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sábado, 18 de fevereiro de 2023

do futuro, do passado, do presente

Durante toda esta semana, em termos de receita doce para o fim-de-semana, andei a escolher fazer uma destas duas: 

Pastéis de Feijão
Tarte de Amêndoa

Os pastéis porque, para além de querer experimentar, comprei a massa folhada há duas semanas.
A tarte porque tenho duas embalagens de amêndoa abertas, uma em farinha e outra em palitos, sendo que a receita do meu costume leva os dois tipos. Para além destas duas embalagens à espera de consumo, tenho também umas quantas amêndoas com casca, oferta de uma cliente.

No fim-de-semana passado fiz Tarte de Limão e, como sobrou massa da base, fiz bolachas, umas aos corações, outras aos círculos mal amanhados. Tirei até fotos, que pus no blogue, porém com filtro (👀 👀). Mas, as bolachas, até era para as pôr a congelar e tal e tal, assim ficava para uma ocasião vindoura e tal e tal. Só. Que. Não. Fiz também arroz-doce mas com trigo sarraceno. Não é vez primeira e, como gostei tanto da vez em que fiz, queria repetir. Ia até sobrar três claras que aproveitaria para o merengue que vai (foi) sobre a tarte. Resumindo: no fim-de-semana passado fiz três doces. Tempos houve em que todos os fins-de-semana fazia três doces, nada menos. Era uma exagerada. Ainda sou, faço é tipo um controle, e resulta.

Escolhi fazer os Pastéis de Feijão, cujo recheio espera arrefecimento dentro do frigorífico. A escolha deu-se porque a massa folhada não tem já muito tempo de vida útil, se em cru.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

O bolo de chocolate

Durante a semana passada andei pensando que bolo faria no sábado. É ponto assente que os sábados da minha vida são caracterizados por confecionar algo doce e também está bem assente que vou pensando nisso durante a semana. Em tempos colocava todas essas questões no blogue, também durante a semana, mas, quiçá há anos, deixei de fazer isso. Entretanto posso dizer que retomei a prática, mas em modo oral, despejo tudo, ou quase tudo, nas Histórias do Instagram. Gosto. É rápido, agradável, dá-me até alívio, uma vez que contar coisinhazinhas deste tipo sempre me deu prazer. Mas o bolo. Em dado dia havia combinado comigo mesma que faria mousse de chocolate porque ia ter a visita das minhas pessoas e esse é um doce que não fazia há muuuuuito tempo. E continuo a prolongaaaaaar esse tempo porque a visita acabou por não se dar por inteiro, o que me levou a desistir da mousse. Au eva, ao momento da decisão tinha já o chocolate partidinho e jogado para dentro da tacinha do banho-maria e, tomando outra decisão, enfiei tudinho num saco de plástico, que por sua vez enfiei no frigorífico, decidindo logo ali que faria a mousse na semana seguinte. Mas não me apeteceu. Nem nessa nem em outras duas ou três. Até à semana anterior, quando, por entre as Histórias que conto, decidi (este post está mesmo a mostrar como sou uma mulher decidida pra caraças) que faria a mousse, sim, mas juntaria uma colher de farinha, que tomaria então a mousse por um bolo fofo e húmido. Tal não sucedeu, o que lamento, não sei é se foi por ter duplicado o volume da farinha, se por tê-lo deixado demasiado tempo no forno. Oh. Estava macio, porém enrugado. Parecia uma esponja velha. E seca. Mas não sabia nada mal. E é esta a história do bolo de chocolate mais ponderado da minha vida. Pode até nem ser assim tanto - não é, pronto - mas oh.

sábado, 9 de abril de 2022

Fazer, fiz

Oito dias atrás deste criei um post onde demonstrava planos para comer, mas de tacho. Entretanto andei por um bocadinho de cada um dos sete dias que separam esse e este post a ver se malembrava que porras fiz eu de comidas de tacho afinal fiz eu. Agora, neste preciso momento, uma calma manhã de sábado como esta (e aquela!) busquei na memória e sim, foi espetadas de peixe no dia de sábado e bacalhau à brás em sendo domingo. não é só falta de paixão pela comida de tacho e de tabuleiro que me faz esquecer estas questiúnculas, é que não fui eu que fiz, foi o Luís. Rima e tudo. Maravilha. O bolo foi de iogurte na sua base e depois juntei sultanas e coco ralado e aromatizei com raspas de limão e gengibre. E acho que canela também, estou para aqui a lembrar.

