segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dias de um Ginásio

Era noite. Ninguém no balneário. Um chuveiro pingava. Fui ver qual era com o intuito de o fechar. Fechar, fechei, mas o chuveiro continuou a pingar. Era algo que não estancava o que tinha que estancar. Ouvi pessoas que foram chegando. Contei três, que a porta rangeu essas vezes.

Banco mãozinhas

Como estou no banco mãozinhas, não posso certificar-me de terem cortado alguns ramos da árvore que se encontra à direita do poeta. Digo isto porque há dias reparei que, mesmo as árvores estando (presumo que) compostas com as folhas que esta primavera lhes quer deixar, e ainda assim, a dita árvore deixa-me ver o poeta, coisa que aos mais anos não acontecia. Estivesse eu no banco hater e teria a certeza desta ideia, que ali sim, é o! posto de observação.

Nada como ter montes de afazeres para gastar o tempo em fotografias glamourosas

domingo, 22 de abril de 2018

A minha cozinha era para ser uma ilha

Primeiro:
Pus o móvel encostado ao balcão, logo que se entrava na cozinha, tau!, ao lado esquerdo, púingue! Ficou uma entrada apertada, consegui um corredor, uma estreiteza, mas, passado o móvel, a cozinha alargava-se, o que me encantou. Nessa vez, a mesa foi colocada mesmo junto à porta que dá para a varanda, as refeições eram vividas espaçadamente, afinal o móvel estava num canto. Eu estreitara o canto, pronto, tudo bem, mas o resto dava-me um gozo... que afinal durou pouco. Pouquíssimo.
Segundo:
Coloquei o móvel e a mesa par a par, de frente para quando assomava à porta, portanto na horizontal, cada um dos ditos com um dos lados encostados à parede. Pouco me importou que uma das cadeiras ficasse permanentemente interdita, afinal o rico filho já não mora com a gente, em dias de sua visita a gente logo via. Mesmo assim ficou apertado, digamos que a estreiteza como que havia mudado de lugar. Mudaria eu tudo, então. A coisa não me estava a correr bem. Mau maria.
Terceiro:
Rodei móvel e mesa, pu-los na vertical. Quem sabe assim... Não. Nada. Não ficou bom. A cozinha continuava apertadíssima e disfuncional, pior do que das outras vezes, que para assim ficarem foi necessário não encostar nada à parede, sob pena de impedir duas cadeiras de serem usadas e isso não podia ser porque somos três. Havia, contudo, uma questão de valor: tinha colocado o microondas na despensa...
... O que fez com que o móvel ficasse totalmente livre de eletrodomésticos, imagine-se um tampo de 100x50cm sem nada lá em cima!, o máximo!, ia poder cozinhar e ter ali o apoio, finalmente!... Mas não. Lá ficou a porra da cozinha apertada. Com o tempo percebi que ia ter de voltar a antiga forma.
Bom, hoje foi dia, joguei-me ao trabalho. Desencasquei o bocadinho de chão junto à porta que dá para a varanda e enquanto secava retirei tudo das prateleiras do móvel para o limpar por inteiro. Encostei-o à porta, forrei-o com os legumes e as frutas. As maçãs, como ainda são muitas e o microondas continua na despensa, preencheram o tampo. Está lindo. Vou tirar fotos antes que se me acabe a luz do dia. Já as tirei e já as carreguei no blogue. Depois de olharem para elas, continuem, que há mais texto.





De seguida desencasquei o chão junto à maior parede que a minha cozinha tem, que precisou do seu tempo para secar, pois claro, e arrastei para lá a mesa, não na posição em que se encontrava mas rodando-a, por modo a ficar na horizontal e com um dos lados encostado à parede, que, como já perceberam, leva de entalão uma cadeira que ao presente pouco serviço faz. É tanto assim que essa cadeira balança toda ela, coisa que já faz há anos, mas já que não é lá muito necessária, pois que fique com o trabalho menor. Foi então que esfreguei o restante chão, que, secando, me fez voltar ao passado. Tenho portanto a minha cozinha como no antigamente. É realmente esta a melhor disposição. Lamento que não tenha uma solução diferente e igualmente boa, mas na verdade não tem. Ai não tem, não. De resto, digo que desde o dia em que desmanchei a cozinha, que então se encontrava do exatíssimo modo de agora, passaram três ou quatro meses. Fiz até vídeos do tipo antes&depois por etapas e isso assim, mas como me esqueci de filmar uma das mudanças, deitei fora tudo quanto já tinha realizado até então.

