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terça-feira, 11 de junho de 2024

terça-feira, 18 de julho de 2023

No mais

Então, no mais é que ainda tenho fotos das férias, digo eu umas que estão no telefone mais antigo, as quais, se bem me lembro, tirei para poupar a memória do menos antigo. Passo a explicá-las mormente do que malembra e outrossim do que nã tá esquecido. Ah ah. 
A primeira foto retrata uma placa de estrada junto a Malemort. Decidi-me por este clique para fixar uma ida ao WC do mais público que há. Nunca tive, e continuo sem ter, minhoquices em frequentar WCs deste género. Na outra grande viagem compus até um post onde me digo assim.
As segunda e terceira fotos retratam uma revista das que estava num cesto numa das sala do alojamento, sito em Tresèlles, e que foi dos mais incríveis onde pousei porque era uma casa enorme, pude até escolher um quarto dentre três, uma vez que mais ninguém lá estava pousado. Decidi-me por estes cliques porque achei as receitas boas o suficiente para que as queria experimentar, porém, uma mais do que as outras, daí o clique com uma só receita.
A quarta foto é tão somente um clique à mensagem de uma certa pâtisserie  mas que calhou de ser como uma selfie.

terça-feira, 27 de junho de 2023

sábado, 24 de junho de 2023

telefone
e
telefonee
e
eu

pois, algum descuido eu teria, com tantas fotos, tanta vontade de as ter, tanto esforço em as guardar, tanto desejo de as publicar no blogue
enfim
calhou então de jogar no lixo as fotos da árvore francesa e as da árvore espanhola
e aconteceu assim porque os telefones copiam-se mutuamente todos os meus cliques (fotografias e filmes) e têm um lugar ao qual chamam fototeca e eu, julgando já terem bastos gigas, eis que me ponho a eliminá-los por conta de arranjar espaço
pumba, como as fotos foram tiradas há bastos dias, olha, lá foram elas de companha a outras que, essas sim, já não faziam cá falta nenhuma
oh...
entretanto, para mais graça pôr neste descuido, não foram só as fotos dessas árvores que voaram para um lugar sem volta, foram também as fotos de que falo no post abaixo deste

telefone
e
telefonee
e
eu

em certo dia registei mais ou menos a mesma perspectiva com cada um dos telefones meus
resultando no que se vê abaixo
ora pois que isto não me aconteceu só por conta da perspectiva, que é, afinal, a coisa que menos importou, importou foi cada um dos telefones captar o outro
venho é também deixar dito que a foto de cima contém o telefone antigo porquanto usei primeiro o mais recente, estando, assim, bom de ver que sucedeu o contrário na foto abaixo da primeira



é, não há fotos não
explico tudinho no post acima

sábado, 18 de março de 2023

Rascunhos

Tenho ainda rascunhos no antigo telefone. Isto em forma de áudio. Venho com este assunto sem me ter certificado que são mesmo mesmo mesmo assuntos para publicar no blogue. Vou ver disso. Ouvir.

Eis:

Um (07-11-2022, 8:11) é lembrando de lembrar as portas que conheço. As mais mais mais de tudo e tudo. Sei que já compus um post com esta temática e apoiada no dito áudio, porém fui guardando o rascunho porque, nele, me lembro de lembrar que não me lembro como era a porta da minha ti Bia, embora alvitre que se assemelhe à do pial que já comentei em cinco posts deste blogue. A primeira porta... Não, não me lembro. A de agora é de ferro, pintada de cinzento claro, com um puxador em forma de pega, dourado, com rasgos. Apresenta-se obliquamente ao lado esquerdo. Estas últimas características não estou certa, mas a cor da porta é essa, bem como a matéria de que é feita.

Um (13-12-2022, 19:18) é, tanto um registo de duas canções portuguesas para gingar e filmar, como um registo de que os portugueses também têm baladas. E estão, todos, exemplificados. Dos dois primeiros temas ainda não tratei, do terceiro já.

