tipo (categoria).
Comerei, assim espero (na cabeça e na cadeira), bacalhau com broa. Espero (na cabeça e na boca) degustar gostando.








As imagens não são lá muito diretas, mas não têm mais do que uma hora de captadas.

Segundo

Z' olá!
São agora duas e tal da tarde e estou em Oleiros, uma vila (acho eu que é vila) junto à Sertã, e estou na pausa para almoço . Tenho visto cenários desoladores, árvores escuras pelos incêndios, desfolhadas, umas, outras não, em outras já desponta a vida.
Éniuei, é bonito, tudo isto. Ele é verde e ele é verde e ele é verde. Ainda não cansa, para cansar preciso de mais, pois só agora começou.
Ah, deixem-me que vos diga o seguinte: cada post que tenha a etiqueta 'Diretamente' será construído e publicado seguidamente, e são todos produzidos e editados através do móves.

Primeiro

Loures
9:34
0 km

Muge

domingo, 10 de junho de 2018

do filtro


com filtro





sem filtro




Feitos este fim-de-semana

Como, finalmente!, pude descongelar completamente o congelador, acabei por confecionar a tal compota, sim senhores. Agarrei nela e fiz uma doce que me foi sugerido no outro dia. Não digo que tenha seguido à risca a sugestão da Lady Kina, pois que não a segui, fui construindo. A compota tinha uma variedade de frutos vermelhos e silvestres, o iogurte foi grego, natural, o leite e o açúcar, que usei mascavado, foram medidos a olho. Porém, digo que estava - e está, que ainda não se nos acabou - muitaa bom. Muitaa, muitaa bom.

De resto, a tal da massa folhada que fiquei a modos que com pressa de a usar este fim-de-semana devido ao descongelamento que referi acima, e satisfazendo a curiosidade da bea, anuncio que pus pêras numa tarteira, temperei-as com raspas e sumo de meia laranja, açúcar mascavado e canela e cardamomo em pó. Por cima coloquei uma rodela de massa, a minha massa folhada, tapando muito bem a fruta, tal e qual como nas tartes Tatin, só por dizer que antes não cozi a fruta. Pincelei com ovo, salpiquei com mais um pouco de açúcar - tratamento que dei também aos recortes da massa, que não se pode desperdiçar nada, assim até ficámos com umas bolachas, toscas mas boas - e levei ao forno durante para aí uma meia hora.

Franja

Acordei com uma onda feia na franja e abusei da rica filha para me queixar largamente. Ela retirou montes de importância ao problema dizendo que aquilo não era nada, que ela, quando lhe calha tal sorte, resolve-a num instantinho, amarra a onda parvalhona com um gancho e pronto.

Gude morningue pípal!

Or should I say: good afternoon.
É meio-dia e picos e estou no Starbucks. Este post prende-se com o desejo de me estrear em publicações em direto, coisa que há anos quero fazer.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Canetas

Na sala de espera, gamei uma caneta verde-água que, de castigo, não escreveu mais que isto. Agarrei numa de outra cor, assim para o laranja. Menos mal, escrevia, via-se bem o que escrevia. Via, via.

Mais

Temos mais o que fazer do que estarmo-nos a arrazoar, a – o que é pior em bastante – desculpar.

Dias de um Ginásio

Qual balança, qual quê, querendo saber umas coisas, é pôr-me de pé, dobrar-me pela cintura, as palmas das mãos assentes no chão, e é tudo uma questão de medir o espaço que me fica entre a língua e as mamas

»» se as lamber facilmente... é melhor retificar os temperos
»» se para as lamber tenho que esticar a língua ao máximo... não está perfeição nenhuma e preciso de tempo para deixar apurar
»» se não as alcançar por mais que alongue a língua... estou no ponto e o melhor é desligar o lume

