sábado, 6 de março de 2021
sexta-feira, 5 de março de 2021
Chove em Lsiboa... ai perdão, Lisboa
Avisto do meu balcão um homem segurando um enormíssimo chapéu-de-sol que lhe fazia de chapéu-de-chuva. Visão assombrosa, portanto, pois se é de sol, é de sombra.
Bancos de, e na, rua
Perderam as amarras, os bancos da avenida, já não ostentam a fita sinalizadora. Aquilo foi rebeldia do pessoal menor, diz a primorosa, porém caquética, parte de mim. No entre de tantos entretantos, notei que na rua mais bonita de Lisboa os bancos que lá moram figuram do mesmo modo, sem sinais de não se poder jogar o cu abaixo. Prevariquei - e descaradamente - sentando-me no primeiro que encontra quem a desce.
Raízes
Pode ser que o confinamento adie o tapa-raízes de cabelos pintados, bem sei, mas também me parece que vejo mais cabeças nessas condições porque me lembro da existência do odioso confinamento. Enfim, é um fruto de um conhecimento – mente que conhece facto, lhe não! passará despercebida qualquer inerência daí resultante (ou coisa no género).
Post do passado
(à parte: este post é, afinal, tão do passado como o anterior)
Há dias caminhei Lisboa afora e fui tirando fotos às minhas maravilhas. Digo maravilhas porque, se eu me levasse a eleger as sete maravilhas de Lisboa, os temas que aparecem nestes cliques seriam decerto eleitos. Mas dizia eu, caminhei e cliquei. Temos então por ordem de aparecidos no meu percurso:
- o misterioso (isso queria eu!) banco hater
- a famosíssima árvore amarela (repescada de outro post porque entretanto já havia publicado esta foto)
- o tronco do plátano de maior diâmetro que vi até hoje em Lisboa (e um tiquinho do muro de pedra)
- os (forçadamente) abandonados bancos que jazem ao pé do (no matter what) confinado poeta
- a caravela mai linda de Lisboa (sério, ainda não encontrei 'melhor')
(à parte: este é um daqueles posts compridos pra caraças, abaixo das maravilhas há mais coisas, não me deixam para já, tá?)
Nesse dia gravei o percurso, auxiliada por Mr. Google enquanto Maps. Há tempo sucumbi às propostas, aos lembretes, às insinuações de Mr. Google e dispus-me a gravar no telefone com que linhas me movia. Neste caso movi-me por Lisboa, no meu tão habitual percurso, como já foi referido. O serviço é assaz completo, mui capaz e pode ser guardado no telefone de várias maneiras, tenho vídeozinho com linha sendo construída conforme me movi, tem até música, que pode ser alterada, tem também figuras fofas para caracterizar o tipo de percurso, por exemplo: se quisesse registar que ia para uma festa, o boneco de 'começar' e a 'meta' são ilustrativos desse tipo de evento, se fosse correr há o boneco com dorsal e a meta a parecer mais do que nunca uma meta, bandeiras e não sei quê. Confesso que esta parte da apresentação do tema estou a fazê-la de cor, queria inclusivamente colocar aqui a bonecada descrita conforme é, e tal e tal, mas estou fartinha de procurá-la e não a encontro, de maneiras que vai assim, de cabeça aérea. Ora bem, eu colocava aqui o vídeozinho bonitinho com a linha crescendo conforme vou andando, percorrendo, subindo, descendo, clicando. Mas acontece que tenho vários. Mas acontece que quero agrupá-los. Mas acontece que ainda não o fiz. E acontece, então, que tenho uma imagem (não bastava o post com tão elástico assunto, ainda tinha que vir de lá uma imagem astronómica) com toda a informação numérica que viveu esta que vos escreve, precisamente no dia que lhe aparece inscrito. E acontece que é o que deixo aqui e agora para ilustração desta, todavia, importantíssima temática.
Bom dia!
