São dez e dezassete. Já escrevi isto tudo, ainda que só tenham passado dezasseis minutos. Sou mesmo boa. Dói-me a cabeça. De nada, ora essa. A grande loja fechou. Estiveram para aí uns três meses a despachar todo o recheio. Nem consigo imaginar quantos quilómetros terei feito lá dentro, por vezes tão rente à loucura. Quando se está rente à loucura tem-se dores de cabeça, não é. Não. «Deixaste de trabalhar, vieste para casa, há muito que fazer» é o que está escrito no frigorífico daquele homem que diz «a minha menher isto, a minha menher aquilo» desde que se reformou, a mulher apresentou-lhe o escrito e anunciou «olha marido, a minha vida já antes era esta». Ah ah. São dez e vinte e dois. Levei m bocado de tempo a escrever este postszinho de nada por conta das gargalhadas que dei ao ouvir o homem que diz «a minha menher isto, a minha menher aquilo» contar do recadinho que tem no frigorífico. Ah ah. Ou seja: interrompi a feitura do post, atrasei-lhe o final.
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