(passado)

não é
(foi)
obrigar
é
(foi)
convencer; persuadir

Vestidos

Mais vestidos, ó pá, mais vestidos, vestidos e mais vestidos. Mas em forma de corte de tecido. Ontem, fui à loja que os vende e vi por lá dois agradáveis à vista, tanto que os trouxe comigo. Isto de eu saber fazer roupa para mim é fixe, só por dizer que nos últimos anos desenvolvi uma certa impaciência para lhes dar a minha forma. Não sei bem porquê, talvez não só o meu corpo tenha alterado como também a minha cabeça. Se faço roupa, quando a experimento não lhe acho qualquer pilhéria, provavelmente porque não tenho a pilhéria que queria ter.
Mas os tecidos que comprei.
Estou decidida a usar os tecidos para fazer dois vestidos. Se ficarem como a minha cabeça ordena que o corpo me apareça no espelho, contento-me, se não... jogo tudo no lixo e acabou a conversa.
No entanto, não deixarei para já a saga da procura de um vestido que me sirva em corpo e cabeça. Um vestido que não tenha sido eu a idealizar ou confecionar. Esta parte é boa, sabem? Esta procura é especial, traz a surpresa, que pode ser obviamente boa; é um clique, está pronto; é delicioso, recebo o ideal da outra gente; é um descanso.

Intervalo grande


E não é que masqueceu de subir a avenida a fim de me certificar das passadeiras e da sua cor lilás? Ó pá... Subi a avenida, uma outra, sem pensar. Sou previsível nisto de caminhos, habituo-me a um e lá vou eu, sem pensar. Contudo, porém e também, é sem pensar que por vezes me encaminho para outras artérias lisboetas, como hoje aconteceu, acabando por rever, ao cabo de algum tempo, a estátua que outrora me sorria. Outrora, hoje: não.
A dada altura, o percurso regularizou-se no meu mais comum de todos, pois que passei junto à árvore amarela. Parei, cumprimentei-a e fotografei-a.





Não vos é sobejamente conhecido este seu tronco em cotovelo? Eu cá reconhecê-lo-ia em qualquer ponto do mundo ou em todos os meus estados d' alma. E sim, a árvore amarela é e está verde, cem dias passarão até que o amarelo lhe apareça massivamente.
Tenho mais fotos, hoje o dia foi clicócoiso pra caraças.
A primeira são folhas de uma árvore ao pé da estátua referida acima, vi-as no chão e achei 'ó pá, são iguais às da árvore amarela, de certezinha!' e comigo continuei assim: 'vou apanhar umas quantas para confirmar!' Estamos, então e de novo, junto da árvore amarela, imaginando que apanho algumas folhas que cairam lá de seu poiso/agarranço (leia-se a árvore amarela, era só para não escrever outra vez árvore amarela, só por dizer que) e pode imaginar-se em concreto, pois apanhei mesmo umas quantas, já tipo assim para o amarelado.
Mas as ditas não são da mesma espécie, as folhas diferem, ó:


Feira do Livro, 2018

No mesmo dia em que ocorreu este episódio comprei, também, uma peça artesanal que mostra um leitor. Como sabem, e se não sabem não faz mal, eu gosto de vocês na mesma, sou uma fraca leitora. É um suplício, ler. Quero ler, gosto de ler, mas é-me difícil. Bom. Logo eu que assim sou, me meti a ver se me revia em alguma das peças que compunham aquela banca, acabando por trazer uma que mostra o leitor sentado numa rocha, lendo. Não é tipo assim tal e qual eu e mais não sei o quê, mas é a que mais se aproxima da ínfima parte de mim que lê. Havia uma que me retrataria mesmo bem, quando há uns anos lia frequentemente nos bancos de jardim, mas era bastante mais cara, de maneiras que escolhi o leitor sentado na rocha, rocha lembradora de beiras-mar, pois que nesses anos era também frequente eu ler aquando de idas para fora, em férias.

As horas que são

São onze e cinquenta e seis. Há sol na minha rua. Sabem que eu, ontem, quando na casa de uma cliente, vi a minha rua de uma perspetiva que nunca vira. O meu colega amanhava a fechadura do roupeiro da senhora, eu olhava e via e observava e falava coisitas inócuas, sem peso, ela cirandava com a preocupação de não haver luz suficiente. Espreitou pela janela e fez uma exclamação com o nevoeiro como assunto, mantendo a cortina afastada para eu poder concordar com ela. Concordei, vi, mas mais do que o nevoeiro vi a minha rua. Tão bonita. Cinzenta. Cinzenta de um nevoeiro claro, pois que, está claro que estamos na primavera. Alinhada com a curva do mercado e um dos cortes de alcatrão que a alameda tem. Tão bonita. É tão bom eu gostar da minha rua. Nem queriam saber, pois que, no fim, não saberei explicar-vos como é bom que eu presentemente goste tanto da minha rua.

