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domingo, 24 de setembro de 2023
domingo, 14 de maio de 2023
sábado, 22 de abril de 2023
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
Este foi um dos temas - senão o! tema - mais difundido no blogue.
Há
98
posts em que «sou a mãe do noivo». Dentre esses há alguns em que fui a mãe do noivo, não fiz a separação entre o que aconteceria - sou a mãe do noivo - e o que aconteceu - fui a mãe do noivo - de maneiras que só contando-os, e não os vou contar. Mas pronto, 98 posts, sendo o primeiro datado de 19 de Fevereiro de 2022 e, o último, tanto pode ser este como um vindouro.
Há
16
posts com o «muro das experimentações». Nesses o que fiz foi contar como ia decorrendo a procura e a escolha do vestido. Neste grupo não adicionarei mais coisa alguma por conta de ser tema findado, como julgo estar bom de ver. Hum, afinal vou juntar este mesmo post, é que tem tudo a ver.
Há
47
posts com o «muro das recordações». Se houve um muro para as experimentações de vestidos, saias, blusas e casacos, quis que houvesse um para agrupar, precisamente, as recordações do evento. Ora, se há 47 posts com este «muro», passam então a ser 48 porque vou juntar este mesmo post.
De resto, deixo dito que qualquer um dos temas «muro» disto ou daquilo tem pertença também com a «mãe» que sou e a que «fui», assim como deixo dito que estes 98 posts fazem outrossim parte dos «ricos filhos, que, a propósito, e já gora, vai, contando com este mesmo post, no digníssimo número
652
sexta-feira, 21 de abril de 2023
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
O áudio que apresentei há dias no blogue, gravei-o durante a bonita cerimónia do casamento do rico filho e da rica nora. Nesse dia fui pouco registadora de circunstâncias mas chegada a hora da cerimónia, sabendo de antemão que seria contada a história deles e, deles, a origem, bem como o seu percurso de vida desde os primórdios, saquei do telefone e pumba, gravei. E é mesmo uma bonita história, a deles. Hoje deixo o vídeo, que é obra do videógrafo Pedro Gaimota mas que publiquei no meu canal e no qual usei como miniatura uma foto do fotógrafo The Newton.
domingo, 16 de abril de 2023
sábado, 8 de abril de 2023
E a minha casa, será que tem plantas?
Tem.
Tem a espada de São Jorge, planta mui democrática, convive bem com a minha desatenção.
Tem a suculenta. Mini. Mini suculenta. E morta. Não jogo fora para já. Um dia. É que é uma planta mui especial, trata-se de um lembrete do casamento do rico filho e da rica nora. Neste tipo de post não costumo deixar fotos mas, lá está, esta é especial. Ademais, tinha intentava registá-la em foto. Deixo até duas fotos. Mas giro, mesmo mesmo mesmo giro, é que do último post em que a registei até agora decorreram precisamente doze semanas - sete de Janeiro. Entretanto, e já agora, o primeiro post em que aparece a jovem plantinha é datado de vinte e sete de Setembro, três dias após o casamento. Entretanto (outro entretanto) e já agora (mais um já agora) abaixo destas duas fotos captadas agora mesmo, deixo as outras duas, a última das quais, que, oh vejam lá, foi a primeira a ser publicada, e, ah ah, é a única que tem filtro e, ainda ah ah, ah ah, é, também, a única que se faz acompanhar de um texto que não a refere, bem como deveras afastada do cativante título:
«Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.»
sábado, 28 de janeiro de 2023
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
A comadre regista todos os 24 de cada mês com uma foto, ou então umas quantas, dizendo a quantos meses vai que o casamento do rico filho e da rica nora ocorreu. Ora isto costuma surpreender-me porque eu sendo pessoa de, e das, datas, não costumo lembrar-me. Entretanto, este 24 passado, ela legendou o post de 'mães e filhos', o que foi outra supressa, e maior. Ainda pensei pôr-me lá no poleiro do Instagram a fazer o que, na verdade, estou a fazer aqui, mas desisti, aqui posso ser lamechas, mas lá não me (ME!) pareço bem.
domingo, 22 de janeiro de 2023
Agendíssima
Há meses que não toco na agendíssima. Não me desculpo com falta de tempo, sei que o arranjo para o que quero fazer, a falta é mas é de vontade de a ela me dedicar. Vou agora folheá-la. Logo na capa me diz que
'aqui cada dia é único'
Olha só os que já deixei passar. Vou agora contá-los. Foi a 10 de Setembro, a última vez. Pus lá que faltavam quinze dias para o casamento do rico filho e da rica nora. Nessa página, diz a agendíssima, não eu
'já vos aconteceu acordarem cedo durante vários dias e depois habituarem-se? a mim também não...'
