segunda-feira, 12 de novembro de 2018

domingo, 11 de novembro de 2018

Domingo

Olá a todos, bem vindos a mais um post.

Para já, para já, o pc tem a automotora a bombar. Porra, finalmente posso escrever e não ter que ficar a ver as letrinhas a aparecerem à razão de uma a cada meio segundo, ou coisa assim. Que descanso.

Depois e para depois, posso dourar a vossa vida divulgando que o pc, este maroto, foi buscar o antigo editor de vídeos, isto quando eu quis abrir um desses, ainda virgem, e me deu a escolher uma data de hipóteses, onde e dentre elas, estava o meu adorado e já estupidamente conhecido, altamente usado, escrupulosamente sondado... Movie Maker. Pelo nome não dá nada a ver pra que serve, pois não?

Vou falar de cor acerca dos motivos das toucas-cobertas de comidas sobrantes. O verde é de alfaces, o laranja é de laranjas e o amarelo é de limões.
...
Só não acertei no laranja, que é peixinhos. No mais estou cá com uma memória...

As bolas de que ontem falei, as que são feitas com frutos secos e tal, são tipo assim mais ou menos, vá. Precisam de açúcar.

Ontem, sábado, poucas horas depois de ter feito o avio semanal no supermercado, fiquei ciente da falta de algumas coisas. Isto é uma trabalheira, pá, já para não levar o postzinho para o campo da gestão financeira, é que mal conta um bocadinho de tempo decorrido sobre a tal visita, pois que pumba, faltas. São elas: arroz basmati, chocolate e fermento, ambos em pó.

Ah, olhem que aquilo de as pontas das salsichas serem liláses deve-se ao facto de as ditas serem revestidas por película aderente, isto em algumas camadas, o que lhes acrescenta cor, vá. Bem sei, todos sabemos, que a película aderente aparenta ser transparente, só que assim em rolinho, pumba e coiso.

Esfreguei óleo nas bolas do meu corpo. Não sei de que é feito o óleo mas sei que cheira bem, cheira a Verão. Estava a pensar que agora já me esfrego sem lamentar que o bronzeado se vá. Afinal, mesmo não indo, já pouca pele mostro. E hoje não está frio nem nada.

Tenho que te abandonar, ó postzinho.

Olívia já passeou e já. Não que a chuva tivesse cessado mas abrandou. No post anterior esqueci-me de dizer que ela não gosta nada de chuva e praticamente se recusa a fazer coisas por si abaixo.




É ainda um tiquinho escuro e o dia está a chover-se. As luzes da rua foram apagadas. Não vou passear o cão porque não faria nada por si abaixo. Bom dia, bicho-cão 😚🐶




sábado, 10 de novembro de 2018

Sábado

Comprei uma frigideira montes de anti aderente. É tão anti que nem precisava de ter pedido um saquinho à menina da caixa. Mas pedi.


Olhem, fica já neste post. O meu - 'novo' e, pelo que vejo, ainda parvo - pc é mais lento que eu a mandar as letras das teclas onde carrego para o seu ecrã. De maneiras que é aborrecido pra caraças digitar o pensamento e ficar um ror de tempo a fixar o ecrã e a ver aparecerem lentamente todas as letrinhas que formarão o texto do meu pensamento. Ademais, o rato também me parece mais parvo que o seu hábito, uma vez que não faz aquela cena do copiar-colar. Aliás se não faz o copiar, é óbvio que nem se aproxima do colar. É que eu queria pôr aqui uns versozinhos da canção que ouvi no carro enquanto ia e vinha para e do supermercado, e vai que não posso.


Bom, a menina da caixa perguntou-me que maçãs eram aquelas (que não as descodificava no seu canhenho e coiso), respondi que eram as Golden.
Ah, disse ela , é que na fotografia são todas verdes e estas são amarelas!
Pois, disse eu, eu escolhi as mais maduras.