Vou fazer

Vou fazer bolo de queijo feta. Sei que já o fiz uma primeira vez, que o apreciei deveras e que fiquei de o repetir. Então pronto, é hoje. Quando gosto muito do resultado da primeira experiência com uma sobremesa (ou outro tipo de comida, vá) fico sempre com vontade de repetir, portanto: eis-me repetindo. Notem bem: o link acima só designa a vontade de fazer este bolo, não de como realmente ficou bom, afinal não fiz esse registo, mas sei que o fiz uma primeira vez, como, de resto, já apontei aí atrás (ou acima, pronto). 
Vou fazer bolo de alperces. Tenho para mim que já fiz este bolo, que não lhe achei lá muita graça e que fiquei de o repetir. Vou pesquisar... Pois, já fiz, já. E não lhe achei graça, pois foi. E vou repeti-lo, ah vou.

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Cinco minutos

Se alguém encontrasse o meu blogue e tivesse apenas cinco minutos para lê-lo, recomendar-lhe-ia os posts onde refiro os ricos filhos, ou então aqueles em que falo de comida. São os posts onde a minha verdade é uma verdade feliz. Hoje é catorze de Abril e há precisamente quinze anos eu dava início à minha vida de blogger. À data tenho para aí trinta mil posts publicados (em váriso... ai perdão, vários blogues) e garanto que a maioria foi debitada atrás do balcão.

domingo, 5 de julho de 2020

Fiz bolinho de claras

Fiz bolinho, afinal foi hoje. Como as claras ainda não estavam à temperatura ambiente, considerei-as um bocado aguadas e toca de a polvilhar com cremor tártaro, que é um pozinho que seca e firma. Pronto, tenho a mania que sei de bolos e tal e tal. Ora bem, não foi uma boa ideia, o bolo está um bocado seco, contudo: a casquinha de fora está de uma crocância do melhor que há e eu, que percebo pra caraças da alquimia dos bolos, garanto que isso é obra do cremor tártaro.

sábado, 4 de julho de 2020

Sábado, 4 de Julho de 2020

De há uns bons dez anos para cá, não foram muitos os sábados em que não fiz um bolo ou um doce. Não me apeteceu. Tampouco sei se me apetece comê-los. O que vale é que não é preciso saber.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

__Vou fazer

__Vou fazer bolo de bolacha, aquele à moda antiga. Parece uma flor. Pode encavalitar-se as bolachas. Não é encavalitar, é preencher espaços, intervalando, assim, as bolachas. Nesse caso fica uma flor menos flor, fica mais... mais sei lá o quê, fica com mais ondas, mais curvas, depois de pronto, o bolo já não vai parecer pétalas conforme as pétalas de um desenho infantil.
__Vou fazer bolo de iogurte com bananas secas lá dentro. E também avelãs. E coco, já agora. Há um resto de cada um destes ingredientes na prateleira do meio do móvel que está na despensa.
__Vou fazer crumble de pêra e chocolate e amêndoas laminadas. Há um resto de pepitas de chocolate e de amêndoas assim dentro da gaveta do camiseiro.
__Vou fazer batata-doce assada.

(__vou fazer e já fiz)

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__Vou fazer salada de alface e grão. E pimento vermelho. Ou amarelo.
__Vou fazer gelado.
__Vou fazer tarde de maçã com massa folhada.
__Vou fazer rolinhos de canela.
__Vou fazer massa folhada, que enrolo depois de a barrar com uma mistura de açúcar escuro, canela e manteiga. Corto tipo em bolachinhas e levo ao forno.
__Vou fazer creme de limão.
__Vou fazer caramelo.

(__vou fazer, ainda não fiz)

quarta-feira, 11 de março de 2020

E morangos e figos?

