Boa tarde. São cinco e vinte e oito. Eu escrevo coisas amanhã, está bem. Faz de conta que está. É que tenho a cabeça cheia de gente acamada, sofrendo dores que nem conheço, vejo até a morte espreitando, esperando, até que. Para escrever preciso duma certa razoabilidade e ao momento não a encontro.
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