domingo, 13 de maio de 2018

Cores

No tempo em que eu andava feita maluca a arrancar florzinhas dos campos de Loures com o intuito de as separar e apresentar no blogue mediante as cores que tinham, e vou já dar exemplos:


Nesse tempo, dizia eu, tentei agrupar a cor roxa e para tal lá me pus de nariz para baixo a tratar afincadamente de compor a questiúncula. Ora acontece que chegada a casa me aprecebi que algumas das florzinhas não eram roxas mas bordeaux, o que me levou a querer desistir desta ideia lindíssima e super original. Mas, não me vencendo a mim mesma, fui buscar máquina fotográfica montes de espectacular e apliquei-lhe aqueles filtros que extraem a cor. Quereria isto dizer, ou eu assim esperava, que as flores, sendo realmente bordeaux, o filtro extrairia o vermelho e lá se ia a ideia, fantástica, claro, de agrupar florzinhas roxas e fotografá-las até me apetecer. Bom, realmente são bordeaux, algumas das florzinhas, que o diga a foto...





... Entretanto deixo também todo o rol de fotos tiradas dessa vez, que, devido à experimentação, acabei por usar todos os filtros...


treze e um, ora muito boa tarde a toda a gente





sábado, 12 de maio de 2018

20:36

Os santos populares estão aí não tarda mas, por ora, Lisboa está centrada na Eurovisão.

Algoritmo

Tenho montes de imagens para vos mostrar, surripiadas do Pinterest, todas giras e fofas como só elas sabem e podem sê-lo: Mas antes deixem-me dizer-vos o quanto gosto do algoritmo, essa primorosa existência, pois andei, e isto é só um exemplo, ai a porra das vírgulas, a pedir penteados curtos ao Pinterest e eis que todos os dias e todas as vezes que lhe acedo me mostra mais e mais e mais penteados curtos. E agora rufem lá os tambores, todavia imaginários, dando as boas-vindas às imagens que não fui eu que pensei ou preparei...


Botas ao sol

Tenho que fazer isto assim às minhas botas...






Que consta de as pôr ao sol, mas mais sol, mais sol que este assim, a fim de as secar. É que por conta da chuva cheiram a bafio.

Hoje é sábado

Mas qual lavar o frigorífico por inteiro, qual quê, pois se no congelador restam ainda

3 claras
2 pedaços de massa folhada
1 caixa de frutos silvestres

Mas como, oh mon dieu, vou eu num só fim-de-semana acabar com isto tudo?


De resto, já fiz outras das coisitas que enumerei no post anterior, nomeadamente a ida ao supermercado, a roupa e a louça parcialmente, uma vez que mais haverá, e o bolo. Está tão bonito... Como as framboesas estava congeladas e eu tive que as descongelar num tachinho ao lume, não fosse a humidade demasiada e dar-me cabo da massa, aconteceu laivos vermelhões por entre a massa de amêndoa. Se estiver tão bom de sabor como está de aspeto, eis que.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Amanhã é sábado

Os afazeres de ‚nem sempre‘...
Aproveitar os descontos no supermercado, tanto em cupões como em linha
Fazer uma sopa usando os restos de legumes congelados e outros crús
Confecionar um bolo de amêndoas (há muito em armazém) e framboesas (congeladas)
Lavar o frigorífico por inteiro
Os afazeres ‚recorrentes&infindáveis‘
Lavar, estender, apanhar, dobrar e arrumar roupa e roupa e mais roupa
Lavar, secar e arrumar louça e louça e mais louça
Limpar a casmarra do fogão e a merda das casas-de-banho

Passadeira, sim

Paasei... ai perdõ... ai perdão, passei pela milionésima vez junto à nova estradinha de verde alindada para ciclistas contemplar e notei que, finalmente!, pintaram no seu chão o resto da passadeira, cujo resto – sim, é um resto de resto - vinha do chão da avenida. Assim é que é, mas ca lindos sois. É que há montes de tempo que passava por ali e me punha a pensar «mas por que raio esta malta não pinta a passadeira na estradinha verde, pá?» E eis que. E assim ai vou que vou dormir descansada.

