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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Questões

As questões, neste post, são as que estão no caderno que a rica filha me deu. Em certa altura, mais concretamente por alturas do fim de cada mês, há uma página dedicada a um questionário dirigido ao mês que passou. A particularidade é que as questões estão em inglês e transcrevo-as no original para não me distanciar da realidade, e transcrevo somente as do ano passado, de julho a dezembro. Comecemos.

july questions
What was your fave song this month?
We can do better. Não sei quem canta.
Write about a super fun time you had with your besties this month.
Na minha festa de anos. Coisa rara, uma festa para mim.
What was your greatest accomplishment this month?
Que sou aquela pessoa que faz. Que sou criativa e que faço. Faço.
What do you want to work on next month?
Na auto-estima. Para melhorá-la. Na irritação. Para eliminá-la.
What was a dream you had this month?
Emagrecer. É quase utópico. Tem-se revelado utópico.
august questions
Write about a book you read this month.
Nenhum. Não consigo ler. É um problema. Fui de férias, levei livros e não li quase nada.
Write about a day this month you that you will never forget.
A viagem de vinda para casa. Pelo sofrimento que foi aquele calorão.
What was your favorite outfit this month?
Um vestido azul, que comprei no chinês, portanto: barato. Adoro-o. Fica-me bem.
What are your goals for this school year?
Não deprimir com o que ouço das pessoas, nem com o que pensam do que faço ou digo.
What was something new you tried this month?
Hum... Talvez aguentar a fome pela manhã, enquanto preparo a massa de crepes e ainda aguardar que se misturem os sabores (é bom que se aguarde).
september questions
How many times did you see your besties this month?
Não tenho besties...
What was your favorite day this month?
O dia em que a rica filha fez anos. O dia em que o rico filho nos visitou.
If you could travel anyehere for vacation, where would you go?
Holanda. Porque na verdade é uma viagem que já está como que programada.
What was the nicest thing someone did for you this month?
Alguém mencionou o meu blogue como sendo espontâneo e divertido.
Who is your favorite celeb right now?
Hum... O rico filho, ah ah! Ele lançou um álbum de rap no Facebook.
october questions
Write about something new you tried this month.
Nada. Esta pergunta, que afinal não é pergunta nenhuma, devia ter vindo para aí em julho, quando comecei as aulas de Postura&Equilíbrio, ou então em março, quando comecei com as massagens.
List you favorite movies.
Não sei. Não sou consumidora do género. Do género cinéfilo, ou a caminhar para lá.
What goals did you reach this month?
Variar os pequenos-almoços com mais vontade e saber.
What is your favorite day of the week? What makes it awesome?
Sábado. Por ser o primeiro dia de descanso, o que significa que no dia seguinte é mais do mesmo, mas um mesmo bom.
What was your favorite ouytfit this month?
Blusa preta, calças bordeux, casaco preto, sandálias pretas. (sim, sandálias)
november questions
What was you fave memory this month?
A árvore amarela. O Natal a chegar e por isso já haver enfeites nas ruas, embora apagadas. Mas pronto.
Did you make any new friend this month?
Não.
Write about a fun memory with your family.
Andámos os seis de volta de saber onde pára o Wally.
What are your goals for next month?
Não estar triste.
december questions
What is a Holiday tradicion you look forward to?
Então, estávamos em dezembro, e eu cá gosto do Natal.
What was something new you did this month?
Instalei o Snapchat no telemóvel.
What was your favorite part of this year?
O Verão. As férias. Nada de peculiar, portanto. Não acredito que haja alguém que não goste em absoluto do Verão e das férias.
What are your goals for next year?
Manter-me mentalmente saudável. Arranjar, ao menos um pouco, de autoestima.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Guardanapos

Olhem, já fiz toda a transição de roupas de Verão para o lugar das de Inverno e o seu contrário, e, afinal, esqueci-me daquela situação barra ideia barra qualquer coisa de perfumar guardanapos para os intercalar com as roupas, isto por modo a que algum perfume prevaleça. Prevalecesse, vá, pois prevaleceria se me tenho dedicado a esse afazer. Que era de acréscimo, tudo bem, mas também de valor. E andei a guardar guardanapos bonitos, trazidos das férias (férias? o que é isso?), um até tem lá escrito o nome de um restaurante em Mértola, o Tamuje (aconselho vivamente, é um lugar simples, bonito e bom), tenho outros com limões que se falassem era em castelhano, outros azuis e outros bordeaux que também falariam essa língua se falassem e, por último, uns grossíssimos, lindíssimos e azulíssimos, com motivos outonais, ele é uvas e ele e folhas de parreira e ele é aqueles veios encaracolados tão próprios dessa árvore, que vieram de um almoço muito especial e inesperado. Tenho foto:







Esse almoço constou de frango assado trazido da churrasqueira da esquina e arroz e batatas fritas feitos em casa, sendo que as batatas foram fritas numa daquelas máquinas que faz fritos com apenas um colher de sopa de óleo. A Zé até me dizia, ó Gina, essas batatas não prestam, vais ver. Mas eu estava curiosa e o que tenho a dizer é que se lhes nota muito pouco o sabor da gordura e se lhe sente a falta. Pronto, já se sabe, é como um café descafeínado, mas essa porra tem alguma graça? Não! Mas eu às vezes bebo... Depois houve mousse de chocolate instantânea, que dado o avançado da hora não tivera tempo de ganhar corpo e sabor, e, no finalzinho, para acompanhar o café veio um bolo-rei daqueles pequerruchos. Eu já estava entupida de comida, de maneiras que desse bolo comi pouco e, como eu, outros, vai daí sobrou para aí metade, o que de um bolo pequerrucho se torna uma porção irrisória. A Zé lamentou que sobrasse e eu recomendei que comesse no dia seguinte e quando o fizesse se lembrasse de nós. 'Oh, mas eu lembro-me sempre!' respondeu ela, e eu sei que sim.
Pronto, para terminar este post fantástico recordo que usarei os guardanapos como é costume usar os guardanapos que me chegam à mãos por vias mais convencionais. Recordo-me!, quero eu dizer.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Azeitona



Esta foto anda-me aqui há precisamente um mês. Eu estava de abalada para as férias de ir para fora e, por qualquer motivo que já não recordo, cliquei. Vê-se até um pedaço de porta. Já o título, pois que se me chegou à conta da menina do olho, que ficou preta à conta do filtro a preto e branco. Bem sei que também há azeitonas castanhas, mas pronto.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Massachicha

Ó pá foi toin xiru! Laurent começou por achar-me com um ar triste, de fim de férias?, alvitrou. Respondi que sim, era isso, lembrando que na última vez tínhamos estado a falar acerca das nossas férias, àquela hora ele ainda não tinha sequer retirado a mala de viagem do seu lugar e partiria na madrugada seguinte para Paris, eu iria para onde fui, também daí a nada, ver o Mediterrâneo (ver, passear à beira, meter-me adentro, esbracejar italital), dizendo ele que trocaria de bom grado o seu local de férias pelo meu. Respondi-lhe que, pensando bem, trocaria eu também com ele. Mas não trocámos. Quando me ri por algo que já não malembra o quê, ele disse que a minha gargalhada lhe fazia lembrar alguém, que era igualzinha. Reclamei: ora essa, não me diga que não sou única, como assim uma gargalhada igual à minha? Apressou-se a dizer que sim, sou única mas é que há ali um toquezinho que lhe faz lembrar alguém. Achei-lhe um piadão. Assim como acho um piadão a tanta gente, tanto pela sua unicidade como por me fazerem lembrar alguém. Há anos aprendi que somos diferentes somente à superfície, que escavando vai tudo dar no mesmo, quais diferenças, quais quê!

O filme

Tenho andado para falar do filme que vi quando estava de férias e é agora que vou falar. Queria registar que terminei de o ver, sim senhoras e senhores (e uso parêntesis para relembrar os leitores deste post que o filme se chama Henry e June) mas com mais um intervalo ou dois, pois como sabem, e se não sabem não faz mal, eu gosto de vocês na mesma, sou demasiado inquieta para ficar mais de meia hora a ver tv (é que nem prás netes, quanto mais). A história foi-se desenrolando e subiu ao #intensóscandalôsósexual. Comigo está tudo bem, 'tá?, não me importo que haja filmes assim, deu até para perceber que nos anos 30 (ou para aí quê?, o século inteiro, no mínimo) a malta das artes se amandava de cabeça pra Paris devido à liberdade e a ausência de culpas, tudo se misturava, se via ou fazia. É uma coisa muito presente no artista, isto da liberdade e da desculpabilização. Mas afinal que mal é que tem?, perguntam-se. Nenhum!, respondem-se. Pronto, faltava este último resumo e agora já não falta.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Quarta-feira

Antes de mais revelo a grande novidade na minha vida - não mais terei de andar à pesca de comentários por aprovar no 'interior' do blogue. Que boa notícia. Logo de manhã tinha uma mensagem a dizer-me para aceder a tal parte para aceitar o convite de ser notificada. Até que enfim!
Fui ao supermercado. Hum. Que não-vontade, 'migos, que não-vontade. E depois ainda tive de ir dar de beber ao burro, que já apitava nas curvas, tal a fomeca. Mas agora estou aqui convosco. Olá.
Andei a dar uma volta ao meu caderno diário e ao do amarfanhado de folhas. Dentro deste estava um papelinho que dizia:

olejilhões)
mexilhões
mejjillones)

