sábado, 3 de novembro de 2018
Comprinhas

A imagem não corresponde com umas compras feitas no supermercado, ou pelo menos não coincide com as minhas! compras de hoje, mas ok, a vida deste blogue segue nou mera uate. Quero dizer-vos que hoje ofereceram-me o cebolinho, isto por conta de não se encontrar o código de barras do dito. Há felicidade nisto, pois há, mas também há uma vantagem que só agora mesmo - sim, enquanto escrevia este texto - malembrei, é que não se encontrando ainda presente nos canhenhos da caixeira o código deste artigo, só pode ser por ser tão fresquinho, né?
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
Atitude
Talvez seja esquisito, direi mesmo inatural, que alguém mantenha sempre o sorriso na cara. Daí resulta a descrença de gente como eu, que sou aluada, tão depressa estou a gargalhar como na mais profunda tristeza. É, é isso, no mínimo é esquisito, isso de se ser liso ou lisa.
Entretanto ponho aqui duas caras minhas. São snapshots de vídeos, captados enquanto eu estava a falar. Uma pessoa é expressiva e depois é isto...


Tenho também um vídeo de bloopers. Bloopers são tipo assim como repentes das pessoas, e neste vídeo os bloopers são meus.
quarta-feira, 31 de outubro de 2018
terça-feira, 30 de outubro de 2018
Eu é que importo
Outra vez, pois.
Comprei umas pantufas. Porra, ia-se passando o frio e eu de chinelinhos mostradores de todos os dedos que tenho nos pés. São giras, as já ditas pantufas, têm bocas e olhos bordados e pompons a fazerem de narizes, os quais presumo que vão pó caraças num instante, mas ok. São de cano alto, peludas, com sola grossa mas mole. Em resumo: não valem um peido. Enfiam-se que é um mimo, mal me pousará frio – nisso creio eu também. Vamos então pó quentinho? Boa noite.
E é que importo
Comprei uma camisola que me chega quase aos joelhos. Não é para ser assim, eu é que sou pequena.
Eu é que importo.
Eu é que importo.
Mudanças mesmo bem vindas
Na minha última visita ao supermercado, notei que haviam colocado os produtos biológicos ao pé dos frescos. É bem, 'migos, é mesmo bem. Não só por eu gostar de cuscar essas prateleiras e elas estarem lá longe no espaço - bem como no tempo, agora me lembro, pois que assim levo menos tempo no espaço – como esta é sem dúvida uma medida que aumentará as receitas. Mas a sério, olhem, gostei mesmo muito, e como está tudo arrumadinho por marcas e tipos, é mais fácil entusiasmar-me. Não comprei nada, mas pronto.
Perguntas e mesmo mais não sei o quê
A dona Genoveva perguntou-me se os meus dentes eram mesmo meus, daqueles que não paguei, e se o meu cabelo era para estar mesmo assim. Respondi afirmativamente às duas perguntas, sendo que à primeira lhe garanti que os tinha comigo desde os sete anos e à segunda deixei uma nota resumida de como cheguei a este resultado capilar tão... Diferente, vá. In the midle of da cavaqueira, por alturas de uma resposta das minhas, ela acariciou-me o rosto com um ar maternal. Gostei. Por me parecer um gesto sincero, gostei.
Diferenças
Das pedras que deixei aos pés da árvore amarela: uma está desviada do seu caminho, as outras desapareceram. A árvore amarela está mais despida, mais só.
Coiso
Um cliente perguntou-me qual era o 'coiso' do artigo que levava. Mostrei-me surpreendida com o 'coiso' e ele explicou que, considerando o artigo surpreendentemente caro, qual seria o...
Então, é banhado a ouro, 'migo. Na verdade eu estava tão coisa que nem me lembro o que respondi, mas isto do 'banhado a ouro' se me tenho lembrado... Punha esse dizer a marchar. É que em certas ocasiões não há nada melhor do que um chavão, uma popularidade, pelo menos assim todos os gatos são pardos ou lá que é.