No outro dia, concretamente no dia deste post, que foi composto e criado no telefone, arrastei demasiado o dedo e cliquei também na foto abaixo, que oviamente carregou. Retirei-a porque não a queria no lbogue... ai perdão, blogue. Uma questão é que, não me tendo escorregado o dedo para o quadradinho dela, nem ela cá estaria, nem este post existiria. Mas depois pensei: olha, se está a encher a memória do blogue, então pumba e coiso, vou publicá-la. Outra questão é que, no dia deste conflito, já tinha ocorrido a publicação da mesmíssima, só que no Instagram. Ora está claro (para mim) que desgosto bastante de publicar fotos, vídeos, ou até textos, no Instagram antes de os publicar no blogue. Ao blogue dou a primazia. Prioritariamente. É primeiro. O blogue é a! criação, a! existência, o! número um. E, se já tinha posto esta beleza no Isntagram, é porque, obviamente (para mim) não quereria pô-la aqui. Sei lá, não me apetecia, pronto. Mas, como tive este descuido, elevo o descuido a publicação fora das normas (para mim) correctas. E bom dia, pois - bom dia!
quinta-feira, 4 de março de 2021
quarta-feira, 3 de março de 2021
terça-feira, 2 de março de 2021
filtros
mantenho o filtro que usei na foto de baixo, assim fico com um feed coeso e bonito, como fazem as influencers de sucesso
segunda-feira, 1 de março de 2021
ondas
bai da uei, porém sem porra de uei éte ol, a cabeceira é nova, a cabeça é que não,
isto: acerca da imagem já aqui, ó:
isto: acerca da imagem já aqui, ó:
Incertezas
Estava eu então, isto há dias, na parte do não-sei-quê, alegando - quiçá alegando, pois... - que é uma parte gira. E é. Pá, é. Qual alegação, qual quê.
Presumo... Ou estou certa. Aliás: estou certa.
ontem era Fevereiro, hoje é Março
domingo, 28 de fevereiro de 2021
Cartões velhinhos velhinhos (e até fotos velhinhas)
No caderno deixo colados dois cartões de um antigamente onde as burocracias eram tão diferentes das d' agora que quase dói. Quem sabe a posteridade onde viverá a minha descendência possa apreciar com que meios se movia esta que ao presente vos escreve.
Um cartão é de uma biblioteca itinerária que cirandava pelas ruas de Lisboa, distribuindo leitura pelos interessados. Na altura eu era deveras interessada em ler, não me encontrava ainda nesta desorganização mental que me tem acompanhado nos últimos anos. Se bem me lembro, e sei que não lembro bem mas vá, a carrinha abarrotada de livros de muitos géneros literários vinha de mês a mês. Se a gente tivesse lido tudo, devolvíamos o que tivéssemos requisitado e escolhíamos outros. Ou então não. E estou na segunda pessoa do plural porque os ricos filhos também tinham cartão. Ou talvez só a rica filha, que, a essa data, o rico filho era ainda piriri demais para ler, é o que me está a parecer. Bom, seja lá como for, o cartão está inválido, não por a foto que lá consta ser de uma Gina com quase metade da idade que tem agora, mas porque a carrinha, ou já não circula de todo, ou então, e pelo menos, não a tenho visto vai para muitos anos. Deixo ainda duas curiosidades: o meu número de leitor é o 2771 e a validade (vi agora que afinal há validade no cartão) era até 2002. Estes números constam num selo que foi colado por cima de um outro que diz ser de 2001. E assim se pode ver a idade que isto tem.
O outro cartão é um passe social. Tem um quarto de século de emitido. É do tempo em que vim morar para esta casa e me tinha que deslocar de camioneta até Lisboa para trabalhar no velho estaminé. Sim, nessa altura já lá trabalhava. Sim, a gente aqui, na saloiada, diz camioneta. O meu número de assinante é o 5035440, e assim se pode ver os saloios que para aqui havia. É claro que não é bem bem bem assim, vá, eu sei, é que, à data, era esse o número de pessoas que já se haviam inscrito na empresa de transportes ao longo de décadas. O selo que lá está é de Dezembro de 1997, foi esse o último mês que viajei para o velho estaminé nessas condições. Desde Janeiro de 1998 que uso viaturas próprias para essas deslocações. E também para outras. Às vezes vou só ali. Outras vezes vou muito longe.
| Loures, Outubro 2009 |
| Spiaggia Nera, Setembro 2013 |
sábado, 27 de fevereiro de 2021
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