Ah ah, isto é mesmo uma coisa feita para meninas. Não se habituarem a acordar cedo, ah ah.
Também diz, na mesmíssima página
'a vida é isso que passa enquanto colecionas sonhos realizados'
Bonito. Leve. Simples.
Bom, ando neste post a consumir o assunto 'agendíssima' mas, verdade verdadinha verdadeira, ainda não concluí o caderno anterior, tenho toda uma catrefada de itens para colar.
sábado, 7 de janeiro de 2023
sábado, 31 de dezembro de 2022
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
O que acontece, ou acontecerá, é que tenho que repetir os discursos que, lamentavelmente, deixei inaudíveis. Pensando bem, é estúpido, afinal que graça tem e mais não sei o quê. Mas tenho que. Acho que se deixar passar mais um mês ou dois condigo achar que o assunto é novo. A foto é um print do vídeo que gravei onde me explicava toda cheia de nhó nhó nhós a asneira que havia feito.
sábado, 17 de dezembro de 2022
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
Fiz uma coisa mesmomesmomesmo chalada. Porra. Então não é que publiquei vídeos sem som?! E daqueles do casamento? Oh, pena sinto! De momento pondero se os grave novamente. Não me sinto capaz disso, acho assaz estranho, parece oferta de restolho, sei lá. Isto aconteceu porque mudei de editor sem me certificar se aquela merda funcionava convenientemente. Deram-mo. Concretamente: puseram-mo no telefone e tal e tal, eu ia vendo que tinha tudo o que o que uso habitualmente tem e blás e mais blás e pumba. Às tantas, aquilo é a aplicação a dizer 'era o que faltava!' Pronto, é o que é. Vou pensar mais acerca da regravação dos temas, a ver se me habituo à ideia. Na verdade não tem mal absolutamente nenhum, eu é que me dá a ideia que.
sábado, 10 de dezembro de 2022
Dos vídeos 2022
Se não houver nada à contra, terminei os discursos orais sobre o tema 'muro das recordações'. Deixar tudo a postos em termos de edição e publicação é que vamos, vou!, lá a ver se consigo que floresça tudo ainda este ano. Eu quero, não tem jeito nenhum que esta tipologia encare o dois mil e vinte e três, mas, por ora e por junto, ofereço um shot do último vídeo gravado, transformado como me aprouve, considerando, no entanto, que muito me apoiei no tal editor de fotos de que tenho vindo a falar aqui no blogue.
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sábado, 3 de dezembro de 2022
Portas
Há portas que jamais esquecerei e a da rua do Beco é uma das. Foi morada que mantive dos seis aos vinte e um anos, portanto foi a casa onde mais cresci. A porta era robusta, porém equipada com uma fechadura sem o desígnio da segurança. Nem era preciso, o lugar era pacato o suficiente para que medo de larápios existisse na mente dos meus pais. Era tanto assim que a chave permanecia enfiada na fechadura pelo lado de fora o dia inteiro. Sim, pelo lado de fora, qual insegurança, qual quê. Isto que escrevi aí atrás chegou-me por conta de uma determinada porta que que não via há anos e que revi para aí há três meses e que consta na foto abaixo.
Esta é a porta da casa onde morava a mãe de uma vizinha que eu tinha quando era adolescente. Por essa altura da minha vidinha moooooontes de espectacular esta vizinha fazia-me uma certa companhia, levando-me com ela a lugares onde ia por conta do seu negócio, o que eu muito apreciava. Ora, um belo dia, quando a meio do trajecto nos apeámos na aldeia onde viva a sua mãe, vimo-la de pincel na mão, pintando a porta da rua. A minha vizinha fez logo má cara quanto à cor e a mãe retorquiu algo que não malembra de todo, embora lamente. Agora o que recordo, e é sem tirar nem pôr, é a minha vizinha rematar, por entre dentes, que era cor de merda. Realmente, pá, a cor era feia pra caraças, um castanho a fugir para o irreal dos castanhos, algo ali a querer ser dourado mas a não sê-lo na mesma, só querendo. Era feio, era, mesmomesmomesmo feio. Não sei se a porta foi pintada mais alguma vez mas até parece que sim, há para ali uns laivos de verde.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2022
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
No tempo em que uma das minhas ocupações era construir um diário onde apontava a maior parte das circunstâncias concernentes à procura do vestido ia também gravando vídeos sob o mesmíssimo tema e num certo dia apontei umas coisinhazinhas por modo a não esquecer de as incluir no discurso. Esse rascunho tem estado comigo desde então e certo é que masqueceu mesmomesmomesmo e portanto nele me não apoiei. Ora chegados que estamos todos a este magnífico dia 1º de Dezembro venho cheia de delongas perdoáveis depositar o rascunho abordado neste post:
saltei o relato da blusa no vídeo de 16 de abril
da loja AS de roupas quem me atendeu o telefone estendeu o nome da empresa e o seu, finalizando com a frase 'em que posso ser útil?'
