Hoje é dia...
… do Braile
Não sei ler, tampouco escrever, mas quem dera.
… do Esparguete
Não aprecio comer esparguete, não pelo sabor em si, uma vez que como massas com prazer, mas pela forma que tem e consequente modo de comer, sei lá, chateia-me sugar os fios e os lábios fazerem de afastador de molho e o dito escorrer boca abaixo, chateia-me ter de o enrolar no garfo e, pela falta de jeito, não o enrolar perfeitamente, acabando por pender sempre um fio ou outro, rolo esse tão mal amanhado que ao ser introduzido na boca me suja o queixo e me envergonha. Depois calha que cozer esparguete se me afigura como uma forma de arte: quem é que coze aquilo sem ter no fim vários fios todos coladinhos uns aos outros e crus?!
… da Rute
Ao longo da vida tenho conhecido várias, presentemente, e às tantas, não conheço mas é nenhuma. Logo ao início da vida, na pré-adolescência, havia uma lá na Escola. Loura. Coisa rara por ali. De nome Rute. Que coisa tão rara. Eu invejava-lhe o nome. Depois, na juventude, havia uma lá na Igreja, tão jovem como eu, mas muito alegre e bem-diposta, muito conversadora, cheia de ideais. Que porra. Fui sempre diferente desses seres desejáveis. Mais recentemente tinha aqui uma cliente com esse nome, daquelas que telefonava a dizer que mais logo vinha pagar e quanto era e quanto é que ainda ficava a dever. Há anos que não a vejo. Não deve cá nada, se devesse não constaria desta lista de Rutes, que eu não exponho tanto assim as pessoas.
Nota:
Crio agora uma nova etiqueta. Não que este tema me seja desconhecido, trato dele há anos, mas é que no blogue anterior nunca cheguei a criar etiqueta. Aproveito esta nota para também registar que geralmente não refiro a Radio que ouço de manhã à noite e na qual me baseio para contruir estes posts. Não sei bem porquê, mas creio que seja uma incapacidade total para publicitar seja lá o que for. Mas pronto, olha, agora registo que é a Radio Comercial, a estação que me acompanha.
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