Tentei transcrever o 'desenho' que fiz com as palavras, que não me apetece fotografar, e que significa que numa ementa de um restaurante em Espanha havia uma folha dedicada aos portugueses, onde, quem a compôs, concluiu que mexilhões se escreve olejilhões. Já mejjellones é à espanhola, ou então não, sei lá eu, e nem vou pesquisar. Por entre as folhas do caderno tinha três folhas, de diferentes espécies, que arranquei de um canteiro de um outro restaurante, também durante as férias. É só coisas boas. Não vou guardá-las nem nada disso. Desta vez, não.
Ah, e verdade, da ida ao supermercado, dentre uma catrefada de coisas, trouxe isto:





Ó pá toin xiru, poijé?
Não cheguei a ver o filme que queria ver, o 'Flores partidas'. Ainda tenho tempo, claro, mas isso implicaria não escrever. E eu - não que viva para escrever, mas não vivo sem escrever - prefiro o blogue. Mas, logo de manhãzinha, pus-me a ver um filme (não recordo o nome) com a Maria de Medeiros, um filme erótico e algo intenso e cativante, mas como tinha mais que fazer, deixei para aí a dois terços do fim. Se calhar, daqui a pouco, quando se me esgotar o palavreado, vejo o resto.
O docinho de que falei ontem está mesmo muito doce. Ah, que exagerada, pá. Ou será apaixonada...? Ai... Eu queria que o meu escrever fosse apaixonado. Ai. Quando escrevo à mão, no caderno diário ou no bloquinho rudimentar e tal, sou rápida, mas tenho uma caligrafia de mete-nojo. O Luís diz que escrevo com muita raiva. E eu queria que fosse apaixonadamente. Mas pronto, seja lá como for, é debaixo de um sentimento intenso que escrevo e, se não é o que queria, pois paciência.
Comprei a revista Continente Magazine de Setembro, a que já dei uma parca vista de olhos, mas, ainda assim, já constatei que tem menos cupões de desconto e menos páginas. Até me pareceu que as folhas são mais pequenas, mas pode ser da espessura estar menor. Qualquer dia deixo-me disto de comprar esta revista, é que ando sempre atrasada, por exemplo: saiu agora a de Setembro, mas eu ainda nem sequer comecei a ler a de Agosto, ou, se comecei, é isso mesmo, comecei. Levei-a de férias, sabem?, é, mas nem lhe peguei. Foi só para fazer peso, claro. E sim, aquela minha cena de não conseguir/querer ler também abrange revistas. O mês passado comprei também a revista Cristina, falo portanto da de Agosto, deu-me curiosidade, quem sabe seria uma alegre surpresa e eu, nas férias, a leria toda de uma enfiada. Só que não. A questão é minha, não do tipo de leitura, se é livro ou revista, pouco importa.
Hoje não faço jantar, sobrou do almoço, umas massas em forma de rosca e umas carnes em forma de porra nenhuma. As massas cozi-as com sal e especiarias, sendo estas uma mistura de pimenta preta em grão, açafrão e cominhos em pó, lâminas de alho seco. Estas são as que percepciono, que outras há, ou então não. A carne é de aves e espetei com ela dentro de uma frigideira onde tinha posto o líquido que ontem escorrera dos bifes de frango que fritara. Entretanto guardei a água de cozer as massas para cozer, daqui a nada, os bróculos. É só aproveitamentos. Se calhar não é bem vindo, este caldo de cozer massas, por largarem farinha com a cozedura, mas se eu deixar assentar, que estou a deixar, o cimo do líquido estará livre do indesejado. Talvez eu conte como correu. Os bróculos são para juntar a isto tudo. Deve ficar bom.
Também tenho visto alguns programas de culinária. Quero dizer, na verdade são todos do mesmo, 'Os Segredos da Tia Cátia', de Cátia Goarmon. Uma querida. Uma fofa. Tem cada invenção mai linda, pá. Há pouco fui dar com uma tarte de manjericão, que não entra no recheio, não senhores e senhoras, mas na massa, joga-se tudo para dentro do processador e pumba. O recheio é de queijo de cabra e chalota, ingredientes substituíveis, pois claro. Ah, e ovos a ligar, e não tudo jogado no processador, não senhores e senhoras, que a chalota é refogada em manteiga, para mais macia ficar, e deitada na base de massa ao depois da mistura de ovos e queijo.
Ah, o Ginásio, pá! O Ginásio! Estou quase lá. Há anos e anos e anos que o Agosto é de interrégno. Tenho saudades, há movimentos que me acalmam o corpinho. E a cabeça. Senhores professores e senhoras professoras: segunda-feira estarei junto de vós.
Do tal filme erótico, já vi mais um pouco, estou agora para aí a metade e entretanto também já vos posso dizer o título - Henry e June - e vai agora escaldante, e gosto. Entretanto já pesquisei acerca, uma vez que o escritor Henry Miller faz parte dos personagens, e descobri que o filme é baseado nos diários de Anaïs Nin (é ver aqui, em querendo), que escreveu num diário durante cerca de sessenta anos, sendo ao todos umas trinta e cinco mil páginas. Porra, acho que não chegarei a tanto... Mas vá.
Ontem chegaram-me umas luvas coloridas, que são de ciclista mas é aqui a motard-pendura que as vai usar. São muito coloridas, bem ao jeito dos néones da malta de duas rodas, e sei que são de ciclista porque apenas as palmas estão protegidas, nada nos nós dos dedos, quer isto dizer que, em caso de azar, não esfolo as palmas das mãos mas parto ossos. E também os esfolo. Hoje chegou-me um gorro de malha fina e em cor morta. Agora é noite, não dá para ver bem, mas é coisa que fica ali entre o creme e o cinzento claro. Amanhã digo-vos. Claro que já o enterrei na cabeça, claro que achei que me fica bem. Até fiquei com pena de não o ter mais cedo, ter-me-ia dado jeito para esconder o penteado que daqui a dias mostrarei ao mundo em forma de vídeo a falar dos livros e cadernos que levei trouxe de férias e dos meus cadernos novos. Sim, já tenho novos cadernos.
Não terminei de ver o tal filme, mas conto terminar.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Terça-feira

