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sábado, 11 de março de 2023
sábado, 25 de fevereiro de 2023
domingo, 19 de fevereiro de 2023
sábado, 19 de novembro de 2022
Despertadores
Eliminei uns quantos despertadores do meu telefone, o da madrugada e o do exercício físico, ambos de aquando das férias e já falados no lbogue... ai perdão, blogue. Resta então a notícia que, a bem dizer, está de resto. De resto, era isto. Ah, espera lá, tenho mais uns quantos despertadores, o do sábado e o do domingo. O do sábado é para ir ao supermercado, o do domingo lembra-me para marcar a aula de Pilates. O assunto 'despertadores no meu telefone' não está afinal de resto. Falta uma coisa a este post, concretamente: o lembrete de ir limpar o micro-ondas. Esse também foi a andar, só por dizer que devia tê-lo deixado parado. Poi zé. Mais: fiz pesquisa para deixar aqui os linkzinhos todos mas, pá, estou com os olhos trocados ou oicsa... ai perdão, coisa assim e não encontrei porra nenhuma do que queria. Este não-encontrar é também uma beca de pressa, au eva, oh glória terrestre, encontrei dois posts que linko com pares de olhinhos - 👀 👀
quarta-feira, 12 de outubro de 2022
Pacote de açúcar
Tenho ainda comigo um pacote de açúcar já aberto. Abriu-o sua majestade, após receber o café que lhe havia oferecido. No fundo no fundo é um mero pedaço de papel, indo mais longe: um pedaço de lixo, mas mantive-o comigo para funcionar como lembrete, certo é que assim não me esqueceria de falar acerca. É um pacote de açúcar deveras especial, veio do estrangeiro, é enorme e vem fornecido com uma barrinha em plástico para fazer as vezes de uma colher.
domingo, 28 de agosto de 2022
Daquela vez comprei
Daquela vez comprei rosquillas glaseadas (uma grupeta de quatro) e melon partido (uma metade). Guardei a factura porque queria anunciar ao mundo que aquela funcionária só sorria para mim. Sério. A mais nenhum cliente mostrava o leve sorriso senão a mim. Depois, tipo lembrete, guardei esta factura. Calhou de ser esta e não mas me lembrei do assunto senão há pouco, quando inspecionei aquele compartimento do porta-moedas onde guardo tesouros. Está, então e portanto, o registo feito.
quinta-feira, 11 de agosto de 2022
Itens a lidar durante o dia de hoje
portas
ombreiras
prateleira
parede
cortinado
pão
granola
ovos
pudim
ombreiras
prateleira
parede
cortinado
pão
granola
ovos
pudim
sexta-feira, 5 de agosto de 2022
Foto dia a dia
Durante as férias intentei mostrar semblantes conforme os dias iam passando. E mostro-os. Mais, muito mais, do que os sentires da altura, quis pôr uma expressão séria. Não é bonito. Tampouco bom. É que nem faz bem. Só mal. Mas lá que é o que estava, é, e portanto é deixar estar. Gosto de dois retratos, apenas. Um há-de figurar no meu perfil brevemente, e só tenho que decidir por entre dois. São então oito os retratos, tirados ao final de cada dia, sem filtros que não os do telefone (que esse é macaco velho, sempre os coloca, mesmo que o não ordene), e vão de quinze a vinte e dois de Julho deste ano.
quinta-feira, 4 de agosto de 2022
coração verde & coração verde
Já em outra vez fiquei no mesmo apartamento. Já em outra vez desenhei um coração verde. Já em outra vez fiz um filme a desenhar um coração verde. Já em outra vez fotografei um coração verde. Não há é links de acesso a essas temáticas fantásticas (rima e tudo!), pois, por muito que haja percorrido blogue e canal, os não encontrei. Não, espera lá, tornei, teimei, encontrei. O filme aqui, ao tempo 7:55, as fotos (que afinal são duas) aqui. E agora deixo o filme, bem como as fotos, tudo deste ano.
a minha mãe e o meu pai
Este vídeo não tem somente a minha mãe e o meu pai em lembrança, tem também:
a camisola verde que joguei no lixo
a procura incessante pela partilha
o vazio da mente
a silly season, o estado blasé
a sanita castanha, os lava-mãos azuis, os símbolos
as erratas, o que ficou por anunciar
o anoitecer mediterrânico
o detrás da piscina
o a-fazer la tarta de queso e, por junto, a certeza de tê-la já confecionada quando, na verdade, não!
