domingo, 16 de dezembro de 2018

Roupeiros



Ora bem... Eu ter dois bonitos e enormes roupeiros, tenho, mas, lá está, são enormes, de maneiras que, a bem dizer, tenho 1/4 por preencher e, o que preenchi, foi à larga que o fiz. Medida capaz e bem vinda era comprar roupas boas e requintadas, roupas mais ou menos boas, roupas menos ainda disso assim, roupas e roupas. Só por dizer que ainda não começaram os saldos. Vai daí, já tenho resolução para 2019. E ainda nem ultrapassámos o Natal nem nada. Imaginem só quando coiso. Ui.


... Belamente (...) acerca das nuvens plúmbeas, dos pingos de orvalho reluzentes, do estertor da noite, das características da vontade ou das ondas do amor.


22/08/2014

Se comprei luzes?

Se comprei luzes?! Ó 'migos, pois claro que comprei. A última aquisição foi uma série com lâmpadas esféricas pequerruchas e às corzinhas, que obviamente piscam, tanto a um ritmo frenético como em crescendo de luz. São tão bonitas...

Fotos aqui e, ou, ali

Como sabem e blás tenho conta no Instagram, a qual uso regularmente. Não me ponho para ali a publicar posts de rajada, armada em grafómana ou fotofómana (…?!), mas lá me vou mostrando por texto e imagem. Das fotos, é frequente serem as mesmas que aqui publico, só por dizer que dou primazia ao blogue, raríssimo é publicar aqui uma foto que já ande por lá. Não é por mais nada senão porque o blogue me é mais precioso, e é isto de tal forma que já tem acontecido baralhar-me toda e publicar primeiro no Instagram e depois desistir de publicar no blogue só para não me trair.

Blanche, blanche. Dimanche, dimanche.

Oh mon dieu de la France, je pense, je pense. Le blanche, le blanche.







sábado, 15 de dezembro de 2018

'I don't care about the presents underneath the Christmas Tree'






Título deste post: verso de uma canção de Mariah Carey, All I Want For Christmas Is You


Desmantelado e incompleto, mas não deixa de ser o meu sofá azul



Quilómetro

O vizinho


O vizinho de cima contou-me que vai embora daqui. Pá… Pronto, quer dizer, tudo bem, né?

Sonho

Sonhei que o amigo daas motas tinha vindo enfiar-se na minhas cama, onde, já e habitualmente, dormimos dois. É que o amigo das motas, já no real das nossas vidas, é tipo assim um bocadinho… estou a usar o inho no bocado para apelar à fofice, intrometido, vá. É uma daquelas pessoas que, não só opina sobre tudo, como tudo policia.  Este sonho é daí que desce. Ou sobe. Muito embora pumba e coiso, upa-lá-lá. Pois.

Por acaso...


Por acaso os meus sábados de manhã costumam ser assim, costumam...





Por acaso tenho que ir cortar o cabelo, tenho…


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Cores

Como sabem, e se não sabem, não faz mal, eu gosto de vocês na mesma, os passeios da Alameda Dom Afonso Henriques são de um material cujo nome desconheço, mas sei que é vermelho. É, não, era, que com o passar dos anos desvaneceu-se um bocado, ainda assim faz lembrar o vermelho, olhando com atenção. O giro é que a humidade da estação do momento tem trazido (o que eu acho que é) musgo e faz acontecer uma mistura engraçada. 


Germes

Uma fóbica dos germes aconselhou-me que eu nunca (por nunca e mais jamais) puxasse o autoclismo para mandar embora um chichi que já estivesse repousado na sanita, eu que fizesse o meu chichi por cima desse, pois quando a água cai em cima de um chichi, tudo o que é bicharada indesejada vem para cima, em espiral.

Tenho a certeza que esta questão iluminou tanto a vossa vida como a minha foi iluminada naquele bendito dia.

Calças

Tenho umas calças para lá de quentes, peça que me protege do frio até dizer chega, já que andar de mota é uma porra do caraças no que toca a apanhar frio. Mas olhem que há desvantagens nas belas das calças, e eu que o diga. Para já, é uma peça a acrescentar ao rol de todos os dias, que já era imenso. Para seguir, é desconfortável que se farta, pois que destrói a fluidez de movimentos, fico espartilhada. Para concluir, com aquilo vestido pareço uma elefanta, ou hipopótama, ou baleia, ou gorila, ou, ou. Só por dizer que há uma vantagem nesta última desvantagem. Pois. A pessoa retira aquelas almofadas de coxas e nádegas e fica uma elegância. É.

avião, sol, náusea, os homens no telhado do 8º andar, túnel, lindos prédios, o senhor tão aberto que até faz impressão, uma das mais emblemáticas avenidas de Lisboa

O título deste post são apontamentos (que neste blogue vulgarmente chamo coisinhazinhas) apontados no escritório de um cliente, na tal emblemática avenida de Lisboa, a qual, olhando tão de cima, me deu a tal náusea. Depois o tal sol reluzia alegremente por sobre a cidade, o tal avião passava, os tais homens trabalhavam no tal oitavo andar de um prédio defronte da varanda do cliente. Varanda que pisei porque o senhor foi quase excêntrico ao ponto de me conduzir até uma sala de reuniões, obviamente vazia no momento 'entre aqui, sente-se, vá até à varanda, esteja à vontade'. E o meu colega a bulir, claro, e eu maravilhada com a vista sobre Lisboa. Embora seja ponto assente que não sou lá muito esquisita e me maravilho com poucochinho, raramente tenho oportunidade de espreitar de varandas tão altas e afastadas das ruas e avenidas lisboetas que são o comum dos meus dias.