Estive a ver um filme. Normalmente não dedico muito tempo ao visionamento de filmes porque prefiro outras paragens, mas, quando tenho dias seguidos, a dado momento, percorro o histórico de um ou outro canal de filmes e toca de escolher. Não sou de escolher o filme pelo elenco, a não ser que perceba que este/a ou aquele/a actor/actriz não são dados a filmes violentos ou assustadores. Bom, o filme parecia lamechas, eu sou lamechas, logo: pumba e coiso. Foi giro. Basicamente a moça era doente, o moço estróina e vá. Ófim daquilo ficaram juntos, claro, ópois de sexo e sexo e sexo, ficaram juntos, ela doente, ele estróina e foram ser felizes noutro lado, quiçá num outro filme, pois se são actores... Ah, o filme chama-se 'O amor é o melhor remédio'. Bom, tenho outro filme para ver, talvez guarde para amanhã, não sei do que se trata (como deste também não sabia) mas sei que se chama 'Flores partidas'.
Ando a limpar armários a uma velocidade muito lenta. Às vezes cheira-me a sujo e a gordura, que é coisa recorrente numa cozinha e que jamais será exterminada, pois que lavo e limpo e sujo e engorduro ende sôu óne. Mas é assim a vida de uma pessoa. Nada (mais!) a fazer. Quando ando nestas andanças, mudo as coisas de potezinhos para lavar os potezinhos, que, já lavados e enxutos se põem a aguardar a vez de serem utilizados (também não têm nada que fazer, né?), coisa que ocorrerá ao estarem vazios de seus conteúdos, ou quando me der na mona fazer outra vez uma troca porque me cheira a isto e àquilo.
Mais logo tenho que fazer a cama de lavado. Logo de manhãzinha pu-los a lavar, na esperança de que sequem até à noite. Assim até é bom, nem os passo a ferro nem nada. O que vale a mim é que não passo lençóis a ferro. Sério. Mas a sensação de me enfiar nuns lençóis que secaram no próprio dia, sem os ter passado, é quase tão boa como a de me enfiar nuns lençóis que o foram, mormente se à data do calendário. Ah... Adoro a sensação de lençóis lavados, limpos, passados, é prazeroso, pois é, mas não os passo a ferro. É tipo aquela coisa que se diz 'perdoa o mal que faz pelo bem que sabe' mas ao contrário... ou diferente: 'perdoa o bem que não sabe pelo mal que me não fez'. Sim, passar a ferro faz-me mal. Hum, eu tenho mesmo o condão de baralhar tudo. Bom. E venho eu às vezes dizer 'ai o que eu gosto de escrever! descubro coisas! tão bom!' Bom.
Bom.
A minha vida, nos últimos dias, tem-se dividido por entre lavagem de roupa, tratar de limpezas daquelas semana-a-semana, limpezas de quando me cheira mal (aí tanto faz a periodicidade, é quando cheira mal e pronto), deitar fotos no lixo, editar vídeos, deitar vídeos no lixo, sacar os vídeos já prontos, e aquela parte de os arquivar na grande memória externa que há cá em casa, bem como no estaminé, ficará para daqui a duas ou três semanas, que é tipo assim quando a minha cabeça já não lembra pormenor nenhum das férias. Não é por mais nada que não por preguiça. Sim, eu tenho preguiça de ligar os discos externos, é uma seca do caraças, geralmente dá-lhes uma travadinha qualquer, custam a ligar, umas vezes não fazem pisca-pisca e têm que fazer. Ah, e sim, eu sou daquelas pessoas que acha bem ter dois discos, quem sabe nos gamem um ou assim. Mas também vos digo, a dada altura deixei de prestar atenção se estão iguais, perdi-me, ainda que tenha usado todo o meu saber e disciplina para seguir avante com a igualdade entre os discos externos desta que escreve.
Vou fazer um doce com sementes de chia, e não é por tê-las que vai ser um doce super saudável e super equilibrado e super livre de glútenes e sacaroses e lactoses, não, vai mas é ser um doce que me vai inchar tanto que vou parecer uma batata insuflável. Bom, às tantas, leitinho não tem, mas vá. Tenho no frigorífico um resto de morangos de lata, dois pêssegos meio murchos e duas limas que se encontram ainda jovens mas o melhor é usar, quanto mais não seja porque sim. Espeto com tudo no processador - quando digo tudo, digo o líquido da lata também, os pêssegos descascados e cortados em pedaços e o sumo das limas -, junto açúcar - ou mel - a olho, volto a processar, depejo em tacinhas e meto em cada uma uma (ui, isto ficou esquisito, mas...) colherzinha de café de sementes de chia. Daqui a não sei quantas horas as sementes estarão inchadas e gelatinosas. Vai ser tão bom.
Bom, já fiz o docinho que se me apresentou com uma linda cor avermelhada, que os morangos levaram a melhor na cor mas não no sabor, pois que sabe mais a pêssego do que a eles e até as limas emprestam mais sabor do que os ditos, quem sabe por serem de lata.
Há pouco, para me certificar do nome do filme que vi de manhã, na pesquisa surgiu um vídeo. que é um excerto do filme, e que num dos seus segundos a personagem Maggie Murdock dia: '... encontrar uma hora ou duas para alívio da dor de ser como é', o que me levou até ao meu 'ser como sou', que sou triste. O que muitas vezes faço para não ser/estar/parecer triste é exactamente isso de arranjar artifícios para me aliviar de mim, como diz a frase do filme. Artifícios sim, contornar ou controlar ou esmagar a tristeza é uma arte imensa. E dá cá uma canseira... Não, eu não cheguei a dizer 'eliminar', para eliminar a minha tristeza ainda não encontrei a arte.
Bom! então? e agora? que falta fazer? que falta escrever deste dia?
O jantar estava salgado. O doce estava muito doce. Há três dias que ando nisto de salgar e adoçar em demasia. Dizem por aí que isso acontece quando as pessoas estão apaixonadas. Hum, ok, vá.
Tenho fotos, as tais de que falei ontem, da viagem/estadia de férias que recentemente terminou. Então vá.


