segunda-feira, 16 de julho de 2018

Lisboa, 16 de julho de 2018

Vim sentar-me no banco nadois, que é o mais fresco. Ainda ponderei sentar-me na borda do mãozinhas mas idealizei que estaria quente demais para as nalgas minhas, uma vez que passa muito tempo ao sol, e mesmo tendo uma parte na sombra, não aguentaria, não. E vá, aqui estou eu, a fazer meio caminho, meia vida. É meio porque fica a faltar a árvore amarela.


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