quinta-feira, 9 de maio de 2024

a menina fez uma cópia

confabulação 

 nome feminino 
acto de confabular 

confabular 

verbo transitivo e intransitivo 
conversar 
entreter-se narrando fábulas

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a menina fez uma cópia

profiláctico 

adjectivo 
relativo a profilaxia = PROFILÁXICO que serve para prevenir doenças ou infecções; que previne (ex.: tratamento profiláctico; medida profiláctica) = PREVENTIVO 
origem etimológica: grego profulaktikós, -ê, -ón.

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a menina fez uma cópia

latifundiário 

nome masculino
dono de grande propriedade rural 
relativo a latifúndio (ex.: burguesia latifundiária; propriedade latifundiária)
origem etimológica: latifúndio + ário

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sábado, 4 de maio de 2024

autorretratos

1 de Maio

abundância

todos, todos os dias
em muitas, muitas coisas

Amoreira

A amoreira da minha praceta tem amoras muuuuuuito boas. Colhi-as, espantei-me e deliciei-me com elas, tudo pela primeira vez, aqui há dias. Não que seja farta em amoras, é uma aqui, outra ali, mas são mesmo boas. Tirei uma foto a algumas mas não ficou bem o suficiente para me encher o blogue. Nos últimos meses tenho andado mais fotógrafa do que grafómana, de maneiras que qualquer dia esgoto a capacidade disto aqui assim e depois tenho de ir de abalada. A menos que me resolva a grafar com mania - grafomania. Eu os dias continuo com eles, lá isso. «Dias duma Grafómana». Caneco.

Distâncias

Em primeiro plano surgem folhas da primeira árvore que encontra do lado direito quem sobe e rua mais bonita de Lisboa. Tapam quase completamente o tronco da que se lhe segue - vê-se ali um pontinha, pronto - porém outras há, a terceira e a quarta, às quais o tronco não foi tapado. Aqui o que fiz de propósito foi captar duas distâncias, mas esmiuçando a questão encontrei mais. A captação ocorreu aos 2 de Maio último, já o esmiuçar ocorreu hoje, dois dias depois. 

quarta-feira, 1 de maio de 2024

a minha mãe; o meu pai

O Alentejo para sempre me remeterá às memórias dos meus pais. São as minhas vivências, as minhas experiências, as minhas questões. As fotos abaixo assemelham-se a duas que tirei em tempos, depois do funeral de cada um deles. No da minha mãe, que morreu primeiro, quando sai do cemitério, em Albernoa, terra natal dos dois, avistei um olival e logo pensei - «a minha mãe». A minha mãe é um olival porque um olival, para mim, é, na sua essência, alentejano. Então tirei um foto, publiquei no blogue (aqui) e intitulei de «a minha mãe». Quando o meu pai morreu calhou de já não estar a viver em Albernoa, por isso foi enterrado num outro lugar. A cerimónia terminada, quis homenagear o meu pai da mesmíssima maneira, então apontei a lente a uma árvore logo à saída do cemitério (aqui) e logo que pude fiz tal e qual, publiquei no blogue e intitulei de «o meu pai».  Não é o Alentejo, não é Albernoa, porém, certo é que o meu pai ficou próximo daquela árvore. Não sou de visitar os cemitérios, tampouco de pôr flores, na verdade nunca regressei a nenhum dos cemitérios, nem ainda avistei Albernoa, é que nem de longe, os meus pais estão na minha memória, é aí que jamais os deixarei morrer. Corpos são corpos e memórias são memórias, mas estas prevalecem sobre aqueles.
O que as duas fotos abaixo têm em comum com as outras (links acima) é o olival ao longe e uma árvore (bom, na verdade são duas...) vista(s) de baixo - é a minha mãe e é o meu pai. Outra vez. No Alentejo. Desta feita junto à Fortaleza de Juromenha, aos 26 de abril deste ano, após ter tirado as fotos que constam neste post.

Ponte da Ajuda; rio Guadiana; Portugal; Espanha

26 de Abril