Um (28-01-2023, 07:45) é o mais puro rascunho em forma de áudio. Digo eu que um cliente se queixou que ter móveis em que as gavetas se fecham com travamento de nada lhe serve porque ele tem duas casas, uma tem fechos assim e a outra não, então vai que é uma complicação porque acaba por não ter os gestos automatizados. E agora digo eu: se numa casa empurra as gavetas sem motivo, e até as estraga, na outra põe-se à espera e nada.

Apontamentos

Tenho ainda apontamentos no antigo telefone. Números de telefone; espessuras das farinhas; rácios para a confeção de trufas; quantidades de, e quais, ingredientes para o bolo de bolacha, e................ o número de telefone e morada do Lar onde o meu pai esteve, bem como o número de telefone da pessoa que lhe estava mais próxima. Estes últimos apontamentos não me servem para nada mas como se relacionam com o meu pai não tive coragem de os pôr no lixo. Também guardo ainda o número de telefone dele.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

90

A minha mãe faria hoje 90 anos: Dizia que no registo está nascida a 7 mas sempre lhe foi dito que nasceu a 6, dia de Reis. Rima e tudo. Em muitas das vezes que alguém lhe perguntava a data de nascimento, a minha mãe respondia 'dia de Reis. E sim, este pode muito bem ser um daqueles posts 'Dia de... (não era preciso dizerem na Radio)'. Ah, e para registo meu, as fotos foram tiradas (com) e editadas (no) meu mais antigo telefone. Mais uma acha, dizia eu o ano passado, a memória vai perdendo a estampagem, pode ser que sim, ó Gina, pode ser que sim.

sábado, 31 de dezembro de 2022

pó caralho

Tenho saudades do blogue, do desprendimento que tem perante o bem-parecer, se pareço parva, sem noção, se a foto, afinal, está torta, se o vídeo é uma merda, ademais desinteressantes. Há dias vi uma influencer mandar pó caralho os seus haters. Longe de achar que é uma atitude a figurar no meu rol, quero é dizer que lamento, e não é pouco, não ter coragem para fazer o mesmo. Sou de me enfiar para dentro, levando comigo as vontades mais básicas, outrossim libertadoras, que há. Depois rebento, claro. E tenho saudades do meu blogue, de escrever acerca de temáticas sem importância absolutamente nenhuma. A foto abaixo, para já, é a derradeira desta saga que foi despejar o meu mais antigo, porém amado, telefone. Pá, e 2022, não tarda vai, não pó, mas cu caralho, lá isso.

No post anterior

No post anterior vem referido um tema que tem lugar no telefone, não no telefonee. Nos últimos posts tem-se visto que ando a despejar tudo quanto considere tralha inútil, daí ter corrido as pastas, daí ter relembrado semelhante tal, daí ter concluído o que, e como, concluí. Mas há mais coisinhazinhas disto do telefone & telefonee, como, por exemplo, algo que descobri no mai novo (o telefonee), e que foi a possibilidade de a aplicação 'bloco de notas' escrever o meu falar. Sério. Bem sei que tenho que falar tranquilamente e usar uma dicção de locutora, mas pá, aquela porra escreve o que eu digo! Se não tiver tempo (ou óculos!) para digitar, pumba, falo. Está bem que é pausadamente que o tenho que fazer e ademais a aplicação não pontua, mas porra, é mais uma maneira de. Ainda assim, vezes há em que este método não se me afigura como socialmente adequado, concluí eu quando, às primícias de toda esta temática, viajei de Metro e me pus defronte de um homem sem queixo. Discorri logo três ou quatro frases acerca da estranha visão, umas para a oralidade outras para a escrita, onde somente abordava a ausência de queixo. Enquanto me afloravam as ditas frases julguei boa ideia falar, então, para o telefone, tranquilamente e com dicção de locutora. Poi zé, o homem ia ouvir. Havia, e há, a remota opção de digitar, precisamente no telefone, os meus dizeres de cabeça mas levei tanto tempo a decidir que se me esvaiu tudinho. Oh. Deixo prints de notas que quem disse fui eu mas o telefone é que deixou escrito.