É um trecho de um dos livros que deixei no tal lugar a quem me lembrei de chamar: biblioteca/embutimento. Ups!, acho que não era assim. Sei lá, está a dar-me uma branca. Mas sei que o livro se chama 'Meia-noite todo o dia' e quem escreveu foi Hanif Kureishi. Na verdade não sei, pronto, fui pesquisar e acabou a conversa.




Em Corvos, há este poema todo bonito (foto acima) , num expositor todo bonito. Ups!, aquilo não se chama expositor. Aliás: não sei mas sei que está a dar-me outra branca. E no chão encontrei este prato tão tipicamente alentejano (foto abaixo). Devia tê-lo trazido comigo. Um dia compro um exemplar destes, traz-me memórias de infância. Na casa da minha Ti Bia comia-se neste tipo de pratos, de esmalte. São tão alegres. A ver se compro. Mesmo.






Gatinhos e mais gatinhos. Na foto acima achei piada a tantas cores claras. Pronto, o chão não conta. Na foto abaixo achei piada a tantos gatos de tantas cores. Estava em Mértola, aquando dos cliques.




Mas uma de  Mértola. Era tão bonito o sol por sobre as torre da igreja que não me escapou.





Este é o armazenamento de material de limpeza dos meus pais. Não, eu também não sei para que querem duas esfregonas. Pode ser uma para a cozinha e outra para a casa-de-banho. Hei-de certificar-me. Já os panos serem muitos não me intriga, quantos mais, melhor.









E agora chegámos a uma parte extraordinária dos apetrechos que o meu pai usa para regar a hortinha que tem no quintal.
Foto acima:
Vêem a mangueira atada ao braço do regador e mais um ferro, ou lá que é aquilo? Pois bem, é para regar o mais dentro da horta possível sem pisar a terra, não vá estragar as plantações. Zinhas, que a horta é hortinha.
Foto abaixo:
Para que o regador se mantenha no seu melhor quando pousado, não fosse o ferro e mais a corda e mais o que já naturalmente lhe pertence, o meu pai improvisou uns pesos a fazer de contrabalanço. Tem lá um peso daquelas balanças antigas, sim senhores, mas, não sendo suficiente, pôs pilhas, que é material denso que se farta.









Em cima temos então um passador feito com uma boca de garrafa de água mineral, mais umas meias da minha mãe, que por modo a não fugir, atou com fita de estore. Esta é mais uma utilidade que tenho que averiguar para que servirá. É que tirei as fotos e depois esqueci-me destas questões. E o meu pai ali ao lado.
Em baixo temos um arsenal inominável. Simplesmente. Pois. Então, são coisas. São coisas de velho, tudo bem, mas antes de mais são coisas.