Chuva

Como sabem, e se não sabem, não faz mal, eu gosto de vocês na mesma, a chuva tem andado pelo país inteiro nos últimos dias, estragando assim a festarola que há por esta altura na avenida. Ontem vieram-me dizer, e quem foi vinha de chapéu aberto, que já lá estão as passadeiras, que imagino sejam liláses, pois, nos mais anos, têm sido. Cobrem a calçada de lilás. Também, nos mais anos, me tem parecido que quem determinou a cor das passadeiras se tenha apoiado nos jacarandás, que em junho tantas flores - e goma, ou resina, ou lá que é - deixam cair.

Almoço

Quando for horas de almoço, fá-lo-ei onde ultimamente tenho ido emborcar a segunda dose de cafeína. Se têm bolos sem açúcares refinados e/ou glúten, então também servirão pratos (mini). Pois servem, que já pesquisei há tempo.
Acima, o mini apareceu abafado por parentesis mas agora vai ter uma farta exploração.
Perguntei, um destes dias, simplesmente, à senhora que atende, se serviam almoços. Almoços, foi o termo que usei, e ela respondeu, simplesmente, mini pratos, o que foi um tanto cortante. Na hora, foi. Poderia ela ter acrescentado, em modo simplório, tudo bem estaria, o! que servem nos seus pratinhos à hora de almoço. Só que não.

Posta-restante:
Almocei arroz de pato que afinal era de frango, preterindo chili de seitan com arroz branco, devido a desconfiar de bons sabores e texturas vindos dali, já que em outras vezes não me contentei com essa nhanha, quiçá por não saber confecioná-la, tudo bem, mas optei então pelo seguro. O tal mini prato vinha acompanhado de uma salada em que o tomate era cherry e o vinagre era balsâmico.

Fruta

Então e hoje que nem comprei fruta ao nepalês da frutaria é que masqueceu da fatura? Ó pá. E agora os graminhas, registo-os como? Registo que comprei 1 couve roxa e 1 curgete. Logo à noite agarro em
1 cebola
1 canudinho de alho-francês
3 dentes de alho
¼ de pimento vermelho
3 cenouras
½ batata-doce
½ chuchu
1 curgete
e faço uma bela sopa.
Ao que parece, agora que escrevo, é que a sopa precisa de algo mais terra: cogumelos, beterraba; ou amargo; nabo. Mas quiçá o chuchu abra caminho ao equilíbrio dos sabores.
Ao que parece – um outro – agora que continuo a escrever, logo que possa revisito o nepalês para comprar cogumelos, e logo à noite – a mesma noite – obterei o desejado equilíbrio na sopa que farei. Logo à noite é futuro.
A propósito de sopa e isso assim, não há meio de me desembaraçar definitivamente de tudo quanto ainda! compõe o meu congelador, restando por ora o ½ chuchu referido acima, ½ dose de massa folhada e 2 caixas com frutos congelados, a saber: 1 de morangos e 1 de frutos silvestres. A ver se dou conta disto tudo este fim-de-semana. Para tal terei que fazer pastéis de nata... Não! Merendas... Talvez. Já sei!, cones que rechearei com compota de frutos que vão do magenta ao anil.


Adenda:
Não cheguei a comprar os cogumelos e a sopa está doce. Tenho a compota cozinhada, há de dar em doce, afinal. A massa folhada é que ainda não sei o que lhe faça, mas é certo que amanhã tratarei dela.

