quarta-feira, 10 de julho de 2024

Dantes

O (dantes) carteiro continua a sair de casa, apesar da nenhuma vontade, diz que «é para não perder o jeito ao passo.»

Latim

«Res, non verba» afixado na esquadra da Polícia.

Felicidade

Um bebé perdido é sempre uma cena que provoca reação. Este que recordo tinha ainda o cordão umbilical pendendo. Acredito que as cabras baliam para o orientar, se no fim, quando se juntou, todas se calaram e recolheram. Uma felicidade.

👀

E ali era um lugar lindo! 😍 Pena não ter desfrutado mais 😁  Só árvores e vegetação, o caminho estreito, como sendo particular. Mas não era 😂 Passaram dois moços, vinham por ali abaixo montados cada um em sua mota, daquelas motas altas. Pelo que nos disseram, eles no seu italiano irrepreensível, a gente em modo 'safa-Línguas todas' ali não faríamos nada, o melhor era descer. E foi depois disso é que encontrámos a vivenda junto ao lago, onde havia vaga porque o casal que havia reservado tinha desistido. Tinha um quintalinho para pôr a mota e tudo!
👀

Anotação vintage

 Itália, Como, Via Statale, 182

Coises

Pois, dos robots, o que sei é que nos cantos não aspiram, como é bom de perceber, mas, no mais, como se ligam by himself e mais não sei o quê, são práticos e cómodos. Há uns aspiradores com cabo, que, dizem, não dão cabo das costas porque permitem uma posição direita. Tenho visto muita publicidade acerca e dizem maravilhas. Basicamente, parece a mim, são como uma vassoura, mas eléctrica.

E pronto, ainda assim tudo foi em bem e ainda bem. Agora é esperar a continuação do bem. Eu costumo dizer que não há-de ser nada, que é uma frase feita mas que desanuvia e dá esperança.
Beijinhos e bom fim de semana 😁😘

Rectificando (e aprimorando) a questão do desentupimento:
Soda cáustica, uma ou duas colheres
Despeja água quente em poucochinho
Espera uns minutos
Repete este processo mais duas ou três vezes
Depois enche a cuba de água (ou um balde) e despeja para criar pressão
A seguir deve estar desentupido. Se não estiver, diga 😁

Acho é que não dá para guardar, precisamente por causa das músicas. Mas eu vou aqui fazer gravação do ecrã e já lhe envio.
Ela encontrou um spot em que faz de filtro espelhado e tudo 😍
Ele, pronto, comme d'habitude 😁
A Rachid tem é que por o coração ao largo, como diz a minha mãe. Eles sempre subirão, já se sabe que são os donos do pedaço 😁

