Cria uma ilustração acolhedora em estilo lápis de cera, com traços suaves e texturados, e cores fortes e infantis. Usa o grão visível típico do lápis de cera, sombreado em camadas e linhas ligeiramente irregulares desenhadas à mão. A personagem deve ter um aspeto de desenho animado arredondado e simpático, com olhos expressivos e um grande sorriso caloroso. Inclui detalhes acolhedores e divertidos no fundo, como plantas, mobiliário, fogo de artifício, animais de estimação, comida ou objetos fofos, todos no mesmo estilo de lápis de cera, dando personalidade sem sobrecarregar a cena. No geral, a imagem deve ser nostálgica, terna e alegre, como uma criação a lápis de cera com cores intensas, textura suave e uma atmosfera quente.
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domingo, 1 de março de 2026
sábado, 15 de junho de 2024
sábado, 8 de abril de 2023
E a minha casa, será que tem plantas?
Tem.
Tem a espada de São Jorge, planta mui democrática, convive bem com a minha desatenção.
Tem a suculenta. Mini. Mini suculenta. E morta. Não jogo fora para já. Um dia. É que é uma planta mui especial, trata-se de um lembrete do casamento do rico filho e da rica nora. Neste tipo de post não costumo deixar fotos mas, lá está, esta é especial. Ademais, tinha intentava registá-la em foto. Deixo até duas fotos. Mas giro, mesmo mesmo mesmo giro, é que do último post em que a registei até agora decorreram precisamente doze semanas - sete de Janeiro. Entretanto, e já agora, o primeiro post em que aparece a jovem plantinha é datado de vinte e sete de Setembro, três dias após o casamento. Entretanto (outro entretanto) e já agora (mais um já agora) abaixo destas duas fotos captadas agora mesmo, deixo as outras duas, a última das quais, que, oh vejam lá, foi a primeira a ser publicada, e, ah ah, é a única que tem filtro e, ainda ah ah, ah ah, é, também, a única que se faz acompanhar de um texto que não a refere, bem como deveras afastada do cativante título:
«Olá, o meu nome é Gina e fui a mãe do noivo.»
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
Um certo ar nórdico
Quando entrei no espaço achei logo ali um certo ar nórdico mas não deslindei exactamente por conta de quê a suspeição. Fui olhando e olhando a ver se. Apurei as linhas claras, a simplicidade na decoração, as plantas no tamanho e lugar certos. Hum. De repente a rica filha comentou: Parece mesmo que estamos na iquêá!' vai eu e pumba e coiso:' Pois parece!' Depois concluí que, ou se inspiraram no estilo, ou os adereços são de lá.
sábado, 27 de agosto de 2022
Lisboa, Lisboa
Ia de caminho quando ouvi uma mulher refilar que a Junta ainda não tratou disto. E eu que gosto tanto disto...
É Lisboa. É que é mesmo Lisboa, Lisboa. Lisboa, segunda metade do Verão. Lisboa, Agosto. Lisboa, vem aí o Outono. Lisboa, Lisboa.
Fico com pena quando vejo a Junta a rasar estas plantas.
É muito raro editar as minhas fotos no LunaPic sem que seja eu o motivo, o objecto, a captação, o momento, a narcisa. Mas lembrei-me de experimentar com esta foto e...Está linda. Tem o filtro fairy dessa aplicação, inserido no grupo dos estilos de arte. Este é um filtro que, a bem dizer, evito usar porque, na verdade, é raro não ser o que melhor se aplica, tudo tornando melhor, então exploro outros. Estou agora para aqui a pensar se não devia marimbar para isso, ecletismo para quê?, podia até ser essa a minha marca... Hum, não consigo. Ou não quero, sei lá.
quinta-feira, 11 de agosto de 2022
A mania das fotos
Areia mediterrânica em peça de brinquedo largado, pinhão esquecido e partezinha da casca de um outro (saltou quando se partiu) que encontrei algures no chão chão de casa.
É uma perspectiva que encontro bastas vezes. Umas vezes reparo e outras não. Oh, no fundo é como tudo! Bom, certo é que desta vez reparei e fotografei. A maior piada está no foco e desfoco.
