quarta-feira, 6 de abril de 2016

Intervalo grande

Decidi variar de caminho e ir ver como estava a estátua que outrora me sorriu tantas vezes. Incrível como o tempo passa, contam já três anos de quando eu tinha para mim que os lábios da estátua se moviam à conta dum sorriso. Hoje não se moveram. Os lábios da estátua não mais se moverão.
Ainda que variando o percurso, acabei por visitar o de sempre.
Lugar da musa: vazio de pessoas bebendo café, ocupado de pessoas trabalhando e folheando livros.
Árvore amarela: ainda sem folhas. Não falo mais, que ainda desengraço com o assunto.
Árvore arredondada: enormísima, tanto em largura como em altura. É uma montruosidade de ramos e principalmente de folhas, que descansam em cima do muro ali mesmo ao lado.
Banco hater: ninguém o quis, já noutros dois bancos, em cada um deles sentaram-se dois pares de namorados. Eu cá não me sentei no meu banco de estimação por me encontrar em cima da hora.

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