A frigideira já está estreada, pu-la ao lume com uma metade de pimento vermelho. Para o assar. Para pô-lo nas salsichas de peru que já montei mas que ainda lhes falta o branqueamento, ou lá como se chama, e o fritar e o comer.


Eu disse que vos dizia que docinho faria hoje, pois bem, fiz bolas de frutas cristalizadas e frutos secos. É mandar para o processador partes iguais, aromatizar a gosto e fazer bolinhas que depois se rebolam num outro aroma. Neste caso fiz com:
200 gramas de alperces secos
200 gramas de frutos secos (usei um pacote mixado)
1 colher de sopa de coco ralado
Toca de picar tudo até aparecer uma bola a rolar dentro do processador, fiz as tais bolinhas e depois passei-as em coco ralado. Não, ainda não as provei, tipo assim já prontas, mas não duvido que estejam boas.
Há uma versão bem melhor desta , que é com tâmaras ao invés dos alperces e com cacau e canela, ambos em pó, no lugar do coco. Mas ó pá eu queria experimentar outros sabores…

Ah, o tal gelado de que falei ontem sabe bem e cheira bem e é muitaa bom.





Capicua. 5225...




As salsichas já repousam no frigorífico, elas e os lacinhos liláses nas pontas.





O dia está-se a chover.






sexta-feira, 9 de novembro de 2018

O Zé já veio


O Zé já cá esteve, isto anteontem (querendo elucidação acerca é ver aqui), e hoje voltou à conta de um outro quê. Diz que era para vir ontem mas não veio porque começou a beber muito cedo e não queria vir para aqui faltar-me ao respeito.

Ó pá, este Zé está-me a sair cá uma encomenda…


Post com título


Sexta à tarde é um tempo vazio de gente e cheio de tempo. Um dia a muda vida-te, a ver irás.

Balcão

Fui informadora de alguém que queria saber onde encontrar uma livraria. Enquanto a questão e a resposta decorriam, encontrava-me à rasquinha para ir à casa-de-banho. Ora, nada mais lógico e recíproco do que pedir a guarda do estaminé ao alguém para eu poder aliviar-me. Mas não pedi. 

Planeando o fim-de-semana

Tenho lá em casa um gelado que tem natas, doce de leite e bolachas cobertas por chocolate. Não confio nele. Logo vejo como é que me sabe. Amanhã. Se a coisa me aparecer dentro do bem, faço crumble de maçã para o acompanhar, se for dar ao mal, faço crumble de maçã para o acompanhar. É que tenho saudades. Au eva, pode ser que seja outra coisa qualquer, o docinho deste fim-de-semana. Ai uil lete iú nôu.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Cores de Outono

Na avenida ouvi alguém dizer 'olha que folha tão linda, já viste, parece pintada ou assim' e concluí que há muitas pessoas a notar as folhas caídas no chão, o que faz parecer poucas é nem todas dizerem coisas a respeito sem vergonha de alguém ouvir.

Toucas

Tenho umas coberturas em plástico para cobrir as comidas sobrantes. São rodelas em três tamanhos, cores e motivos, que têm no bordo um elástico aplicado. A rica filha chama toucas àquilo e, em figura, não está longe, pois lá que se assemelham, assemelham. Têm é chatices, oh se têm. Uma é pôr a secar sem ficar uma bolsa de água na ponta de baixo. Notem bem, as coberturas são como toucas, de maneiras que têm uma dobra, vai daí a dobra calha ser prisão da água da lavagem. E não, não importa que vire e revire a peça e a sacuda mais que muitas vezes, pela lei da gravidade alguma água há-de escorrer e ficar presa pela lei não sei de quê e lá se quedar até que seque, o que demora um ror de tempo. Bom. Pior. Há outra chatice, é que os elásticos estão a soltar-se, não tarda deixarei de ter toucas para ter rodelas. Vou ter que arranjar eu uns elásticos. Tipo à parte.

Nas proximidades

À minha frente tenho três tesouras.

