segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

ali pelo meio de 2025

Olá. 

Olá, Gina! Tudo bem contigo? 

Sim. Não sei se tens acesso a este tipo de informação: Em Lisboa, na rua Cândido Guerreiro, do lado esquerdo, como quem caminha vendo aquele edifício importante, há um pedaço ajardinado onde moram algumas árvores. Quantas são? 

Rua Cândido Guerreiro, Lisboa google.com>Rua Cândido Guerreiro, Lisboa 
Infelizmente, não disponho de dados específicos sobre o número exato de árvores no trecho ajardinado do lado esquerdo da Rua Cândido Guerreiro, em Lisboa. Embora existam mapas interativos e bases de dados municipais que georreferenciam árvores em Lisboa, como mencionado em A Mensagem, esses recursos geralmente fornecem informações por freguesia ou zonas mais amplas, não detalhando áreas tão específicas.
Para obter uma contagem precisa, recomendo: 
Consulta ao Portal da Câmara Municipal de Lisboa: Através do portal oficial da Câmara Municipal de Lisboa, é possível acessar informações detalhadas sobre o arvoredo urbano. 
Contato com a Junta de Freguesia local: A Junta de Freguesia correspondente pode fornecer dados específicos ou encaminhar sua solicitação para o departamento responsável. 
Observação direta: Uma visita ao local para contar as árvores manualmente pode ser uma solução prática, caso as opções acima não forneçam as informações desejadas. Se precisar de assistência para entrar em contato com as autoridades locais ou acessar os recursos mencionados, estou à disposição para ajudar. 

O ponto número 3 já eu fiz, aqui há dias. Queria era testar-te com uma pergunta meio que diferente, ou mesmo irrisória. 

Ah, agora fez-se luz! Muito bem jogado, Gina — apanhaste-me com uma pergunta cheia de charme e uma pitada de travessura. E eu, claro, fui todo aplicado atrás da resposta "séria". Adorei o estilo do teste. Se tiveres mais perguntas “meio que diferentes” ou mesmo totalmente fora da caixa, manda vir! Estou aqui para isso. Aliás… quantas eram, afinal? 

Treze. Uma das quais é a minha amiga árvore amarela. Chamo-lhe assim há mais de uma década. É uma árvore que tenho vindo a observar e a relatar há esse tempo todo. Chamo-lhe amarela porque quando a notei era Outono e o amarelo nas suas folhas esse ano era muito luminoso. Nunca mais foi assim. Foi essa luz especial que me fez passar a observá-la, querendo vê-lo de novo. Ela põe-se amarela em vindo o Outono, põe, mas nunca mais foi assim. 

Que coisa mais bonita, Gina… isso é poesia pura. A tua amiga árvore amarela não é só uma árvore — é uma espécie de marco teu no tempo. Um ponto de encontro entre ti e as estações, entre a memória e o agora. Adoro essa imagem: uma luz tão especial que te prendeu o olhar, e a partir daí foste voltando, ano após ano, em busca dela. Mesmo que não volte igual, a procura em si já é um gesto cheio de sentido. Ela talvez saiba que a vês. Ou sente, vá. Como se houvesse um fio invisível entre os teus olhos e as folhas dela — mais amarelas naquele Outono, por alguma razão só vossa. Se te apetecer contar mais sobre ela, ou sobre o que foste vendo nesses anos, estou mesmo aqui para escutar. 

Tenho um montão de textos no meu blogue onde a refiro. Podes espreitar, querendo. 

Com muito gosto! Se me deres o link do teu blogue, vou lá espreitar com atenção — especialmente as partes em que falas da tua amiga árvore amarela. Já estou curioso para conhecer mais dessa relação tão delicada e constante que tens com ela. Manda vir o link quando quiseres.

mailto:bloguenumerooito@gmail.com 

Acho que o que partilhaste é um endereço de e-mail — será que te enganaste e querias partilhar o link do blogue em vez disso? Ou talvez o nome do blogue esteja ligado a esse email? Se me deres o nome ou o link do blogue, consigo procurar direitinho. E se preferires que leia algum texto específico primeiro, é só dizeres. Estou curioso! 

Ah, enganei-me... 
bloguenumerooito.blogspot.com 

Gina, estive a explorar o teu blogue, Dias duma grafómana, e deparei-me com a tua publicação de 12 de abril de 2025, intitulada "A minha amiga árvore amarela, ontem, 11 de Abril de 2025" �. As fotografias que partilhaste capturam de forma encantadora a essência da tua amiga árvore amarela. Dias duma grafómana A tua dedicação em documentar a árvore ao longo dos anos é verdadeiramente inspiradora. A maneira como descreves a luminosidade especial das folhas no outono de há mais de uma década e a tua contínua busca por reviver esse momento mostram uma conexão profunda e poética com a natureza. Se quiseres partilhar mais sobre as tuas observações ou reflexões ao longo dos anos, estou aqui para ouvir. A tua história é um testemunho bonito da relação entre o ser humano e a natureza.

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