Mostrar mensagens com a etiqueta Imitei para comer.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Imitei para comer.... Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Torta de Laranja

20 gramas de amido de milho
500 gramas de açúcar
12 ovos
2 decilitros de sumo de laranja
2 laranjas (raspa)

Forrar um tabuleiro, que deve ter 20 por 30 centímetros, com papel vegetal e untá-lo com manteiga.
Ligar o forno a 200º.
Misturar o amido e o açúcar numa taça.
Acrescentar as raspas das laranjas e esfregá-las nessa mistura.
Espremer dois decilitros de sumo de laranja para um copo.
Partir os ovos, misturando-os um a um, sem bater.
Juntar o sumo de laranja e mexer até tudo estar envolvido.
Deitar o preparado no tabuleiro e levar ao forno por 15 minutos.
Desenformar sobre um pano coberto de açúcar.
Enrolar.
Deixar esfriar completamente.
Fatiar.
Comer.


0,Notas:
1, Receita encontrada num pacote de amido de milho da marca Espiga.
2, O texto é meu, embora me tenha apoiado fortemente no do pacote.


sábado, 23 de novembro de 2024

Fim de semana 16 e 17 de Novembro

No sábado (16) fiz Bolo de Iogurte da Minha Mãe. Quero dizer: usei a ideia mas confecionei o bolo com mais processos do que a antiquíssima directriz: 2 copinhos do iogurte com açúcar, 3 com farinha e blás. No congelador tinha 18 figos, resultado da chinchada deste ano, e calha de figo e noz ser uma boa junção, então lembrei-me de juntá-los. Fui buscar a forma de 24 centímetros, untei-a, empoeirei-a, pu-la em modo espera e joguei-me. Como não tinha iogurte usei bebida vegetal de aveia, que cortei com sumo de limão. Na questão da farinha, o que fiz foi substituir 1 dos cups por nozes picadas finamente. Como obtive uma massa líquida, achei que juntar 2 colheres de sopa de leite em pó era boa ideia. Não adensou lá muito, mas adensou, fazendo descer a boa ideia para boa meia ideia. Mas, logo ao início desta trama, eu havia decidido que cobriria o bolo com crumble. Pois foi o que fiz. Depois de ponderar se punha os 18 figos antes ou depois da massa e, precisamente por a massa estar líquida, decidi cobri-la com um pouco do crumble para secá-la, de seguida dispus os 18 figos e então é que cobri tudo com o restante crumble. E pronto, foi esta a aventura deste fim de semana. Ah, o bolo era deveras agradável.

Fim de semana 9 e 10 de Novembro, com visita a 6 porque houve fazedura logo nesse dia

