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segunda-feira, 10 de maio de 2021
sábado, 9 de janeiro de 2021
9 de Janeiro
Falo das fotos que tirei durante os dias em que emudeci. Portanto: contrario-me.
Esta foto aconteceu porque considerei ser de maior (sei lá o quê, qualquer coisa em maior, pronto) fotografar um dos meus manuscritos, nomeadamente um de que já tinha falado no blogue. No outro dia, num podcast, a entrevistada, ligada ao mundo da culinária vegetariana, contou que aquando da sua primeira publicação literária quis o livro com uma aparência limpa, optando por pouquíssimas imagens. Entretanto, na publicação seguinte, tendo percebido que o livro já editado lhe parecera pobre, nessa segunda vez incluiu mais imagens e percebeu que as pessoas gostavam bastante de ver o aspecto que a comida poderia vir a ter. Não é que a ideia para este clique tenha aparecido por conta do que ouvi naquele podcast, aconteceu foi que, precisamente por o ouvir é que me lembrei que o principal intuito deste meu clique foi proporcionar mais 'visibilidade' ao apontamento que fiz no caderno do momento.
Tempo de recomeço, é o que qualquer Janeiro é. Enfim, a malta viaja, junta-se, convive, ri – e come e bebe, já agora - durante quase todo o Dezembro e depois eis-nos no trâmites mais comuns dos nossos dias. Ora bem, passa o ano e o calendário, que geralmente se mantém por anual... Pá, cá no estaminé ainda não chegou nenhum que atravesse dois anos. Ou mais. Bom, seja lá como for, se queria a coisa nos conformes em termos de datas, e quis, desfiz o estandarte que mantive durante todo o dois mil e vinte. A foto mostra o 'Dezembro' livre de ímanes porque, a cada mês que passava, eu rodava-os em maneiras de libertar o mês que acabara de chegar. Ora, como isto foi uma parte importantíssima da minha vida e esta maneira de marcar o mês corrente é manifestamente original, então vá de fotografar para congelar tudo isto, permanecendo, assim, eternamente, ai a porra das vírgulas, na Internet. Ou enquanto a Internet for viva, pronto.
Este clique não pertence a este dia (6 de Janeiro), antes ao anterior (5 de Janeiro, óbvio), mas, como a minha mãe faz anos a 6, e uma das cores que sempre lhe vi na admiração é o vermelho, então pronto, fotografei uma manta vermelhona. Foi até ela que ma ofereceu.
Finalmente fotografei este trocadilho cheio de piada. Já havia duas ou três vezes em que por aqui passava e encontrava um piadão neste este dizer, se, para mais, inscrito num caixote de lixo. É que é mesmo irónico.
Fotografar este cenário não foi vez primeira, bem sei que o blogue já conta com umas quantas entradas. Contudo, jamais saberei se tenho esta perspectiva publicada no blogue, só por dizer que... P'ra qu' é qu' iss' int'ressa, né? É. Interessa-me é, e muito, que repita, aqui, neste mesmíssimo blogue, que os dois pinos estão alinhados. Tempos houve em que me dispus a contar quantos passos iam do banco hater até esse alinhamento, descobrindo que era ali assim para os lados do semáforo que nos remete para o Ministério. Isto se num todo, digo: nós, porque eu, já se sabe, remetia-me, e remeto, para a obra de arte que veio do antigo e extinto Teatro, ou então para aquela árvore que está descabelada, por assim dizer, de um dos lados. Parece que lhe foi raspada a folhagem devido a algum vendaval que soprou de um só lado, ou coisa assim. E olhem que esta contagem de passos não aconteceu no tempo deste moderníssimo telefone que agora mantenho, dantes não tinha à disposição esta paneleirice de contar passos, aqueles fui eu que os contei mentalmente. Se não tinha mais nada que fazer...? Pá, não. Que naquele momento me aprazasse tanto, não.
Tempo de recomeço, é o que qualquer Janeiro é. Enfim, a malta viaja, junta-se, convive, ri – e come e bebe, já agora - durante quase todo o Dezembro e depois eis-nos no trâmites mais comuns dos nossos dias. Ora bem, passa o ano e o calendário, que geralmente se mantém por anual... Pá, cá no estaminé ainda não chegou nenhum que atravesse dois anos. Ou mais. Bom, seja lá como for, se queria a coisa nos conformes em termos de datas, e quis, desfiz o estandarte que mantive durante todo o dois mil e vinte. A foto mostra o 'Dezembro' livre de ímanes porque, a cada mês que passava, eu rodava-os em maneiras de libertar o mês que acabara de chegar. Ora, como isto foi uma parte importantíssima da minha vida e esta maneira de marcar o mês corrente é manifestamente original, então vá de fotografar para congelar tudo isto, permanecendo, assim, eternamente, ai a porra das vírgulas, na Internet. Ou enquanto a Internet for viva, pronto.