Quero um estaminé limpinho

Olhei para dentro da loja de vestuário e acessórios e vi que tinha as peças alinhadas, o chão absurdamente desempoeirado, o balcão num mimo e zero pessoas, com o intuito de comprar.
Se por um lado a gente gosta de ver uma loja asseada e desafogada, daquelas de dar gosto lá entrar, por outro é certo que o asseio e aprumo em demasia traz desconfiança. Ademais, a gente tende a seguir tendências – daí a tendência tender a tender - de modo que, ao ver uma loja assim vazia de pó e, principalmente, de clientela... hum.

Graminhas

1485 gramas repartidos por entre maçãs e pêras
785 gramas de laranjas

Quando abandonei a frutaria do nepalês passava na Radio mr. Sheeran com a sua canção Perfect. Como antes me tinha apercebido que a estação era a mesma que habitualmente ouço, vim de lá a cantar mentalmente a ver se acertava no tempo exato da canção mal subisse o degrau do estaminé. Só por dizer que assim que entrei tive que aprontar a venda de uma lixa garnet aux grain quatre-vingt, de maneiras que perdi o toque da canção, desconheço portanto se o meu ritmo mental se acerta com o real.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

A vibração

Escrevi parte do post anterior de pé.
Foi cá por coisas, vá, se me ponho a revelar todos os porquês, os mesmos perdem a luz e eu não quero nada disso na minha vida.
Dei por mim gingando por entre digitações. Vibro enquanto escrevo, não é notícia, só que há meses que não escrevia de pé e já nem me lembrava desta sensação.

Banco número cinco

Na estação há bancos com largura para caberem comodamente cinco pessoas, isto se estiverem simplesmente esperando o comboio. Num desses bancos, quatro pessoas esperavam o comboio, pois, mas aproveitando o tempo para se atualizarem virtualmente via telemóvel. Achei o quadro interessante - não pela modernice/vício/tolice, que a mim pouco importa o que as pessoas fazem com os seus tempo e meios, sejam mas é felizes, pá! - cada um com suas características impressas nos gestos e na postura, quero eu dizer que ainda que estivessem fazendo o mesmo, iguais é que não eram. Entretanto veio de lá uma mulher que, não só se apoiava no telemóvel para passar o tempo, como para se deslocar estação afora com o intuito de se sentar. Olhou para o lugar vago, hesitou se se sentava, só que não, considerando, notei-lhe pelos gestos, ai a porra das vírgulas, que se as quatro pessoas estavam de cotovelos abertos, digitando, deslizando o dedo, assim seria difícil ela encaixar-se confortavelmente. Mais à frente, um homem, em pé, de pescoço esticado, observava atentamente o mapa de Lisboa. Que contraste, não?

Abaixo é o que o meu móves novo, mas que é velho, faz a uma foto com a aplicação Studio

(a foto está linda, bem sei... ó pá, que querem, não sei fazer fotos de outra maneira)

terça-feira, 8 de maio de 2018

O meu ó-ó

Estive agora mesmo a estruturar a próxima manhã:
Tenho que sair de casa com tempo para marcar o corte de cabelo, 
recolher o atestado médico 
e ir ver da esperança de achar o meu perdido telemóvel. 
Tanta intenção ponho nestas coisinhazinhas que ainda passo mas é a noite a sonhar com mulheres bonitas ou coisa assim.

Laranjas & Morangos

Sei lá eu de qual fruto gosto mais, mas laranjas e morangos são os que prefiro, estando os ditos empatados. Sei lá eu. É uma espécie de insegurança, não vá - a laranja ou o morango ou ambos - ficarem tristes com eu, de não saber escolher, de ter medos. Ou então, já que não ficarei muito mais tempo, é uma vontade imensa que tenho de tudo abarcar enquanto. Gosto de laranjas e de morangos e a ordem é alfabética, gosto também de me reger pelas letras.