Na quarta-feira (6) fiz um Gelado Sei Lá. Queria experimentar deitar claras (no seu normal modo de ser) por cima de uma lata de leite condensado cozido. Claras encasteladas é um bom elemento para dar cremosidade aos gelados, e é elemento que usei já bastas vezes, mas quis perceber se dava sem castelos em suas vidas. Parvamente. Pois. Então como é que se levantam claras com o peso bruto de um leite condensado cozido? Não levantam, claro. Não levantaram, portanto. Como é que eu salvo isto?, perguntei-me. Decidi ir ao cesto das coisas de pouco uso e encontrei um pacote de linhaça moída. É isto mesmo, incha e pumba!, exclamei-me. Mas não. Depois rendi-me às natas, que era o elemento que bombava na minha tola desde o início desta aventura. E eis que se levantou a mistura, resultando bem airada e fofa. No entanto, depois de congelada percebi que o sabor está um tanto ou quanto amargo e presumo que isso se deva à linhaça.
No sábado (9) fiz Pão de Leite na máquina de fazer pão. Esta foi a segunda vez que usei a máquina em massas que não são propriamente das de pão, sendo que a outra foi rolinhos de canela, que ficaram mesmo bons, já agora. Iniciei o processo escolhendo o mesmo sistema desses rolinhos: cliquei portanto no botão do programa mais curto, o que só mistura e amassa. Por ter consegui uma massa muito líquida, desisti de a retirar de dentro da taça e escolhi outro programa, um que diz 'dough', considerando que fosse adequado à situação. Mas não, ao que parece, pelo menos a mim pareceu, este é um programa que só mistura ingredientes, quiçá os de um bolo, passando um ror de tempo a misturar o que, a bem dizer, já estava misturado. E não cozeu porra nenhuma. Escolhi então novo programa, o que diz 'bake' e eis que a minha massa bakou. E bakou bem. Saiu dali um pão de leite que me maravilhou, pela aparência, pelo cheiro, pela textura e pelo sabor. Resta dizer que não medi nem pesei nada, apoiando-me nas dosagens que os meus olhos são capazes de medir. Vou é deixar lista de ingredientes: leite, açúcar, manteiga, ovos, farinha, fermento e sal.
No domingo (9) fiz Bolo de Amêndoa e Claras com Manteiga Tostada. Este bolo é uma mais-valia naquilo de despachar claras, pois que leva logo meia dúzia. Mas eu tinha no frigorífico meia dezena. Ademais, em amêndoa moída também eu tinha em poucochinho e, oh porra, não tinha limão. Então o que fiz foi acomodar os ingredientes perante estas faltas. O limão (raspas) não pus, já com a clara e a farinha de amêndoa em falta remediei o caso acrescentando farinha de trigo (que também constava no rol de ingredientes), porém não muita, atendendo à clara que faltava. É um bolo até bem fixe, não fiquei extasiada, é certo, mas notei-lhe realmente o toque a frutos secos, que é o sabor conseguido quando se derrete a manteiga e se deixa tostá-la.

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Fim de semana 31 de Agosto e 1 de Setembro, que começou mas foi a 30 de Agosto

Na sexta-feira (30) fiz um Bolo de Maçã e Uvas. Inventei. Quero dizer, mais ou menos, se afinal usei a conhecida receita 4x4 – 200 gramas de manteiga; 200 gramas de açúcar; 200 gramas de farinha; 4 ovos – como base, então inventei pouco. Isto começou quando quis aproveitar umas uvas desenxabidas e, por junto, umas maçãs que esperavam há largos dias o seu destino - e foi então este, um bolo. Decidi que poria as maçãs na base e, no caso das uvas, as juntaria na massa. Pois foi o que fiz, resultando num bolo assim tipo a modos que mais ou menos bom. O que eu acho é que tinha manteiga a mais e, quiçá por lhe ter juntado também uma colher de sopa de leite em pó, a água que a manteiga contém tenha feito com que abrisse pequeníssimos furos e desse ao bolo (principalmente na zona lateral, que é onde a massa coze mais) uma textura levemente rugosa. Posto isto, notei o que noto em quase todos os bolos de fatia que faço - no dia seguinte, não só os sabores tinham apurado e mesclado entre si, como a rugosidade tinha desaparecido. 
No domingo (1), mesmo que ainda houvesse o bolo dito acima em cima do prato, fiz um Bolo de Cenoura com Cobertura de Mel e Sementes porque ia haver visitas em casa. Estava maravilhoso. Este bolo é meeeeeesmo bom.

Fim de semana 17 e 18 de Agosto, começando esta jorna logo aos 15

Na quinta-feira (15, feriado) fiz um Bolo de Fubá com Banana. Antes havia pensado num Bolo de Chocolate com Queijo Mascarpone, porém, devido ao calor desses dias, considerando ser este um bolo dos frios, esmoreceu-me o desejo e larguei a ideia. Este bolo de fubá é giro que se farta, tem um processo diferente: Leva-se farinha de milho, açúcar, leite e manteiga e óleo ao lume até fazer papas, e é a essas papas que se junta as gemas, as claras em castelo e o fermento. As bananas vão-se pondo pelo meio da massa. Esta é portanto mais uma receita de bolo de fubá, no dossiê especial já lá estão duas, porém... Esta receita não vai lá constar porque, mesmo tendo o bolo ficado bonito e fofo, não é extraordinário.

