terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Na rua mais bonita de Lisboa

Nota prévia:
Este post devia ter sido escrito ontem.

A terceira árvore do lado direito de quem desce a rua mais bonita de Lisboa apresenta uma língua de musgo. Ontem, como em tantos dias, passei-lhe ao lado e eis que surgiu a língua de musgo na minha cabeça. Nem toda a gente sabe que o musgo cresce, quer nas árvores, quer nas pedras, virado a norte. Ora acontece que o norte é em frente às árvores que estão do outro lado. Eu explico, que adoro explicar coisinhas. A rua mais bonita de Lisboa tem um carreiro de árvores de cada lado, treze, logo: vinte e seis, num frente-a-frente, portanto paralelas, o que forma treze, voltei, frente-a-frente, julgo que escrever o plural deste substantivo masculino dá erro ortográfico, portanto deixo-me disso sem sequer consultar dicionário nenhum. E eis que o musgo que nasceu nas árvores que estão à direita de quem desce a rua mais bonita de Lisboa, voltei, se mostra à árvore mesmo em frente. E era isto. Nada complicado entender este post, qual quê.

Nota final:
Ponderei criar uma etiqueta no blogue onde constaria tudo quanto registo acerca de Lisboa, ou então da rua mais bonita de Lisboa, ou ainda ambas. Mas não. É que às vezes sinto-lhe a falta. Mas não. Depois é um corrupio na minha cabeça em cada vez que termino um post, e eu termino muitos, sobre quais as etiquetas que lhes pertencem e por causa do corrupio dá-se-me uma baralhação enorme. Não.

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