A dentinhos morreu. Não lhe terei dado os cuidados devidos (na hora e no grau), eu. Quando criei a etiqueta 'Das plantas...' pensei que ia ser um caso de plantas, enfim, dentro do comum caso de ser pessoa cuidadora de plantas, só que não. Mas restam plantas cá em casa, olarila, e o melhor é concentrar-me nas vivas. Digo vivas, pois que , a outra menina que come insectos, também não se encontra na sua melhor forma ou, e, aparência. Resta o manjericão, que tem até florinhas. Também tenho cebolinho, mas esse vive por teimosia.
A apresentar mensagens correspondentes à consulta plantas ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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domingo, 31 de outubro de 2021
segunda-feira, 2 de agosto de 2021
Repetições
Pode ser desenxabido voltar aos lugares de sempre, mormente em se tratando de lugares de férias, mas eu gosto. Há coisas que conheço há anos - recantos, plantas, placares, escadarias, enfeites, árvores, sinalética.
Dois montinhos de cimento onde enfiaram um tubo quadrado antes de secarem. Aquilo todos os anos me lembra o mesmo, um par de mamas, com mamilos e tudo. Estes dois montinhos estão como se a mulher estivesse deitada, e para ali estão, numa beira de passeio sem calçada, o arbusto logo ali, quase tapando tudo. Só que eu vi. E vou vendo.
Plantas com flores vermelhas que não têm pétalas, parece que são feitas de uma só, e o olho é como um umbigo.
Plantas em roxo, rasteiras, as folhas confundem-se com os caules, parecem um todo, mas não, em certa altura abrem, tipo livro, e do centro brotam florzinhas lilases.
Copas de um imenso pinheiral. É lindo de ver. Vejo bem porque estou longe do solo, tão longe quanto um oitavo andar pode estar. A distância aproxima os pinheiros, nem se vê espaço por entre, é um lindíssimo aglomerado de verde. Se der para perceber quando digo que o aglomerado é de um verde pontiagudo, então perceba-se.
Bancos nos recortes ajardinados. São os mesmos. Às vezes está lá gente. Nesses recortes há sinais de trânsito – um a proibição de sentido, outro a obrigatoriedade de sentido. Não conheço sinais mais desprezados do que estes. Estão descolorados, é certo, mas não é por isso que lhes desobedecem. Qualquer dia trocam-nos, embora não garanta obediência.
Bancos nos recortes ajardinados. São os mesmos. Às vezes está lá gente. Nesses recortes há sinais de trânsito – um a proibição de sentido, outro a obrigatoriedade de sentido. Não conheço sinais mais desprezados do que estes. Estão descolorados, é certo, mas não é por isso que lhes desobedecem. Qualquer dia trocam-nos, embora não garanta obediência.
sábado, 9 de março de 2019
Os textos são 'Baú', a imagem não
Esta senhora tem a testa alta. A mãe dela tinha a testa alta. O pai não sei. A mãe dela vinha cá comprar vasos e terra para plantas. O pai não sei. A mãe dela era sempre acompanhada por uma acompanhante atenta. Atenção da boa, remunerada. O pai não sei. A mãe dela era tão simpática. O pai não sei.
Esta senhora é igual à que foi mãe dela. Igual na testa, na educação, no trato. Um dia ela virá de bengala, como a mãe andava, acompanhada dalguém a quem paga a atenção e vou vender-lhe vasos e terra para plantas. Um dia mais tarde, um dia desses aí, longínquo ainda, ou então não, todas seremos iguais às nossas mães.
25 novembro 2013
Em criança, a minha mãe nunca me fazia penteados em que mostrasse a testa, a franjinha foi sempre o mote, dizia ela 'a minha Gina tem a testa alta' e depois vinha o conselho: 'usa sempre franjinha, está bem, filha?'
Não!
