A alameda tem quatro passeios, isto não contando com os recortes que ruas e mais ruas lhe fazem, porque a atravessam e assim se somam esquinas. Então, num desses passeios, um dos do meio, onde há árvores, por ora nuas, e postes de base sempre avermelhada com candeeiros lá em cima, alguém usou tinta seprei, preta, para escrever no chão do passeio:
'vai tomar no cú'
Ah ah. Cú. Ah ah. Não é cú, é cu. Eu cá acho, mas como não sou doutora das letras, não me manifesto mais veementemente que isto. E, já agora, vou mas é buscar a veemência para registar que vou tomar no cu se/quando quiser. Assim de repente aquela frase parece ordenança, mas qual quê, ora essa.
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