quinta-feira, 13 de julho de 2017

Afinal sempre dei cabo da caneta verde, ó:




Não escreve nada de jeito, assim de bico torto, e toda a gente sabe que eu tenho que escrever de jeito. Substitui-la-ei pela caneta azul-turquesa, mal malembre de a ir buscar ao baú das canetas coloridas e lápis de cor.

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