2 outubro 2015
domingo, 15 de agosto de 2021
Lisboa, Lisboa
À semelhança do post da 'Marília', também o da 'Alexandrina', o da 'Esmeralda' e o do 'Odilo' podiam ser intitulados de 'Lisboa, Lisboa', tanto porque os cliques são de Lisboa, como porque foi ali que moraram as ditas pessoas, as quais, para mim, estão como se fossem lisboetas de raiz, afinal uma pessoa vive toda uma vida adulta num lugar, e fica marcada, faz-se pertencente. Mas as fotos, no caso da 'Alexandrina', o post tem duas fotos porque julguei mal a janela que lhe pertenceu, só que gostei tanto da primeira que jamais a deixaria de parte. O que todas estas visões têm também em comum é a planta vadia que por esta altura do ano se vê por Lisboa e que é alta e abundante em recantos pouco movimentados. Aliás, uma das diferenças que as as fotos mostram é precisamente essa, janelas e portas onde há vida e movimento, as plantas não crescem nem proliferam tanto assim. Entretanto, como levei algum tempo a recolher as fotos - recolha que decidi fazer logo após ter publicado o post da Marília, por verificar que a planta cresce em recantos a modos que abandonados, daí ter lembrado das outras pessoas - já ocorreu o desbaste nas janelas que foram do Odilo, como se percebe pela disposição das plantas, as pobres estão mortas e caídas no chão. De resto: quero um dia vir contar algo acerca destas pessoas, mas, por ora, fico por aqui.
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
domingo, 26 de junho de 2022
E a minha casa, será que tem tesoura de poda?
Não, a minha casa não tem tesoura de poda. Ainda no outro dia disse a um cliente que, em termos de plantas, sou um redondo 'não sei'. Tenho mesmo dificuldade em construir amizade com plantas. E eu que até criei etiqueta no lbogue... ai perdão, blogue quando dei, mais uma vez, início à prática de lidar com elas. Já deixei de lidar. Fica a etiqueta. Fique também a intenção, quantas vezes é o que resta, né? Poi zé.
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Último
Usei a estratégia para publicar este como último post, afinal todos reconhecemos que o primeiro (neste caso o último) post é o cartão de visita dum blogue. Por isso cá está então uma foto que tirei às dez e picos da manhã, no lugar escondido, tendo como primeiro plano as plantas que nasceram este outono e que já registei num outro post. Ora então, e antes de mais, vamos à foto d' hoje:
E agora vamos ver como as plantas estavam mais baixinhas há dias:
sábado, 5 de junho de 2021
Almost a plant lady, moi même.
Estou feita uma plant lady não tarda, duas plantas já cá cantam e espero mais duas. Vou duplicar a espécie venus flytrap porque trep mesmo muito bem as flais e portanto outra divisão da casa se verá livre de cagadelas de mosca, e eu de as ver e, ou, de as limpar. Da outra de que falo não vou poder deixar registo da espécie porque já não tenho a etiqueta, sei é que purifica o ar. E agora deixo fotos destas minhas amadas verduras. Mas, antes, um lembrete: algum leitor interessado em adquirir semelhantes tais, deixe recado que sei bem de quem as comercializa e tem até um bonito jeito para atender.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Jacarandás
O segundo jacarandá que encontrei do lado esquerdo quando subia a rua dos quarenta e oito jacarandás, tinha na junção de dois troncos dois tufos de lindas plantas que são de igual espécie ao tufo que sai do cano sito no lancil da avenida. São plantas de folhinhas muito verdinhas, muito redondinhas, muito lisinhas, pareciam até desenho animado, de tão perfeitas eu as ter julgado, e visto, mas não são porque oscilavam por conta do vento.
sábado, 29 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 18 de junho de 2021
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Flores à espera
Convém que me despache com isto de mostrar as florinhas que estariam expectantes na ocasião do clique se tivessem cérebro.
As brancas encontrei no chão da calçada, junto à igreja, sendo talvez oriundas dalgum funeral, sei lá eu. As liláses encontrei no chão do estaminé, decerto oriundas dum vaso piriri que uma cliente trazia ao colo, na enga de comprar um vaso maior e um saco de três litros de terra. E comprou. E não, não me enganei nos litros, a terra para plantas é medida como se líquida fosse. Olha aí a foto, então.
terça-feira, 27 de agosto de 2019
Diário de uma pesquisa
Loures, 1 de Julho de 2019
Andei a pesquisar acerca de medicina chinesa e venho para aqui deixar registo do que apurei. Somos regidos por cinco elementos: água, terra, metal fogo... e madeira. Um domina, ou tende a acabar, com o outro. O fogo acaba com a madeira, a água acaba com o fogo e não posso escrever mais.