Resto de coleção

Continuando em modo restolho.
Eram oito e picos da manhã do dia oito de abril de dois mil e vinte e um quando tive uma ideia tão extraordinária que me dispus imediatamente a gravar um áudio para dela não me esquecer, tomando-a ainda por lembrete para o resto, pois que há toda uma explanação da questiúncula. Tratava-se de retirar sons de efeitos presentes no editor de vídeos que vem inserido no computador e, dado este passo, ficava então com mais sons para enfeitar os vídeos aquando da edição. Basicamente é aquilo a que se chama extrair som. Na altura, em nenhum dos editores eu via esta opção, senão em um, e fiquei de fazer a dita extração. Só que o tempo foi passando e, se bem que me ia lembrando, também é verdade que fui adiando e actualmente qualquer um dos editores presentes na minha vida possui tal virtude. Oh, até já deixou de ser virtuoso, passou a corriqueiro. Serve também este post para o seguinte anúncio: já bani o tal áudio.

Olha outro!

Outro que tal. Há cada retrato meu... Não é um alívio da porra a gente ver esta informação no ecrã? Tem coração e tudo. É emocionante.

Grande retrato desta que vos escreve!

Este post serve também para registar que tenho ainda fotos no telefone e para mim é óbvio que quero que tenham lugar no blogue. Andei por ora pesquisando os fundos do dito e amado telefone e pumba, dei com isto que se vê aqui abaixo e que conta com uma data do Verão deste ano. Não é uma foto, é um print, ressalvo. Entretanto joguei no lixo outros prints, passou tanto tempo que, ou não me lembro o que me fez captá-los, ou agora aborrece-me fazê-lo. Mas este tinha que ficar aqui, é mesmo giro e retrata meeeeeesmo bem esta que vos escreve.

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Telefone e Telefonee

Vou deixar de chamar telefonee ao telefone que agora mais uso porque, bem sei, esta merdice já não tem jeito nenhum, embora o tenha tido, e em muito – era para diferenciá-los.

sábado, 17 de dezembro de 2022

Telefonee...

Tenho um novo telefone. É. Ah poi zé. Para diferenciar as minhas questiúnculas fofas e queridas, de um telefone e de outro, deixo assente aqui e agora que a etiqueta deste novo telefone é Telefonee... Pronto, está então o mundo ensinado.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Escrever

Nos últimos meses tenho-me tido como pouco grafómana, rente ao nada, como que não conseguindo tomar a grafomania de outros tempos. Se por um lado certo é que por ora tenho menos tempo para escrever, por outro sinto menos vontade de tudo rabiscar, o que, fazendo as contas, pode um lado levar ao outro e afinal, das contas, continuo grafómana, sendo agora uma dessas, sim, mas sem tempo para descarregar a grafomania. A colagem aí abaixo retrata um momento em modo selfie porque andava, e ando, de roda de um novo editor de fotos e, alguns filtros funcionam apenas em rostos, vai daí, pumba, cliques. Ora, como sabem, e se não sabem não faz mal, eu gosto de vocês na mesma, a pessoa deste blogue de modelo tem pouco, na verdade tem coisa nenhuma, então saí-me esta pose, que, bai da uei, já está lá atrás, aqui, à qual dei o título 'escrever', que hoje imito, porque num repente pensei, diga-se poeticamente, ou então parvamente, que estrangulava os meus temas. Entretanto, descobri esta função no meu amado telefone, e pronto, eis que. Bom, mas as imagens são duas, a seguinte é um simples shot do meu ecrã depois de puxar a imagem para cima. gostei da informação que lhe corresponde - é nada, enfim.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Da novidade

Quando descobri o editor de fotos de que tenho vindo a falar publiquei um post no blogue que era suposto acompanhar com uma foto mas eis que masqueceu. 
(outra vez, Gina...?)
(outra vez, Gina!) 
Vai portanto hoje. Oh, é de nada, ora essa. Ah, e o espanto estampada na fronha desta que vos escreve era por conta do números de horas que havia estado de roda do telefone. O post aliás era disso mesmo que dava conta. E eu que já dei conta deste recado e tudo.

Já agora