Lilás

Tenho as unhas das mãos pintadas de lilás. Há um ano que não dava um tratamento tão especial e bonito à parte do corpo que mais se horroriza com sofrimentos vários ao longo da vida. Claro que tenho foto, ora essa, e é d' hoje, vejam:


Adenda ao post anteiror

No post anterior, as fotos que lá estão têm uns dias, que agora ando nisto de me demorar em mostras de pixeis
– até parece postas de peixes, ah ah –
de maneiras que, vejam só a foto que tirei em outro dia, ali para os lados de Santos, em Lisboa.





E esta abaixo é uma versão piorada da acima, é assim como que uma espécie de downgrade, vá, ó:




Lilás

Olha os jacarandás da rua que os tem até ao número 52:





Sendo o número 52 referente à quantidade de jacarandás e não ao número da porta da dita rua.

Há tempo falei com alguém que muito se espantou por eu dizer que estas flores, para tanta gente aborrecidas, caem em junho.
Ah ó Gina é na primavera
Ah ó 'migo, junho é primavera
Ah mas olha que na primavera já as há
Ah pois já há mas ó pá o grosso é em junho

O estaminé já tem manjerico!





quarta-feira, 6 de junho de 2018

Vestidos

A Saga dos Vestidos, é o que é. Lá andei eu de roda deles outra vez.
Numa das lojas, a rapariga que me atendeu era simpática ao ponto de se rir das minhas conclusões, concretamente quando lhe disse que estou cansada da procura e, para dar importância, proferi a frase que ontem coloquei no blogue 'deslizar cabides', fazendo o gesto e tudo. Pediu desculpa por se estar a rir, ela, e eu: ó menina, deixe lá isso, eu gosto que se riam comigo. Depois precisei de lhe dizer que a hipótese 'vestidos compridos' não estava descartada, e gaguejei no 'descartada'. Ultimamente apresento uma ligeira gaguez em situações delicadas. Como esta. E a dita hipótese não estava descartada porque poderia ela encontrar um modelo todo coisum e mais não sei o quê e eu, gostando, cortá-lo-ia para aí pelo joelho. Ela riu novamente mas não foi por conta do coisum ou do joelho, que essas foram palavras não proferidas no momento, quiçá da gaguez... Não trouxe ou experimentei vestido algum, faltava-me tempo, tinha de me ir pôr mais bonita. Disse-lhe isso. Riu e sorriu mais uma catrefada de vezes. Fiquei de lá voltar ao depois de a beleza me ser melhorada, a fim de experimentar o vestido que mais me tinha excitado as meninas dos olhos. Não cumpri, fiquei sem tempo, vou lá outro dia. Vou mesmo.

Feira do Livro, 2018

Este ano fui à Feira do Livro!
Ó pá, nem acredito!
Soube que a Filipa Gomes ia dar uma segunda sessão de autógrafos por conta do seu livro Prato do Dia e quis ir, tanto porque gosto da Filipa como porque gosto das suas receitas e, já que ela publicou um livro, assim ficava (como afinal fiquei) com um registo das ditas o mais fiel possível.
À parte:
Não tem conta quantas foram as receitas da Filipa que confecionei baseando-me nos seus programas televisivos (Prato do Dia e Cozinha com Twist), as quais, depois, registei no blogue.
Como este tipo de evento, na minha vidinha, foi vez primeira, não fazia ideia que o livro não poderia ser adquirido ao mesmo tempo que o autógrafo. De maneiras que me pus na fila sem livro na mão. Já lá estava havia uns bons dez minutos quando me apercebi que não tinha estava no melhor lugar para conseguir, antes de mais, comprar o livro. Era ver toda a gente de livro na mão e eu... não.
Era a tarde do último feriado (31 de maio), a Feira estava apinhada, em certos lugares dificilmente conseguira andar no meu ritmo habitual e, como sabem, e se não sabem não faz mal, eu gosto de vocês na mesma, não sou a melhor das pessoas quando me encontro no meio da populaça. Caso que, eu sendo rica, se chamaria de fobia social, mas, como sou pobre, é mas é uma ganda pancada nos cornos.
Bom.
Fui ficando ansiosa, ó pá atão eu agora não tenho o livro da moça e ópois vai daí ponho-me a dizer-lhe o quê? e mais isto e mais aquilo. Detive-me na fila à conta dos dois bolinhos que fizera pela manhã com a singeleza de quem quer oferecer o que preparou com as mãos e o coração. Ademais, a receita é dela, é boa que se farta, estava (e estou) certa de que lhe agradaria recebê-los e comê-los. De maneiras que para ali fiquei, afinal, num caso como este, ter bolinhos para oferecer mostrava-se como um trunfo.
Chegou a minha vez. Comecei por me desculpar por não ter o livro dela, ao que respondeu educadamente dizendo que não fazia mal algum, ora essa, não teria eu um papel qualquer onde ela pudesse autografar? Tinha, claro que tinha, retirei o meu caderno da mala e pumba, foi mesmo ali. Conversámos um bocadinho (foi mesmo só um bocadinho, a fila não tinha fim) sobre coisas comuns a outros admiradores – ah, gosto tanto das suas receitas; ah saem-me sempre bem; ah vejo os seus programas desde sempre - tirámos fotos e despedimo-nos.
Dei uma volta pela Feira, comi um gelado de cheesecake, uma espécie de 'caseirice' de trazer na carripana para vender. Era bom, muito bom. Fui então comprar o livro da Filipa Gomes e dirigi-me novamente ao sítio onde ela estava, a ver se poderia ser autografado. E pôde, nessa altura já não havia fila. Olá outra vez!, disse eu. E ela na mesma, simpática, disponível. Que prazer.
Gostei mesmo desta Feira do Livro. Há anos que lá não ia.