(Estou no Banco, agora, Lisboa)
Não me lembro o que acaba com a água... é a terra, com a terra acaba o metal... Será? Não sei. Acho que é a água. Bom. Será que aprendi mesmo?
Lisboa, 2 de Julho de 2019
O princípio da coisa é o equilíbrio entre duas partes absurdamente opostas, uma não existe sem a outra, uma sucumbe à presença da outra, dão-se vazão e razão em simultâneo e, finalmente, explicam o inexplicável.
O valor supremo reside no que se não pode agarrar ou conter em si. Efémero, ainda assim, eu cá acho. No mais: tudo o mais é efémero.
Falar, expor. Estas questões é que são difíceis, parto sempre do princípio que ninguém as quer ouvir. Ainda assim, vejo-me expondo as minhas ideias, isto porque me consigo imaginar capaz disso.
Lisboa, 3 de Julho de 2019
Sobre aquilo dos cinco elementos, em termos de domínio, qual é que domina este ou aquele? Vou pela lógica:
a água domina o fogo
o fogo domina a madeira
a madeira domina a terra
a terra domina a água
a água domina o metal
Não sei se está certo, mas vá. É perguntar. Ou expor. Expondo e estando incorrecto, serei corrigida. Não, espera lá. Oh, já não me lembro.
Lisboa, 4 de Julho de 2019
Presumo que seja assim:
a água domina o fogo
o fogo domina a madeira
a madeira domina a terra
a terra domina a água
a água domina o metal
o metal domina o... a... quê?
Não descortinei nada, afinal. Presumo que estes domínios sejam tipo um fio condutor, todos os elementos atravessando-se ciclicamente e até ao infinito («e mais além», como diria o boneco do filme Toy Story).
Não tarda, em me faltando assunto, escrevo mas é das septuagenárias ou da árvore amarela.
Lisboa, 5 de Julho de 2019
'Não há desejo sem contenção', ouvi eu no filme 'O Tigre e o Dragão, que é um filme chinês. É uma frase que dá que pensar, né? Explica o inexplicável, lá está, não há dia sem noite, frio sem calor e tal e tal.
Tenho que pesquisar novamente aquilo dos cinco elementos para ter um registo capaz. Ontem disse ao senhor doutor o que tinha pesquisado mas não soube deslindar a roda por inteiro. Claro que ele me corrigiu, alterando até a expressão 'dominar' por 'segurar', usando um argumento que não retive, e acrescentando que essa roda se aplica aos órgãos do corpo, que era algo que também percebi em algum dos tantos vídeos que vi e de onde retirei todas estas ideias.
Loures, 20 de Julho de 2019
Ideias que retirei de um vídeo acerca de medicina chinesa:
O conhecimento das plantas foi gerado através da procura por alimentos.
Do fogo, que aqueceu as pedras, descobriu-se que aliviava dores.
Há um livro, o I Ching, ou o Livro das Mutações (3000 AC) que explica os fenómenos da Natureza com os conceitos do Yin e Yang, bem como a harmonia dos cinco elementos: Água, Fogo, Terra, Metal e Madeira.
Huangdi Neijing é a obra mais antiga sobre medicina chinesa. Ainda hoje, quase cinco mil anos depois, é usada para consulta e inspiração.
A medicina tradicional chinesa é a mais antiga das que se praticam até hoje. Fala do equilíbrio entre duas energias, o Yin e o Yang, que são opostos, o Yin é a escuridão, a noite, a água e o Yang é a luz, o sol, o fogo, o dia.
Há também a teoria dos cinco elementos, ou dos cinco movimentos, que representam cinco órgãos do corpo humano.
A doença não acontece de um momento para o outro, vai evoluindo, portanto: sem que se note o seu início.