se pensavam que era só eu 'ah e tal, o meu nome é Gina...?' pois pois que não
se estou completamente satisfeita com a compra?
estou
receio é encontrar um vestido que me agrade mais e mais e mais
na loja DFY enfiei o vestido no velho saco de plástico... que sacrilégio! uma belezura destas... é até o saco onde costumam viajar as caixinhas de sushi
o vestido não amachuca
agora falta outras demandas:
sapatos
bijuteria
cabelo, já ando inclusive a fazer contas de cabeça para perceber se não precisará de tinta ou de corte aquando da data
maquilhagem
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
Tenho um resto de coleção puramente publicável. Trata-se da manobra embelezadora de um dos momentos mais marcantes da vida desta que vos escreve, aquele em que decidi que estava na hora de contar a história do ramo da noiva. Nessa data (link atrás) publiquei uma série de imagens saídas de uma só mas retive uma porque considerei ser demasiado. Au eva, gosto tanto desta que hoje deixo que a fui retendo e retendo e retendo e retendo - até agora.
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Sou a mãe do noivo...
sábado, 26 de novembro de 2022
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
arrumei hoje a agulha com um restinho de linha sobrando do pontinho que dei nas mangas do vestido e arrumei o verniz e o secante não fosse o embelezamento estalar ai espera lá como é que eu escrevi da outra vez ah foi 'não fosse o embelezamento das unhas ficar feio por estalar' pois foi foi isso mesmo e não quer isto dizer que o verniz e o secante não estejam também esses de resto mas pronto siga o resto que a pressa é muita a agulha estava assente no prato da terrina que se monta na mesa da casa de jantar e que agora também é a sala dos sofás porque juntei isso tudo e o verniz e o secante eram mantidos que os mantinha eu em cima do armário da casa-de-banho mais pequena ou então menos grande que é para não parecer a causa em pequerrucho que o não é
domingo, 20 de novembro de 2022
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
Olá, o meu nome é Gina e seria a mãe do noivo.
Olá, o meu nome é Gina e sou a mãe do noivo.
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
Olá, o meu nome é Gina e era a mãe do noivo.
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
Mostro agora o que ficou na malinha liliputiana. Se umas coisas foram comigo de casa, certo é que outras nem por isso. Tenho tido a malinha por perto, não vá esquecer tão importante «mostra-aí, ó Gina», e há pouco retirei-as com verdadeiro interesse, fotografei com esperança, alindei exaustivamente, recoloquei tudinho lá dentro com o máximo cuidado e já arranjei um lugar gostoso e pleno para a malinha, e as coisas, passarem os resto dos seus dias. Deixo então este elenco sem ordem de protagonismo, que é lá isso:
- lista com, precisamente, itens a levar, tanto na malinha liliputiana como na outra mala
- caneta, embora, afinal não tenha rabiscado nada, como já foi referido no lbogue... ai perdão, blogue
- coração em cetim, que estava colado debaixo da cadeira que me calhou
- raspadinha sem prémio, que me calhou porquanto me calhara o coração dito acima
- folha seca, não malembra por mor de quê a recolhi
- pétala artificial, não malembra por mor de quê a recolhi
- pétala natural, que fazia parte do relvado de pétalas
- pensos rápidos, não fosse a sandálias ferirem-me os calcanhares
- algodão, não fosse o calo moer deveras
- verniz e secante, não fosse o embelezamento das unhas ficar feio por estalar, e acrescento que o algodão fazia também parte desta prevenção à beleza e aprumo desta que vos escreve
- lenços de assoar, antevendo, prevendo, adivinhando que ia chorar aos bués
- menu do buffet, id est: iguarias divinais, ou de outro antro qualquer
- ganchos para cabelo, que usei e que não usei, que levei e que não levei, que são meus e que não eram meus mas agora são já que vieram agarrados
quinta-feira, 17 de novembro de 2022
Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.
Eu bem disse que não deixei nada por dançar... Tanto que nem a esta dança que dá cabo da espinha eu disse que não.
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