Perdidos

No outro dia elaborei uma lista de pequenos esquecimentos que tenho tido, esquecendo contudo um deles, não menos importante, não mais importante, simplesmente mora num outro patamar, que foi o de deixar o carro por trancar e os vidros abertos, isto durante dois dias. Este esquecimento, julgo que tenha existido porque o símbolo fecha-portas/abre-portas se encontra sumido, que o carro é velho. E usado. Ou seja: eu clicar, cliquei, mas sem a porra dos óculos no trombil não vejo a ponta dum corno, se e quando os cornos forem ou são piriris, de maneiras que o gesto de trancar o carro foi feito mas no botão de o abrir, o que fez com que continuasse aberto. Ando aqui em negociações comigo mesma, que o melhor é ir ver isto dos olhos, novo exame, novos óculos, que passarão a conhecer como moradas o meu trombil e a mesinha-de-cabeceira.

O estaminé já se encontra a festejar o Dia da Espiga

Manhã

É ainda de manhã e já fui ao Banco da senhora do Banco para ela efetivar um depósito, ao escritório do senhor doutor entregar uma fatura e ao gabinete do Laurent para alterar a data da próxima massachicha que, ao refletir, julguei mal posicionada em termos de dia da semana.
Passei até pela árvore amarela, pelo banco hater, pela rua mais bonita de Lisboa, onde lanchei uma banana, sentada num dos seus bancos, mais concretamente no último que encontra quem desce a rua.
Mais bonita de Lisboa.
Hoje, como presumo que se presuma, troquei-me os horários, faltou apenas visitar o lugar da musa mas já tinha dois cafés no bucho, de maneiras que.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Telemóvel

O novo móves que comigo marcha é giro e interessante aos montes. Parece quase uma pessoa gira e interessante aos montes: acompanha, distrai e instrui com montes de.





No depois dos tantos que acima expus, exponho que tenho uma conta no Pinterest e que já brinquei imenso com imagens bonitas, fofinhas ou bonitas e fofinhas, que não fui eu que pensei nem preparei. Deixo uma.





Laranjas

Estão quasequasequase a deixar de serem boas, as laranjas. E, se comprei bués desta vez, foi a pensar na gelatina que possivelmente não prepararei, tanto por isto e por aquilo, como porque sim e porque não. Lamento. Lamento também que a vida se tenha moldado para ter laranjas muito boas quando é frio e menos boas, ou mesmo inexistentes, quando a época é a do calor. Se é fruto bom para refrescar...

Graminhas

1015 gramas de bananas
705 gramas de maçãs
1360 gramas de laranjas

49, 50, 51

Ouvi alguém dizer que ter um nove nos anos de vida é passar a ter como idade a dezena que vem a seguir. Nada mais certo. Ando por aí, vida fora, com os tais 50 anos sem que contudo os possua, julgo até que nem me deixei viver este último dos primeiros 'entas' da minha vida, os 49.
Ouvi alguém dizer que isso da idade é só a idade, o que é que muda senão a idade? Nada.
Ouvi alguém dizer que 49 é uma palavra gira que se farta para alcunha, tipo assim: «então ó 49, tá tudo bem?», sendo que a pessoa não tinha 49 anos.

Bom, estou lá não tarda 'migos, daí em diante quarentona não serei mais.

domingo, 6 de maio de 2018

Mãe

A minha mãe, sem filtros, sem fotogenia, apanhada a falar. Este post não vai ter delongas, é a minha mãe e pronto, só quero acrescentar que o penteado que apresenta na foto foi uma amiga minha, que se deslocou a Albernoa com a disposição de lho fazer. Obrigada, 'miga. E esta é a minha mãe.





nota futuramente importante: hoje é Dia da Mãe (e nem era preciso dizerem na Radio)

sábado, 5 de maio de 2018

Está estragado

Ultimamente ando cá com uns destinos, pá...
Parti o meu processador de alimentos.