1º tem uma evolução energética
2º evolui para um desequilíbrio funcional
3º dá-se o desequilíbrio orgânico
Esta última ocorre quando os exames dão positivo, mas antes chegam as outras duas, que a medicina ocidental não detecta, contudo, na medicina chinesa é possível diagnosticar doenças e tratá-las antes de evoluírem para o desequilíbrio orgânico.
Há cinco pilares de tratamento na medicina chinesa, por ordem de importância:
fitoterapia chinesa
acupuntura
dietoterapia
actividade física
meditação
Deficiência de sangue, na medicina chinesa, não é hemograma (análises) alterado, mas sinais que a medicina chinesa visualiza:
unhas fracas
pele seca
cabelo fraco
O que depois traz:
cansaço
fraqueza
alterações menstruais
alterações de fertilidade
Representações dos elementos para os órgãos:
Madeira – Fígado
Fogo – Coração
Terra – Baço-pâncreas
Metal – Pulmão
Água – Rim
A medicina tradicional chinesa trata, sobretudo, a causa da doença.
Nota: os apontamentos deste dia foram retirados de um vídeo do canal do Youtube Segredos dos Mestres, O Começo de Tudo, Ep. 1
terça-feira, 20 de julho de 2021
Lisboa, Lisboa
O prédio lilás tem moinhos coloridos, muitos, e plantas que descem pelo varandim. Mas eu bem que andava à cata do prédio cor-de-rosa. Vi alguns, mas não aquele. Entretanto, a juntar ao lilás já referido, vi outros de outras cores: azuis e verdes.
sábado, 16 de outubro de 2021
Amarelos
Tenho mais amarelos a apresentar, isto em duas fotos. Se numa tenho aqueles autocolantes que já em tempos publiquei no blogue, mas quando ainda estavam colados a formar um quadrado, noutra tenho a parte que se desfocou, focada. Tudo em amarelinho, ó pá tóin xiru! Debruço-me especialmente sobre a última, que, oh vejam lá, pus no blogue em primeiro. É mais bonita e deita mais corpo - As folhas são da árvore amarela, trata-se de um raminho que encontrei aqui há semanas; o gatinho amarelo é o gatinho amarelo, mas em madeira, não em carne e osso, esse é outro; os botões peludos que estão próximos ao gargalo da botija são restos de uma das plantas de rua bem outonais, há imensas por Lisboa. Estes botões em particular fizeram parte de pequenos caules que encontrei por aí. São do tempo em que fiz aqueles posts intitulados com o nome de pessoas que conheci e acerca das quais conto vir a dizer mais coisas no blogue.
Etiquetas:
#semfiltro2021...,
Árvore amarela...,
Cliques 2021...,
Das fotos...,
Do blogue…,
É a senhora da limpeza...,
Estaminé...,
Lisboa 2021...
sábado, 8 de abril de 2023
E a minha casa, será que tem plantas?
Tem.
Tem a espada de São Jorge, planta mui democrática, convive bem com a minha desatenção.
Tem a suculenta. Mini. Mini suculenta. E morta. Não jogo fora para já. Um dia. É que é uma planta mui especial, trata-se de um lembrete do casamento do rico filho e da rica nora. Neste tipo de post não costumo deixar fotos mas, lá está, esta é especial. Ademais, tinha intentava registá-la em foto. Deixo até duas fotos. Mas giro, mesmo mesmo mesmo giro, é que do último post em que a registei até agora decorreram precisamente doze semanas - sete de Janeiro. Entretanto, e já agora, o primeiro post em que aparece a jovem plantinha é datado de vinte e sete de Setembro, três dias após o casamento. Entretanto (outro entretanto) e já agora (mais um já agora) abaixo destas duas fotos captadas agora mesmo, deixo as outras duas, a última das quais, que, oh vejam lá, foi a primeira a ser publicada, e, ah ah, é a única que tem filtro e, ainda ah ah, ah ah, é, também, a única que se faz acompanhar de um texto que não a refere, bem como deveras afastada do cativante título:
«Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.»
domingo, 16 de janeiro de 2022
Árvores. Arbusto. Plantas. Flor.