Este clique não pertence a este dia (6 de Janeiro), antes ao anterior (5 de Janeiro, óbvio), mas, como a minha mãe faz anos a 6, e uma das cores que sempre lhe vi na admiração é o vermelho, então pronto, fotografei uma manta vermelhona. Foi até ela que ma ofereceu.
Finalmente fotografei este trocadilho cheio de piada. Já havia duas ou três vezes em que por aqui passava e encontrava um piadão neste este dizer, se, para mais, inscrito num caixote de lixo. É que é mesmo irónico.
Fotografar este cenário não foi vez primeira, bem sei que o blogue já conta com umas quantas entradas. Contudo, jamais saberei se tenho esta perspectiva publicada no blogue, só por dizer que... P'ra qu' é qu' iss' int'ressa, né? É. Interessa-me é, e muito, que repita, aqui, neste mesmíssimo blogue, que os dois pinos estão alinhados. Tempos houve em que me dispus a contar quantos passos iam do banco hater até esse alinhamento, descobrindo que era ali assim para os lados do semáforo que nos remete para o Ministério. Isto se num todo, digo: nós, porque eu, já se sabe, remetia-me, e remeto, para a obra de arte que veio do antigo e extinto Teatro, ou então para aquela árvore que está descabelada, por assim dizer, de um dos lados. Parece que lhe foi raspada a folhagem devido a algum vendaval que soprou de um só lado, ou coisa assim. E olhem que esta contagem de passos não aconteceu no tempo deste moderníssimo telefone que agora mantenho, dantes não tinha à disposição esta paneleirice de contar passos, aqueles fui eu que os contei mentalmente. Se não tinha mais nada que fazer...? Pá, não. Que naquele momento me aprazasse tanto, não.
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
Podcast
Dizia o entrevistado, cirurgião plástico, que actualmente as pessoas já não têm como modelo a copiar esta ou aquela figura pública, antes se querem ver como se tivessem um filtro aplicado.
Eis, abaixo, os retratos [consideravelmente melhorados] desta que vos escreve filtrada a Cartoon da aplicação Snapchat, que mantenho no telefone precisamente para dar conta destas merdices. É uma maravilha [os retratos, óbvio] tão abundante que não me decidi por um.
terça-feira, 29 de dezembro de 2020
Lisboa, Lisboa
De manhã estava um céu azul e pontilhado de nuvens meio que cinzentas. Ou assim. Dei por mim a pensar «olha, eu antes de mais vi o céu, só depois notei as nuvens». Bom sinal. Parece.
Uma miúda tinha escrito na t-shirt 'cute and' não sei quê. Não sei quê, é certo, assim como é certo que esse 'não sei quê' é algo concordante com 'cute', pois, quando não, seria, no mínimo, ai a porra das vírgulas, estranho.
Pintaram os pés dos candeeiros da avenida. Temos então, e em vez do bordeaux descolorado e descascado, um lindo tom de cerise, que é cereja para os portugueses (o bordeaux não sei traduzir). A cerise, quando a gente a encontra em modo cor, é como que um convite para tornar a cor gráfica na mente, mas sem o grafismo propriamente dito. Estão cutes, os pés. E está ligada, a fonte, correndo a água, que é parável. Dantes, quem ia lá tratar desses botões era um primo afastado que a gente tem, agora não sei.
Chegada ao latim, estou vazia de coisas para vos dizer. O latim diz o mesmo, o que a todos é dirigido, mas desta vez não me disse nada.
A casa azul está a envelhecer. Se fosse uma pessoa, esta casa teria agora uns quarenta anos, que é quando se dá pelos primeiros sinais do amadurecimento das pessoas. Não esotu... ai perdão, estou com isto a dizer que quem é dos trintas não denote já alguns sinais. Não. O que acontece é que a dos quarenta é uam... ai perdão, uma maturidade mais vincada. Amachucada.
E chove em Lisboa, é o que é. Não, eu não estou de chapéu-de-chuva. Chapéu-de-chuva, guarda-chuva. Guarda-sol, chapéu-de-sol. De sombra é que não os há, pois que, dessa, não precisamos de nos resguardar. Ou então ainda ninguém nos convenceu disso (será...?).
Se há lugar de quentura, mesmo que no Inverno, é a avenida Manuel da Maia. Se há outro lugar de quentura, mas em pobre, é a rua Ângela Pinto. Porra, quase apanhei um escaldão.
Vi uns óculos escuros todos giros expostos numa montra. Por giros entenda-se vistosos, que era aliás o adjectivo a ser primeira escolha, mas pronto. É um daqueles artigos que não sei se combina com todas as Ginas que trago comigo. Bom, decerto não combinam com todas elas porque não há nada que combine inteiramente e sem reservas com esta que vos escreve. Tenho sempre a minha vida tão mas tão cheia de perguntas.
É noite. Boa noite. E ainda tão cedo no relógio. Não desespereis, desesperemos, que daqui por trinta dias o tempo de luz solar contará com mais uma hora. É o que diz o povo, e quando o povo fala, ah caraças!
