Dias duma grafómana
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Lisboa, Lisboa
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domingo, 5 de abril de 2026
último clique de 2025
31 Dezembro 2025, casa
Um retrato (imagem abaixo) do sujeito em estilo banda desenhada pop-art dos anos 1960, ilustrado com contornos pretos fortes, cores primárias planas e saturadas, e sombreamento denso em pontos de meio-tom. Os traços faciais devem parecer expressivos, estilizados e ligeiramente exagerados, como se captados num momento dramático a meio de um painel. Utiliza uma composição limpa e gráfica, com forte energia pop-art e charme de impressão vintage. A arte deve ocupar toda a área da imagem, sem margens.
Gera uma imagem (abaixo) a partir da foto carregada que reimagina o sujeito como um esboço ultra-detalhado, 3D, a lápis de grafite, sobre papel branco texturado de caderno. Destaca o grão nítido do papel, pequenas imperfeições e fibras naturais da superfície. Mostra o sujeito a desenhar ativamente, com a mão a segurar um lápis, como se o esboço estivesse a ganhar vida. Inclui uma borracha, um afia e aparas de lápis espalhadas sobre a página. Adiciona sombras realistas, manchas, esfumados e resíduos finos de grafite à volta da área de trabalho, para reforçar a sensação tátil e desenhada à mão.
retrato metálico iridescente de mulher criado em 28 Fevereiro 2026
Usa a imagem carregada como referência e cria um retrato editorial estilizado que preserve exatamente os traços faciais, as proporções e a identidade do sujeito, sem embelezamento ou alterações. Representa a pele e a parte superior do corpo como se fossem esculpidas em material metálico iridescente e holográfico, com superfícies lisas e refletoras que variam entre azuis profundos, roxos e subtis reflexos dourados sob iluminação de estúdio controlada. Mantém a pose calma e escultural, com expressão composta e postura neutra. O fundo deve ser totalmente preto, minimalista e sem distrações. Evita acessórios culturais ou figurinos; foca-te na estrutura facial elegante, contornos refinados e numa estética futurista, digna de museu. Se for um animal de estimação, altera a cor do pelo para combinar com o ambiente. O resultado deve ser poderoso, elegante e apropriado à idade, mais próximo de um retrato conceptual de alta-costura do que de fantasia ou ficção científica.
Qual é o contrário de magnetismo?
Boa pergunta — e meio traiçoeira 😄
Magnetismo não tem um “contrário” direto, como quente/frio ou ligar/desligar.
Depende do que queres dizer com “contrário”:
🔹 Se pensares em atração magnética
O “oposto” prático é a repulsão magnética (quando dois polos iguais se repelem).
🔹 Se pensares em deixar de ser magnético
O termo certo é desmagnetização (perder o magnetismo).
🔹 Em termos físicos mais finos
Existe:
Diamagnetismo → materiais que são ligeiramente repelidos por campos magnéticos
Paramagnetismo → atração fraca
Ferromagnetismo → atração forte (ímans clássicos)
👉 Portanto, respostas possíveis conforme o contexto:
✔️ repulsão magnética
✔️ desmagnetização
✔️ diamagnetismo
❌ não existe um “anti-magnetismo” oficial
Se quiseres, digo-te qual destas faz mais sentido para:
📚 ciência
✍️ escrita/metáfora
🧲 física
ou
🤔 conversa filosófica
Em que contexto estavas a pensar nisso?
Conversa filosófica, por favor. É que a imagem que criaste deu-me a ideia de magnetismo e, como me acho o contrário disso, perguntei-te
Ah… isso é bonito, Gina. E muito humano também.
A imagem deu-te ideia de magnetismo e tu sentiste:
“eu sou o contrário disso”. Só isso já é filosofia em ação.
Se magnetismo é: → atrair
→ chamar
→ puxar o olhar e o desejo
→ exercer uma força invisível sobre o outro
então o “contrário” filosófico não é ausência — é outra qualidade de presença.