A massa que é mãe
Ora então vamos lá contar o resto da história das minhas massas madres (olhem: ainda não sei se esta porra tem plural, mas de certeza que vocês não se importam nada com isso e continuam a gostar de mim na mesma). Tínhamos ficado naquele ponto em que eu ia usar uma das massas, a primeira, a que fiz com farinha integral, nuns pães doces, e usei sim senhoras e senhores, mas depois do tempo de levedação notei um cheiro a azedo, o que me deu a ideia que vindo de uma massa lêveda não é bom sinal (chamei lêveda, mas qual lêveda qual quê, que aquilo não subiu porra nenhuma). A massa madre em si, antes de a juntar à massa cheirava a azedo mas coisa pouca, na altura atribui isso ao facto de todo e qualquer fermento ser uma coisa podre. Mas, como a receita pede leite, presumo que tenha sido como que um elemento catalisador, tipo assim: pumba, agora vais mas é azedar a sério, mesmo a sério. Ademais a massa não subira, como já referi... Enfim, joguei tudo no lixo, afinal já tinha desperdiçado uma catrefada de belos ingredientes, para quê continuar nesta teimosia, gastando debalde gás para cozer, electricidade para sugar o calor da cozedura e água e detergente e mais gás e/ou electricidade para lavar a louça que sujaria? Não. Lixo.
Bom, este é caso para esquecer. Mas há mais.
A outra massa madre fi-la com farinha para pão sem fermento e em momento algum se portou como deve ser, que é subir frasco acima como julgo que já referi num outro post onde depositei esta temática. Pronto, com esse nem vou tentar fazer nada, se não sobe, não está vivo, se não está vivo nada reavivaria na massa que fizesse.
Pronto, tentar, tentei, se não foi porreiro, é caminhar para a frente com um olhinho no passado, que é assim que a gente se safa de errar no que já errou.
Ou bolo ou tarte de maçã
Sim, ou bolo ou tarte porque é uma mistura dos dois jeitos de fazer pastelaria (copiei do Youtube e já não malembra de que canal). Não é bom que se farta, é tipo assim comestível, vá, mas não oferece carisma a quem degusta. E eu que até ralei a manteiga, pá. Sim, ralar manteiga, pra tal basta tê-la bem fria e passá-la no ralador de mão. Quem não quisesse ter esta trabalheira pois que não a tivesse, fizesse em modo vintage, com as pontas dos dedos a serem ajudadas pela farinha. Agora estou a pensar que parece que neste modo o ralador seria substituído pela farinha, não pelos dedos, pois que estes são necessários também ao ralador. Bom, isto está confuso. Fiz então um bolo ou tarte de maçã que nem só de estranho tinha o ralar da manteiga, mas também o facto de as maçãs serem colocadas na travessa, devidamente temperadas, alternando-as com a mistura de farinha, açúcar e manteiga (ralada, ah ah). Só depois se fazia uma mistura de leite e ovos e se despejava por cima de tudo. Considerei ser um método deveras impopular, tanto que me meti nele. Posso não ser expert-pro, tudo bem, não passando de uma curiosa do caraças nisto de confecionar doces, sim, ok, vá, e até pouco me importa isso, mas é que não ficou bom, 'migos, era uma coisa emborrachada e sensaborona.
Desacertadamente
Decerto já repararam que quando se diz num certo dia, hora, momento, é exactamente por ser tão incerto, e que quando se diz uma certa idade é muita idade, sendo esta 'muita' um número incerto.
Dias de um Ginásio
«Não é isso que estamos a fazer. Olhe para os seus colegas...» Foi a achega que o senhor professor me deu. Eu ri-me, os meus colegas não sei.