Deixo foto que tirei de manhã. É clique que dei pelo meio das ideias que agrupei neste post e que são d' hoje. É o áco-íis. Isto no principal papel, óbvio, que depois há outros elementos e outras ilações que daí resultam. Ou resultariam. Eu cá, por aqui me páro.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
domingo, 27 de dezembro de 2020
dois
procura as tuas próprias respostas,
ó Gina,
porque no mundo só há dois tipos de pessoas:
as que não te ouvem e as que jamais te responderão
ó Gina,
porque no mundo só há dois tipos de pessoas:
as que não te ouvem e as que jamais te responderão
sábado, 26 de dezembro de 2020
sexta-feira, 25 de dezembro de 2020
Esta é a
Esta é a imagem mais pirosa que alguma vez construí com a ajuda
das paneleirices do Instagram.
Depois, mesmo sabendo da piroseira, publiquei-a nessa plataforma.
Entretanto, pois já se está mesmo a ver, publico-a também no blogue.
E publico-a porque é uma foto de
'mais' - é a foto mais! pirosa de sempre.
esta foto foi primeiramente publicada aqui
se bem que com filtro, é bem que sem paneleirices
e, nesta mesmíssima em que estais pousando, copiei de lá o texto
das paneleirices do Instagram.
Depois, mesmo sabendo da piroseira, publiquei-a nessa plataforma.
Entretanto, pois já se está mesmo a ver, publico-a também no blogue.
E publico-a porque é uma foto de
'mais' - é a foto mais! pirosa de sempre.
esta foto foi primeiramente publicada aqui
se bem que com filtro, é bem que sem paneleirices
e, nesta mesmíssima em que estais pousando, copiei de lá o texto
Bem me parecia
Bem me parecia que mais ano menos ano havia de acabar com o papel de embrulho com motivos natalícios que vou armazenando...
A foto o que tem a ver com o texto é ser de Natal. É igual à de ontem mas com efeito espelho e o filtro 'impacto'.
A foto o que tem a ver com o texto é ser de Natal. É igual à de ontem mas com efeito espelho e o filtro 'impacto'.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2020
7:37
Sete e trinta e sete é a hora do clique, diz o meu telefone. Por essa altura a minha praceta já contava com uns quantos lugares de estacionamento vazios, estava um céu como se vê na foto, que é da linha #semfiltro2020, oh quanta originalidade na escolha da hastag. Cinco minutos depois deixava mais um lugar vazio na minha praceta e dois minutos antes disso percebi o frio da porra que estava.
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
Filigrana
Não sei se alguma vez fiz registo no blogue do quanto comparo as folhas de Outono que há muito caíram e já muito rebolaram à filigrana. Mas posso pesquisar. Pesquisei e deu em 'não'. Mas é, isto de a Natureza e o Tempo esculpirem folhas caducadas até parecerem jóias do mais fino porte tem um quê? de belo. A Natureza e o Tempo são amigos, presumo. Não sendo esse o critério, escolhi uma folha nada bonita para fotografar, o critério era escolher um folha que parecesse mesmo mesmo mesmo filigrana, que as há, mas hoje, mala suerte, não me encontrei como nenhuma dessas.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
domingo, 20 de dezembro de 2020
sábado, 19 de dezembro de 2020
Chovia no Alentejo
Na última visita aos meus pais tirei um montão de fotografias, que expus no blogue quase quase quase todas – esqueci uma. É do caminho e capta o pára-brisas e a chuva que lá estava nesse preciso momento. A foto original é muito bonita (sofro de imodéstia e não me desculpo por isso), é vê-la abaixo, tanto a dita como o resto daquilo que guardei para dizer neste post.
![]() |
| #semfiltro2020 |
Entretanto, dias passados chega-me à tola uma ideia: colocaria um daqueles filtros todos malucos que o LunaPic tem e intitulava o post:
tens feito isso
tens feitiço
Sei lá, lembrei-me que era parecido e resolvi registar (querendo ver, é clicar aqui). Na verdade, mesmo verdade verdadinha verdadeira, o que não falta no blogue é posts cujo percurso que tiveram foi precisamente este.
nascente → pensamento; caminho → preparação; foz → publicação
Resumindo: achei que um filtro a atirar-se para o faz-de-conta condiria com a parecença de sons e que, incrivelmente, rivalizaria por conta das diferenças, mas, também e mais incrível ainda, conviveriam com harmonia. Eu presumi que sim. Eu considero que sim. Eu juntei as palavras. Eu decidi publicar. Eu decidi publicar também a mesmíssima foto com outros dois filtros. A primeira, já aqui abaixo, da aplicação que vem no meu telefone usei o filtro que se chama 'Bobina'. A segunda, logo abaixo, do editor LunaPic usei o filtro 'Tristeza', optando pelas cores que a foto já continha.
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2020
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