Pá, juntar morangos e figos não. Há distância de meio ano por entre colheitas. Podia congelar um e esse que aguardasse pelo outro. Podia aproveitar as conservas que se comercializam. Hum. Mas, quiçá talvez e por ventura, creia em demasia naquilo de não mexer no tratado pela natureza. Pela Natureza, Tratado, quero eu dizer. Há nela uma mestria que me verga.

domingo, 24 de novembro de 2019

Vida mudada

Para além de gostar aos bués de escrever - seja lá onde for, até na porta de casa já eu escrevi, quanto mais - gosto também de ter um registo de coisas - seja lá quais forem também - que me permita obter facilmente resultados mediante pesquisa véri véri véri básica no blogue. Há pouco lembrei-me que uma das etiquetas que menos tenho usado é a 'planeando o fim-de-semana' e que consiste em registar como prevejo que o meu fim-de-semana vai ser em termos de comidinhas. Bom, estou para aqui a lembrar-me que nem só as previsões eu registo, também registo o que realmente faço, como faço, as circunstâncias da previsão e da preparação, se comem - eles e eu, pois claro - com prazer, se repetirei a receita, se é novidade ou então não, se isto e aquilo e tal e tal. Pronto, já toda a gente sabe que sou grafómana, né? Ademais está no título do blogue. Bom. Então. Cá por coisas, a minha vida mudou e passei a ter apetite de enfezada e daí chegou um certo desinteresse por receitas novas ou em experimentar novos produtos e agora tive vontade de me certificar se há mesmo um período grande de ausência desse tema no blogue. E há. Há dois interregnos assim para o grandinho, um que vai de 14 de março a 19 de maio últimos e que foi realmente um período um bocado assim para o coiso. Mas, o outro, não se deve à minha era de enfezamento - vai de 24 de novembro (faz hoje um ano, ó pá tóin xiru!) a 5 de janeiro últimos - creio dever-se ao período natalício do ano passado, quem sabe nessa altura, sempre que 'falava' de comidas punha-as na etiqueta 'Natal 2018'. Não sei nem saberei porque não vou aprofundar - mais! - a questão.

sábado, 28 de setembro de 2019

Hoje é sábado

Hoje é Sábado e o texto abaixo foi escrito ontem e devia ter sido publicado ontem. Sobre o motivo de não, olhem, são as circunstâncias da vida e, ademais, não tem pilhéria nenhuma por que não foi publicado na data de escrito, por isso omito. Eis o:


Hoje é dia, acho eu, de desejar um muito bom fim-de-semana às pessoas. Contudo, na Radio disseram que é dia de decidir (ou partilhar, não tenho como ser precisa, e não lamento) o que se vai fazer no fim-de-semana. Ora bem, eu, vou fazer compras várias, meter a cabeleira na mão da cabeleireira, fazer um bolo de queijo mascarpone e creme de limão, arrumar e limpar a casa, conversar largamente com a rica filha e afagar e passear o cão.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Comidinhas

Vou ter que fazer arroz-doce para breve, que me apetece.
Salada que leve rúcula é de repetir.
Já usei o tofu que mantinha na despensa há mais de um ano. Resolvi fazer tipo uns croquetes. Hum. Pronto. É a não repetir.
Tenho um pacote com duzentos gramas de gotas de chocolate negro. Então, que querem, às vezes tenho questões banais.
Nas faltas está abacate. E tomate. É a comprar.

terça-feira, 7 de maio de 2019

listinhas

férias:
pilhas lr6 – tipo assim aos bués
cartão sd - com 64 coisas e de leitura rápida

trabalho inacabado:
deixei vassoura, pá, alguidar, pano seco, jornais, papel higiénico
levar detergente louça, detergente vidros, óleo de cedro, panos

