sábado, 13 de maio de 2017

Da couve kale

Da couve kale, que entretanto descobri que se pronuncia keil, oh céus. Ando há - não se cinco se seis - meses para experimentar um pão especial por ser um tanto ou quanto diferente, feito com uma verdura mesmo verde, bacon e queijo feta, e este post existe para afirmar que já experimentei o dito pão e que não é suficientemente bom para constar no meu dossiê especial, o qual decidi vir a conter as receitas que eu considere muitomuitomuito especiais. Vai daí, pumba e coiso, mas o pão é bom, ok,?, é bom, só que
não...é...bom...o...suficiente,
já eu tinha dito, portanto: adiante, mas foi-se comendo, lá isso foi. Dias depois da sua feitura, restava-lhe ainda um paralelepípedo e eu cheia de fome, que era rente ao almoço, ai oh céus, que como eu com o frango, cozo umas massinhas?, não!, batatas?, hum..., cenouras?, não havia disso no cesto. Já sei!, cozo batatinhas! e um pedacinho de talo de aipo! e depois salteio tudo! e torro o pão de couve kale! E acompanho o frango!
(hum...?)
Pois, e olhem que ficou melhor, o pãozinho torrado, não asseguro que as fotos transmitam essas melhoras, mas asseguro que o que afirmo é a verdade.





E abaixo deixo uma foto onde revelo a última vez que apontei a couve kale na lista de supermercado.



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