Deixo a camisola no restaurante
Deixo o cartão Multibanco no restaurante
Perco o telemóvel
Parto o processador

Tem vindo a crescer, tanto de importância dos perdidos como de montante a gastar. Bom. Coisum. E uma boa noite é o que vos desejo.

Cenoura

Sabem aquela cenoura bonita, crua, descascada, reta nas extremidades e aparentemente saborosíssima? Pois que não, nada disso, sabia mas era a petróleo. Comi-a toda.

Bye bye winter

Bye bye winter

Chaves - Há aquelas fotografias que a gente (eu, claro que sou eu e posso até ser só eu, que o blogue é meu e eu é que trato dele e falo sobretudo de eu) tira mas não tira o molho de chaves de roda do pulso, de maneiras que pondo a máquina a jeito o molho pendura-se. Depois a gente (já sabem: eu) vê a foto em grande no pêcê, corta o pedaço de imagem e fica com um pindureza tão linda no blogue...

Branca

Liláses

Cores-de-rosa

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Latim

Fui ver o latim. Há tanto tempo que a gente não se via que nos falámos com muito prazer. Ed ephemeram gloriam, né 'migo? Ca fofo cu 'migo est.

Frios de dormir com eles

A pessoa tem cenas na sua vida, de maneiras que uma das cenas é dormir sem nada nas pernas. É que a pessoa não suporta panos por sobre a pele senão o lençol. Mas, em época de frios daqueles bravos, a pessoa tem grande dificuldade em aquecer os pés ao depois de se enfiar na cama. É que os lençóis têm em si uma friagem que alto lá com ela. À pessoa, por vezes, parecem-lhe até estarem molhados, os lençóis, tal é a bravura dos frios daqulas noites.
Então o que é que a pessoa num repente se lembrou?
Desenfiaria as calças de andar por casa aquando do enfiamento nos lençóis da sua cama. Seria uma bela ideia, pensou a pessoa, claro que seria, àquela hora aquelas calças estão quentes com a quentura do seu corpo, se desenfiadas já dentro da cama, deixando os pés presos no rolo de tecido que são as duas pernas das calças, decerto os aquecerão.
É um facto! É o que tem acontecido nos últimos meses, salvo naqueles calores de abril último, que já a pessoa pensava que o calor estaria instalado até lá para novembro. Só que não. Oh. Contudo, eis que hoje o calor visitou os lisboetas e outros de ao pé deles.

O clipe do contorcionismo

Tenho um clipe tão lindo mas tão lindo que nem vos passa pela cabeça. É um pé. Pois se é um pé, como passar-vos pela cabeça, né? Tampouco na minha passa, deixem lé. Lá.

Rolos

Adicionei dois interiores de rolos de papel higiénico. Ao que havia trazido de casa dos bichos-gato, eis junto um advindo do wc do gabinete do Laurent. Correm-me assim as contas: Se ao momento tenho oito dos ditos, seis são de término doméstico.

Massachicha

Laurent estreou o seu caderninho comigo e assentou:
Virginie
omoplata inflamada
cócegas
Antes confessou-me que comprara um caderno para apontar as particularidades dos seus pacientes e assim livrá-los de perguntas recorrentes e desnecessárias, mas que ainda não tinha iniciado a tarefa por não ter paciência para escrever. Fez-se então silêncio porquanto desligara a música, e ele exclamou
«Silêncio!»
como quem sente um alívio, que erradamente ouvi como um exclamado desabafo
«Paciência!»
julgando, por isso, que era a pouca vontade que ele tinha de escrever itens do meu tratamento no seu caderninho ainda em branco. Solícita, perguntei: «Quer que eu escreva?»

São os Mânfios de Lisboa

Os mânfios de Arroios não são os de Sapadores. Não é que sejam muitos mais, ou bem menos, ou diferentes seja lá do que for. São é outros mânfios.