Outra coisa que sucedeu no Ginásio, mas não durante aula nenhuma, antes no finalzinho, ali assim por entre o banho tomado e o vestir da roupa aquecida, foi ter dado por uma borbulha no pescoço - impressão advinda de uma comichão sentida nesse lugar – e ter elaborado na minha cabeça um post muito lindo e capaz. Imediatamente. Vai daí lancei-me ao bloquinho rudimentar e apontei sucintamente 'borbulha no pescoço', só por dizer que já não encontro neste apontamento nada que a minha cabeça faça ser lindo e capaz.
Mais outra coisa que sucedeu no Ginásio foi ter encontrado o meu telemóvel quente e activo dentro do cacifo. A chamada de atenção foi-me dada pelo som, que era o do alarme – ou cronómetro, não percebi bem - que eu tinha acionado inadvertidamente. Quando encontrei o pobre ele contava com duas horas e não sei quê de tempo remanescente, no ecrã pulsavam números numa cor avermelhada e, como já referi, estava quente pra caraças. Agora imagine-se, o móves com uma coisa vermelha a piscar, um som – que até era levezinho - e uma quentura daquelas, deu-me um treco, claro!, oh céus qu' o móves vai explodir! Mas não. 'Inda há pouco estive nos cliques e no editor. Oh!, ' tá tudo bem!
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Banco hater'amigo
Tenho a dizer-te que o relógio da praça mai linda de Lisboa acompanha o novo horário de Portugal, aquele a que os portugueses chamam de horário de inverno. Pronto, estando o visor do relógio de costas para ti, jamais saberias, vai que assim, pumba. Oh, então, de nada, ora essa.
Ss de Sonho e de Sofá
Ainda estou ramelosa e já estou a escrever no blogue. É que hoje sonhei com ruas cheias de sofás com pessoas lá sentadas. Caladas.
domingo, 28 de outubro de 2018
roupa velha
sábado, 27 de outubro de 2018
O sofá azul
O sofá azul é chegado. Ah! um dos senhores que vinha acompanhando o meu sofá deu alguma atenção à Olívia, fez-lhe muitas festinhas e perguntou-lhe se ela era a Olívia Palito e eu bem a ouvi responder: «não, sou a Olívia d' Ouro Geia».
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
A massa que é mãe
E lá ando eu, pondo farinha em cada manhã - relembro que estou noutra massa madre – e só falo em farinha porque parece que somente a farinha é necessária, uma vez que a água se separou da farinha. É suposto não ser assim, mas é que nem nada parecido, o suposto é a mistura subir tanto mas tanto que se o frasco usado não for alto, entorna. Mas isto é coisa para acontecer somente nas boas famílias, claro.
Bom, seja lá como for, vou deixar aqui os planos que tenho para usar as minhas duas massas madres – ai ó pá será que isto tem plural?! socorro! ó socorro! socorro! a ver se alguém só corre pra mim... - sendo uma delas feita com farinha de trigo integral e outra de farinha de trigo T65, que é aquela do pão.
Com a primeira vou fazer anéis de canela, rolos de canela, pães doces. Este é um daqueles bolos de outono ou mesmo de inverno, é encorpado e saciante, apropriado para a época actual, a fresquinha. Para este bolo usarei a massa madre feita com a farinha integral. Parece-me a melhor, a que aguenta o peso da farinha integral e suas partículas acastanhadas e indissolúveis.
Com a segunda vou fazer pão brioche. Tenho saudades de comer esse pão, normalmente calha-me bem, é fofinho e delicado, fantástico para barrar com doce. Ou manteiga. Para este pão uso obviamente a massa madre feita com a farinha T65. Mesmo não tendo nenhum dos fermentos terminados, mesmo não percebendo porra nenhuma disto de fazer fermento e o camandro, olhem, é assim que vou fazer.