Fui regar a plantinha da senhora e, imediatamente antes de colocar o vaso debaixo do chuveiro, pensei tirar uma fotografia bebendo água, imitando uma que em tempos pus no blogue. Desta vez também fotografei e também bebi, só não mostro a foto bebendo porque não gostei dela, mostro porém a outra, a do desperdício.
O gatinho amarelo dormitava, porém, quando saquei do telefone, acordou, ainda que estremunhado. Mesmo que levemente desapontada, porque o que eu queria mesmo era apanhá-lo ausente, cliquei. Depois voltou àquela espécie de sono, o dormitar, e então cliquei outra vez.
Nesta altura do ano há plantas como estas em qualquer junção, (tanto em Lisboa, como arredores e, até, oh vejam lá, em todo o mundo) não sendo, portanto, vez primeira, esta. O extraordinário está porém no facto de esta junção ser uma das do meu estaminé.
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Telefone...
domingo, 26 de junho de 2022
E a minha casa, será que tem tesoura de poda?
Não, a minha casa não tem tesoura de poda. Ainda no outro dia disse a um cliente que, em termos de plantas, sou um redondo 'não sei'. Tenho mesmo dificuldade em construir amizade com plantas. E eu que até criei etiqueta no lbogue... ai perdão, blogue quando dei, mais uma vez, início à prática de lidar com elas. Já deixei de lidar. Fica a etiqueta. Fique também a intenção, quantas vezes é o que resta, né? Poi zé.
sábado, 5 de março de 2022
linques são links e ó:
Devido ao post anterior acabei por me lembrar que já em tempos tinha dito no blogue que percorria uma certa rua de Lisboa com alguma regularidade e que...
É então este post para registar que sim!, já matei a preguiça e captei os dizeres e tudo e tudo e, oh porra, podem ser vistos aqui. Concluindo esta interessante temática, digo que malembrava que sim!, queria captar os ditos dizeres, mas já não malembrava que havia dito que os queria captar.
domingo, 16 de janeiro de 2022
Árvores. Arbusto. Plantas. Flor.
Eu bem disse que ia tirar fotos ao abacateiro... Claro que poderia a coisa não ter calhado e tal e tal, mas calhou, e tirei fotos até sob duas perspectivas, ao estilo «frente e trás».
Urtigas e não sei que mais. E flores, mais abaixo. Todos tão vibrantes e tão belos como o arbusto acima.
Esta é a minha amiga nespereira, acerca da qual já em tempos falei no blogue, anunciando que a cortaram. Mas passou algum tempo e o certo é que ela já lá vem outra vez. Qualquer dia como-lhe as nêsperas outra vez. Dantes eram boas e tenho esperança que o corte tão radical que sofreu não lhe tenha alterado essa característica, a não ser que seja para me saírem melhores do que a encomenda. Não se vê lá muito bem, bem sei, repare-se naquelas folhas mais claras, lá atrás. Pronto, é a nespereira.
Este é o arbusto que já aparece na foto acima. Achei-o mui belo, em tons de berrante contido. É sempre bonito ver cores despertas mas ostentadas subtilmente, como se, neste caso o arbusto, quisesse passar despercebido. Mas não consegue. A mim, e agora, não, tamanha é a beleza.
Urtigas e não sei que mais. E flores, mais abaixo. Todos tão vibrantes e tão belos como o arbusto acima.
quinta-feira, 4 de novembro de 2021
Bloquinho rudimentar
Não, eu não sei porque pus uma folha entre as folhas do bloquinho rudimentar. Tenho uma ideia vaga, a de ter nascido numa das minhas plantas e achei tão curioso que a entalei ali. Fica então este post assim. Ah, não, acrescento que a folha em questão é comprida e fina. Comprida de languidez, fina de delicadeza. Não tiro foto, assim o público imagina, no imaginar é que se ganha.