Afinal, os gizes

Afinal os gizes não dão a forma desejada às etiquetas, qual quê, é pó, e como pó, abala dali. Basta a gente roçar, por pouco que seja, com um dedinho ou assim por sobre os dizeres, que pumba, lá vai pó, lá vai dizer.

Despertadores

Despertadores, tenho três - o rádio, o telemóvel, a cadela.
Primeiro soa o rádio, geralmente com uma canção da moda d'agora, podendo também ouvir-se uma voz feminina a dizer as horas que são, como está o tempo, levante-se daí e ande lá com a vida, olhe que hoje é sexta-feira, vá, força, esperança, afinal o mundo nem sobrevive sem si nem nada.
Levanto-me.
Segundo soa um telemóvel a fazer de galo: ó-ó-ó-óóóó - sim, ós sem cê. Produziram uma esganiçada voz de bicho, não é uma queixa, é do mais indicada que há para despertar qualquer um, como quem diz: eh pá, deixa-te mas é de merdas e põe-te a jeito, a vida é curta, não a desperdices dormindo.
Levanto-me.
Terceiro soa o bicho-cão. Sacode-se vigorosamente. Geme mansamente. Empoleira-se na beira da cama. Gane baixinho. Ainda debaixo da roupa, acaricio-a. Sento-me na cama, acaricio-a e falo-lhe.
Levanto-me.

Nota:
A ordem do aparecimento de cada despertador não é forçosamente a que apresentei, quantas e quantas madrugadas foi – e acredito que há de ser por muitas mais - a cadela o meu primeiro despertador.

Perdido e não achado

Tenho um telemóvel novo mas que é velho, pois tenho sim senhores. Como sou a herdeira-mor de móves cá de casa, eis que desta vez me pus a herdar o da rica filha. Ó pá é tóin xiru! Lá por trás tem uma mariquice, que a rica filha é tão de mariquices quanto eu - trata-se de uma boca cor-de-rosa com um anel lá pregado, enfia-se aí o dedo que a gente quiser e o móves já não se nos abala daí quanto mais do colo, como foi o caso do meu último telemóvel.
Deixem-me só dizer – deixam, não deixam? - que não me encontro completamente desesperançada de o achar, é que por falta de meios e de lembrança acabei por não despistar uma situação lá onde o perdi. Para a semana terei notícias - ou sim: achei o perdido, ou não, perdi-o.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Perdido e não achado

Boa tarde. São por ora doze horas e trinta e seis minutos e ainda me encontro saudosa do meu telemóvel que ontem perdi e não achei. É bem que não forço olhos e cabeça a olhá-lo interessadamente mas acontece que no estaminé não tenho fácil acesso às netes senão pelo móves, de maneiras que não posso aprovar e responder aos cinquenta e seis comentários que recebi no meu blogue quando os simpáticos leitores deram conta do sucedido, não posso saber das duas mil e dezoito visualizações que os ávidos subscritores acrescentaram aos vídeos do meu canal e não posso alegrar-me com os vinte e oito sinceros 'gostos' que a última selfie tem lá na minha fantástica página de Instagram.
Ó pá, desculpem lá esta minha falta de presença. Logo à noite terei um novo móves. Um novo móves em minhas mãos, contudo, velho em mãos doutrem.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Perdido e não achado

Não me liguem, não valerá a pena, perdi o meu telemóvel.
Pues que ya no está conmigo. Nem a capa nem o telemóvel. Estou ainda a digerir a perda. Tem sido cá um dia... Sinto-me enlutada. A última vez que lhe toquei foi para tirar uma selfie (eu a tirar uma selfie, imaginem, eu? selfies? e eu que nem sou nada de selfies!) na sala de espera do consultório de Marió. Pus-me a jeito, cliquei, editei a foto, escrevi uma legenda originalíssima: «Marió...» e toca de plantar estas preciosidades no Instagram. E agora nem sei quantos gostos a selfie tem. É uma chatice. Não, isto é mas é um grande problema, um problemão. Então já sabem, não me liguem.