Senhor Blogspot

O cavalheiro assente no título deste post anda pouco amigo desta que escreve, então não é que agora lhe dá para não me notificar acerca dos comentários? Ó pá...
Notando-se bem que é invulgar haver corropio neste blogue, se feito por leitores, ocorre que eu lembro-me lá de ir ver se tenho comentários para aprovar?! Não me lembrava, não!, mas agora, para não melindrar os leitores, ando sempre a cuscar a página que mais vezes me diz: não há comentários pendentes.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Figura (s)em grande estilo

É esta a figura que faço no Cycling:




image by Pinterest

Vestidos

Vi – e experimentei – um vestido lindo e fofo, com muitas florinhas, não muito grandes, não vá eu desaparecer no meio daquela floresta, com um comprimento adequado à minha estatura e gosto, com um feitio nada original mas com um certo quê sei lá de quê. Perfeito. O pior é o preço daquela merda.
Bom.
Ó pá, mas a sério, eu hoje vi tantos mas tantos vestidos, deslizei tantos mas tantos cabides, retirei tantos mas tantos do expositor para os mirar minuciosamente. Estou cansada. Sabem que isto de procurar um vestido para a! minha festa, se insistentemente o fizer, cansa e não é pouco. Há alturas que o melhor é parar, começo a não achar pilhéria a nenhum, mas é que nenhuma pilhéria a nenhum vestido. Foi por isso que experimentei aquele e afastei-me do tema, assim encerrei-o com uma ideia positiva. Alegria, alegria.

Lugar da musa





Manada em Lisboa

Então e aquele carreiro/desvio que agora existe no cruzamento da Morais Soares com a Almirante Reis? Quão maravilhoso e útil e seguro é? Se calha a ser hora de grande movimento parece que uma manada se desloca por ali fora, só por dizer que, como é de gente que se trata, é antes um montão disso. É. É as obras do Metro – este comboio não para em Arroios, tá?

Cruzamento de quatro semáforos

Nas imediações do estaminé, há dois cruzamentos que se ligam por entre uma partezinha de estrada. Ora, em seis dos oito cantos há semáforos, suponho que um dos cruzamentos foi desprezado, para ter só dois semáforos, só pode ter sido por desprezo da malta que manda nestas coisas. Éniuei, quero prender este post no cruzamento que tem os quatro semáforos.
|ando a participar numa corrente da blogosfera que consiste em construir um post com o máximo de semáforos e cruzamentos, quem escrever estas palavras mais vezes ganha uma salsicha das boas, toscana|
É que é mais fácil, rápido e seguro quando a gente passa com o peão vermelho. Eu explico. Com um lindo desenho onde constarão os cruzamentos e os semáforos.