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
Entrementes
Nos entrementes das pastas de dentes (aqui e aqui), ao momento uso uma que tem, oh vejam lá, camomila. Não sei se o desenho indica camomila, atirei para o espaço blogosférico, mas pelo que percebo de plantas, tanto pode ser uma margarida como um malmequer. Agora que é uma pasta de dentes outrossim colorida, é – verde e vermelho por entre o branco. É comum o branco incorporar as pastas de dentes, esqueci-me foi de verificar se a primeira pasta de dentes desta 'saga às cores' (links a postos para pesquisa em cima) das pastas de dentes trazia consigo o cor-de-laranja. Querendo saber, vou ter que comprar mais pasta de dentes com toranja.
domingo, 31 de outubro de 2021
Natureza a modos que morta
A dentinhos morreu. Não lhe terei dado os cuidados devidos (na hora e no grau), eu. Quando criei a etiqueta 'Das plantas...' pensei que ia ser um caso de plantas, enfim, dentro do comum caso de ser pessoa cuidadora de plantas, só que não. Mas restam plantas cá em casa, olarila, e o melhor é concentrar-me nas vivas. Digo vivas, pois que , a outra menina que come insectos, também não se encontra na sua melhor forma ou, e, aparência. Resta o manjericão, que tem até florinhas. Também tenho cebolinho, mas esse vive por teimosia.
sábado, 16 de outubro de 2021
Amarelos
Tenho mais amarelos a apresentar, isto em duas fotos. Se numa tenho aqueles autocolantes que já em tempos publiquei no blogue, mas quando ainda estavam colados a formar um quadrado, noutra tenho a parte que se desfocou, focada. Tudo em amarelinho, ó pá tóin xiru! Debruço-me especialmente sobre a última, que, oh vejam lá, pus no blogue em primeiro. É mais bonita e deita mais corpo - As folhas são da árvore amarela, trata-se de um raminho que encontrei aqui há semanas; o gatinho amarelo é o gatinho amarelo, mas em madeira, não em carne e osso, esse é outro; os botões peludos que estão próximos ao gargalo da botija são restos de uma das plantas de rua bem outonais, há imensas por Lisboa. Estes botões em particular fizeram parte de pequenos caules que encontrei por aí. São do tempo em que fiz aqueles posts intitulados com o nome de pessoas que conheci e acerca das quais conto vir a dizer mais coisas no blogue.
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Lisboa 2021...
terça-feira, 21 de setembro de 2021
Lisboa, Lisboa
Há três fotos antigas na memória do meu telefone. Gosto delas, não quero desprezá-las, mesmo que sejam tão passadas que já quase não faz sentido a sua publicação. Ainda assim, primeiro escrevo as coisinhazinhas acerca e depois é que as mostro.
A primeira é os estores da dona Maria do Céu. Há tempos pus aqui as portas dela, hoje ponho os estores. Anda em obras, a antiga morada dessa senhora, por isso é que o entulho foi aparecendo, acabando eu por bater estas duas chapas. Querendo visitar as portas da dona Maria do Céu feitas entulho, é clicar aqui.
A segunda é a visão de um beco lisboeta que por vezes percorro. É um pedaço de calçada que entremeia as traseiras de duas ruas, portanto: o que não lhe falta é quintais, arbustos e plantas. E até gatos. No fim e no princípio da calçada os prédios das ruas perpendiculares formam um túnel, sendo que um deles tem uns dizeres que, por preguiça, ainda não captei.
A terceira aconteceu porque gosto bastante de linhas. Na verdade foi só isto que a fez acontecer, nada de me pôr com nhó nhó nhós, qual quê. Até ficava mal, se afinal a foto está toda torta e o caraças.
sábado, 4 de setembro de 2021
Jamais
Embora tivesse cruzado caminhos religiosos em tempos remotos, jamais me considerei religiosa, julgo que por me ser difícil colaborar ou fazer parte seja lá do que for. A somar: com o passar dos anos surgiu todo um rol de dúvidas e um dia desliguei-me por completo desse mundo. Porém, actualmente, não é que descreia na existência de Deus, mas... Hum, e se, afinal, pá, existe...? Percebo que estou no lugar mais confortável, seguro e cobarde que há: tanto se me dá que exista, como não, vou andando com a minha vidinha repleta de coisas comuns, igual a toda a gente, sem certezas, sobretudo sem querer tê-las, o que também contém uma boa dose de preguiça, que eu bem sei que sim. Melhor me é atentar no que vejo e sinto, porque isso, mesmo que inventado, (e quantas vezes o é...) a mim pertence, fui eu que fiz, vi, notei - eu - e daí nasce uma verdade que ninguém - senão eu - pode destronar. Deleito-me com o cheiro do ar, o brilho do prédio amarelo, o que acontece às plantas. Isto são tudo verdades e nestes exemplos há uma espiritualidade que me preenche, nunca fui tão permeável nem disponível como agora, e isto nada tem de oposto à religião. Ser religiosa é isso: permeabilidade e disponibilidade. Bom, é consabido que este tema é inexplicável, o principal registo que queria fazer é que nunca fui tão espiritual como agora e queria que se percebesse que essa espiritualidade efeito-causa não passa pela religião.