sexta-feira, 30 de agosto de 2024

Fim de semana 10 e 11 de Agosto, que antecipei a 8

Na quinta-feira (8) fiz um Bolo de Coco. Para tal usei, finalmente, oh glória terrestre, o leite de coco que tinha no congelador e que, tendo eu a memória eficaz, apareceu no blogue já bastas vezes. Este bolo leva também leite, que substituí por bebida vegetal de aveia. Porém, a dita não chegava à quantidade que a receita pedia. Bem sei que podia abrir nova embalagem, mas não quis. Avancei, julgando ser boa ideia reduzir na farinha, o que fiz a olho, pois claro está. Pela descrição da receita este é um bolo a atirar para o pudim, mas, ou devia ter encetado nova embalagem de bebida vegetal para chegar à quantidade dita na receita, ou devia ter tido olho mais acertado, isto porque me pareceu que o bolo havia cozido demasiado. Ou então é mesmo assim, pronto. Ou pode, ainda, ser por conta de um certo esquecimento que tive: o açúcar. Sei lá, esqueci-me! Claro que este esquecimento se deveu em muito ao facto de no rol de ingredientes estar, também, leite condensado, que é coisa açucarada até dizer chega, quiçá por isso, mas tenho para mim que, como o açúcar é um ingrediente líquido (sim, porque derrete) fez ali alguma falta. Seja lá como for não repetirei este bolo, portanto não sei como sairia se não fossem estes deslizes terem acontecido. Mas há mais. Há. Há a cobertura do bolo. Ora a boa da receita tinha no tal rol de ingredientes mais coco ralado, ok tudo bem, e mais leite condensado... Que não tinha. Pois. E que não queria, e que não fui, comprar. Amanhei-me com uma ideia básica: substituí-o por manteiga, açúcar e um tiquinho de água, tudo a olho. Descreio completamente que sequer se assemelhe ao resultado, acredito, isso sim, que, caso eu tivesse imitado a receita o resultado seria um creme bem cremoso e docinho. No geral, o que tenho a dizer acerca do (meu!) processo de preparar este bolo, é que fica a experiência e que, afinal, até nem estava mau. 
No sábado (10) fiz Gelado Como Quis. É meu costume, há anos que assim é, notar receitas mesmo boas para eu experimentar no futuro, umas porque me parecem deveras adequadas ao meu paladar e outras porque são diferentes, tanto no processo, como no tipo de ingredientes. São estes os principais critérios que me levam a guardar uma receita que quero experimentar, por vezes durante anos. Um desses casos a modos que diferente foi uma receita para fazer leite condensado no liquidificador. Era uma receita bem básica, até, e detive-a meses nesse rol de 'a experimentar', até que um dia a joguei no lixo, considerando que talvez fosse este um caso daqueles em que a ideia parece tão tão tão fácil que eu duvido. É certo que o facto de já terem passado largos meses por sobre esta espantosa descoberta – ter encontrado esta receita, quero eu dizer – fez-me peso aos bués na dúvida de aquilo ser alguma coisa de jeito. Contudo, mesmo não tendo já acesso à incrível receita senão por mor de pesquisa enfadonha, deu-me na mona fazer como me lembrava, até porque é bem simplezinha: dois cups de leite em pó, 1 cup de água morna e xilitol. Deste último é que não guardei memória da quantidade mas, ademais de não ter xilitol em casa e nem ideias de o vir a ter, resolvi-me pela quantidade de ½ cup de açúcar. A receita seguia dizendo que se colocasse tudo no liquidificador e deixasse bater. Ao cabo de uns 10 minutos estaria pronto a levar ao frigorífico e, depois de bem arrefecido, para aí quê, meia dúzia de horas, a mistura apresentaria a densidade de um leite condensado de compra. Ora bem, a menos que repita esta receita, jamais saberei se assim é, pois a meio do processo juntei natas para obter um gelado, porque, na verdade, era um gelado o que eu queria fazer com este 'leite condensado'. Quando adicionei as natas a mistura avolumou bastante, vi jeitos de derrame sobre a bancada, o que seria aborrecido. Mas não. Logo que achei que estava bom, pus numa taça, congelei e, um bom tempo depois, obtive um gelado. Não estava grande coisa, mas lá que estava gelado, estava. E, já agora, confesso que quero repetir esta receita milagrosa de leite condensado.