esta é uma lista com as faltas que afinal ontem não comprei
por isso permanecem no caderno até à próxima visita ao supermercado
não significando que no caderno não seja alterada para mais faltas

couscous aux fleurs
anchovas
tomate desidratado
manteiga de amendiom
farinha de trigo T55
farinha de arroz
chocolate branco
feijão de todas as cores
beringela, beterraba, batatas
queijo mozarela
molho pesto

Passeio de domingo, onde por ora há dois amiguinhos bichos-cão, não sei se o Carlitos e o Zezinho, se o Carlinhos e o Zezito. E a Olívia, claro, o mais querido bicho-cão, a minha cadela, que aquando das primeiras fotos se encontrava distante, não quer cá novas amizades nem cenas. Querendo contudo vê-la, é descer às últimas deste post.


4322

Aproveito o início da tarde deste domingo para dizer que infelizmente, mala suerte, masqueceu de vos fazer notar o post 4321, que, ó pá vejam lá, é o anterior. É que é um número tóin xiru!, e eu tinha planeado altos voos blogosféricos e mais não sei o quê, tipo uma festa darromba ou coisa assim, e afinal olhem, pumba. Tinha até fixado um passo importantíssimo dessa festança, que era ir buscar o post 1234, que bem malembrava que o tinha registado com pompa no blogue. Foi assim, ó:





... Post este que foi criado e prazerosamente apresentado ao mundo aos 21 de junho de 2016, tendo portanto decorrido 731 dias desde então. Já agora, crendo que isto é de suma importância dizer, a bem dizer, quero eu dizer, acabo por mostrar o antigo post na mesma.

sábado, 21 de abril de 2018

A minha sopa de sábado

É certo que a sopa tem espinafres, mas também tem maçã. Naquela minha lita não coloquei sopa de maçã e foi onde, afinal, usei maçã, hoje todo o dia, até agora. É, pus uma maçã e meia na sopa, juntamente com o grão e o alho e a cebola e o funcho e a curgete e o chuchu. Não está nada mal de sabor, não senhores, não se lhe nota o sabor da maçã, não senhores, e se se notasse?, ora essa!, que mal teria?
Bom, entretanto quero falar-vos da sobremesa do almoço. Tratou-se de morangos aos quartos, iogurte grego espalhado por cima deles e creme de limão a cavalo daquilo tudo. Ah... É tão mas tão bom, 'migos. O veludo dos cremes e a rugosidade dos morangos mais a acidez destes e do limão. É de um céu. Um qualquer. Seja lá como for somente se imagina um céu, imaginem então um doce de três componentes a saber a céu... Pois, calhando é difícil.

Gina, a quase spoiler

Stop! Aos seis segundo do episódio 9 venho dizer ao mundo a A Casa de Papel tem o condão de fazer-me querer bem aos maus da fita.

Gina, a quase spoiler

Estive a ver o episódio 7 d' A Casa de Papel, aquele em que o Professor tenta desesperadamente limpar provas de um carro usado em voltinhas de gestão de toda a trama e acaba por se disfarçar de mendigo. Se consegue os intentos, a ver vou, que o episódio 8 só espera o meu clique no ok. Enquanto não clico, prepararei um belo café. De nada, ora essa.

Tenho mais tristeza para pôr no blogue

Agora que já amanhei os espinafres e os pus a cozer no puré de grão e outras cenas, estou pronta para colocar no blogue o resto da tristeza que pa fesquinha preparei.


temos tristeza com as cores naturais da foto
temos tristeza com as cores normais do filtro
temos tristeza com as cores normais da foto, quando a preto e branco
temos tristeza com as cores normais do filtro, quando a preto e branco


Corzinhas na tristeza

Introduzir é preciso:
O filtro que usei nas fotos que estão abaixo tem o nome sadness e pertence ao LunaPic.
Escrever não é preciso:
Gosto bastante deste filtro, não sei se precisamente pelo nome que lhe deram, se porque sou uma triste do caraças. Uma realmente triste.
Recentemente percebi que o filtro sadness pode ser aplicado nas fotos mediante as suas cores originais, ó:




Chuva

Está de chuva
Fui ao supermercado e deixei o carro no estacionamento descampado, como é meu costume
Quando voltei, com dois sacalhões de compras, chovia e não era pouco
Chegada ao quartel-general, estacionei no lugar que mais perto da porta está
As compras vinham cheias de pingos, à conta disso nem as arrumei totalmente, quero lá eu agora arranjar humidades na despensa e nos armários
Enquanto bebia o segundo café à janela do quarto azul, estive entretida a ver a chuva grossa
Quando assim é, grossa e junta, a escadaria em frente é um regueiro, lindo
Gosto de ver a chuva, evidentemente, se apreciada da janela do meu quarto, que ainda por cima é azul, tanto melhor
Gosto de sentir a cabeça fresca pela chuva, evidentemente, se ao depois de completamente encharcada, me puder secar e mudar e abrigar-me no ninho, tanto melhor

