quinta-feira, 15 de junho de 2017

olá!
saudades: quem?




eu











ponho (alguns) números (que vivi) já neste post:

10 dias
3833 quilómetros
688 fotos
318 vídeos



segunda-feira, 5 de junho de 2017

Autoestima

Por ser uma pessoa surpreendente, jamais saberei quem sou. Presumo eu. E duas vezes na mesma frase.








Há quatro anos era quarta-feira

Ontem (terça-feira)não escrevi nem uma linha. Não foi falta de vontade, pelo menos não completamente, foi uma força que tive de arranjar. Escrever enlouquece-me e isola-me. Às vezes preciso desesperadamente de me igualar às pessoas normais, as que não escrevem, esse grupo é maior, sinto vontade de me juntar às maiorias por causa da solidão. Imagino-me mais feliz se não gostasse e precisasse tanto de escrever, parece inclusivamente que seria livre, e a ideia de que a escrita me liberta é errada, escrever acorrenta-me e não é pouco. Às vezes quero ser uma pessoa sem frases pipocando incessantemente na cabeça, sem aquele desejo incontrolável de as escrever. Às vezes quero ser uma pessoa que não se debruça com desmesura sobre ninharias, que atenta nas pessoas sem receber retorno no mesmo grau. Escrever é depressivo, sou eu que o digo, e digo-o com propriedade.
Hoje (quarta-feira) estou a escrever, pois claro que estou, e não estou deprimida, que o bom que a vida tem é nunca estar no mesmo ponto. Escrevi. Agarrei-me aos rascunhos e aprontei-os, estão mesmo aqui por baixo. Siga a vida.


|5 junho 2013|

domingo, 4 de junho de 2017

Os adultos também se divertem

ó pá tóin xiru!

Por conta da edição das fotos do post anterior, eis que o programa decidiu fazer-me este miminho:






Sei lá o que aconteceu! Entrou em parafuso, o programa, presumo. Misturou-se todo e misturou-me toda.

Gina, a mulher numa relação com legumes

Bis

Gina, a mulher desfasada

ó pá tóin xiru!

Primeiro

Boa tarde. São dezassete e cinquenta e dois. O clique é das nove e vinte e sete.





sábado, 3 de junho de 2017

Uni o tempo e os ricos filhos num post

Isto sim, são cores

Murcharam, as flores que o rico filho me deu





Murchas, desfiz-las. Desfiz-las, por murchas.






E depois, mas antes, há mais murchas e ainda inteiras, mas em cores e corzinhas e cores sem corzinha nenhuma, se bem que eu considere o branco e o cinzento cores, mas vá. Ah, e uma repete, mas em ponto grande. Não fica tudo maravilhoso, ao pé das papoilas de uma toalha amachucada?








Pormenor canino

Gina, a mulher sempresempresempre pirosa