|2022, 2023 (?)|

terça-feira, 9 de julho de 2024

Fim de semana 15 e 16 de Junho e por junto, e antes, 13 de Junho, feriado

Na quinta-feira (13) fiz Tarte de Amêndoa. O Luís fazia anos e quis que o doce fosse um dos que ele mais gosta. Já não é a primeira vez que faço esta tarte, usando esta receita, e me parece que a cobertura tem excesso de manteiga. Em vezes anteriores, com a mesmíssima receita, não fiquei com esta impressão. Uma próxima altura tratarei de retirar um pouco de manteiga, então. Mas estava boa o suficiente, tanto que, quem comeu, gostou aos bués. No sábado (15) fiz Pain au Chocolat e Bolachas com Manteiga de Amêndoa. Estes pains são feitos com uma massa folhada mas sem ser a massa folhada que fiz em outras vezes, esta leva leite e fermento de padeiro. Basicamente é a massa dos croissants, mas, neste particular e presumindo eu, são apelidados de pains por conta da forma que têm - assemelham-se a um pãozinho. Andava há meses para experimentar este tipo de massa, sabia que o melhor era não deixar chegar o calor, de maneiras que decidi que seria esta a data da primeira experiência. Entretanto vialguns vídeos e captei algumas dicas. E ainda bem. É que, no momento de ter o détrempe a jeito de descansar no frigorífico, não tivesse eu revisto alguns vídeos e colocá-lo-ia num saco de plástico, que é o passo que segui sempre que fiz massa folhada. Ora isto não se quer, uma vez que este détrempe não é igual aos anteriores que fiz, pois, por conter fermento de padeiro, precisa de espaço para crescer e não de ser aprisionado dentro de um saco. É pô-lo numa taça coberta com um pano, e sim, introduzi-lo no frigorífico e esperar uma horita, ou duas, vá, para que cresça com saúde. Então, horas depois, não sei quanto tempo, mesmo, juntei a manteiga fria e estiquei com rolo e dobrei em três e estiquei com o rolo e dobrei em três e estiquei com o rolo e dobrei em três e pus no frigorífico. Estas voltinhas todas dei-as não menos de quatro vezes, sim, três vezes quatro, sendo que o espaço por entre as duas últimas foi de uma noite inteirinha, coisa que já nas anteriores massas folhadas havia acontecido por achar melhor. Esta questão foi até dica num dos vídeos que vi, tinha portanto a intuição certa. Ou de acordo com a Chef, pronto. Durante esta feitura, em cada nova volta a dar, notei sempre a massa a não querer receber a manteiga, com se não a deixasse envolver-se, a pobre não passava de pedaços aqui e ali, uns maiores que outros, ou então bolinhas, que furavam a massa. - Tenho até foto (aqui) em que algumas dessas bolinhas se grudaram ao rolo da massa. - E eu, em cada investida, julgando estar a perdê-la para nenhures. Mas não. Enfim, tudo se resolveu, fique-se já sabendo. Entretanto, sempre que ia buscar a massa ao frigorífico, era um regalo notá-la tão crescidinha. Caneco. Aquilo de a manteiga não se ter misturado lá muito bem no dètrempe, presumo que aconteceu por conta de a ter adicionado em temperatura diferente daquela em que estava o dètrempe. Estas massas são especiais, sensíveis. Não condescendem. Qual quê, ora essa. Mas tudo se resolveu, como já anunciei, e tenho também algumas fotos que publiquei há dias, o link está acima, lá, encontra-se não só o rolo 'amanteigado', como outras fotos onde constam os pains au chocolat. No domingo (16), como já anunciado, fia então bolachinhas das boas. Numas, coloquei creme de avelã e chocolate, e, noutras, doce de cereja. As com primeiras ficaram menos bem, o creme não se esparramou pela bolacha. As segundas ficaram bem melhores em aspecto e, por uma questão de gosto pessoal, ficaram ma-ra-vi-lho-sas. Note-se que, para receber estes recheios, formei copinhos com a massa, sabendo de antemão que o calor do forno derreteria a massa, que por isso se espalharia. Correu bem. Quando decidi fazer estas bolachas andei a ponderar fazer antes o tal bolo do mel e chá preto e até o de espinafres e, ainda, a mousse fit, feita com aquafaba. Mas não, já se viu, presumo. Adicionei à massa um tanto de manteiga de amêndoa e ficaram de ohs! e mais ohs! Sério, mesmo mesmo mesmo boas. A receita na qual me baseei foi a «3, 2, 1 + 1 ovo», que é simplezinha, mas eu gosto de jogar cenas diferentes lá para dentro, raras vezes as faço iguais. Desta vez fiz a coisa a olho e juntei dois cups de farinha, duzentos gramas em manteiga e em manteiga de amêndoa, numa relação, quiçá, de cento e cinquenta gramas da primeira para cinquenta da segunda. Logo que saiu a primeira fornada julguei terem açúcar a mais, só que não, pois que, depois que arrefeceram, o sabor amainou. E, indo lá acima buscar aquilo de fazer as bolachas sempre diferentemente, numas pus uma colherzinha creme de avelãs, noutras uma de doce de cereja. Ganharam as do doce. Tão melhores. Ohs!

