E continuando, não a escrever a vida a vermelho, mas ainda assim e tal... Repito o tema: coletor menstrual.
Eu sei que a gente pondo um título apelativo a coisa pode porventura dar-se, quero eu dizer que pode ser-se descoberto facilmente, ou contactado, sei também que num blogue o espaço que o senhor Blogspot diponibiliza para o título do post é suscetível de aparecer em buscas do Google bem mais rapidamente do que o escrevemos no corpo do post. Vai que quando contruí um post onde expus ideias meramente inquiridoras e lhe chamei 'coletor menstrual' me lembrei 'ah e coiso eu cá pra mim vou mas é ser repescada pelo Google, ah ah'. Mas nunca pensei que.. E não é que fui mesmo repescada?!
Nesse post recebi um comentário duma loja qualquer que se preocupa com questões de ambiente e merdas assim e vende o tal coletor menstrual. Se não vende, oferece, e se não oferece, fala disso e preocupa-se imensamente, lá está, com o ambiente. Menstruação e ambiente é junção que se dá tão lindamente que até hoje nunca se zangaram, dispensando sempre, e portanto, o hastear de bandeiras brancas e o fazer de pazes. O que não se dá lindamente com o ambiente e com o buraco do ozono e com a pegada não sei das quantas é o penso higiénico, o tampão e o papel higiénico que a gente gasta a mais por conta de esconder a natureza aporcalhada que há em nós.
Bom, agora então tenho não só um post com o título coletor mentrual, como dois, e ainda a expressão exposta neste post mais umas quantas vezes. Oh céus, e eu que continuo cheia de dúvidas acerca do coletor menstrual, decerto advindas da não-vontade de colocar um copo de plástico tão rente ao útero. Um copo de plástico, não, obrigadinha.
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