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sábado, 8 de abril de 2023

E a minha casa, será que tem plantas?

Tem.

Tem a espada de São Jorge, planta mui democrática, convive bem com a minha desatenção.

Tem a suculenta. Mini. Mini suculenta. E morta. Não jogo fora para já. Um dia. É que é uma planta mui especial, trata-se de um lembrete do casamento do rico filho e da rica nora. Neste tipo de post não costumo deixar fotos mas, lá está, esta é especial. Ademais, tinha intentava registá-la em foto. Deixo até duas fotos. Mas giro, mesmo mesmo mesmo giro, é que do último post em que a registei até agora decorreram precisamente doze semanas - sete de Janeiro. Entretanto, e já agora, o primeiro post em que aparece a jovem plantinha é datado de vinte e sete de Setembro, três dias após o casamento. Entretanto (outro entretanto) e já agora (mais um já agora) abaixo destas duas fotos captadas agora mesmo, deixo as outras duas, a última das quais, que, oh vejam lá, foi a primeira a ser publicada, e, ah ah, é a única que tem filtro e, ainda ah ah, ah ah, é, também, a única que se faz acompanhar de um texto que não a refere, bem como deveras afastada do cativante título:

«Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.»

sábado, 20 de agosto de 2022

A planta

A senhora lamentou-se de a planta estar doente e pediu-me que pedisse ajuda a quem disso percebe - a rica nora. Já quando lá fui regá-la me parecera que sim, pelo aspecto da pobre - seca por baixo, viva por cima - presumi que padecia de doença, e silenciosa. Não falei (lá está) logo à senhora no caso desconfiante, quiçá fosse impressão minha, a planta é mesmo assim, doente o quê, pá? Mas não, está, por ora, com a base, um caule bem grosso, seco, e no cimo mantém parcas folhinhas.

domingo, 26 de junho de 2022

E a minha casa, será que tem tesoura de poda?

Não, a minha casa não tem tesoura de poda. Ainda no outro dia disse a um cliente que, em termos de plantas, sou um redondo 'não sei'. Tenho mesmo dificuldade em construir amizade com plantas. E eu que até criei etiqueta no lbogue... ai perdão, blogue quando dei, mais uma vez, início à prática de lidar com elas. Já deixei de lidar. Fica a etiqueta. Fique também a intenção, quantas vezes é o que resta, né? Poi zé.

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Bloquinho rudimentar

Não, eu não sei porque pus uma folha entre as folhas do bloquinho rudimentar. Tenho uma ideia vaga, a de ter nascido numa das minhas plantas e achei tão curioso que a entalei ali. Fica então este post assim. Ah, não, acrescento que a folha em questão é comprida e fina. Comprida de languidez, fina de delicadeza. Não tiro foto, assim o público imagina, no imaginar é que se ganha.

domingo, 31 de outubro de 2021

Natureza a modos que morta

A dentinhos morreu. Não lhe terei dado os cuidados devidos (na hora e no grau), eu. Quando criei a etiqueta 'Das plantas...' pensei que ia ser um caso de plantas, enfim, dentro do comum caso de ser pessoa cuidadora de plantas, só que não. Mas restam plantas cá em casa, olarila, e o melhor é concentrar-me nas vivas. Digo vivas, pois que , a outra menina que come insectos, também não se encontra na sua melhor forma ou, e, aparência. Resta o manjericão, que tem até florinhas. Também tenho cebolinho, mas esse vive por teimosia.

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Oferta

Fui, como vou tantas e tantas vezes, com o meu colega a casa de um cliente. À despedida, o cliente acompanhou-nos à porta, como tantos e tantos clientes fazem (todos, a bem dizer, todos), e agarrou numa pequena garrafa que estava em cima do pequeno móvel de entrada, oferecendo-ma. Já fora de casa, o cliente recolhido, pousei-a no corrimão da escada para a fotografar.
Em todo este tempo trazia comigo um vasinho com uma planta para entregar a um outro cliente, que entretanto não se encontrava em casa, acontecendo portanto que andei este tempo todo com o vasinho na mão. No dia seguinte dei por falta dele. Onde é que está, onde é que não está, estará estará, não não está. Afigurou-se-me tê-lo pousado no chão para tirar a fotografia acima. Mas afinal estava onde era para estar, no estaminé. Às vezes há gestos tão mecanizados que não se retêm na memória, como é este caso, não me lembro de pousar o vasinho, de o recolher, tampouco lembro se tirei a fotografia com ele na mão. Mas olhem que sou mulher para isso, se há coisa que faço amiúde é tratar de tarefas com as mãos cheias de coisas, como se em ânsias, ou coisa assim.