sábado, 3 de agosto de 2024

Fim de semana 29 e 30 de Junho

No sábado (29) fiz Tarte Invertida de Ameixa e Maçã e Bolo de Espinafres. Porém, antes, por mor da amicíssima oferta do sô Manel, ameixas do seu quintal, pensei num clafouti, no qual, ao invés de cerejas, que é o seu original modo de preparo, usaria ameixas. Mas eu queria mesmo era fazer o bolo de espinafres... Na altura não tinha lá grande necessidade de fazer compras com vista ao fim-de-semana e, portanto, ir de propósito comprar espinafres pareceu-me irrisório. Mas entretanto percebi que era preciso limão para esse bolo e, de facto, o bolo sem o galcé que o cobriria faria uma graaaaaande diferença... Para pior. Pois. Mas há, havia, mais, é que no meu congelador há - sim, ainda há - coisas que estão na hora de serem usadas: leite de coco, claras e a tal massa de bolachas que havia feito na semana anterior. Mas podia deixar estas coisas todas e fazer um crumble de ameixas... E juntaria maçãs, pois que acho que ameixas só, hum... Usaria até, na parte do crumble, o resto de manteiga de amêndoa, o que, de certo modo, dispensaria parte da manteiga. Lembrei-me também de o crumble, na verdade, ser uma massa de bolacha, uma daquelas simplezinhas, a 3, 2, 1 + 1 ovo. Passou-me ainda o pensamento por duas receitas que tenho para experimentar, ambas levam leite de coco, que boa hipótese de usar o leite congelado de que falei aí atrás! Ora o que é que aconteceu? Aconteceu que, para fazer o crumble, é indispensável o limão, eu cá acho, então, toca de ir à mercearia mais perto para comprar. E o que é que aconteceu a seguir? Aconteceu que havia lá um molhão de espinafres. Que comprei, pois claro! Faria o tal bolo à noitinha, pois já tinha usado o tempo de que dispunha preparando o crumble, que resultou, lá está, numa tarte invertida, porque fiz a massa de bolacha já referida, na qual coloquei então a manteiga de amêndoa. Temperei a fruta - as tais ameixas do quintal do sô Manel e maçãs - com limão, sumo e raspa, açúcar mascavado, canela em pó e, de licor, ginja caseirinha. Resultou em grande prazer em comer. Vai daí, no sábado (29) fiz Bolo de Espinafres. O incrível de o fazer é que foi à noitinha, coisa rara, mas, como já tinha lavado os espinafres, não quis deixar a fazedura para o dia seguinte, não fossem murchar ou assim. Então, toca de o fazer. Mas não gostei deste bolo. Nada. Sabia a espinafres. Sim, bem sei: 'que é que queres, ó Gina, atão se o bolo é de espinafres...!' Mas pronto, julguei que não predominaria tanto esse sabor. Em cru (sim, provei a massa, ia lá agora escapar-me a oportunidade) soube principalmente a manteiga, e, aí, talvez por isso eu tenha acreditado que o bolo ia ser bom. De resto: é então para não repetir, foi uma experiência que não resultou.