Nota de rodapé:
Este post devia chamar-se 'Bom'

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Segunda-feira

O crumble de ontem está a virar bolo hoje. Encontra-se no forno. A ver vou se sai bem. Armei-me outra vez em boa nisto dos bolos: ah se a maçã está envolvida em farinhas e quês, pois que faço um bolo daqueles 4x4, substituindo a farinha pelo crumble que é mais farinha que outra coisa e tal, mais a mais tem maçã e tudo, vai ficar um belo bolo de maçã!
O bolo está bom. Ah. Ao menos assim come-se com gosto.
Só falo de comida, né?
Bom.
Já lavei dois caixotes do lixo. (sempre é um assunto diferente...) Tenho três caixotes do lixo cá em casa, essa é a minha frota doméstica. Frota?! Frota. Um numa das casas-de-banho, um na cozinha e um no quarto azul. Este último apara lixo que não suja nem cheira mal, é mais para papelada que outra coisa. Quando como algo aqui, sentada à secretária, a ver um vídeo ou a ler um blogue, penso logo que o melhor é não deixar aqui os caroços mas às vezes chega-se-me a preguiça e toca de. A vista de olhos - palavrosa - pela minha garagem está então feita. Não falei das cores nem das texturas dos meus caixotes do lixo mas, quem sabe, num dado dia que me lembre de semelhante tal, equacione, pelo menos, enveredar por aí.
De manhã enveredei pelo caminho do costume, o do passeio matinal com a cadela. Sai do prédio, vira à direita, vira à direita, segue, vira à esquerda, segue segue segue até voltar à porta do prédio. Isto comigo atrás e com inúmeras paragens para farejar, passando obviamente pelos chichis e cocó. Sim, os chichis são vários, há que marcar território, ser fêmea não significa não querer tomar conta de um pedaço de chão.
Acabei de receber uma mensagem de chat, daquelas que vêm do fuças, de alguém que não conheço mas que tem um sobrenome igual ao meu. Não é esta parte que me aflige... aliás: aborrece, digo isto de não conhecer as pessoas, o que me aborrece é que a pessoa destoa de mim (e eu dela, pois claro). Era um convite para ouvir uma mensagem e depois meditar em silêncio na dita. Hum... não dá, né? Não é que ache errado, nada disso, é que não quero.
Também não quero lavar as casas-de-banho mas tenho que as lavar. Como tinha uma máquina de roupa escura para fazer pensei assim: ponho mas é o tapete a lavar que depois não vou ter como não lavar as casas-de-banho. Sim, só uma delas é que tem tapete, a outra não carece, na verdade mal tem espaço para isso, a pobre. Uma casa-de-banho é pobre quando não tem espaço?! Ai o que eu descobri! Gosto tanto de escrever! Mas é um incentivo, isso de adiantar a lavagem do tapete, porque não sou capaz de o colocar, lavado, num chão que não o está.
Ah, o bolo saiu bom. E escuro. Lá salvei o crumble amalucado. (ai isto de escrever posts compridos, pá! ao rever o texto notei que já tinha registado o estado do bolo, mas como gosto muito de escrever e não gosto mesmo nada de apagar o que escrevi, deixo estar)
Ando há mais de um mês a ver se arranjo vontade de escrever uma cartinha virtual a Marió. É que fiquei de lhe escrever, contando da minha festa. Como sabem, e se não sabem não faz mal, eu gosto de vocês na mesma, abandonei os seus serviços, comecei a achar que estava tão doente como dantes mas de uma causa diferente. E como foi nestes termos que me fui dali, fiquei de lhe dar notícias, uma vez que a minha festa seria realmente um marco na minha vida, um feito enorme, um acto de coragem. De maneiras que, para Marió, essa etapa superada, simbolizaria uma cura ou um grande avanço na minha condição psicológica. Mas não tenho vontade de escrever-lhe. E as notícias não seriam más nem nada, afinal a festa ocorreu, eu fui capaz disto e daquilo, vivi momentos fantásticos e blás. Mas vou ter que arranjar coragem, assegurei-lhe que lhe daria notícias, portanto vai mesmo acontecer.
Estive a actualizar a minha lista de supermercado. Risquei o que deixou de fazer falta, apontei de novo algumas faltas que continuavam a haver (então há ou falta? é, eu gosto mesmo de escrever, descubro coisas incríveis) e apontei outras por serem novidade nas faltas. Dentre elas está a tinta para o cabelo, produto que uso há anos mas por fases, e pus-me a pensar neste contra-senso: se não me envergonho de ter esta idade por que raio me envergonho de ter cabelos brancos? É estúpido, isto.
Hoje não publico fotos, deixo para amanhã, logo vejo, mediante apetite. Não me refiro a fotos do dia mas das férias, há algumas que queria publicá-las porque as tirei com essa intenção, vai daí, é isso. Mas tenho dois vídeos. Fi-los com a intenção de servirem para substituir os posts quando eu estivesse de férias, só por dizer que entretanto desisti da ideia, pareceu-me parva, no fundo no fundo (a repetição é propositada) não gosto de programar posts, dá-me a ideia que vou arrepender-me ou assim. De maneiras que desisti, como já disse, mas ficaram os vídeos quem cobrem esse teor, o de não querer o blogue sem publicações, um, e a preguiça de os fazer, o outro. Fico sempre um bocado coisa/esquisita/aflita quando deixo vídeos meus no blogue, já explorei este assunto uma data de vezes, pouco me importa se não gostam dos meus textos, mas muito me importa se não gostarem dos meus vídeos, se me acharem uma chata do caraças. Enfim, hoje deixo vídeos e logo dois, é mesmo tipo assim para aborrecer quem passa. Bom, vá.







