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domingo, 13 de maio de 2018

Cores

No tempo em que eu andava feita maluca a arrancar florzinhas dos campos de Loures com o intuito de as separar e apresentar no blogue mediante as cores que tinham, e vou já dar exemplos:


Nesse tempo, dizia eu, tentei agrupar a cor roxa e para tal lá me pus de nariz para baixo a tratar afincadamente de compor a questiúncula. Ora acontece que chegada a casa me aprecebi que algumas das florzinhas não eram roxas mas bordeaux, o que me levou a querer desistir desta ideia lindíssima e super original. Mas, não me vencendo a mim mesma, fui buscar máquina fotográfica montes de espectacular e apliquei-lhe aqueles filtros que extraem a cor. Quereria isto dizer, ou eu assim esperava, que as flores, sendo realmente bordeaux, o filtro extrairia o vermelho e lá se ia a ideia, fantástica, claro, de agrupar florzinhas roxas e fotografá-las até me apetecer. Bom, realmente são bordeaux, algumas das florzinhas, que o diga a foto...





... Entretanto deixo também todo o rol de fotos tiradas dessa vez, que, devido à experimentação, acabei por usar todos os filtros...


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

hey, two thousand seventeen:

...trying not to be shy...

Já sei ler

Olá,
o meu nome é Gina,
e se olharem para a foto abaixo vão ver uma pessoa que sabe ler há quarenta e dois anos. A vassoura é que não sei se sabe, mas é questão de me lembrar de falar com ela.






Há mais interesse no ler do que no escrever.
Há mais opinião no ler do que no escrever.
Há mais sabedoria no ler do que no escrever.
Talvez sejam só aparências, mas, dum modo geral, penso que. Resta dizer: o escrever isola, o ler acompanha.



Posta-restante:
Há quarenta e dois anos que sei escrever. Também, pois, e nessa época sabia escrever ao menos isto:




E, provavelmente, conseguia algo semelhante a isto:



De como o sol é fugaz

às dez e vinte e um, a primeira foto, às dez e trinta e cinco, a segunda

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

em 2017, continuarei a ter o sipipu como amigo

Em 2017, quem sabe haja uns quantos...

Planos comelícios, o efetivamente

Olá, cá estou eu!
Bem vindos a mais um post!
E a mais um blogue!
Nos planos comelícios estava a verdade, lá isso é verdade, verdade essa que vou verdadeiramente efetivar com palavras e imagens para tornar verdadeira.

Houve Pães Doces
Calhou-me tão bem. A última vez que fiz, creio até que registei no blogue, calhou-me tão mal, que não tinha papel vegetal e este é um pão-bolo que não dispensa o papel vegetal forrando a forma porque o açúcar que o recheia carameliza com o calor. Mas estava mesmo bom, tirando esta vez, só se a primeira em que o fiz estivesse melhor. Acontece-me frequentemente a vez primeira calhar mesmo bem, o que me leva a colocar a receita no meu dossiê especial, e portanto querer repeti-la, e em vezes seguintes já não ser tão bom, talvez porque elevei as expetativas ao mais alto grau. Mas fica assim: estes pães-doces estavam mesmomesmomesmo bons.






Houve Queijos de Figo
Não é queijo, mas é figo, não sei porque se chama queijos, devia mas era ser Bolas de Figo, mas adiante. Começa-se com uma calda, é necessário uma picadora por modo a picar os figos e as amêndoas, é ligar tudo com a calda e moldar as bolas com as mãos molhadas. Um dia ponho aqui a receita, creio que não demorará muito, é que vale a pena aumentar o número de receitas no meu dossiê especial. Olhem: pensando bem, ponho mas é já hoje. Está logo a seguir à foto, mas antes digo já que a copiei do programa televisivo 'Prato do Dia', que passa no canal 24 Kitchen e é apresentado pela Filipa Gomes.




Ingredientes para a calda:
2 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher de sopa de erva-doce em pó
1 colher de sobremesa de canela em pó
2/3 cup de açúcar
1 cálice de aguardente
Ingredientes:
250+50 gramas de amêndoas ao natural
500 gramas de figos secos
Confeção:
Prepara-se a calda levando todos os ingredientes ao lume. Deixar ferver durante uns dez minutos, ou até se notar reduzida e consistente.
Pica-se as amêndoas e os figos separadamente. Aquando de picar as amêndoas reserva-se 50 gramas.
Quando a calda arrefecer um pouco deita-se por cima das amêndoas e dos figos, mistura-se tudo e, com as mãos molhadas, moldam-se bolinhas, que se envolvem na amêndoa que se reservou.






