Já visitei o estojo de palhinha para rebuscar as canetas coloridas. Decidi-me por uma em azul do céu e uma em verde de folhas da árvore amarela quando em fim de Verão. E não é um estojo, é uma cestinha com tampa de alta badana, tem vivo toda a volta, tanto no topo como na base. Ah, e, o forro, é em tecido de algodão - fundo branco e bolas vermelhas. Falta espreitar a caixa de plástico para escolher um corte de tecido. Mais logo, quem sabe não esqueça. As canetas já eu tenho, olarila. Sim, são de extrema importância, lá isso.
domingo, 5 de junho de 2022
Lilás
Depois (👀) publiquei a foto de um jacarandá da minha praceta. Era um dia de grandes e fofas nuvens e, como também (👀) havia dias que queria fotografar estes jacarandás e o chão coberto com as flores que caíam, decidi que não passava daí. Decidi pôr o título 'nem vou falar' mas não por ser mau um céu com nuvens, mas da imensa beleza que, oh quanto lamento, a lente não mostra. Fica a faltar fotografar o lilás em chão de rua, não sei se ainda perdura a cor mas posso verificar daqui a pouco.
sábado, 4 de junho de 2022
Toque
O toque do telemóvel da Carminho é a canção do vídeo. Conheço vários itens da frase anterior: o toque, a Carminho, a canção e o vídeo.
It's not until you fall that you fly
When your dreams come alive you're unstoppable
Take a shot, chase the sun, find the beautiful
We will glow in the dark turning dust to gold
And we'll dream it possible
Canção na cabeça
Numa destas manhãs acordei com a canção «I drove all night» na versão da Céline Dion e, logo aí, pensei tal empreitada pode ser amor. Ou então desejo. Apego. Dependência, já agora. Horas depois publiquei no Instagram a canção mas não estendi a empreitada desta maneira, deixando apenas registado que todas as manhãs tenho uma canção na cabeça e blás e mais blás, mais ou menos como fiz no lbogue... ai perdão, blogue, só que pela via oral, podendo ainda, e porque o Instagram dá essa facilidade, mostrar por meio de som qual a canção do meu acordar desse dia. E eis que está então toda esta interessante temática exposta. Expostinha, vá.
Lilás
E vai que a pessoa que escreve neste, e este, blogue no outro dia viu toda uma paisagem lilás e... Tornando a eu. Há dias vi um lindo jardim lisboeta, e, logo que olhei vi uma perspectiva muito bonita, quis fotografá-la mas não me apeteceu parar a marcha e, como é óbvio, a perspectiva desmanchou-se. Podia ter voltado para trás mas não me apeteceu, acabando por tirar algumas fotos e escolher uma para pôr no blogue (link atrás). Ora, por ter linkado a foto que tirei, relembrei que a pus de atravessado. Não sei por conta de quê me lembrei eu daquilo mas pronto, pu-la assim (pá, cenas). Porém, no dia seguinte, ou então depois disso, passei novamente no lindo jardim, recordei a perspectiva e já não a deixei escapar.. Entretanto já passaram muitos dias, isto até já nem tem assim tanta graça, mas as voltas que todo este tema deu, bem merece constar no blogue. Deixo então as fotos que são mais ou menos da primeira perspectiva que me encantou, mas de um outro dia, como espero que já se tenha percebido. Ah, uma das fotos, a segunda, tem outras versões com filtro. Quis assim porque não se percebe o lilás das flores dos jacarandás. Recapitulando, não vá não se perceber (já se esvaíu a esperança dita atrás), as duas primeiras fotos filtro algum têm, as duas a seguir pois sim. Ah, outro ah, isto é tudo coisinhazinhas que sim, também pertencem a 'Lisboa, Lisboa. Porque não?'