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Dias de um Ginásio

À entrada, deram-me a chave com a etiqueta do cacifo número 219 e eu li 213, vai daí, toca de meter a indumentária e os outros pertences no 213.
||comporia a lista e desenvolvê-la-ia extensamente e com prazer, mas tenho que encurtar o escrever por conta de o tempo hoje me estar escasso||
Equipada toda eu, quis fechar o cacifo mas a chave não deu. Insisti. Nada. Rendi-me. Larguei a preguiça e... Do cacifo retirei a mala, da mala retirei a caixa, da caixa retirei os óculos, que pus na cara. Li claramente: 219. 219, ó Gina! 219! Toca então de retirar toda a parafernália do 213... De maneiras que foi assim que passei um pedaço da minha vida.

Maçãs

O Gualter deixou-me no estaminé uma caixa cheia de maçãs. São tantas mas tantas que este fim-de-semana vai haver lá em casa:

lombo de porco com maçãs
puré de maçã
tarte de maçã e canela
crumble de maçã e amêndoas
bolo de maçã e baunilha
queques de maçã e gengibre
folhados de maçã
compota de maçã
geleia de maçã
chutney de maçã
gelatina de maçã
sumo de maçã
smoothie de maçã



São para aí umas cinquenta, as maçãs.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Gina, a mulher que (não) quer(ia) um cabelo (tão) volumoso


¨¨¨lista de adquiridos + coisinhazinhas

¨¨¨amido de milho
Trouxe um de marca branca. Durante anos usei Maizena, e, quando um dia descobri que a Espiga também tinha amido de milho, experimentei, gostei e continuei, tanto por ter ficado satisfeita com os resultados como por ser consideravelmente mais barato.
¨¨¨farinha para pão
Resolvi-me por um saco de cinco quilos. Afinal a marca branca estava em promoção. Num tempo lá longe a farinha sem nome deixava-me desgostosa, no tempo cá ao pé já não, dei-lhe e dei-me oportunidade de mudarmos.
¨¨¨wraps
Ó-Pá-São-Tão-Bons. É certo que warps é coisa que se faz bem e rápido na frigideira, mas, depois, e eliminar a densa preguiça que se instala em dias desafogados? Bom, bem como nos dias afogueados, mas pronto.
¨¨¨asas de frango
Não estou certa de esta ser a vez primeira de semelhante aquisição, mas que estou nas primícias, lá isso estou. Temperei-as, panei-as, fritei-as, isto com meia hora de intervalo por entre o temperar e o resto. Levei a cebola, o alho e o louro a refogar no mesmo azeite onde fizera a fritura. Juntei o tomate e um picantezito que me anda lá em casa onde convivem sãmente uma data de especiarias (um dia falo-vos disto). Passaram os cinco minutos de apuramento e meti lá dentro as asas meio fritas. Deixei estar a ferver uns dez minutos e juntei batata-doce aos quartos que também deixei ferver até que. Ficou bom. Diferente e bom.
¨¨¨queijo ricota
Como queria fazer um cheesecake frio e à moda antiga, cuja receita vi há anos num antigo livro da Vaqueiro, comprei o dito. Tanto queria que quis e fiz. Saíu tão mas tão bem.
¨¨¨queijo à fatia
É pra pôr no pão. Eu dispenso, mas como não vivo sozinha...
¨¨¨fiambre à fatia
O mesmíssimo do item anterior.
¨¨¨feijão branco enlatado
Trouxe porque é o tipo de coisa que me faz bem à cabeça ver numa das prateleiras da minha despensa. Se forem uma data de latas das mais variadas leguminosas, fico tão feliz que danço na sala e no corredor.
¨¨¨rebentos de soja enlatados
Passei no corredor dos enlatados, o item anterior disso faz prova, né?, é, e agarrei num trio de pequenas latas de rebentos de soja. É coisa que, por vezes, salva e incrementa jantares que se querem rápidos.
¨¨¨ovos L
Normalmente é o meu tamanho preferido. Se usar ovinhos piriris pode a sobremesa não me correr de feição. Tudo bem que posso acrescentar um ou dois, mas mais um já pode ser demais. Preparar sobremesas é uma ciência. Uma alquimia. Uma poesia. Um sentir-me feliz.
¨¨¨papel higiénico
Não me vou alongar neste item. Afinal já há merda que chegue neste blogue.
¨¨¨elixir bucal
É prá pessoa cheirar bem. Ou então pra não cheirar mal. Isto, da boca, claro.
¨¨¨pasta de dentes
Leram o desenvolvimento do item anterior? Então pronto, escuso de estar a repetir-me.
¨¨¨champô
Quis testar uma novidade, uma marca desconhecida. Cara que se farta. Tem (tinha?) tudo para dar certo. (não deu lá muito certo, é ver a foto do post seguinte)
¨¨¨leite nós
Leite nós não é leite da marca nós, é leite que não é para a rica filha.
¨¨¨natas boas
As natas boas são aquelas com pouca durabilidade. Uma chatice... Mas fazem uma diferença do caraças, em consistência e sabor.
¨¨¨iogurte grego
De tempos a tempos compro um quilo de iogurte grego. É útil em vários preparados, bolos e tal, tudo bem, mas também caris, chilis e outras comidas assim mais para o picante, pra cortá-lo. Posto assim até parece contra-senso, se queremos picante na comida, como assim cortá-lo?! Enfim. É também útil para matar o bicho a meio da tarde ou assim.
¨¨¨manteiga para bolos
Manteiga para bolos é sem sal. Eu cá, podendo, não dispenso, com tudo e por tanto, se não, então vai da outra. Mas sempre da(s) boa(s).
¨¨¨maçãs, pêras, morangos, limões
Frutas é coisa coisum...
¨¨¨cenouras, batatas-doces, cebolas, tomates
Legumes é coisa coisum...
¨¨¨café
¨¨¨café
¨¨¨café
¨¨¨café
¨¨¨café
¨¨¨café
Não vivo sem cafeína. É. Pode ser cápsula de café meio forte ou forte, fraco é que não. Não vivo sem cafeína, mas havendo só do café fraco, venha ele. Por vezes tenho até que encher a cabeça de cafeína pra escrever, quanto mais.

