A captura de ecrã é de 27 de Abril do ano corrente mas a baleine é de 18 de Junho de 2017.
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quinta-feira, 1 de maio de 2025
terça-feira, 17 de julho de 2018
Colagens
Colei o burrico da Cataluña no meu caderno, nem pensando na tal adolescência que pareço querer. O burrico está todo encarquilhado, faz uma colagem feia, o que me agrada por conta da história que tem. Era um autocolante que estava na top-case da mota anterior e, querendo guardá-lo (ou guardá-los, antes assim, que eram vários) para voltar a colar na mota actual, lá se tentou retirá-los. Só que não, não se retiraram com saúdinha suficiente para ornamentar o novo malão. Bem que, lá na oficina, houve quem usasse um soprador de ar quente (que tem um nome técnico, mas sei lá eu qual) e lá que a pessoa usou bem a ferramenta, usou, mas, como já disse, não foi uma perfeição daquelas mesmo perfeitas, de maneiras que me vi obrigada (ah ah) a colar tudo o que de lá saiu no meu caderno. De adolescente. E não, não tenho saudades da minha adolescência. Conscientemente, não. Para além do burrico catalão, há também um touro de España e um leão de León, todos três assim para o ondulado e todos os três vieram das férias do ano passado.
sábado, 11 de novembro de 2017
Catalunha
Este post serve para mostrar ao mundo que percorri parte da Catalunha muito antes de o todo aquele aparato «independentista» ter estourado. Bem sei que já mal se ouve falar catalão na TV, que entretanto já se passou por todos aqueles fogos e o que está na berra, no preciso momento, é o número de casos de legionella nos hospitais...
... Mas pronto, ó eu disfarçada de negativa, na Catalunha:

... Mas pronto, ó eu disfarçada de negativa, na Catalunha:

quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Lembram-se da pedra da crua vermelha?
Pois bem, ainda que não se lembrem, fiquem sabendo que não estava lá, na montanha onde passeiam cabrinhas e a passarada voa-avoa, a montanha das árvores de todas as espécies (quero lá saber se estou a exagerar), a montanha de belas flores, a montanha das altas rochas.
A montanha.
Não estava então, a minha pedra da crua vermelha, nesse lugar, na alta rocha onde a larguei. Oh.
Tinha esperança de a rever. Ainda assim, é bom que não esteja, quiçá alguém a tenha levado, olha que pedra tóin xira, com uma cruz, faz até de conta que sabem que eu decidi chamar-lhe crua por conta da troca de dedos ao digitar. Lembram-se desse episódio? Crua, crua, cruz, cruz. No teclado, como em tantos, o á fica acima do zê, de maneiras que troco-as sempre, assim, olhem, houve renomear. A pedra da crua (z, ah ah) vermelha.
A propósito de escrever
Não cheguei a terminar a caneta preta nas últimas férias. É. Nem a vermelha. Se bem que sobre esta última não havia intento em terminá-la lá, enquanto a preta, pois sim.
Não acabei a caneta (preta), quiçá por falta de escrita. É que eu, no segundo grupo de férias, escrevi pouquíssimo. Entretanto, este assunto tem tanto tempo (e passou já tanto tempo sobre as últimas férias) que nem me lembro porque tive tão pouca vontade de escrever, eu que sou uma torrente de palavras.
Escritas. Pois.
De maneiras que ficamos então assim.
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
sábado, 9 de setembro de 2017
Um dia por dentro
Dentro da basicidade que é a vida, fiz o que estava dentro da imprescindibilidade que há dentro da domesticidade. Andei por dentro daí, alternando com o lazer, o qual, no meu caso, se encontra dentro de ver tv, tirar fotografias e atualizar o blogue.
Há dança com braços acima e um rabo de cavalo a ser feito, abaixo.



segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Ó Gina escreve, eee
Boa noite.
Tanto a televisão como o computador estiveram ligados a tarde inteira, trabalho que se lhes estenderá ainda umas horas. Tenho vindo a alternar por entre a tecnologia referida e as questões domésticas.
Gosto de ver TV.
Gosto de navegar na Internet.
Tenho que governar o lar.
Vejam lá que até lavei o fogão. Estou que não posso, de inchada. De orgulho.
Não sei se vos interessa - e pra que é que interessa se vos interessa ou não?, porque não escrevo só pra mim - mas fiz um jantar parvo. Não quis meter-me no supermercado - vai daí acresce uma tarefa para amanhã - a ideia aborreceu-me sobremodo, e não fui, então forcei-me a contentar-me com o que havia:
três ninhos de massa
quatro cenouras
meio chouriço
dois quadrados de bacon
uns quantos ovos
legumes vários
montes de temperos
Pá... Pronto... Era curto para três. Preferia que sobrasse - e sobrou - comi sopa da véspera de ontem e uma maçã.
Por falar nisso. Hoje ao almoço, como sobremesa, descasquei e cortei um pêssego aos quadrados, descasquei e cortei uma laranja em duas - metades, pois - com uma fiz três rodelas e à outra espremi-a por sobre tudo. Agarrei no frasco de mel e pus uma colherzinha no centro de cada rodela de laranja e ainda polvilhei ligeiramente com canela. Em pó, claro. O polvilhar já implica pó, né?, sim, claro. Estive vai não vai para tirar uma foto com dois tipos de fruta tão distintas em paladar e textura, muito embora de cor semelhante, e fazer ganda alarido disso no blogue... mas desisti. Pra que é que vos ia interessar, né?, não!, claro que não!, eu sei lá quando e como e porquê alguém vai encontrar algum prazer em ler o blogue!, mesmo que o interesse seja poucochinho!, isso é que não interessa nada, pá!
Os és que hoje tenho colocado após as vírgulas - nos títulos dos posts apresentados - referem números, este é, portanto, o post número três de hoje. De nada, ora essa.
Bom, posto isto, gostei muito deste bocadinho. É irrisório vir para aqui dizer que gosto de escrever, portanto remato dizendo que gostei muito de escrever este bocadinho.
Ó Gina escreve, ee
Boa tarde.
Tenho estado entretida com a atualização dos meus cadernos, o da(s) foca(s) e o prateado. And it means que:
já acabei aquele e me esfalfo por ora neste. Ah... É trabalhoso, isto. And it means que:
refiz a lista de supermercado,
transferi as ideias para vídeos e fotos das quais ainda não dei conta,
transferi as ideias para vídeos e fotos das quais ainda não dei conta,
transferi o têpêcê que Marió mandou fazer,
fiz as colagens. And it means que:
colei um desenho infantil que surripiei da sala de espera,
colei um pedaço da embalagem da farmácia com o slogan publicitário a dizer 'um penso para cada necessidade' e com desenhos de pensos rápidos a fazerem cruzes,
colei um pedaço de papel que vinha envolvendo o limão que comprei há pouco, cujo desenho é feito com as cores primárias. And it means que:
ó pá, ficava tão bem com o filtro pop da minha máquina fotográfica montes de espectacular!
Acabei com a cola, já está na lista de faltas. Com aqueles pedacinhos colados, e portanto secos, à volta do bico, deu pra fazer pastilha tão elástica quanto essas. Mas pequenina. Ou eu tenho a boca grande. Sei lá.
Ó Gina escreve, e
Bom dia.
Olhem, cheguei agora de fazer análises ao sangue e à urina. Entretanto, a farmácia ainda fechada, não me pude aviar dos comprimidos que me transformam a maluqueira em cérebro forte e estupidamente inteligente. Não tenho nem um, unzinho só. Credo, que ainda se me implode qualquer coisa em mim adentro. Mas, como vou daqui a nada para a consulta de psicologia, passo lá e compro-os. Levo daqui o envase com águinha e tampa.
domingo, 3 de setembro de 2017
sábado, 2 de setembro de 2017
ó pá tóin xiru!
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