Eu bem disse que ia tirar fotos ao abacateiro... Claro que poderia a coisa não ter calhado e tal e tal, mas calhou, e tirei fotos até sob duas perspectivas, ao estilo «frente e trás».
Urtigas e não sei que mais. E flores, mais abaixo. Todos tão vibrantes e tão belos como o arbusto acima.
Esta é a minha amiga nespereira, acerca da qual já em tempos falei no blogue, anunciando que a cortaram. Mas passou algum tempo e o certo é que ela já lá vem outra vez. Qualquer dia como-lhe as nêsperas outra vez. Dantes eram boas e tenho esperança que o corte tão radical que sofreu não lhe tenha alterado essa característica, a não ser que seja para me saírem melhores do que a encomenda. Não se vê lá muito bem, bem sei, repare-se naquelas folhas mais claras, lá atrás. Pronto, é a nespereira.
Este é o arbusto que já aparece na foto acima. Achei-o mui belo, em tons de berrante contido. É sempre bonito ver cores despertas mas ostentadas subtilmente, como se, neste caso o arbusto, quisesse passar despercebido. Mas não consegue. A mim, e agora, não, tamanha é a beleza.
Urtigas e não sei que mais. E flores, mais abaixo. Todos tão vibrantes e tão belos como o arbusto acima.
domingo, 1 de março de 2026
lápis de cera
👀
Cria uma ilustração acolhedora em estilo lápis de cera, com traços suaves e texturados, e cores fortes e infantis. Usa o grão visível típico do lápis de cera, sombreado em camadas e linhas ligeiramente irregulares desenhadas à mão. A personagem deve ter um aspeto de desenho animado arredondado e simpático, com olhos expressivos e um grande sorriso caloroso. Inclui detalhes acolhedores e divertidos no fundo, como plantas, mobiliário, fogo de artifício, animais de estimação, comida ou objetos fofos, todos no mesmo estilo de lápis de cera, dando personalidade sem sobrecarregar a cena. No geral, a imagem deve ser nostálgica, terna e alegre, como uma criação a lápis de cera com cores intensas, textura suave e uma atmosfera quente.
quinta-feira, 17 de março de 2016
Cliente
Um vaso para plantas em vez dum bacio, era o que o cliente queria. É estranho, bem sei, mas embora lá então. Eh pá, é assim: o cliente considerou que num vaso a boca é mais larga, vai daí, como a mulher é anafada, eis que, quem sabe e tal a senhora se aliviaria mais descansadamente. Claro que demovi o senhor dos seus intentos, fazendo-o ver que um vaso é um objeto cónico, a senhora iria desequilibrar-se... E derrames de excrementos não são uma coisa fixe para se ver e limpar. Eu, a (falsamente) persuasiva, ou ele próprio, que por ser tão poupadinho desistiu da ideia. Mas é isso. Um 'isso' muito estranho.
terça-feira, 21 de setembro de 2021
Lisboa, Lisboa
Há três fotos antigas na memória do meu telefone. Gosto delas, não quero desprezá-las, mesmo que sejam tão passadas que já quase não faz sentido a sua publicação. Ainda assim, primeiro escrevo as coisinhazinhas acerca e depois é que as mostro.
A primeira é os estores da dona Maria do Céu. Há tempos pus aqui as portas dela, hoje ponho os estores. Anda em obras, a antiga morada dessa senhora, por isso é que o entulho foi aparecendo, acabando eu por bater estas duas chapas. Querendo visitar as portas da dona Maria do Céu feitas entulho, é clicar aqui.
A segunda é a visão de um beco lisboeta que por vezes percorro. É um pedaço de calçada que entremeia as traseiras de duas ruas, portanto: o que não lhe falta é quintais, arbustos e plantas. E até gatos. No fim e no princípio da calçada os prédios das ruas perpendiculares formam um túnel, sendo que um deles tem uns dizeres que, por preguiça, ainda não captei.
A terceira aconteceu porque gosto bastante de linhas. Na verdade foi só isto que a fez acontecer, nada de me pôr com nhó nhó nhós, qual quê. Até ficava mal, se afinal a foto está toda torta e o caraças.
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