Desenho........................?

Desenhar, desenhei, mas não fiquei certa de se perceber o que quero dizer. Eu já devia saber que prefiro escrever e, se prefiro escrever, ai a porra das vírgulas, é óbvio que vou fazê-lo com prazer e portanto mais fácil será dar a perceber o que quero explicar.
Imagine-se um cruzamento com quatro semáforos, para que passem, ora as viaturas que vêm dalém, ora as que vêm daqui e, nesse intervalo, dar passagem a peões é necessário. Ora, quando os peões podem passar num dos semáforos, de um dos lados, as viaturas encontram um sinal intermitente, que os manda esperar para deixar os peões passarem, au eva, no lado em que o boneco está vermelho para os peões, nenhuma viatura vem de lá. E não é um acaso, é que não podem mesmo vir. É portanto bem menos perigoso atravessar esta via no lado que tem o peão à Estádio da Luz.

Este post está uma salganhada e esta é uma daquelas vezes em que me sinto aliviada por não ser lá muito vista e ou visitada.

Lisboa de perdição

Andei por São Sebastião da Pedreira, e antes de me emaranhar por ruas e vielas das Picoas, ia a pensar que posso não conhecer todos os bairros de Lisboa como o contorno da minha boca, mas safo-me em qualquer um.
De maneiras que perdi o norte.
E encontrei-o.
Porque voltei para trás.
Uma chatice.
Uma das coisas que mais me agrada no meu deambular por Lisboa, é por aqui ir ter ali e por ali ir dar ao mesmo, restando apenas saber se quero andar ou então não. E naquele dia eu queria mas não tinha lá muito tempo para brincar aos passeios pedestres por Lisboa. Contudo, despendi um pouquinho desse tempo para tirar uma fotografia sem mais jeito nenhum senão o de registar o momento.





A propósito de Lisboa e de fotos, já agora fica neste post:
Há tempos andei na Calçada de Santo António e tirei estas fotos para conseguir ao menos uma boa, só por dizer que.


Eutanásia

Eu, Gina Maria, sou incapaz de me colocar a favor da eutanásia, o que se prende com o seguinte: como se consegue viver descansadamente com a viva impressão de que se poderia ter feito mais alguma coisa?, esperar mais algum tempo? Chamei viva à impressão porque sou incapaz de a matar, incapaz de dizer 'se é impossível fazer-se mais por este doente, está na hora de mandar matar'. E se, e se, e se. Percebem?, é isso, eu sei lá se.

Olá computador do estaminé!
(e meu!)
Há que tempos não te ligava!
Que saudades, né?





sábado, 2 de junho de 2018

Ferragens

Há pouco passava um filme infantil na tv, com aviões a fazer de vida de pessoas e isso assim. Em certa cena, os aviõezinhos e suas amizades conviviam num bar e notei que as taças em cima das mesas continham porcas sextavadas como aperitivos e as palhinhas nos copos de bebida eram um canudo de amotolia. Fosse um filme para adultos e a produção teria tratado de arranjar porcas de mama, apalpa-folgas, chupadores de óleo e lubrificantes de várias texturas e odores.

Não peças que não tas dão




aaah, então 'bora lá




image by Pinterest, cujas cores, noto agora, condizem com o blogue e tudo

#bomdia




sexta-feira, 1 de junho de 2018

Dia de (não era preciso dizerem na Radio)


Hoje é Dia Mundial da Crinaça... ai perdão, eu sempre digito crinaça quando o que quero é digiatar... ai perdão, digitar crinaça... ai perdão, crinaça... Bom.
Hoje é Dia Mundial da Criança. (sim, digitei crinaça mas corrigi, quando não, jamais sairía daqui)






As fotos nada têm a ver com o dia, mas como são d' hoje, hoje ficam no blogue. É que no momento em que cataloguei a caixa, fiquei felicíssima por poder catalogá-la como cataloguei. É uma coisa um bocado estúpida... olhem, ou então é mas é uma coisa infantil e assim consegui uma ligação com este dia e tudo.