quinta-feira, 7 de abril de 2016

Daqui a nada

Daqui a nada vou para almoço. Olarila. Eu cá, fome já tenho, e até acho que hoje vou morder e mastigar e engolir e digerir... já chega, não sei o quê, que à quinta-feira o menu é incerto, pode ser uma coisa qualquer, qualquer não, mas adiante, e estou aqui que não posso com tanta indecisão. É que não sei se recoloque a pedra da calçada entre um número e outro, ou então não. Junto a um dos números, ali rentinho ao lancil, não está nada e junto dos outros (número e lancil) está uma (outra) pedra da calçada. E eu acho, note bem: acho, que tirei a dita pedra de ao pé doutra que lá estava.
Eu já tinha vindo para aqui dizer que fiz uma cruz vermelha na pedra que trouxe comigo?
Já.
Já, não já?
Já...! Porra!!! Escreve a lá a vermelho, vá.
Não mais que isto. Doravante chamar-lhe-ei pedra da cruz vermelha.

Nota:
Post alterado a posteriori para dizer que me esqueci completamente de levar comigo a pedra da cruz vermelha, portanto: fica para outro dia.

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