terça-feira, 17 de agosto de 2021
domingo, 15 de agosto de 2021
Lisboa, Lisboa
À semelhança do post da 'Marília', também o da 'Alexandrina', o da 'Esmeralda' e o do 'Odilo' podiam ser intitulados de 'Lisboa, Lisboa', tanto porque os cliques são de Lisboa, como porque foi ali que moraram as ditas pessoas, as quais, para mim, estão como se fossem lisboetas de raiz, afinal uma pessoa vive toda uma vida adulta num lugar, e fica marcada, faz-se pertencente. Mas as fotos, no caso da 'Alexandrina', o post tem duas fotos porque julguei mal a janela que lhe pertenceu, só que gostei tanto da primeira que jamais a deixaria de parte. O que todas estas visões têm também em comum é a planta vadia que por esta altura do ano se vê por Lisboa e que é alta e abundante em recantos pouco movimentados. Aliás, uma das diferenças que as as fotos mostram é precisamente essa, janelas e portas onde há vida e movimento, as plantas não crescem nem proliferam tanto assim. Entretanto, como levei algum tempo a recolher as fotos - recolha que decidi fazer logo após ter publicado o post da Marília, por verificar que a planta cresce em recantos a modos que abandonados, daí ter lembrado das outras pessoas - já ocorreu o desbaste nas janelas que foram do Odilo, como se percebe pela disposição das plantas, as pobres estão mortas e caídas no chão. De resto: quero um dia vir contar algo acerca destas pessoas, mas, por ora, fico por aqui.
segunda-feira, 2 de agosto de 2021
Repetições
Pode ser desenxabido voltar aos lugares de sempre, mormente em se tratando de lugares de férias, mas eu gosto. Há coisas que conheço há anos - recantos, plantas, placares, escadarias, enfeites, árvores, sinalética.
Dois montinhos de cimento onde enfiaram um tubo quadrado antes de secarem. Aquilo todos os anos me lembra o mesmo, um par de mamas, com mamilos e tudo. Estes dois montinhos estão como se a mulher estivesse deitada, e para ali estão, numa beira de passeio sem calçada, o arbusto logo ali, quase tapando tudo. Só que eu vi. E vou vendo.
Plantas com flores vermelhas que não têm pétalas, parece que são feitas de uma só, e o olho é como um umbigo.
Plantas em roxo, rasteiras, as folhas confundem-se com os caules, parecem um todo, mas não, em certa altura abrem, tipo livro, e do centro brotam florzinhas lilases.
Copas de um imenso pinheiral. É lindo de ver. Vejo bem porque estou longe do solo, tão longe quanto um oitavo andar pode estar. A distância aproxima os pinheiros, nem se vê espaço por entre, é um lindíssimo aglomerado de verde. Se der para perceber quando digo que o aglomerado é de um verde pontiagudo, então perceba-se.
Bancos nos recortes ajardinados. São os mesmos. Às vezes está lá gente. Nesses recortes há sinais de trânsito – um a proibição de sentido, outro a obrigatoriedade de sentido. Não conheço sinais mais desprezados do que estes. Estão descolorados, é certo, mas não é por isso que lhes desobedecem. Qualquer dia trocam-nos, embora não garanta obediência.
Bancos nos recortes ajardinados. São os mesmos. Às vezes está lá gente. Nesses recortes há sinais de trânsito – um a proibição de sentido, outro a obrigatoriedade de sentido. Não conheço sinais mais desprezados do que estes. Estão descolorados, é certo, mas não é por isso que lhes desobedecem. Qualquer dia trocam-nos, embora não garanta obediência.
terça-feira, 20 de julho de 2021
Lisboa, Lisboa
O prédio lilás tem moinhos coloridos, muitos, e plantas que descem pelo varandim. Mas eu bem que andava à cata do prédio cor-de-rosa. Vi alguns, mas não aquele. Entretanto, a juntar ao lilás já referido, vi outros de outras cores: azuis e verdes.
sexta-feira, 18 de junho de 2021
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