domingo, 18 de julho de 2021

Das fotos

há dias, concretamente: aos sete do mês corrente, tirei uma fotografia às florzinhas da dentinhos, que republico


nos dias seguintes fui observando as flozinhas e tirei-lhes outra fotografia quatro dias depois, concretamente: no meu dia de anos, a qual publico agora


dois dias depois já se me apresentou menos viçosa


e hoje, passados que estão mais cinco dias, encontra-se assim meio que apagadinha dos brancos de si


oh...

Dentinhos

O Luís chama-lhe 'a dentinhos', porque parece que os tem, e às vezes dá-lhe paparoca já morta - e, até, amanhada, por assim dizer - mas ela ignora a presença de semelhante tal no seu receptáculo. Lá no seu viver de planta deve aparecer assim: só como o que caço, ora essa.

sexta-feira, 9 de julho de 2021

Como é que

Como é que uma planta que dá pelo nome 'espada de são Jorge' consegue purificar o ar?
Ah...
Ah, entretanto descobri que um outro nome dado a esta espécie de espada é 'língua da sogra'. Porra, logo agora que sou sogra a dobrar é que descubro isto.

sábado, 26 de junho de 2021

Há-de dar flor, sim, só por dizer que.

Da venus flytrap vem nascendo um caule fino. Vai já bem longo e já descai, não se aguenta, o pobre. E não se aguenta porque na extremidade despontam bolinhas ovaladas de onde, presumo, brotarão flores. Ouvi dizer que convém eliminar essas flores porque, para sobreviverem, retiram o alimento das bocas que comem os insectos. Ora, o que quero é que as bocas da minha venus flytrap continuem de saúde para terem apetite.

sexta-feira, 18 de junho de 2021

sábado, 12 de junho de 2021

me, a plant lady

Tenho outra planta que trep as flais, só não garanto a sua eficácia porque chegou recentemente. Esta, em vez de bocas, tem copos parecidos aos de champanhe, mas ainda não percebi se lá dentro permanece um líquido ou liberta um odor. Se um, se outro, tanto faz, o certo é que terá que ter um poder atractivo para que lá pouse o mosquedo e. Esta, oh pobre, tem de nome Carnivorous Plant. Acho simplório, planta carnívora parece-me um grupo, não um nome, mas pronto. Entretanto, mas não por isso, pus nomes nas minhas plantas, não para as distinguir, antes para enaltecer as suas existências. A que purifica o ar e da qual (ainda) desconheço a espécie, é a Rosária, o nome da minha mãe, a primeira carnívora, as das bocas, é a Chica Júlia, o nome da minha avó materna e, por último, a segunda carnívora é a Mariana, o nome da minha avó paterna.

sábado, 5 de junho de 2021

Almost a plant lady, moi même.

Estou feita uma plant lady não tarda, duas plantas já cá cantam e espero mais duas. Vou duplicar a espécie venus flytrap porque trep mesmo muito bem as flais e portanto outra divisão da casa se verá livre de cagadelas de mosca, e eu de as ver e, ou, de as limpar. Da outra de que falo não vou poder deixar registo da espécie porque já não tenho a etiqueta, sei é que purifica o ar. E agora deixo fotos destas minhas amadas verduras. Mas, antes, um lembrete: algum leitor interessado em adquirir semelhantes tais, deixe recado que sei bem de quem as comercializa e tem até um bonito jeito para atender.


nota: as plantas aparecidas nas fotos foram oferta do rico filho no Dia da Mãe