Fim de semana 22 e 23 de Junho, porém, começando antes, a 21

Na sexta-feira (21) Fiz Bolo de Mel e Chá Preto. Este é um bolo que andava para fazer há moooooontes de tempo e portanto já se vê que foi neste dia. Eu sei que já vi bolos com chá em outros lugares, nomeadamente chá de camomila, chá verde, porém este pareceu-me fácil e rápido de preparar, é inclusive feito numa taça só, vai-se acrescentando os ingredientes e, presumo até, que não se deve mexer lá muito porque o quente do chá activa os ingredientes. Presumivelmente, reforço. Uma questão engraçada na feitura deste bolo é que usei dois itens velhos pra caraças. Trata-se de um mel - que estava de resto e do qual falei aqui - e de um chá do Ceilão, que é fortíssimo, que me ofereceram há décadas. Sim, décadas. É. Umas três. Não é exagero. E terminou os seus dias neste bolo, que achei assim a modos que mais ou menos, vá. Eu, os bolos de mel, acho-os sempre esquisitos, e este também não repetirei.
No sábado (22) Fiz Bolachas Não Sei Quê. Digo assim porque não malembra o nome. É também uma receita nova, que, esta sim, repetirei. É gira que se farta. E resulta numas bolachas incríveis. Caneco. Amanteigadas. Doces. Crocantes. Tudo no ponto mais perfeito que há. Que combinação! A receita era para pôr um cup e meio de uma mistura que incluísse desde chocolates a frutos desidratados ou secos. Tanto faz, interessa é a quantidade. Usei nozes, chocolate negro e chocolate branco. Fiz um tanto logo no dia e o outro tanto dias depois e, de resto, tenho, à data da construção deste post, um pedaço ainda no congelador. É a repetir. Em outras vezes usarei outras durezas, lembrei-me logo de pistácios, arandos, chocolate branco e raspas de limão.

sábado, 2 de março de 2024

24 de abril de 2017, o pai morreu-lhe

Vi no programa da Cátia Goarmon (Segredos da tia Cátia, passa no canal 24 Kitchen) uma receita que me pareceu difícil de preparar mas desejável. Trata-se de salsichas com couve-lombarda dispostas intercaladamente. Bom, parece quase uma lasanha, só por dizer que não é. A Cátia levou a sua lasanha ao forno numa forma de base redonda, assim como se uma bola tivesse sido cortada ao meio, vá, mas eu montei a minha no tabuleiro do costume. Então já sabem – e, se não sabem, não faz mal, eu gosto de vocês na mesma – cozinhem a vossa chicha moída – não, não usei a chicha das salsichas frescas, como fez a Cátia - como é vosso costume, escaldem as folhas de couve-lombarda – inteiras – e intercalem estes dois amigos, por modo a que se abracem prazerosamente, pondo, ainda, no meio deles, um molho de tomate – também – confecionado como mais vos aprouver, levem ao forno e pumba e coiso. Ó pá, é tão bom! É também de não esquecer polvilhar com queijo ralado antes de entrar no forno.

sexta-feira, 14 de julho de 2023

salame de speculoos

não tem nada que saber
é juntar 300 gramas de chocolate branco a 150 gramas de creme speculoos e levar a derreter em banho-maria
parte-se 150 gramas de bolachas speculoos ao bocadinhos e joga-se para dentro da mistura derretida
lava-se ao frigorífico uma horinha para ser mais fácil de moldar em rolo
deixa-se, no mínimo, quatro horas no frigorífico e para comer corta-se às fatias
nota: 
também dá para fazer bombons

impressões:
não achei assim tanta piada quanto isso, às primeiras dentadas surgiu-me a ideia de que estava mas era a meter colheradas de creme speculoos na boca
mas pronto, certo é que a crocância das bolachas fez o seu papel diferenciador

nota: 
foi este o doce que escolhi para fazer no meu dia de anos

nota:
retirei a receita daqui

sábado, 1 de julho de 2023

Bolo

Está no forno um bolo com 

farinha de milho (400 gr)
leite condensado (1 lata - usei de coco)
natas (400 ml), coco ralado (60 gr)
raspa de limão (1) 
fermento (1 colher de sopa) 

Foi mexer tudo e levar ao forno. Maravilha. Espero que seja, aliás, tão maravilha saboreá-lo como foi fazê-lo. (receita aqui)