A foz do Tejo é antes de Carcavelos
Durante o fim-de-semana passado fui à praia uma vez em cada um dos dias e, suponho, tal coisa não vai acontecer no próximo. Gostei de rever e voltar a sentir (estranhamente, ressentir não é o contrário de sentir... e rever é o de ver) aquelas águas, tanto pela ondulação, como pela temperatura, como, ainda, pela densidade. Havia até imaginado que o sal do Atlântico pelo nariz adentro seria bem mais difícil de aguentar do que o do Mediterrâneo. Digo isto porque foi durante as passadas férias que me decidi a treinar mergulhos sem a mão tapando o nariz. E treinei. Caraças, pá. Que aflição. Isto: os primeiros. Para esses - digo eu, não me vá perder, os das férias - tinha levado uma espécie de mola para fazer do meu nariz uma peça estanque. E até fez, só que é tão desconfortável que me decidi logo logo a pô-la de lado. Entretanto, como já disse, mudei de águas, supostamente mais densas, mais salgadas, mas eis que desconforto nenhum senti. Agora é mergulhar e mergulhar. Sem mão a tapar o nariz. Vá. Ah, o título deste post está como está porque diz nas netes que Carcavelos é a primeira praia oceânica.
domingo, 31 de julho de 2022
Poses
(Durante as férias)
Quis repetir uma pose que fiz em outras férias, as de há uma década. (link aqui) Já nessa altura imitei esta pose, havia visto algures alguém roçando os cabelos na água da piscina e, considerando giro pra caraças, imitei. Ora, este ano, imitei-me foi a mim, que o lugar é o mesmo e idem para o fotógrafo - O Luís, who else? - Entretanto, lá atrás, há post fotográfico com a foto, porém de corpo inteiro. Antes de a publicar idealizei que faria uma junção de quadradinhos azuis desenhados (desenhei-os para apagar as pessoas presentes na piscina, sei lá se quereriam estar presentes no blogue!) com os quadradinhos do interior da piscina, mas depois deixei-me de falas dispensáveis e toca de chamar simplesmente 'quadradinhos azuis à despedida'. - Pronto, sou deveras original. - Deixo agora a foto recente, mais aproximada do que a já publicada, bem como a que publiquei há uma década. Qualquer diferença encontrada, casual ou procurada, pois que, pá... Pára o mundo de girar? Não, né? Poi zé.
Quase esquecida
Estava quase esquecida de registar quantos gramas é que afinal renderam os pinhões recolhidos durante as férias - pois que foram, então, tcharam...
cinquenta e oito
Sobremesa
(Durante a viagem de regresso a casa)
Degluti uma espécie de bolo típico do lugar onde havia parado para esticar as pernas. Pareceu-me um aglomerado de thin lady fingers e um creme espesso no género caramelo, onde se juntou pinhões. O nome da iguaria – sim, iguaria, eu cá gostei bastante – é piñonates e, já agora, a localidade deste encontro - que promovo a evento porque sim - é Aznacollar. De nada, ora essa.
