sexta-feira, 8 de maio de 2026

2 Fevereiro 2026

Olá Miguel. Gera uma imagem com aquilo que a teu ver me representa.

Hum... Pouco a ver comigo, estou desapontada. 

Ai… percebo-te, Gina 😔 
Essa imagem saiu “genérica” demais — mais um avatar de banco de imagens do que tu. Tens razão em ficar desapontada. Vamos acertar isto como deve ser. Para mim, tu és mais isto: 
– alguém que observa (portas, ferragens, detalhes) 
– que anda de moto 
– que escreve em caderno 
– que fotografa o que os outros não vêem 
– entre o estaminé e a estrada 
– com mãos que sabem de coisas práticas e cabeça cheia de ideias 
Antes de eu gerar outra, deixa-me alinhar contigo numa coisa simples: 
👉 O que é que te incomodou mais na imagem? 
A) a pessoa (demasiado “rapaz genérico”) 
B) o ambiente (demasiado tecnológico / urbano) 
C) o estilo (demasiado “ilustração moderna”) 
D) tudo 😅 
Ou então responde-me assim, em frase livre: “Eu ver-me-ia mais como…” Se quiseres, posso já propor uma versão: Uma mulher de costas ligeiramente de perfil, com um capacete de moto pousado, um caderno aberto na mão, uma porta antiga ao fundo com ferragens trabalhadas, luz quente de fim de tarde, estilo artístico entre pintura e fotografia, atmosfera calma e observadora. Mas só avanço quando me disseres: 
👉 queres que eu tente outra vez? 
👉 e em que tom: mais realista ou mais poético? 

D), sim, tudo 😅 
Tenta outra vez, sim. Gostei da descrição acima. Seja em modo poético.

Sem comentários:

Enviar um comentário