Lembrete:
este post é o desenvolvimento da lista de compras de sábado passado.

A diferença de não ter um blogue sozinho

antes
Esqueci-me de registar...
depois
Tenho-me esquecido de vos dizer...

Notas presentes de um tempo igual ao antigo

Praça mai linda de Lisboa
18 do zero4 de 2018
treze e trinta e oito
27 degraus

O banco hater estava a escaldar. Sentei-me nele para apontar algumas das coisinhazinhas constantes neste post.

A árvore amarela já se encontra bem verdinha. Linda.

Para última morada da caneta vermelha, escolhi o primeiro caixote de lixo que encontra quem desce a rua mais bonita de Lisboa. Era eu a metê-la e o amolador a fazer o seu anúncio. Ele diz que quer amolar tesouras e facas mas o povo diz que ele pressagia a chegada da chuva. E logo num dia destes, tão quente e soalheiro.

O muro de pedra estava numa temperatura mesmo boa. Sentei-me nele para apontar algumas das coisinhazinhas presentes neste post. A planta à janela é outra, mas creio que já vos tinha dito isso. (já não... a flor... oh...) Já agora, e isto é presente, os plátanos estão de folhas vestidos.

Praça de tudo quanto há de melhor em Lisboa
dezoito de abril do ano corrente
14:25
27º

Tenho-me esquecido de vos dizer que o tal gato (não encontrei o post onde escrevi deste gato, por isso não há link) se apresenta agora encurralado por uma caixa de acrílico transparente. É bem. Assim os transeuntes podem apreciar o trabalho na mesma, mesmo não sabendo nomes, tanto da autoria como do bicho de plástico (ou lá que é a matéria de que é feito). Portanto: lá está ele, em pose do mais felino que há, que é assanhado. E isso de se desconhecer a autoria da peça, afinal, pra que é que interessa, né? Lembra-me o latim... sem nome ou glória...

Também me tenho esquecido de vos dizer que a avenida tem bancos novos, mais bancos em toda a extensão da calçada, quero eu dizer, e um deles é forrado a azulejos e adornado por um enorme caracol de lindo acabamento. De resto, a outra avenida, tem bancos também.

Posta-restante:
17:22, 26º
17:39, 26º
(há consistência no ar, portanto)

Ó Gina, tu leste?

Sim, 'migos!, sim!, li!, iei!