Sobremesas
(Durante as férias)
Consumi um coulant de chocolate regado com licor de wisky. Duas coisas: gosto de chocolate e fiquei curiosa com o nome. Ah, há ainda uma terceira, não senti qualquer incentivo da parte do licor, porém: porque não escolher este bolinho na mesma, né? Poi zé. E pronto, já lhe chamei bolinho, afinal é o que é. Parece um petit-gâteau e não descobri por que caso (ou figura, lá está) lhe chamaram coulant. É bom, o bolinho, mas não é aqueeeeeeeeeeela coisa. Entretanto, num outro dia, tinha comido la tarta de queso à hora da sobremesa. Aqui no blogue tenho apresentado posts incluindo o tema 'tartas de queso' bastas vezes e repito-me quando digo que gosto daquilo pra caraças. Certo é que as fazem melhores nuns lugares do que noutros, mas nunca são ruins. Também já disse cá no blogue que hei-de procurar receitas desse doce de nuestros hermanos e pôr-me apurá-las até descobrir, ou uma que me agrade, ou, de tantas tentativas, encontrar a minha. Não me lembro é se alguma vez pus a questão em prática, contudo, vou pôr em breve. Posso pesquisar no blogue, pois posso, e vou fazê-lo já a seguir. Já fui. Não tenho cá nada dizendo ao mundo que me pus a caminho de descobrir receitas de la tarta de queso. Bom. Então. Já tenho trabalho.
Nota:
Las tartas de queso e los coulants que trouxe para este post foram degustados no belo restaurante já linkado no post anterior.
sábado, 30 de julho de 2022
Pinhal
Pinheiro
Pinha
Pinhão
(Durante as férias)
Recolhi uma boa porção de pinhões. (Recolhemos, na verdade, mas continuo este discurso em modo solitário.) Uns levantava-os do chão, outros extraía-os das pinhas. Levantá-los do chão é fácil, extraí-los das pinhas é que não. Em certa altura de um desses dias idealizei que usaria uma data deles para marcar um dos desenhos que os mosaicos formam, simulando assim um país. Um qualquer. Mas esqueci-me. Ao dia de hoje já estão os pinhões partidos e guardados numa caixinha hermética. É devastadora, a diferença volumétrica entre os pinhões com casca e o seu miolo. Esqueci-me foi de pesá-los, e isso é que era a! diferença, mas. E o que vou fazer com os ditos é, para mim, óbvio – tarte de pinhão.
Deixo agora fotos de momentos, não sem antes comentar cada uma. No blogue é meu costume dar a primazia às palavras e é por aí que agora vou.
A primeira foto mostra mal produzido e de conteúdo descabido entre si. Aquilo 'esquisito' são dois bicos de silicone que por esquecimento haviam isso num saco que usado para a viagem. Quer portanto isto dizer que os ditos foram e vieram comigo. Há também um pacotinho de açúcar.
A segunda foto mostra os pinhões não desembalados de todo, bem como o martelo que os havia de partir.
A terceira foto mostra a lindeza de cores e padrões que a Natureza faz aparecer.
A quarta foto mostra o quanto aquele pozinho preto tinge as mãos, e quem diz mãos diz tudo em quanto toque – toca, tinge, toca, tinge, toca, tinge. Mas, giro giro giro, foi eu descobrir dois opostos: a repelência do pó e a aderência da resina, cujos jamais havia notado. Mesmo giro. Fica é a faltar a resina na foto, mas bem que a tive, aquando do descascar da pinha, chegando a ter as duas substâncias nas mãos, não significando porém que uma eliminasse a outra. Não. Deixavam-se existir, e até coabitavam. Pá, mesmo mesmo mesmo giro.
Tenho ainda uma outra foto, não de algum dos pinheiros que deram estes pinhões, mas um outro que avistava logo que chegava ao belo restaurante onde jantei algumas noites.
terça-feira, 26 de julho de 2022
Papagaio perdeu a pena
'Papagaio perdeu a pena', que original... A seguir fui dar com ele esmagado no alcatrão. Resta-me é saber se a pena caiu antes ou depois do esmagamento. E também não sei se foi pneu de carro ou de camião, tampouco se a parte de distração foi do papagaio ou do condutor. São loisas. É.
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