domingo, 26 de agosto de 2018

Domingo

Olá! Já cheguei a casa! Mas não deixo o modo dos últimos dias, que não me apetece, sei lá, por enquanto gosto dele.
Assim de saudades, saudades tinha de um teclado e um ecrã grandes, de me pentear com escova, de pôr desodorizante, de usar cuecas, de um corta-unhas... Bom, este último item talvez não encaixe na categoria 'saudades', que era uma falta, não uma saudade.
Já pus a máquina da roupa a lavar, perguntei-lhe se sentira a minha falta (ou seria mesmo saudades, estou agora a lembrar-me), eu cá (e isto não lhe disse) gostei muito de ouvir a sua música. Aquilo é peça para cantar quando se roda os botões e em inícios e fins de ciclos.
Tenho crumble de maçã no forno, que fiz amalucado, com maluquices como leite condensado e uma pasta de sementes de sésamo (restos que para ali andavam), que agora não malembra como se chama mas aqui no blogue tenho-lhe chamado nhanha. E tem também maçã e canela e flocos de aveia. Mas de flocos tem ainda arroz tufado, uma mistela africana (de que também não sei o nome mas sei que ma ofertaram sem grandes informações de como usar, de maneiras que tenho usado assim), o resto do pacote dos cereais de pequeno almoço que, oh glória terrestre, contêm frutos secos. Depois tem farinha e manteiga e canela e sumo e raspas de lima (quando fui ao supermercado, notei que não havia limões, vai daí agarrei em três limas, que não destoa).
O almoço vai ser atum grelhado com couve roxa (que cá deixei e cá está, felizmente é legume que dura montes de tempo) e batata-doce de polpa laranja. Qual a diferença que não a cor, né? É que vendo bem, ou pondo uns olhos de ver o bom da vida, isto das cores dos legumes por entre o mesmo tipo, nada mais promove do que um certo bem-estar ao nível da observação. Pode até haver diferenças de textura ou paladar e uma ou outra prestar-se mais a este ou àquele preparo, mas, para o meu palato, não é coisa sentida, a diferença. Os pimentos é outra coisa assim, o que difere é o verde, pois, mas porquê?, porque está verde, é imaturo, o vermelho é dessa cor porque alcançou a maturidade e portanto difere no sabor. Mas então o laranja e o amarelo, que diferença têm de sabor, se comparados ao vermelho?, quanto a mim: nenhuma, é só bonito no tacho, no prato, na mesa.
O crumble está esfarelento e o atum ficou salgado. De nada, ora essa. O crumble saiu assim porque me armei em importante - ah e coiso, eu sei fazer as alterações necessárias (só que não) - e o atum salguei-o demais porque... sim.
Acabei agora mesmo de alterar o meu nome da conta Google. O nome Gina G não estava a fazer-me qualquer comichão no blogue, mas no canal estava. É que sempre que eu quero dizer o nome do meu canal e digo Gina G (porque o meu nome é Gina e o meu último apelido tem como primeira letra o G, não escolhi este nome por mais coisa nenhuma que não esta) acontece que sempre que quero dizer o nome do meu canal, é necessário avisar que antes de aparecer o meu, aparece o de uma certa cantora britânica com um nome igualzinho, a qual, como está bom de ver, não sou eu. De maneiras que há pouco puxei pela mona até ficar mais alta, que lá no alto é que estão as boas ideias e deu-se o encontro, em vez do G poria Dilha. Dilha é as duas últimas sílabas de um dos meus apelidos (também tinha pensado em Gina Sem Apelido), nenhum dos outros se presta a soar tão bem se duas sílabas zarparem até outra freguesia. Portanto, coisum. É possível que encontre outro nome - inventado ou pela metade - mas por ora fica assim.
Eh pá, 'pera lá, mudei outra vez. Geia, fica mas é Geia. Para já, não é muito diferente, para depois, também não. Gina Geia ao vosso dispor, é dizer.
Matei uma mosca com o pacote de leite em pó. Eu explico. Ia arrumar o pacote e vi uma mosca na parede, e vai de truz sem muz. Guardei o pacote, agarrei num pedaço de guardanapo, limpei os restos mortais, joguei tudo no lixo e, como na outra mão levava o carregador do móves para o guardar, fui corredor afora, muito contente, guardá-lo.
Apanhei a roupa já seca e estendi uma outra mas molhada. A seca dobrei-a mal e encafuei-a nas gavetas. Às vezes sou assim e consigo sê-lo porque ninguém está a ver. Importo-me que vissem e não me importo de ser. Às vezes consigo baralhar isto tudo.

