sipipu, a língua dos anjos, oh que celestial
sipipu, a língua das crianças, oh que doçura
sipipu, a grafómana, eu, não chegou
hoje é dia de criar um epitáfio
(disseram na radio)
a gente que use o humor
e eu, ó:
«a grafómana morreu, ah ah»
cento e catorze folhinhazinhas no bloquinho rudimentar
prevejo-lhe o contentor da reciclagem para breve
Vou escrever? Vou escrever?! Vou escrever!
Gosto mais de escrever do que de contar folhinhazinhas que mal amanhei e bem agrupei, ando sempre a juntá-las, é tarefa árdua, nem queiram saber. Já que pouco escrevo, contei então as folhinhazinhas \>114
Onde está a máquina fotográfica montes de espectacular?
Vermelho e branco, ou isso assim, em pedaços:
O senhor do inseticida veio saber se eu queria inseticidas. Muitos. Deste tamanho e daquele, da marca tal e tal. Vinha com uma laranja na mão. Como não nos encontrámos na frutaria do nepalês, eis que não sei quantos cêntimos paguei hoje. Terão sido vinte e três? Vou dormir com a dúvida.
convite ao deitar:
eu 'tou aqui no quentinho!
Onde está a máquina fotográfica montes de espectacular?
Vermelho e branco, ou isso assim, em pedaços:
O senhor do inseticida veio saber se eu queria inseticidas. Muitos. Deste tamanho e daquele, da marca tal e tal. Vinha com uma laranja na mão. Como não nos encontrámos na frutaria do nepalês, eis que não sei quantos cêntimos paguei hoje. Terão sido vinte e três? Vou dormir com a dúvida.
convite ao deitar:
eu 'tou aqui no quentinho!
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