Vestido
Só mesmo a rica filha para me arrancar da letargia. Foi virtual, o arrancão, mas foi coisa acontecida. Foi então por causa de um vestido que ela queria saber se já viera, pois que para tal usou a morada do estaminé. Respondi-lhe que não, acrescentando «ainda nem sequer vi o carteiro, culpa do cinzento dos dias, quiçá, o mundo gira melhor em brilhando o sol...» Ao que ela respondeu que eu estava inspiradora. Fiquei a sonhar. Continuei a sonhar. Ah... Nem vou deslindar este caso, não vá ela ter querido dizer inspirada (ai isto da escrita inteligente, pá...), é que é muito melhor ser inspiradora do que inspirada.
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
É noite. Boa noite.
Quando a camada é muito grossa leva mais tempo a secar

Diário
Lisboa, 12 de Outubro de 2018
Em 9/10
Enviei, finalmente!, a mensagem de correio electrónico a Marió, à noitinha, julgando ter que esperar alguns dias pela resposta, e era se a obtivesse.
Em 10/10
Recebi um telefonema de Marió, logo de manhãzinha. Disse que lera na noite anterior a minha mensagem e que resolvera telefonar em vez responder por escrito. Quis também saber se eu estava disponível para ter uma consulta, uma vez que eu escrevera coisas que ela gostaria de falar pessoalmente comigo. A consulta ficou agendada para 24/10. Fiquei estupefacta (estúpida de facto) pois que não esperava, é que nem de longe, um desenrolar desta natureza.
Lisboa, 22 de Outubro de 2018
Ter uma visita agendada começa agora a fazer-me alguma impressão. Não quero ir, mas obviamente vou, não se brinca com as pessoas, com o trabalho das pessoas, com o sistema, com a saúde.
Loures, 24 de Outubro de 2018
Marió deixou-me. Sozinha. Que é - afinal e no fundo e a fundo e por aí abaixo - como sempre estive. O que custa mesmo mesmo mesmo é que no fundo e blás eu não deixarei de ser coisinha perante os outros. Sou sempre uma coisinha porque sou uma coisinha em casa, na estrada, no estaminé, no blogue.
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Post atrasado
Novidade
Não, a novidade não mora nos ténis, há-de morar-me - antes isso e pouco tardará - na sala um sofá novo. E não, o sofá não é o da foto abaixo, mas lá que é azul, é.

nota:
a fralda da minha camisa não está na melhor posição, está até numa pior que sei lá eu, 'inda pensei recorrer aos filtros do Instagram, com suas estampas e gifs e mais não sei o quê, mas é que pronto, piorava mais, se é que é possível...
Ó vós de Outono
terça-feira, 23 de outubro de 2018
Fruto d' Outono
Comprei uma romã. Não consigo ter a certeza se alguma vez comprei uma romã. Sei que já comi e que gosto do gosto. Só não gosto dos caroçozinhos, deixam um gosto acre e a língua áspera. Pode a aspereza não advir dos caroços, tudo bem, antes do sumo em si ou das películas que envolvem os grãos. Mas. Sei, também, que em todas as vezes que comi romãs foi porque mas deram.
Posta-restante:
Confirma-se a aspereza da romã que comprei. Confirmei que é um fruto lindo por dentro e por fora. Doravante usarei esta poesia: és lindo ou linda por dentro e por fora.
Uma envergadura que afinal é um diâmetro
Temos um chapéu de chuva com 1, 60 mt de envergadura. É tanto para os dias intensos em termos de pluviosidade, preferencialmente sem ventos fortes, como para pessoas muito altas em dias intensos em termos de pluviosidade, preferencialmente sem ventos fortes.
De onde veio este gigante, é o que quereis saber? Então vá: Paquita fechou o estaminé dela, cujo negócio constava de amolar tudo quanto corta e fixar varetas em chapéus-de-chuva e, em dia de desfecho, sobrando, ainda, o espécime gigante, ofertou-o aqui à gente.
