terça-feira, 19 de julho de 2016

É Pokémon, ok, Gina Maria, é Pokémon!

Ó Gina, escreve sem freio, vá. Agora podes. Ah... Quantas saudades.
Caramba, finalmente um tempinho para escrever novidades. Devo dizer que estes dois dias têm sido paridos por algo de nome lufa-lufa.
Quem manda ir de férias?
Bom, vamos lá então, fica já neste mesmo post um assunto, que estou numa de encurtar a totalidade dos ditos.

Ontem escrevinhei nem sei quantas vezes Pokemon
Pokemon
e também pokemons uma data de vezes, e nem é pokemons, tampouco pokémons, a rica filha diz que o plural de Pokémon é Pokémóne. Pronto, de certezinha que não é assim que se escreve, mas.
«Então quantos apanhaste hoje», perguntei-lhe eu ontem. «Só um», disse ela, cheia daquela tristeza própria dos trabalhadores. Não se passando fome, o trabalho é a coisa que mais entristece os pobres. «Como se chama», quis eu saber e ela disse «Rhyhorn» com saber. «Como se escreve», perguntei, voltando à carga. Solícita, pesquisou e disse: «érre, agá, ípsilon, agá, ó, érre, éne», tudo letras que rabisquei num papel, logo seguido de mais uma perguntinha em modo Gina-a-infantil-que-escreve-num-blogue: «É parecido com o quê?», e vai que a rapariga, sem se desmanchar, remata «Com um rinoceronte, como o nome aponta.»

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