sábado, 12 de agosto de 2017

habemus video



como sabem
e se não sabem não faz mal
eu gosto de vocês na mesma
tenho um canal no Youtube
o qual é pouco seguido e visionado
contudo
hoje apeteceu-me calcorrear o meu canal
buscando antiguidades
coisas que já nem me imagino a dizer
fazer e ser
e eis que dou de caras com o vídeo abaixo
o qual tem
ao presente desta linha que agora escrevo
14 visualizações
1 'gosto'
2 'não gosto'


isto dos não-gostos fáme nêrves
é que quando não gostam
não gostam exatamente do quê

da cor da minha pele
das expressões
das músicas que escolho
do enquandramento
do filtro
do tamanho
da proximidade
câ nêrves
os sim-gostos também mi nérvam
mas aí é mais assim uma coisa tipo
sei lá eu a que se deve o gostar
e gostava de saber
ó pá
pronto
é isto então



Falta

Uma mãe em falta é do piorzinho que o mundo pode conter.

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capicua de posts






Arriba & Abajo

Despacito

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Eis-me à noitinha

É crumble de figos e uvas. Está bom que se farta. De nada ora essa.


Eis-me à tardinha

Por Gina G - agosto 11, 2017


Caso temerário

Querem-me o medo e coisas impossíveis. A ver se explano o medo de escrever e isso. Faço a cena dentro do fantástico, por assim dizer, não com o bicho-de-sete-cabeças que esse já se fala dele há tanto tempo que não é de todo impossível de existir, invento mas é um monstro de frases, um que se arrastasse com as letras a cair por ele abaixo, gritando socorro…

Tenho medo de escrever. Escrever é um bicho grande e feio e feroz e ruim, um papão de criancinhas indefesas e lindas.



.😱.😱.😱.

Eis-me de manhãzinha




O vídeo faz-me lembrar o muro despedinte, só por dizer que estou cheia de pressa e atenta a outras partes do estaminé. O título do vídeo é uma jigajoga que fiz com a canção que escolhi para me acomapnhar. E, já agora, querendo ver a obra completa e à velocidade normal, é clicar aqui.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Açúcar de Coco

Comprei açúcar de coco um dia desses. Quem mo vendeu disse que é um açúcar que substitui qualquer outro e pode inclusivamente ser usado por diabéticos. Ora eu não sou nada disso, mas gosto de experimentar as novidades do mercado, mormente as do foro alimentar.
Logo que cheirei o produto pareceu-me canela. Mas não é. Ora bem, neste momento estou com a sensação que já registei este assunto no blogue. É que eu escrevo as merdices todas, falo das merdices todas no canal, de maneiras que por vezes é difícil decorar o que já expus.
Mas, já que me pus a conversar disto, concluo.
O açúcar não me encantou. Gostei, sim senhores, mas não estou fã. É que sabe mais a canela do que a coco e eu gosto de uma coisa ser uma coisa extraída de uma coisa e ter o sabor da coisa de onde provém.
Para terminar, deixo escrito que usei o açucar em queques de banana e manteiga de amendoim.

Lugar da musa

Andei por aí, procurando, e pousei num lugar que até podia! vir a ser da musa. Preço normal, simpatia quê-bê. Mas não.

Eis-me à tardinha

Mural despedinte

Trata-se então de:

um pedaço do bordo de um vaso de plástico verde
uma rodela moldada pela tal broca do meu colega
uma colherinha de ovinho de chocolate, com mais leite que cacau
um pingente representante do Dubai, aquele edifício altíssimo e tal
uma moeda representante de 1000-qualquer-coisa, sei lá que língua falará
uma moeda representante de 100-qualquer-coisa, de qualquer país-coisa
um botão verde-água em forma de coração

Está tão mais diverso, agora, o meu mural...

Dia de (disseram na Radio)

Dia de não fazer nada. Daí a foto e não se fala mais nisso, pra não fazer mais.


Eis-me de manhãzinha

tu queres
tu fazes
tu és
tu estás
tu...
eu consigo

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Caderno Diário

Escrevo, por ora bastante, num caderno, já não o largo. Marió interessa-se:
Escreve em qualquer lugar?
sim
Não importa onde?
tanto me faz
Não tem um lugar que diga 'é aquele'?
tenho

Há o lugar especial, mas como perdi o último, não tenho. Não o! tenho.

Há dois pertences que guardo entre folhas vazias de mim. São os ricos filhos, as representações deles. Como desfazer-me deles, do que me lembram de si, cada um deles?
Ela com aquele jeitinho especial a fazer-me um cartão para dizer às pessoas que visitam o canal que aquele é o meu canal
Ele com aquele jeitinho especial a fazer-me lembrada num ramo de flores
Guardo, dela, o cartão que criou para mim
Guardo, dele, um pedaço de papel filamentar que ornamentava o ramo

Não era deitar fora os pertences, não era isso, era deixá-los no caderno anterior, o adorado, quando acabou, é que já vêm daí.
Agora é o caderno dos golfinhos... ai perdão, não é nada, é o da foca. Tem uma foca branca, presumo que bebé, à frente, tem a mesma foca atrás, acompanhada de um retângulozinho onde cabem:
a designação
o logótipo
a morada
o made in
o código de barras
que começa por quinentos e dois, de maneiras que, fiquem sabendo: o quinhentos e dois é o número da Tailândia.

A Tailândia é uma land que é tail.

Eu acho sempre que a(s) foca(s) são golfinhos, desenho-as logo como tal na minha mente supercoisa. Este vai ser chamado o caderno da(s) foca(s).

Que dia ventoso, este

Está vento, pá!
Ui ca porra de vento!
E frio.
Mesmo estando ao sol.
Mesmo sendo duas da tarde.
Mesmo sendo agosto.
Mesmo.
Assim.

A árvore amarela estava toda agitada.  Efeito do vento. Secundário, né? Tem já tantas folhinhas amarelas... E as cigarras mudas. Não sei, que o vento era barulhento ali assim. Podem ter-se emudecido por sua conta, ou por conta de não se poderem fazer ouvir, tão veloz o vento, e ruidoso.

Caneta azul das férias

Descobri hoje que a caneta azul que trouxe de França trouxe com ela uma borracha na tampa. Oh céus, que alegria, vejam lá, então não é que escuso de rasurar os enganos quando manuscrevo, vou lá e apago-os?
Na verdade não me parece que venha a usar a borracha, que eu cá gosto de rasurar. Rasurar é uma espécie de espontaneidade, ou nasce daí, vá, um engano, se inadvertido, é ato espontâneo, né? Não apago nada. Mas virgem a borracha já não está, não senhores.





Sabem onde deixei a outra caneta azul que entretanto se findou? Se não souberem não faz mal nenhum, gosto de vocês na mesma, deixei-a na caixa de lápis de cor e canetas de feltro, cuja morada se faz na sala de espera da senhora doutora das cabeçadas.