Houve Pudim de Marmelo
Tinha no congelador uma compota de marmelo. Sim, compota, não marmelada, é que quando a fiz, fi-la com pouco açúcar, portanto a dita não atingiu a solidez duma marmelada. Achei boa ideia colocar na mesa um pudim semelhante ao de ovos, mas com a compota, uma espécie da minha receita de Pudim de Outono, vá, mas ao invés de ser com peras, pois que era com marmelos. Digo espécie porque coloquei muito menos ovos do que a receita original. Contudo não saiu bem, contudo partiu-se ao desenformar, contudo não me preocupei com isso, contudo quero lá eu saber, contudo ninguém me ralha, contudo ninguém deixa de comer um pudim rachado, contudo fotografei somente a parte bonita. Pois.






Houve Broas de Batata-Doce
Hum, nhé, não curti a cena. Retirei a receita dum prospeto da Sidu que recolhi no corredor do supermercado que mantém tudo quanto é gorduroso – manteigas, margarinas, natas, iogurtes, sobremesas mascaradas de iogurtes. Esta receita não me agradou. Em casa houve pessoas que curtiram a cena, mas eu não, achei que lhe faltava tempero, algo como canela, erva-doce, coco, raspas dum qualquer citrino, não sei bem, mas falta coisas àquela receita. Não repetirei, muito menos acrescentarei folha alguma ao meu dossiê especial à conta da dita. Mas há foto.






Houve Arroz-Doce
Então, ora essa, o rico filho adora, ademais o arroz-doce é do Natal. Fi-lo como faço sempre.





Houve Cheesecake
Então, ora essa, a rica filha adora, ainda que o cheesecake não seja do Natal. A foto contém apenas a compota que fiz, usando as tais framboesas que tenho no congelador, e também uns quantos morangos congelados e também açúcar e também canela e também casca de limão. É meu costume apresentar na mesa a compota e o cake separadamente, isto ocorre por conta de os ricos filhos não serem apreciadores de compotas, então deixo ao critério dos comensais, quem quer põe por cima da sua fatia, quem não quer obviamente não põe. Devido a esta questão, nas últimas vezes que tenho feito cheesecake, adiciono à parte alva da iguaria um pouco de canela em pó e de raspas de limão. Fica tão melhor.





Não houve bombons ou trufas
Na azáfama das compras de Natal, fiz mal as contas e acabei por comprar bombons a mais, os quais coloquei então na mesa e de certo modo me fez dispensar de preparar os meus. Isto assim soa a desculpa.
«Eh pá, ó Gina, ora essa, não querias era fazê-los.»
Bom, os bombons, na verdade, eu não queria fazê-los porque conclui recentemente que dificilmente os conseguirei fazer, mas ia fazer trufas, tão mais fáceis de se lhe chegar à consistência desejada. Mas não, e pronto.






Depois houve coisas como Bacalhau com Batata-Doce e Feijoada à Luís, das quais não tenho foto porque era noite e não iam ficar bem o suficiente. Mas estava tudo muito bom, e isto disse quem comeu. Eu.

Marcador

Nada como fazer de três folhas o marcador de livro do momento*, que foram recolhidas do passeio junto ao muro de pedra.




Foi assim:
Enquanto as páginas lidas eram poucas eu punha aquela badana a marcar. Quando aconteceu serem muitas tive uma necessidade premente - ai o que sofri, foi horrores, nem queiram saber, a vida toda desfeitinha e o caneco – de encontrar algo que marcasse a página do livro onde ia. E foi num soalheiro dia do fim do outono que encontrei estas três. Confesso que comecei por apanhá-las por conta da beleza especial - e igual e diferente em simultâneo, por isso especial - entretanto, chegada ao estaminé, tive a ideia absolutamente genial de fazer delas o meu marcador. A bem dizer uma chegava, mas.

*Romance de Cordélia, Rosa Lobato de Faria

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Fiquemos assim

Presumo que encontre tempo




para vir pôr umas patacoadas no lbogue... ai perdão, blogue durante o dia de amanhã.




Mas, não encontrando, deixo já um




Feliz Natal aos leitores deste blogue




Que obviamente estendo a algum poiso de circunstância.

Pronto, eu tinha

Pronto, eu tinha pedido que o Ano Novo me trouxesse uma caneta verde e outra vermelha, mas o Natal adiantou-se, trazendo duas azuis, por dentro, e uma preta e outra vermelha, por fora. Há que ficar agradecida por conta daquilo da boa-vontade e isso.


Post mais ou menos natalício

então temos:
biberón café bombón
ristretto
café americano
macchiatto
(aparentemente: uns são café, outros não)

Primeiro

Bom dia. São dez e vinte e quatro. De manhãzinha vi raios de sol furando o nevoeiro, de maneiras que tirei fotos e assim e publico uma.




Ah, e já gastei 62 émebês de netes a usar através do telemóvel.