croquetes:
couve-flor
queijo fresco/ricota
queijo ralado
ovos
pão ralado

terça-feira, 19 de março de 2019

Do bolo

Um fim-de-semana desses aí que já passaram quis fazer um dos bolos mais maravilhosos que conheço, que é o Bolo Bakewell. A massa é essa maravilha de que falo porque é composta por amêndoa moída. Generosamente. A ideia propõe um sabor rico e uma textura húmida, e a amêndoa concretiza-a, portanto: lá vem deleite. Ademais, é um bolo composto por framboesas frescas. Ah... Eu já disse que este bolo é uma maravilha, não disse? Pois. Nesse dia, cá por coisas, havia resolvido trocar as framboesas por morangos mas, chegada a casa com os ditos no saco das compras, notei que de amêndoa teria para aí metade do que a receita pede. Hum, ok, vá, havia nozes e pus nozes, que moí. Não vou dizer que é a mesma coisa, a noz é um fruto mais acre, mais oleoso, mais profundo, e conferiu tudo isso ao meu bolo. Inicialmente eu só pretendia mudar o fruto mas aconteceu o imprevisto da amêndoa, o que me levou a fazer um bolo já um bom bocado afastado do Bolo Bakewell. Agora perguntará a estimada audiência:
Ó Gina, então e o bolo afinal estava bom ou não?
Que eu respondo:
Claro que sim! Magnífico! Ora essa!

quinta-feira, 14 de março de 2019

O bolo

No fim-de-semana passado fiz um bolo de limão e alecrim, isto na enga em que ando agora, a de refazer, um a um, os bolos do meu dossiê especial. Na sexta-feira tinha posto no blogue quão indecisa estava, oh céus!, que bolo fazer?, apresentando inclusive as ideias, só por dizer que a preferência caiu sobre um bolo que não constava na lista. Pois. É meu costume descomandar as próprias ideias. São ânsias que tenho ou então é outra merda qualquer. Trouxe o bolo para o estaminé. A vizinha Gislena comeu e disse, uma vez mais, que estou no lugar errado, que no meio de parafusos e porcas não é de todo o meu lugar.
Não contrariei.
Não sei se ela está certa.
Se eu é que estou.
Nunca estive no local certo, tampouco concebo essa ideia de lugar ou tema certos para mim.
Sei lá.
Gosto de tudo.
Não gosto de nada.
Ela lá foi desenrolando elogios acerca do bolo e da minha capacidade para os fazer bons. Desenrolou também directrizes para eu tomar, abrir um negócio, vender fatias de bolo, eu que fizesse um blogue, que sou uma mulher dos blogues, contara-lhe o meu colega.
Alto!
Estão a ver quando digo que não publicito o blogue? Que raramente ganhei essa coragem? Então pronto, é isto, não fui eu que lhe contei que tenho um blogue.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Os bolos

Há algumas semanas decidi refazer os bolos da minha vida, que são aqueles que constam no meu dossiê especial. Cá por coisas, há montes de tempo que não visiono programas de culinária nem me debruço sobre a revista Continente Magazine. Eu continuar a recortar e colar o que verdadeiramente me interessa, e que quero mesmo experimentar, continuo, mas aborreço-me daquilo, estou atrasadíssima, há meses que tenho esse trabalho por finalizar. Já dos programas de culinária, é certo que não vejo um há meses. Entretanto digo-vos que já refiz o bolo de fubá, o bolo de bolacha, o bolo de cenoura com cobertura especial e o bolo de cenoura, curgete e laranja. Publiquei inclusive alguns posts onde referi circunstâncias destas feituras. Mas para este fim-de-semana estou indecisa sobre qual receita já presente no meu dossiê especial me esparrame, se sobre a torta de ovo, a tarte de maçã ou de avelã, o bolo de chocolate, aquele que é um dos melhores que conheço, leva queijo mascarpone e uma ganache de chocolate, que, sendo de leite, tanto melhor.

