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quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

máscaras (daquelas) e lenços (destes)

Ouvi dizer na Rádio que por esta altura as pessoas encontram máscaras nos bolsos dos casacos que não usam desde a estação anterior e acho que isto quer dizer que agora já se não encontra notas ou moedas, ou então deixou de ser novidade, mas eu vinha era rematar que, já eu, continuo a encontrar lenços de assoar nos bolsos dos casacos há muito guardados. Vá lá vá lá que máscaras (daquelas) e lenços (destes) sempre se aproximam em género.

sexta-feira, 17 de junho de 2022

eu tenho problemas com o cabelo

na segunda visita, época em que já não era preciso usar máscara, a cabeleireira reconheceu-me pelo corte de cabelo e eu reconheci-a pelo cabelo
(não que isto tenha a ver com o título, o que tem a ver é que tenho problemas com o cabelo, só)

sexta-feira, 6 de maio de 2022

passou do encolhimento à ostentação

cores em eu

cores em eu, a propósito do post anterior

A moda

Agora a moda está em recuperação. O confinamento foi o tempo da pouca roupa a uso, da contenção na compra. Agora, quiçá pelo alívio de voltar à vida de outrora, a moda é colorida que se farta - ele e misturar azul forte com verde forte e por junto o rosa forte e ainda se põe o amarelo por cima para brilhar até mais não. Eu gosto. Tenho até um circulo cromático - que trouxe do Pinterest - onde me certifico qual cor é oposta a qual, diz que sendo opostas não nadinha destoa de coisa nenhuma. Claro que a curiosidade em saber se, ou então não, é que me levou a reter a imagem no telefone.

sábado, 30 de abril de 2022

Dia de (li e vi no Instagram)

Ontem (lá venho eu atrasada em publicações...) foi o Dia Mundial da Dança. Registo que a minha última dança (movimento tolo, vá) foi ao entrar num supermercado alentejano (durante esta última viagem e blás e mais blás) sem máscara. Malta: sem! máscara. E não, ninguém me ligou a ponta dum corno. Quiçá o supermercado sendo espanhol... Hum.

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Beijos de língua

Daquilo de as máscaras cirúrgicas deixarem de ser uma obrigação usá-las se, e quando, a céu aberto, deixo dito que adquiri o hábito de dar beijos de língua à que trazia comigo. Andando e beijando já foi portanto prazer. Posso é continuar o costume quando, e se, me encontrar estática e com tecto acima.

sexta-feira, 18 de março de 2022

Lisboa, Lisboa

Como tinha o tempo a sobrar, dei a volta ao poste e voltei para trás. Passos. Isto fez-me lembrar aquele post em que expus as diversas questões relacionadas com o meu caminhar, mas em termos de registos no telefone, o que, por sua vez, me lembrou que ando há tempo para deslindar um pequenino pormenor acerca dessa interessante temática e que é a seguinte: quando referi que em determinado dia visitara três lugares desportivos, pois bem, foram esses todos, sim senhoras e senhores, mas somente um deles foi para treinar, que nos outros foi, um para votar, outro para ser vacinada.

quarta-feira, 2 de março de 2022

Passerelle pas française

A bem dizer nem sei o que dizer acerca deste vídeo. Poi zé. Estou a mostrar-vos a rua mais bonita de Lisboa e receio acabar com o encanto que me oferece. Ou que lhe arranjo, lhe ponho em cima. Mas também sou sincera se disser que quero este vídeo no blogue. Pertence-lhe. Tem tudo a ver, já referi a rua mais bonita de Lisboa em algumas dezenas de posts. Esta é então a tal rua que tem vinte e seis árvores e, ó pá tóin xiru!, uma delas ainda tem muitas folhas castanhas, apesar de o Inverno já ter poucos passos para dar. A ideia para este vídeo foi registar que a roupa de trabalho também serve para percorrer as ruas de Lisboa. Não que ande propriamente andrajosa pela cidade, bem sei que não, mas pá, é roupa de trabalho e aí vou eu, armada ao pingarelho na mesma. Invento um pingarelho que dispensa roupas bonitas, pronto. De resto: olhem, assentei o telefone no primeiro banco que encontra do seu lado esquerdo quem desce esta rua, afastei-me e aproximei-me. Depois fiz uma edição assim, ó:


 

sábado, 12 de fevereiro de 2022

O dinheiro é literário

Há tanto tempo que transaciono questões bancárias através de máquinas que sinto falta de desorganizar os passos. Sei lá, são sempre iguais, aborrecem-me. Oh, não sinto nada falta, estava a inventar e desta vez anuncio que o estou a fazer. O que realmente aconteceu foi que me dispus a colocar algo escrito no rectângulo destinado à referência do depósito, caso o cliente o queira fazer. E eu quis. Pronto, gosto muito de escrever. Na primeira vez ia digitar 'coisinhazinhas' mas enganei-me e não quis corrigir porque receei que as cruzes apagassem o valor a depositar. Era tolice, afinal estava num campo diferente, mas. Então acabei por enviar a seguinte mensagem: 'ciooosas'. Na vez seguinte tornei a enganar-me e a não emendar, havia digitado: 'o djnhiro'. Mas a vida avança, tanto que, não tarda, estão a bater-me à porta vindos do supremo juízo bancário, nas mãos um prémio pelo original contributo literário. Tudo virtual, óbvio. Tudinho. Ah, houve ainda uma vez em que digitei 'ate que enfim'. Bem sei que falta o acento no é mas não o encontrei no teclado e aquela merda tem uma ampulheta, também virtual, sabia lá eu se o tempo escoava nos entrementes. Esta mensagem era uma exclamação de alívio, havia dias que eu e a máquina estávamos impedidas de falar devido a um bum! informático.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Escrever

A menina fée surpreendeu-se quando lhe contei que escrevo quase sempre em pé. Contei-lhe que, das vezes em que escrevo sentada, há umas em que a vontade é tanta que não me aguento e levanto-me num pulo. "'O mundo tem que saber isto!'" teatralizei, acrescentando que só assim me faz sentido, de outra maneira jamais publicaria o que escrevo.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Vacinas em dia? Claro que sim!

É isso ou ser (mal) fodida nas narinas em cada morada onde queira (ou precise) parar. A imagem abaixo é de um post-it que encontrei por aí, eu que em tantas secretárias passo a imunda mão, sem desleixo ou pudor.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

mão → geladáissane
ombro → escaldadáissane

... tão bonito!

a terceira dose e o pijama

os efeitos da terceira dose da minha Moderna podiam ser males para quem não eu - vidros embaciados, horizonte difuso, tempo esgotado
nota secundária e, não obstante, gritante (rimou, caraças!):
as fotos não foram clicadas nem editadas com o propósito de ilustrar o dito acima, tampouco são de hoje, mas lá que me deram um jeitão agorinha mesmo, deram - é, por vezes a vida acontece-me, mesmo que eu esteja dentro do blogue

domingo, 16 de janeiro de 2022

Havemos de ir ao Liechtenstein

Ligaram-me da Alemanha mas não atendi, presumindo que fosse algo absurdamente desinteressante. Bem que podia ser algum dos meus primos aí emigrantes, mesmo que a gente se não aviste há décadas, quem sabe algum deles me quisesse dar conta de particularidades da sua vida. Mas isto foi só uma tola lembrança. E dizia eu que ligaram, país e número exposto no ecrã e pâ pâ pâ e vai o Luís e alvitra que me estavam a ligar porque me querem ver por lá. Ora isto tem toda uma história - há para aí uns dois anos estipulámos que a próxima grande viagem seria ao Leichtenstein porque eu considerara amoroso e digno de ser visitado um pequeníssimo país dentro de outro país sem ser o Vaticano (se calhar há mais, sou ignorante no tema, e não, não vou pesquisar). A porra da pandemia é que nos atrasou, mas havemos de lá ir. Eu depois vou dando notícias, mais ou menos como faço com os meus primos da Alemanha. E eles comigo, já agora.