Nota prévia:
Este post devia ter sido escrito ontem.
Deixei tirinhas de papel no pires. Não. Na chávena. O moço andava, não feliz, antes obediente, arrumando pilhas de livros por entre o serviço de cafés ao balcão, é que a livreira chefe havia destinado a tarefa por meio de voz audível. Tanto que ouvi. E as chávenas e pires iam ficando nas mesas, já vazias de gente. Mas a minha não, que eu estava lá, ocupando-a.
Gina Maria!
Presente!
Já bebeste café?
Já!
Então que fazes aí, mulher?
Escrevo. Aponto coisinhas nos meus papelinhos e ouço ordens de terceiros que não tenho de cumprir.
É que são de terceiros, não é.
É.
Nota final:
Crio hoje outra etiqueta, a do lugar da musa. Tem de ser. No anterior blogue sempre lamentei não a ter criado logo ao início e assim como que a meio do blogue não teria piada fazê-lo. Bem sei que para saber quais os posts onde refiro este lugar me basta pesquisar no próprio blogue, digitando 'lugar da musa' naquele retangulozinho no canto superior esquerdo e clicando na lupinha. Mas não. É que assim dá para saber quantas vezes refiro o precioso lugar e não todas as vezes que. Números, 'migos, números, às vezes amo-os tanto quanto amo as letras.
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