Coisas de medir
Este papelinho andava esquecidinho no meu porta-moedas, oh coitadinho. Era um lembrete, lembrando esta que escreve de uma aquisição: um frasco alto, de plástico, com vinte e seis centímetros de altura. O diâmetro seria mais ou menos irrelevante, já que aos frascos tão altos assim é-lhes concedido um diâmetro que seria aceitável para este meu propósito, como todavia foi. Tenho, então e já, um frasco com vinte e sete ou vinte e oito centímetros de altura para guardar... tan-tan-taaan! Medidores de peso de ácidos de várias ordens, sendo um material necessário, e vendido, nos primórdios do velho estaminé. Pois. Não vos sei explicar coisinhazinhas deste material, mas posso dizer-vos que são umas coisas tubulares com uma escala inscrita em papel e inserida lá dentro, tem numa das extremidades uma ampola com pesos minúsculos, que ao que parece são de mercúrio, uma coisa algo semelhante ao que acontece quando a gente parte um termómetro de medir a temperatura do corpo, quando há um descuido desses saltam bolinhas cinzentas, não é?, então o que está dentro da ampola são bolinhas assim. E mais não digo. Ou digo: bem sei que podia tirar uma fotografia mas é que, sei lá, sinto que não corresponderá. Ademais, gosto de descrever coisas como quem escreve.
Homessa
Ele ajudou-me numa questão física e quando lhe agradeci respondeu 'homessa'. Ai, adoro homens que dizem 'homessa', então se dizem 'homessa' para mim, ai. Só conheço um, mas pronto, agora já conheço.
Ai isto da idade, pá...
Já tenho idade para ter um médico com idade para ser meu filho. Vá lá que neto, ainda não, ah pois. Estava eu nestes pensamentos quando me foi feita a desconcertante pergunta: «ainda menstrua?» Ó senhor doutor... Caramba, então chego aos cinquenta e é isto? Ai. Mas, vai daí e para bem dos meus pecados, ele suprimiu ou reprimiu, não sei, a incontestável ordem: «suba para a balança, dona Gina». Ai que bom.
Com filtros


Já me cortaram o cabelo. Finalmente. Andava aí com uma trunfa do caraças. Só por dizer que não se nota nada que foi cortado. Sério. Portanto a trunfa cá continua. A cabeleireira disse que eu, e o meu cabelo, ficávamos melhores se ela desbastasse tão pouco atrás como à frente, que assim os pelitos da parte da frente não pareceriam perdidos e poucos (como realmente são, não que os tenha contado, mas que são poucochinhos, são). Oh, prontus, tá bem, vá, não corte... Anuí, ela que cortasse como achava melhor. Quer dizer, ela cortar, cortou, mas. Mas eu preferia que tivesse cortado mais na parte de trás. Ah, e não, isto não é nenhum antes&depois, não passando isto de uma daquelas coisas que me apetece fazer com as minhas fotos.
Lá venho eu
Lá venho eu despejar no blogue o que me dá pena despejar no lixo. Trata-se de uma série de fotos, que foram realmente tiradas em série, aqui há sei lá quantas semanas, num domingo, isso sei eu, em que fomos por aí acima, parámos em Alcainça porque sim, e eu lembrei-me de me dirigir ao banco de jardim e jogar-me dele abaixo, à maluca, enquanto a minha máquina fotográfica montes de espectacular clicava consecutivamente umas quantas vezes porque eu lhe ordenara essa função. É mesmo espectacular, a minha máquina fotográfica montes de espectacular. É. E o jardim é um jardim, mas em inho: jardinzinho, tanto que o banco é peça única. Entretanto devo dizer que já publiquei algumas destas fotos no lbogue... ai perdão, blogue, mas como quero a sequência completa, há duas ou três que surgem repetidas.
uí quene du bera
esta canção passa todos mas todos os dias na Radio e, sem dúvida, mais do que uma vez em cada
em todas as vezes que a ouço tenho vontade de a colocar no blogue
porque dá vontade de dançar e de cantar e umas vezes faço isso tudo
porque me lembro que posso du bera em certas partes da minha vidinha
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