Estou imbuída de normalidade

sábado, 25 de agosto de 2018

Sábado

O quarto de hotel é apto ao alojamento de deficientes motores. Tenho portanto que fazer chichi com os pezinhos no ar e lavar os dentes mais dobrada que o costume. O poliban, esse é tão grande que posso esfregar a cabeça à larga, os pés, à vez, sem medos, que o piso é rugoso e derrapar é difícil. Só tenho qcue ter um cuidado extremo com o manípulo da torneira, que é super longo, não vá movê-lo e a água aquecer bués, coisa que, por ora, não desejo, oh que é lá isso. Ópois temos ainda a prateleira das coisinhas de lavar, que é pequerrucha, a ver se não é empecilho, julgo eu.
O pequeno-almoço foi sumo de laranja e torradas com manteiga e queijadinha de amêndoa e café. Saudades. De tudo, saudades aos montes. O almoço...




Hoje não há mais fotos que eu queira pôr no post, que sai mais curto e mais cedo do que o costume dos últimos dias. Mas, ainda assim, olhem: até amanhã, presumo e espero.

Olá, ó Albernoa

Adeus, ó Mértola

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Quinta-feira

Bom dia. São sete e quarenta e seis. O dia está ameno, como todos têm sido desde que cheguei. É ainda cedo para ir ao pão e, na verdade, não tenho nada no frigorífico que possa fazer as vezes de um pequeno-almoço. Mas é que nada. O supermecado abre às oito e meia...
A passarada faz banzé, que é aliás o seu costume. Há papagaios, como os que há ao redor do estaminé, mas estes são mais e mais e mais. No outro dia vi um a comer um figo directamente da árvore, estava todo lambuzado. Os cucurrus é que se deixam ouvir pouco, mas deixam, o que acontece é que os papagaios os abafam. Os cucurrus são rolas, presumo.
Antes da ida ao pão fresco e quente houve breve passeio pela praia. Não que a temperatura da água não estivesse apetitosa, mas a provável existência das tais bichas de que tenho vindo a falar, a par da pouca luminosidade do sol por sobre a água - por ser cedo o sol não subira muito - não me deixou descansar o suficiente para adentrar. Contudo mantive os pezinhos lá dentro, que a areia estava mais fria do que a água. Deixo fotos que são de ontem mas ilustram o que tenho estado a dizer:






Todas as noites adormeço com a mão direita apoiada na faixa que envolve o cortinado. Sei lá, dá-me jeito, deixar o braço pendurado desconforta-me. Coisas de mim. Ai.
Na TV passa uma série daquelas da sobrevivência, sabem? Esta é no deserto e o protagonista, que supostamente vive as cenas perigosíssimas em tempo real e realmente, faz coisas como comer escaravelhos, lagartos e cobras - que ele próprio matou -; andar horas e horas à procura de sombras; sair de areias movediças. Olha!, agora interage com indígenas. Já bebeu leite de camela e comeu um testículo de um mamífero - não fixei qual - e a seguir foi vomitar, tal o asco. Bueno, ahora mi reto es visitar la playa.
Já vim. Pois que foi mais do mesmo.
As viagens de elevador são longas, credo, isto de subir catorze andares demora para aí dois minutos. Talvez esteja a exagerar. Hei-de cronometrar.
Já choraste ao ouvir uma canção? Então já tens uma certa idade, id est: já viveste muitas coisas.
Cá estou, à hora do entardecer desta cidade, não que seja diferente mas também por isso. Entretando cronometrei a viagem de elevador. Que exgerada, a nulher que escreve neste blogue. Dois minutos?! É que nem um! Dura então cinquenta segundos, o elevador, a percorrer catorze andares deste edifício.
É provável que amanhã não vos faça tanta companhia《olha eu a armar-me... - é que já me têm dito que faço》porque amanhã estou em viagem.
E agora tenho fotos. A primeira acontece porque acho que vos devo um âpedeite do meu penteado e a segunda vem ao mundo porque quero registar que tenho os quatro membros do mesmo tom, coisa que não ocorria quando aqui cheguei.





Até amanhã, pois que, mesmo de abalada, assim espero e presumo.

Fotografia amarela《mais uma》para mostrar o autefite《em amarelo》

Sou como um V