Uma metálica, escura de tão velha em uso e permanência no mesmo lugar: um prego espetado num dos móveis do velho estaminé. Guardei-a nesta espécie de mural porque devido à sua longevidade se me punha um lamento no coração.

Uma de plástico, apropriada para uso infantil, tanto que além de ser de plástico tem as pontas arredondadas e é minhon. Não a uso, e se não a uso está aqui por quê? Porque sim.

Uma metálica, ou neste caso mais uma, de pontas redondas e encurvadas. Foi estudada para cortar unhas a bebés e crianças pequenas, traz portanto uma especificidade consigo, só por dizer que corta unhas a adultos e também se ajeita com o papel. Está é perra que se farta. Porra. Perra.

Desde que o

Desde que o computador de casa ficou mais doente do que já estava, mais fraco do que já se mostrava, usar o meu (tão velho!) sistema de publicar as minhas coisinhazinhas em diferido tem reduzido a minha criatividade e a tola grafomania. Ai ó pá sei lá, receio chegar logo à noite a casa e pumba coiso, apagamento total. Depois o que é que eu faço aos textos tão interessadamente redigidos, ao desejo da partilha e ao ego?

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Os meus pecados estão a descapitalizar

Ao almoço enfiei meia fatia de bacon na boca, cheia de prazer. Daquele culpado. Gula. Que chatice, isso de não me livrar da culpa de comer. A de escrever já não tenho tanto, mas tenho e é ainda em muito. Orgulho. A das fotos desempoeiradas também mora comigo, mal conta um nadinha, mas conta. Volúpia. Enfim. Oh. Oh, a culpa é sempre dos outros, vivesse eu sozinha neste mundo e. E já nem pecava nem nada, nem era preciso capital.

Cliente

Este cliente é um homem que tem o sorriso dos loucos, portanto é simpático, mas está sempre cheio de nervos, mostrando uma pressa que eu sei que não existe mas que é aflita e vai daí aflige a mais comum das pessoas, eu, mas é perfeitamente tratável, basta ter um pouquinho de abertura de espírito e mente, que a coisa engrena. Não interessa para nada quais as circunstâncias que ocorreram para que ele tivesse que voltar ao estaminé mais tarde. Mas tinha, e isso interessa.


O Zé já vem, está bem? Abrem às três, não é? O Zé depois vem cá. Às três? O Zé já vem. Às três o Zé vem cá.


Ah, hoje, precisamente, fiquei a saber que se chama Zé.

Bom dia!

Na verdade a esta hora dá-se as boas-tardes mas é que este post é da parte da manhã.
De manhã vim no trânsito dando os bons-dias aos automobilistas. Bom dia! Bom dia! Bom dia! Assim mesmo, alto, como indica o ponto de exclamação. Claro que vir com um capacete enfiado nos cornos teve o seu peso (mais peso, quero eu dizer), primeiro porque ia escondida, segundo porque mesmo eu escolhendo dar a salvação (nunca entendi esta expressão mas acho que fica aqui tão bem...) matinal quando via algum vidro aberto, o que tenho mais certo é ninguém ouvir porra nenhuma.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Guardanapos

Olhem, já fiz toda a transição de roupas de Verão para o lugar das de Inverno e o seu contrário, e, afinal, esqueci-me daquela situação barra ideia barra qualquer coisa de perfumar guardanapos para os intercalar com as roupas, isto por modo a que algum perfume prevaleça. Prevalecesse, vá, pois prevaleceria se me tenho dedicado a esse afazer. Que era de acréscimo, tudo bem, mas também de valor. E andei a guardar guardanapos bonitos, trazidos das férias (férias? o que é isso?), um até tem lá escrito o nome de um restaurante em Mértola, o Tamuje (aconselho vivamente, é um lugar simples, bonito e bom), tenho outros com limões que se falassem era em castelhano, outros azuis e outros bordeaux que também falariam essa língua se falassem e, por último, uns grossíssimos, lindíssimos e azulíssimos, com motivos outonais, ele é uvas e ele e folhas de parreira e ele é aqueles veios encaracolados tão próprios dessa árvore, que vieram de um almoço muito especial e inesperado. Tenho foto:







Esse almoço constou de frango assado trazido da churrasqueira da esquina e arroz e batatas fritas feitos em casa, sendo que as batatas foram fritas numa daquelas máquinas que faz fritos com apenas um colher de sopa de óleo. A Zé até me dizia, ó Gina, essas batatas não prestam, vais ver. Mas eu estava curiosa e o que tenho a dizer é que se lhes nota muito pouco o sabor da gordura e se lhe sente a falta. Pronto, já se sabe, é como um café descafeínado, mas essa porra tem alguma graça? Não! Mas eu às vezes bebo... Depois houve mousse de chocolate instantânea, que dado o avançado da hora não tivera tempo de ganhar corpo e sabor, e, no finalzinho, para acompanhar o café veio um bolo-rei daqueles pequerruchos. Eu já estava entupida de comida, de maneiras que desse bolo comi pouco e, como eu, outros, vai daí sobrou para aí metade, o que de um bolo pequerrucho se torna uma porção irrisória. A Zé lamentou que sobrasse e eu recomendei que comesse no dia seguinte e quando o fizesse se lembrasse de nós. 'Oh, mas eu lembro-me sempre!' respondeu ela, e eu sei que sim.
Pronto, para terminar este post fantástico recordo que usarei os guardanapos como é costume usar os guardanapos que me chegam à mãos por vias mais convencionais. Recordo-me!, quero eu dizer.

Portar-me bem e barra ou benzinho

Se me portei bem e barra ou benzinho este fim-de-semana ao nível do fogão, é o que querendes saber? É? Então vá.
Fiz um bolo-pudim, o qual, como (acho eu que) indica o nome, é um pudim e um bolo cozidos de uma só vez e em cima um do outro.
Comecei por untar e polvilhar a forma de buraco com o costume e acrescentar o caramelo líquido. Aqui errei por demasia, coloquei caramelo pra caraças, primeiro porque me pareceu bem assim, segundo porque o que restava no frasco me pareceu pouco para uma próxima vez, vai daí despejei tudo. Ademais este caramelo é coisa que não uso com regularidade, estava-me no frigorífico há um ror de tempo e, ainda, tinha-me sido oferecido pela minha sogra, que me dissera 'ai mulher, eu agora já não faço estas coisas, olha, toma, leva'. E eu trouxe e entretanto já se passou muito vírgula muito tempo. Depois, e agora estamos no bolo-pudim, era hora de fazer o pudim e o bolo, por esta ordem, pois que o pudim emborca-se primeiro na forma. Mas o bolo carece de claras em castelo e eu só tenho uma batedeira (a montes de espectacular, a pequerrucha tem as varas partidas e eu ainda não me apeteceu mandar buscar umas inteiras e novas) e a maneira mais fácil era encastelar as claras antes de mais, passá-las para uma taça, fazer por se encontrarem os ingredientes do pudim e pumba, misturá-los. Aqui acionei a batedeira numa velocidade demasiado alta para um líquido composto por leite condensado (uma lata), leite (a medida da lata) e (três) ovos, e prontus, caldo entornado na batedeira, no móvel onde a apoio, na parede e no chão. Bom, lá me amanhei, tudo bem, e a cadela lambeu e lambeu o chão. Maravilha, né Olívia? É, ouvi eu ela dizer. O pudim teria menos um decilitro do previsto e tudo estaria bem na mesma, de certezinha. Depois joguei-me ao bolo e notei que a receita vem em chávenas de chá. Ora bem, esta receita é antiquíssima nos meus canhenhos, o que significa que sabia lá eu se me decidiria por chávenas de chá ou cups. O facto é que, e isto eu sei, estas receitas por vezes vêm dos EUA (cups) e noutras vezes do Brasil (xícaras), sendo que as medidas não são iguais e, se quisermos ser precisos, pode ficar estranho. Ora a receita dizia duas chávenas de chá de açúcar mas eu quis fazer a coisa com cups, tenho a mania e o camandro, penso logo que sei muito bem o que estou a fazer, e vai que considerei ser muito açúcar, se em cups, para quatro ovos e pus um cup e meio... Bom, continuei com a receita e tal, toca de pôr o dito açúcar e as gemas na taça da batedeira e bater até esbranquiçar, depois juntei as claras cuidadosamente, a farinha (usei um cup de uma daquelas farinhas extrafinas que já traz fermento) e dispus em colheradas por cima do pudim que já estava na forma, arranjei um banho-maria para a forma e pus tudo no forno. A receita não revela qual o tempo de cozedura e há muito tempo (anos!) que não fazia este bolo mas está-me na memória que leva um tempão até estar pronto. Pus o meu temporizador (que é um cozinheiro) a rodar pela cinturinha durante uma hora e, finda, espreitei o bolo e vi-lhe uma crosta caramelizada mas num tom claro. Hum... Deve estar mesmo bom, pensei eu. Fui buscar o palito, espetei-o e saiu limpo. Desliguei o forno e deixei tudo lá dentro uns dez minutos e, passados, retirei e desenformei. Só por dizer que... Se desmanchou. Assim:






Parece que afinal o meu bolo-pudim não cozeu... Mas no sabor e na textura não se estava mal. Imaginem uma crosta doce na base, uma parte mole (que era a massa do bolo ainda não totalmente cozida) e uma outra firme (pois cozera) mas cremosa. Uma maravilha. Ah. Mas esta sobremesa saiu-me de facto demasiado açucarada, só não sei se a demasia terá vindo do caramelo líquido ou da massa do bolo. Contudo, do pudim sei que não é porque tinha o sabor equilibrado.

Lisboa, Lisboa

Esta falta de pétala é bem-me-quer, não mal-me-quer

Do verbo prender pode constar, por exemplo, molas destas

Ora muito bom dia!

Ontem, segunda-feira, chegada a noitinha, que, como (idealizo que) sabem, é a hora de despejar alguns posts e ideias no blogue (e se digo alguns é porque desde que me dediquei a publicar coisinhas no lbogue... ai perdão, blogue através do telemóvel, ocorre que já não são todos publicados em diferido), vai que... o pc não lia o documento. O que era aliás uma questão que já idealizava que aconteceria depois da actualização que lhe foi feita. Fqieui... ai perdão. Fiquei um bocado aborrecida, pois fiquei, e acabei por publicar uma imagem que, seja lá como for, já estava preparada para publicar, foi escrever umas coisitas a acompanhá-la e pumba, pró espaço blogosférico. Entretanto já tinha a solução para hoje. Chegaria ao estaminé e mudaria a aplicação do documento, isto porque entretanto notei que o pc lia outras aplicações. E pronto, cá estou. Não acabou a demanda, ainda não sei se a solução é válida, muito embora haja uma enorme esperança no meu coração. Portanto já sabem: se este post aparecer no vosso ecrã como sendo o primeiros datado de 6 de Novembro de 2018, isso significa que cheguei com sucesso ao fim da demanda, se não, então continuarei a escrever coisinhazinhas e a guardá-las até que.

Posta-restante:
Leu! Ó pá leu! O pc leu o meu novo documento!

Posta-mais-restante:
Exceptuando este post, tudo o que se lhe segue são coisinhazinhas pensadas, preparadas e escritas ontem, 5 de Novembro de 2018.

Posta-ainda-mais-restante:
O Natal começou ontem na minha vida, tanto em forma de anúncios na Rádio como na presença de Árvores de Natal. A primeira avistada é a de sempre, ou quase sempre, vá, que avisto da via rodoviária IP7 e pertence ao supermercado Pingo Doce.