Escrever no balcão
Enquanto convivia comigo mesma, alvitrando mentalmente como exporia no blogue a primeira foto, surgiu-me 'Lisboa, Lisboa. Porque não?', uma vez que era aí que estava - era eu a gastar tempo, era o céu encoberto, era a árvore que também aparecia, era o vento que estava. Já no estaminé, antes que esquecesse, apontei num papelinho cá dos meus e deixei-o algures em cima do balcão, partindo para outra questão que já não me lembro se era de trabalho ou de escritos para o blogue. Certo é que, depois disto, entrou um cliente que obviamente atendi e, durante o processo, notei que o papelinho estava em cima do balcão, ao alcance da leitura. Quem sabe o cliente o tenha notado, mas não o comentou. Lá mais abaixo está a foto do papelinho, parece-me de uma certa justeza que também apareça.
Meias
Em tempos expus no blogue uma mostra que as próprias meias faziam à calçada lisboeta, chamando ao primeiro desses posts 'Vamos mostrar as meias à calçada?'. Repeti a ideia outras vezes, não muito tempo depois, e entretanto não mais tornei, contudo, nunca esquecendo.
- Pode visitar-se todo o conjunto de posts clicando aqui -
Hoje, não que venha mostrar as meias novas à calçada lisboeta, até porque não me encontro aí, venho mostrar meias que comprei ontem. Considerei de bom tom mascarar a foto com filtro, a imagem a nu aborrece-me deveras.
Visitas de fim-de-semana
Visitar o estojo de palhinha para rebuscar canetas coloridas.
Visitar a caixa de plástico para escolher um corte de tecido adequado ao estilo da peça de roupa que quero alterar.
Croissants
Provei os croissants de outra instituição supridora de apetites doces. Não são tão bons como aqueles de que falei no outro dia, mas são muito bons também. Este post não existe para dar conta das minhas experiências com doçaria mas por ter optado pelo recheio de kinder bueno, preterindo a nutella, o que me levou a achar-me montes de piada porque afinal os sabores não são assim tão diferentes quanto inicialmente pensei. Enquanto degustava a iguaria é que me fui apercebendo disso. Bom. Então. Certo é que o kb é feito sobretudo de leite e a ntll de chocolate, mas, no geral, sendo de chocolate e tendo a mesma textura, pouca diferença haverá. Claro que isto é todo um presumir, mas, querendo deixar de presumir, é fazer a prova.
Calendário
Olá. Venho para as luas de Maio. No mês passado ainda pensei que neste as luas fossem somente três mas oh, não, são quatro. Lá que era giro, era.
a 9 Quarto Crescente; a 16 Lua Cheia; a 22 Quarto Minguante; a 30 Lua Nova
sexta-feira, 3 de junho de 2022
As visitas
A rica filha pediu para ver fotografias. Daquelas antigas, sabem? Quão longe está esse tempo... Achei montes de piada à lembrança dela. Obviamente que, por ela folhear os álbuns e comentar a maioria das fotos, todos revimos uma ou outra. Foi giro recordar circunstâncias, lugares e até roupas. E pessoas, já agora. Acho também giro que se farta que em cada visita ela percorra toda a casa, como querendo, lá está, recordar o tempo em que lá morava, bem como perceber o que mudou. Nisso é parecida comigo, outra gireza, dou muita importância aos espaços e às coisas. Quando o rico filho saiu de casa também lhe notei saudades nas primeiras visitas que nos fez. Uma pessoa conhece o olhar das crias. Não sei se este conhecimento passa com os anos mas, passando, ainda leva tempo.
Indo eu
Pretendia alcançar a frutaria do nepalês e ia em cantoria baixa e, mas, contente, percorrendo a calçada que mais solas de sapatos meus viu até hoje. Tenho pena que não me lembre qual a melodia que trauteava mas oh, paciência. O certo é que este momento estava a ser tão especial, tão de prazer, entrega e partilha, quando percebi que me cruzava com o cantor. Soubesse eu e tinha ensaiado, oh oh.
Particularidade em público
Enquanto uma cliente tratava de uma particularidade telefonicamente e que nada tinha a ver com o nosso negócio, eu ia compondo um post. Certo é que não recordo qual. E oh que pena, ah poi zé.
Abacateiro
De manhãzinha vi folhas caindo, supondo logo aí que eram as do abacateiro. Não terei certeza senão vendo-as de perto, o que farei amanhã.
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