Dias de um Ginásio

Às vezes as pessoas notam a falta das pessoas e sentem saudades.
Eu sinto saudades, tu sentes saudades, ele sente saudades.
Ele, o professor de Pilates, cujas aulas são tidas de manhã e às quais eu dantes ia. Ia e já não vou porque de há dois ou três meses para cá, o Luís dá aulas de Jiu Jitsu à quarta-feira à noite, coisa que não ocorria, e obviamente eu também vou para o Ginásio. Então, Ginásio à quarta à noite e à quinta de manhã é tipo assim um bocado abusador deste corpitxo. De maneiras que no outro dia o professor encontrou o Luís no balneário e mandou o recado: diga à Gina que eu tenho saudades de a ver nas minhas aulas. Ai é? Então, qualquer dia desses, decerto a uma quinta-feira, irei na mesma à aula deste senhor professor, só para matar saudades, afinal também tenho saudades das aulas dele.
É sempre satisfatório saber que as pessoas notam a nossa ausência. Aqui na blogosfera é comum eu sentir saudades das pessoas, de falar com elas – vulgo comentário em seus blogues, obtendo posteriormente resposta -, de as ler, de saber o que fizeram nesse dia, como estão e tal. Não estou certa de este meu sentimento ser como se fôssemos amigos, mas que faz lembrar, faz. 
Outra questão do Ginásio e que já agora fica aqui é que este ano, creio que pela primeira vez, não o largo em Dezembro. O motivo é exactamente o mesmo, o Luís dá aulas, portanto nada de interromper, vá. Isso de não treinar em Dezembro não era coisa boa para mim, o meu corpo sente falta deste tipo de movimento, por mim não se parava mês nenhum, mas pronto, dezembro tem feriados, folgas e tal, na prática é, ou poderá ser, desperdício de dinheiro, mas calhou de este ano o 1 e o 8 serem ao sábado, de maneiras que até calhou bem e lá estamos nono ir. Ao Ginásio.

O documento do Zé (que não é mas é como se fosse)

Ainda não vos contei que, finalmente e graças ao Zé, já tenho um documento de texto apto a andar de computador em computador sem me dar cabo da cabeça. Que bom, já posso escrever sem... Sem o quê? Ansiedade? Mas como ansiedade se a sinto também quando escrevo? Ora... Sem esta questiúncula a apoquentar-me, quero eu dizer. Agora cá sem ansiedade, oh!
Notazinha véri impôrtante: chamei ao documento (nome do documento) do Zé. É. Au eva, está na altura de o mudar, pois que já fiz todas as transferências possíveis por entre o pc trabalhador, o pc brincalhão e o pc ultra moderno, portanto é favor arranjar-lhe nomezinho, ó Gina. De nada, ora essa.

Posta-restante

Num dia publiquei este post, noutro publiquei um outro (que não consegui sacar link, mas, e, lamento) no Instagram, no qual escrevi assim:
Eis Gina com metade da idade actual. Há tempo dei com esta fotografia e fiz-me lembrar os meus filhos na actualidade, cujas idades rondam a que eu tinha. Mas ambos. Não somente um, não somente o outro. Ambos. Acreditem que fiquei deveras impressionada (emoji do espanto a valer, aquele dos olhos esbugalhados e a boca muito aberta na vertical).
Quis publicar aqui também este texto porque é sucinto e foi escrito de rajada e a bem dizer gosto mais.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Gina pela metade


Se quiserem ver uma Gina com metade da idade é espreitarem a imagem abaixo.






Esta imagem foi parar ao meu telemóvel porque lhe tirei uma fotografia num dia em que, sei lá como ou porquê, mexi nos álbuns de fotografias de papel e a encontrei. Revi imediatamente expressões dos ricos filhos, com as idades que têm actualmente. Notem bem: de ambos, eles estão os dois no meu olhar e fiquei impressionada a valer. De resto não sei lá grande coisa, não, mas há mais parecenças, talvez a postura. Os meus filhos estão naquela foto, sumamente é isso.
Um dia mostrei esta imagem a seu Freita-se, ele olhou demoradamente até que comentou que eu tinha os olhos tristes. Não posso estar certa se naquele momento estava triste, mas, pelo que me lembro, não estava. Andava a tratar de me arranjar, íamos sair, nós e a rica filha, que era bebé, o rico filho ainda não aumentara o número desta família. O que aconteceu neste momento foi o Luís chamar-me, eu olhar e ele clicar. Nós querendo, pode ser um 'apenas isso'.