Pra dizer a verdade, verdadinha, verdadeira, há para aí umas três semanas que retomei a leitura, sei lá quantos meses depois de desisitir do livro daquele (e afinal também deste) momento - que é de contos, 'Meia-noite Todo o Dia', Hanif Kureishi. Tenho estado no conto 'A Chupar no Dedo', que relata circunstâncias da vida de uma professora e aspirante a escritora de renome. No fundo, quem escreve, fá-lo para ser visto, notado, reconhecido, recomendado. Não é? Mas uma coisa é certa, de quem marimba para tais coisas, jamais saberemos que escreve e que escreve o que escreve. Não é?



antigamente: dormia com o filho do patrão
presentemente: durmo com o patrão

De manhã, pa fesquinha, estive a conversar com uma senhora no sentido de a elucidar acerca da minha nova situação profissional e blás.

Então a menina não estava na loja com o seu marido?
Não, eu estava na drogaria, que era do meu sogro.
Ai a menina não é filha daquele senhor?
Não.
Então qual foi a loja que fechou?
Foi a drogaria onde eu trabalhava.
Ah... Então quer dizer que a menina foi para ao pé do seu marido?
Sim.
E a drogaria?, fechou?
Pois.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Jantar: arroz de atum

Quem me fez decidir foi a moça da mercearia, visitada por alturas do passeio com a cadela, aquele que aparece num post não muito distante deste, quando me disse que cogumelos «frescos, não». Claro que não gostei da resposta. Claro que disse, também num dos posts deste dia, que me governava com o que tinha em casa, mas é que malembrou de cogumelos, que é coisa para ir bem com qualquer coisa, claro!, faria qualquer das coisas que tenho em casa e juntava cogumelos!, era só escalar o monte e ir à mercearia!
Mas não, como já se percebeu. De maneiras que joguei-me ao arroz de atum, o salvador de todas as donas-de-casa, assim elas o queiram para isso.
Por alturas do refogado apurado, retirei o louro e chupei-o. Gosto daquilo. Sério. Tudo bem que não se me pode demorar a língua na folha, não só para não me queimar, como porque vem de lá um gosto amargo, mas, assim ao de leve, é leve, como leve pode e consegue ser um sabor subtil mas que permanece.

Manchas aqui

A verdade é que eu sou uma besta, que podereis, querendo, substituir por exagerada, pois exagerei no detergente que pus na água de lavar a janela e o estore do meu lindo quarto azul. Aconteceu, então, que os vidros ficaram às manchas, notando-as eu somente em contra-sol, aquando da reposição dos vidros nos caixilhos. Uma chatice. Um problemão. E o que aquela porra pesa. E afinal até nem tenho a janela lavada. Aliás, os vidros, a janela está bótima, obrigadinha. E o estore.

Que calor! Cheguei agora de um dos passeios com a cadela e venho esbaforida. As fotos abaixo não são de cliques do dito passeio mas de uns que fiz pelas nove e picos desta madrugada.

Tu Du Tudei, âpedeite

Bolinhos de arroz à padaria (nicles, que não há açúcar branco)
Quais não há açúcar, quais quê, então e a enormíssima coleção de pacotes de açúcar que há na minha despensa?! Fi-los, sim senhores, e estão belindos e bótimos.

Bolinhos de maçã e gengibre (vamos ver se)
A ver se não, foi o que foi. Ó pá, pronto, ora vamos lá a ver, ou bem que fazia uns bolinhos ou então os outros.

Limpar o quarto azul de chão a teto (de baixo a alto?, hum)
Hum... Poissss... Lavei o estore e a janela, os quais, de tão fodidamente cagados, me levaram um ror de tempo a desencascar.

Dar uns pontinhos em roupinhas furadas (ai ai)
Ainda não tratei desta parte dos Tu Dus, nem vou tratar, que não me dá tempo. Afinal, não, e nem é uma questão de preguiça ou coisa assim.

Ir ao supermercado (pra comprar o açúcar?! ora...)
Não fui, a esta hora ainda dava tempo de ir, mas não é que não me apeteça nem nada disso, quero dizer, eu apetecer-me, não me apetece, mas, a bem dizer, não me dá jeitinho nenhum ir gastar esse tempo e, ademais, safo-me lindosamente com o que há em casa.

Bandeiras pregadas






Prendedores negativos





Tu Du Tudei

Bolinhos de arroz à padaria (nicles, que não há açúcar branco)
Bolinhos de maçã e gengibre (vamos ver se)
Limpar o quarto azul de chão a teto (de baixo a alto?, hum)
Dar uns pontinhos em roupinhas furadas (ai ai)
Ir ao supermercado (pra comprar o açúcar?! ora...)