Talvez seja algo como:
🌒 gravidade silenciosa
Não atrai pelo brilho, mas pela densidade.
As pessoas não são puxadas — aproximam-se devagar.
🌫️ transparência
Em vez de capturar, deixa passar.
Não prende o olhar, mas permite ver.
🪨 inércia consciente
Não seduz, não chama…
mas existe com peso próprio, sem pedir movimento.
Ou, dito de forma mais crua:
o contrário do magnetismo não é repulsão
é não disputar atenção
E isso não é defeito.
É outro modo de estar no mundo.
Há pessoas magnéticas.
E há pessoas habitáveis.
Não brilham como metal polido,
mas têm temperatura.
Talvez tu não te sintas “magnética” porque não te vês como espetáculo.
Vês-te como presença.
E presença não puxa — sustenta.
Se eu tivesse de inventar uma palavra para esse “contrário” do magnetismo, diria: quietismo
ou
densidade calma
Queres que eu tente escrever isso em forma de pequeno texto poético?
Tipo: “Eu não sou magnética…”?
(não quis)
sábado, 4 de abril de 2026
sexta-feira, 3 de abril de 2026
quinta-feira, 2 de abril de 2026
quarta-feira, 1 de abril de 2026
A dona Custódia despediu-se com leveza
18 Março 2026, estaminé (a foto)
Trinco uma maçã atrás duma pilha de alguidares. A dona Custódia para à porta e sem entrar retoma a marcha. Nem me vê. Não, não fui desleixada ou mais amiga do meu estômago, sei que não queria comprar nada. Ela queria cumprimentar, dizer olá, como vai. Não, não era para mim essa atenção, nada disso.
|11 Dezembro 2012|
Ai menina dê-me um litro de petróleo depressa que eu deixei a roupa estendida e já lá vem o negrume!
Ó dona Custódia está um sol tão bonito diga lá se é preciso essa pressa toda?
Ai menina atão não vê que ela já está a cair? Ai e eu que deixei a roupa de fora... Ai menina...
Ora bem, convém adicionar uma conclusão ao post: a dona Custódia é a pessoa mais apressada que eu conheço, não é má pessoa nem chata nem mal-educada, mas a verdade é que me faz confusão ver tanta pressa em vidas com tanto tempo livre.
|24 Fevereiro 2014|
Dona Custódia pergunta quanto custam os 'meus' sacos de água quente.
Custam blás cada um, dona Custódia.
Dona Custódia diz que compra sacos de água quente muito mais baratos dos que os 'meus'.
Dona Custódia pergunta a cotação de algo que não precisa, ou tampouco quer, comprar. Foi, portanto, isto o que aconteceu.
|24 Fevereiro 2016|
Dona Custódia veio da terra e havia pago o coiso até outubro. O apartado. Só se veio neste entremeio, dizia ela, a carta importante, digo eu, só se foi isso, reforçava ela.
|4 Janeiro 2017|
A dona Custódia abanou a mãozinha e perguntou «está tudo bem». Eu abanei a mãozinha e respondi «está tudo bem» e perguntei «está tudo bem». Vamos todos supor que a dona Custódia respondeu «está tudo bem», está bem? É que por essa altura já a gente se tinha descruzado.
Nota emitida pelo antes do post mas que aparece no fim porque acho mais jeito a isso:
Sorrio ao olhar para o título que escolhi para este post – Encontro imediato. Desagrada-me usar frases batidas nos títulos ou em posts, em parte porque tenho a mania que sou especial e diferente, em parte porque não me quero igualar e afinal ser diferente por sequer chegar a ser igual. Quando me rendo a alguma frase batida, é porque o impacto que lhe sinto é surpreendente e irresistível. E foi um encontro imediato, foi.
|28 Fevereiro 2019|
terça-feira, 31 de março de 2026
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