Fim de semana 8 e 9 de Junho

No sábado (8) fiz Bolo de Banana com Cobertura de Manteiga de Amendoim e Bacon. O que me estava a travar era que tinha preparado queques de banana duas semanas antes, mas, também certo, era que tinha em posse montes de bananas e, seja lá como for, a receita do bolo de banana não se assemelhava aos queques, já que essa é outra massa e, ainda por cima, a manteiga de amendoim seria usada como cobertura e não como parte integrante da massa, como é o caso desses queques. E aquilo do bacon por junto distava-se aos bués do 'mais do mesmo'. Isto de juntar bacon a um bolo de banana e manteiga de amendoim desceu de uma inspiração da Filipa Gomes, que se dispôs a usar os sabores contidos na sandes preferida do Elvis Presley. E que bom que fica! Esta foi a segunda vez que juntei estes sabores, usando a minha receita para preparar o bolo e, no caso da cobertura, usei uma que intuí aquando do visionamento de um programa televisivo chamado «As Doces Iguarias de Rudolph». Digo intuí porque nesses programas Rudolph não divulga as quantidades das receitas que apresenta. Em certa altura assistia a tantos programas de culinárias que fui percebendo as misturas que mais me agradariam, bem como a intuir (lá está) qual o rácio por entre ingredientes. Já o bacon não tem nada que saber, é fritá-lo e pô-lo como guarnição. O que recomendo é que se frite na hora de servir porque, nesse caso, o estaladiço é bem mais presente. Neste dia tinha andado indecisa por entre este bolo e um Clafouti de Cerejas, estando, portanto, bom de ver qual escolhi, e escolhi porque tinha bananas bembembem madurinhas. Na escolha estava ainda a pesar o Bolo Floresta Negra, o qual viria a fazer no dia seguinte, aproveitando o facto de receber ao jantar as minhas pessoas. Desenvolvimento do dito no próximo parágrafo.
No domingo (9) fiz Bolo Floresta Negra, aquele clássico que leva Kirsch, chocolate e cerejas. Aqui a grande questão incidia na possibilidade de não haver cerejas no supermercado e, se assim fosse, a ideia ficaria pelo primeiro passo do todo que compõe o Bolo Floresta Negra, id est: ficar-me-ia por fazer o bolo de chocolate mais simples que conheço (é o melhor, na verdade), o Bolo Nega Maluca. Mas havia cerejas no supermercado, como, também aqui, está bom de ver. Nas receitas que visionei em pesquisa percebi que as cerejas usadas eram as de conserva, havendo até quem humedecesse o bolo com a calda, enquanto outros o faziam com Kirsch. Eu, cerejas dessas, não era as que queria, já o Kirsch, pois que o substituiria por outro licor. Isto em pensamentos, pois que, na realidade, para humedecer o bolo levei ao lume compota de cereja, ginja e um nadinha de água. Acerca do recheio, ainda ponderei usar trufa de chocolate, copiando, assim, de uma das receitas visionadas durante o processo de pesquisa. Mas não, recheei com chantilly e cerejas e, no topo, mais chantilly, mais cerejas e, ainda, pedacinhos de chocolate branco. Terminada a montagem do bolo, a modos que me arrependi de não ter espremido sumo de limão nas cerejas, por mor de não oxidarem, mas logo me achei no melhor modo por ter concluído que esse passo acrescentaria líquido às cerejas, o que contenderia com o chantilly, presumi que o liquidificaria. Não sei se presumi bem, mas o certo é que durante o tempo de repouso houve uma parte do bolo que desmoronou. Não ficou o bolo mais bonito do mundo, e pra qué quisso intressa?, bem sei, mas estava bom mas bombombom. Aliás: estes dois bolos são dos melhores que fiz até hoje.

sábado, 6 de julho de 2024

dias de um pau que iça

1 de Julho
2 de Julho

Vou posar

27 de Junho

Vou posar

27 de Junho

choro silencioso

3 de Julho

Lisboa, Lisboa

4 de Julho

Lisboa, Lisboa

4 de Julho

a minha amiga árvore amarela aos 4 de Julho de 2024

folhos

30 de Junho

andarilhos

30 de Junho

espinhas

3 de Julho

segunda-feira, 1 de julho de 2024

sábado, 29 de junho de 2024

13853

Prisma 👀

13852

Prisma 👀

13851

Prisma 👀

13850

Prisma 👀

13849

Prisma 👀

Dias de um Ginásio

26 de Junho

Dias de um Ginásio

26 de Junho

Dias de um Ginásio

26 de Junho

Vou posar

26 de Junho

segunda-feira, 24 de junho de 2024

Açaí

O açaí mal aparece, lá isso, era porém componente do ramalhete, sim senhoras e senhores, e ocorre ainda que, por princípio, o kiwi encimava.

sexta-feira, 21 de junho de 2024

Vou dançar

15 de Junho

Três céus em Lisboa

18 de Junho, 10:53

Diferenças

Estas fotos são outrossim de 16 de Junho. Estão mostradoras, não só de alguns dos itens que compõem duas prateleiras acerca das quais falei no post anterior (link acima), como de apagões que consigo fazer com o meu telefoneee. Já conheço o método, inclusivamente o meu amado telefonee proporcionou-me alguns apagões do género, porém, não com a perfeição do telefoneee.

Fundinho

Considero estas prateleiras extraíveis interessantes no sentido de mostrar tudo o que por lá aprateleirei. Mas vai que a distância entre as duas não é assim lá muita, então, se quero, e quero!, limpar lá ao fundinho. Foi esta lide, bem como o clique, aos 16 de Junho último.