sábado, 5 de janeiro de 2019

plano & desejo

cheesecake com base de alperces e avelãs e chocolate branco e raspas de laranja

vou fazer trufas de chocolate negro



Ontem tinha estes ideais de adoçar de bocas. Hoje dei vida somente ao plano. Convinha por vários motivos, primeiro tinha uma embalagem de queijo-creme encetada, segundo havia natas pra caraças no frigorífico, que eu sofro de ansiedade á éNe __antes do Natal__ e compro um sem-fim de mantimentos, a que vou dando uso para aí até ao virar do inverno, terceiro queria experimentar novos sabores na base. Não usei avelãs mas nozes, considerei que calhava melhor com os alperces, e no resto apoiei-me nesta receita. Mas fiz uma outra substituição, a de açúcar mascavado por açúcar de coco __que me andava para ali também esse, oh céus__ omiti o cacau e acrescentei duas colheres de sopa de granola de compra. Está um cheesecake d'a gente morrer por ele. O chocolate branco faz bingo! com os alperces... __ah, é verdade, demolhei os ditos em sumo de laranja, estiveram nesse banhinho cerca de dez minutos__ a farinha de amêndoa e as nozes dão humidade, o chocolate branco, sendo coisa extra doce, equilibra a acidez dos alperces, pronto, fica tão bom mas tão bom que me estou a repetir. Façam. Este cheesecake de que falo é um __presumo que__ abrasileirado, sabem?, aquele feito a frio, nada de ovos, folhinhas de gelatina e tal... Façam.

sábado, 24 de novembro de 2018

Planos completamente coisos

Eis que não fui ao supermercado, não ouvi o hino das Destiny Child, qual stand up for life and for love, qual quê... O carro não pegou, não tinha bateria, se bem que, por mor de solicitação ao vizinho que passava, lá teve o seu conserto. De maneiras que, o carro estando a cantar, foi levado para longe para aquecer até mais não. Mas ir somente ali assim acima comprar as comprinhas era passeio curto para recarregar o bichinho. Então o Luís levou-o com ele para o estaminé e eu para aqui fiquei. Sem compras. Bom, a pessoa o mais que pôde fazer foi entregaer-se ao remanescente da despensa e do frigorífico. Ontem revelei ao mundo alguns pertences do meu congelador mas hoje revelo que não usei nenhum desses mas sim uma massa folhada que lá estava há dias, pois que me havia dado na cabeça fazer um vídeo com a receita da minha massa, acabando por ficar a meio, que outros afazeres tiveram mais força. Optei então por congelar a dita massa, que hoje descongelei, como já referi. Pus-me a fazer para o almoço uma espécie de pizza e uma tarte Tatin, das ditas como deve ser, uma vez que já possuo uma frigideira daquelas que são tão apaneleiradas mas tão apaneleiradas que vão ao forno sem lhes derreter a pega. Pois. A espécie de piza ficou, não só uma beleza, como de bom sabor e textura. A tarte ficou medíocre em aspecto, em sabor e em textura. Mas olhem que é como a bota da tropa - também marcha, ah pois. De jantar, tenho no forno um gratinado de massas com espinafres e ricota. Estes últimos itens pertencem a uma mistura que congelei quando fiz ravioli num fim-de-semana lá atrás no tempo. Tipo assim de repente lembrei-me daquilo e pumba e coiso, usei. De resto está tudo bem comigo, obrigadinha.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Planeando o fim-de-semana

No congelador tenho uma sobra de massa de bolo de banana e um sumo de amoras. A massa sobrou porque fiz a quantidade para um bolo em forma de buraco mas na hora do despejo fi-lo em forminhas de queque, vai daí: sobrou. O sumo fi-lo meio à pressa, tinha comprado um pacote de amoras desidratadas mas acontece que a validade é curta, de modo que, como o pacote exemplificava que o seu conteúdo poderia servir para fazer sumo, eis que. Como o fiz à pressa, como já referi, resolvi congelá-lo porque o usaria numa próxima data, isto já com a ideia de o utilizar como cobertura de cheesecake, se bem que para isso teria que juntar açúcar e pô-lo ao lume até reduzir para aí até à metade. Ainda assim, ainda tendo o que tenho no congelador, não sei o que faça para nos adoçar a mente e o corpo. No outro dia fiz barritas (dizem eles que energéticas mas eu acho que são mas é gulosas e podem ver a espécie de receita aqui), umas de tâmaras, outras de alperces, e estas ainda se encontram a forrar o meu frigorífico. São, portanto e obviamente, as menos gulosas. De maneiras que sei lá eu o que vou fazer amanhã, né? Irei às compras, isso irei, 'stand up for life', cantarão as Destiny Child no leitor de cds e há também uma altura da canção em que cantarão 'for love' que eu bem malembra.