A loja da farpela

Estive na loja onde comprei a farpela que usaria na! festa.
Quem diria que viria ainda a escrever acerca destes dois, né?
Como na altura da compra me foi a modos que oferecido um cartão que a modos que dá vantagens aos seus usuários, todos os dias, de segunda a sexta, recebo uma mensagem assim a modos que a aliciar-me com descontos e promoções, e hoje decidi entrar. Perscrutei toda a loja e vasculhei algumas prateleiras e expositores. Compraria quase todas as peças que desdobrei, ou rodei no expositor, mas não comprei nenhuma. Reparei na senhora que preencheu a minha ficha e notou que nasci no mesmo ano que ela. Sem querer comparar, todavia comparando, e, mas, não o digo no sentido negativo, ela parece ter os tais cinquenta anos. Eu não, dizem, e concordo.

Papelinhos

Estive numa loja de motas e afins a fim de ver uns artigos que por lá se vendem.
Tive que esperar um bocado para ser atendida e tinha deixado a mala na mota.
Apeteceu-me escrever as minhas coisinhazinhas e tinha deixado a mala na mota.
Pensei pedir a alguém papelinhos e uma caneta porque tinha deixado a mala na mota.
De repente vi, na secretária, por baixo do pé do computador, um bloco de post-it, amarelo imaculado, vulgo amarelinho, lindo, apelativo na quinta casa*, e uma caneta, largada e expectante**, só que não tive coragem de pedir nenhum dos dois a alguém que por ali andasse.

*isto quer dizer que é coisa boa, é quando a fileira tem cinco casas e a quinta é a melhor de todas, a minha mãe usa muito esta expressão

**não duvido que todas as canetas deste mundo me aguardam 

Diz a letra

Quando me encostei ao balcão do Banco encontrei sussurros por entre duas senhoras das de lá.
Uma aparentava um certo enjoo e, pelo que percebi, o lugar cheirava-lhe mal mas não mostrou vontade de terminar a frase.
A outra, pelo que percebi, incentivou-a a dizer a letra.
Então, pelo que o meu nariz percebeu numa outra ida ao Banco, cheirou-me a esgoto.
Então, pelo que percebi, à primeira das duas cheirava a merda. Isto porque, todos perceberemos, a letra E, de M, nada diz.

gugu-dádá

Repetir perguntas, por parte de Marió, era para saber se havia coerência nas minhas respostas. Eu percebo, eu percebo. Eu até percebo que não percebam, quando não percebem. Seu eu fosse para perceber até que ia ser competente. Através de perguntas recorrentes consegue-se perceber se o questionado percebe que tem uma cabeça boa.

Vem aí o Natal





A imagem acima é uma espécie de âpegreide da deste post.

Da sopa

Tenho a dizer-vos que a sopa de ontem levou as tais tirinhas de cenoura, sim, mas acabei por as colocar no entulho, antes de tudo triturar.
Ah, perguntam vocês, mas ó Gina, então que foi isso? baralhaste-te?
Não, respondo eu, notei que as tirinhas estavam a oxidar, afinal ralara as cenouras logo ao início da preparação. Decidi antecipar este passo porque,
1º → uma cenoura, se ralada manualmente, quando está a chegar ao fim é num instante que chega aos dedos, e eu bem sei que ralar dedos é coisa para doer, portanto, aproveito esses restos para pôr no entulho, e porque,
2º → fui dar com uma rápida oxidação das tirinhas de cenoura, as pontas escurecidas e um sabor meio amoque, quiçá por serem da safra orgância. Quer dizer, lá que a embalagem mandava dizer que o seu conteúdo era orgânico naquele estilo de livre de químicos e mais não sei o quê, mandava, mas. Para terminar, a sopinha estava mesmo boa, tanto pela feijoca (que também mandava dizer que era orgânica) como pelo funcho e, ou, pela batata-doce.

De manhã

Acordei e liguei o uaifai antes de me levantar
Antes!
Levantei-me e pus o chá ao lume antes de beber o copo de água
Antes!

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

5353


As fotos dos dois posts anteriores foram tiradas há dias, já os títulos foram pensados ontem. Entretanto, hoje de manhã, o Pinterest mostrou-me a imagem ao lado e relacionei-a imediatamente com os ditos posts, embora mais com o texto do que com a imagem. 
Se bem que o melhor é eu deixar-me de merdas mas, e, vá. 
Fica aqui o registo de que o pequeno-almoço de hoje foi panquecas daquelas de pacote, tipo assim mais ou menos boas. O almoço levou, dentre outros ingredientes, cogumelos, que não laminei para conhecer o resultado e, se agora conheço, posso dizer que é muito bom comer cogumelos inteiros, a água deles fica quase toda no seu interior, provavelmente porque não os rompi com a faca, trinca-se e a boca enche-se de um líquido saboroso - é claro que os temperos têm peso no sabor. O jantar será sopa de feijoca com couve lombarda às tiras e cenoura às tirinhas.

serluns

serlum

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018