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sábado, 13 de maio de 2023

Cheesecake

Desta vez não estava tão bom, ca pena. Tinha a base demasiado cozida e então, de seca, embaçava. Entretanto fiz umas alterações à foto que tirei. Tenho andado a perceber isto do HTML e percebi que, em vez de atinar no tamanho 3:4, engatei no 9:16 porque julguei que era esse o tamanho que usava antes de me ter embeiçado (afinal parvamente) pelo full screen. Mas pronto, seja lá como for cá ficam mais umas fotos no tamanho 9:16, quanto mais não seja para ver aquilo dos números no HTML neste tamanho, pois quiçá me dê na mona voltar a esse tamanho e assim já tenho os números apontados. Ou decorados, sei lá. Tanto faz. Seja lá como for, antes de mais tenho que os apontar.

sábado, 11 de março de 2023

altivez

9 de Março
e é 'Lisboa, Lisboa' é

Estas

Estas imagens são os shots que escolhi para miniatura dos vídeos das férias de 2022. Mesmo de fraca qualidade, como referido no post anterior, gosto delas. Ademais serve para registo da lonjura de tempo que há que isto foi, e foi há oito meses. A lonjura foi desleixo, preguiça, esquecimento, azáfama. Escolhi palavras que não rimem que é para o tema ficar bonito.

domingo, 1 de janeiro de 2023

dois mil e vinte e dois, dois mil e vinte e três

eis a última foto de dois mil e vinte e dois e as segunda, terceira e sexta de dois mil e vinte e três
querendo, há boa imaginação para a primeira foto deste rol e boa apreciação para as restantes
Bolo de Noz com Doce de Ovos e Barragem do Rio da Mula

sábado, 31 de dezembro de 2022

pó caralho

Tenho saudades do blogue, do desprendimento que tem perante o bem-parecer, se pareço parva, sem noção, se a foto, afinal, está torta, se o vídeo é uma merda, ademais desinteressantes. Há dias vi uma influencer mandar pó caralho os seus haters. Longe de achar que é uma atitude a figurar no meu rol, quero é dizer que lamento, e não é pouco, não ter coragem para fazer o mesmo. Sou de me enfiar para dentro, levando comigo as vontades mais básicas, outrossim libertadoras, que há. Depois rebento, claro. E tenho saudades do meu blogue, de escrever acerca de temáticas sem importância absolutamente nenhuma. A foto abaixo, para já, é a derradeira desta saga que foi despejar o meu mais antigo, porém amado, telefone. Pá, e 2022, não tarda vai, não pó, mas cu caralho, lá isso.

Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.

Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.

O que acontece, ou acontecerá, é que tenho que repetir os discursos que, lamentavelmente, deixei inaudíveis. Pensando bem, é estúpido, afinal que graça tem e mais não sei o quê. Mas tenho que. Acho que se deixar passar mais um mês ou dois condigo achar que o assunto é novo. A foto é um print do vídeo que gravei onde me explicava toda cheia de nhó nhó nhós a asneira que havia feito.

Gosto

Não sou de conversas, a maioria das que tenho forço-me a tê-las, por isso é que gosto tanto de falar. Gosto de falar para a câmara, para alguém/ninguém, assim ocupo a mente com valores de nada, com o absurdo, até. Por isso é que aquilo das Histórias me sabe bem. Falo e falo e falo. Para alguém. Sem ninguém. Fui pesquisar desde quando é que sou assídua e resultou que desde Junho deste ano hei falhado apenas um dia, 3 de Julho, mas já em Abril e Maio havia sido algo activa, principalmente em Maio. Gosto de falar, 'migos. Nota: a moldura da imagem abaixo tem lá escrito o 2023, o que também gosto, e só agora é que a notei, mas, com tudo e por tanto, o facto é que é criação ajudada, ainda, pelo meu amado, e mais antigo, telefone. Ainda ando nisto de despejar restos de coleção, é verdade, é. E não, não está tudo despejado no blogue, ainda falta umas coisinhazinhas. Já lá vou. Ou cá. Ou sei lá. Sei lá. As caras que aparecem por entre a moldura são minhas, de quando estou, precisamente, a falar. Para alguém. Sem ninguém.

No post anterior

No post anterior vem referido um tema que tem lugar no telefone, não no telefonee. Nos últimos posts tem-se visto que ando a despejar tudo quanto considere tralha inútil, daí ter corrido as pastas, daí ter relembrado semelhante tal, daí ter concluído o que, e como, concluí. Mas há mais coisinhazinhas disto do telefone & telefonee, como, por exemplo, algo que descobri no mai novo (o telefonee), e que foi a possibilidade de a aplicação 'bloco de notas' escrever o meu falar. Sério. Bem sei que tenho que falar tranquilamente e usar uma dicção de locutora, mas pá, aquela porra escreve o que eu digo! Se não tiver tempo (ou óculos!) para digitar, pumba, falo. Está bem que é pausadamente que o tenho que fazer e ademais a aplicação não pontua, mas porra, é mais uma maneira de. Ainda assim, vezes há em que este método não se me afigura como socialmente adequado, concluí eu quando, às primícias de toda esta temática, viajei de Metro e me pus defronte de um homem sem queixo. Discorri logo três ou quatro frases acerca da estranha visão, umas para a oralidade outras para a escrita, onde somente abordava a ausência de queixo. Enquanto me afloravam as ditas frases julguei boa ideia falar, então, para o telefone, tranquilamente e com dicção de locutora. Poi zé, o homem ia ouvir. Havia, e há, a remota opção de digitar, precisamente no telefone, os meus dizeres de cabeça mas levei tanto tempo a decidir que se me esvaiu tudinho. Oh. Deixo prints de notas que quem disse fui eu mas o telefone é que deixou escrito.

Olha outro!

Outro que tal. Há cada retrato meu... Não é um alívio da porra a gente ver esta informação no ecrã? Tem coração e tudo. É emocionante.

Grande retrato desta que vos escreve!

Este post serve também para registar que tenho ainda fotos no telefone e para mim é óbvio que quero que tenham lugar no blogue. Andei por ora pesquisando os fundos do dito e amado telefone e pumba, dei com isto que se vê aqui abaixo e que conta com uma data do Verão deste ano. Não é uma foto, é um print, ressalvo. Entretanto joguei no lixo outros prints, passou tanto tempo que, ou não me lembro o que me fez captá-los, ou agora aborrece-me fazê-lo. Mas este tinha que ficar aqui, é mesmo giro e retrata meeeeeesmo bem esta que vos escreve.

Lisboa, Lisboa

por tanto ter usado nos últimos meses a vertical na captação de imagens 
quase parece a mim que desisti da horizontal
 

gosto taaaaaanto de saber estas coisas...
(... mas ainda não tenho o teclado meeeeeesmo ao meu jeito)

Lanchinho

Foi lanchinho de um dia da última semana deste ano. Parece uma qualquer ave. A mim faz-me crer em ave bebé porque tem forma de aconchego de ninho. Ah, já agora, então e não é que cliquei no botão com tremuras tais que carreguei duas vezes a mesma imagem. Olha, ficam as duas e pronto. E não, não lanchei junto a vassouras, ainda que estejam virgens no uso, pois que são para venda. E não, nunca lanchei debaixo de vassouras virgens mas já rocei cabelos em vassouras assim.

Adeus. Ao pó e às marcas. E aos tracinhos.

terça-feira, 27 de dezembro de 2022