De manhã fui ver como estava a minha massa madre e não curti o aspecto. Alguma água já estava a separar-se da farinha e tal... nada de subir pelas paredes do frasco... lembrando a tentativa anterior... hum. Decidi fazer uma experiência: juntaria somente farinha. Foi o que fiz. Afinal já tentei uma vez a seguir tudinho como foi mandado, de maneiras que posso seguir daqui com diferenças. Amanhã a ver vamos. Vou.
terça-feira, 23 de outubro de 2018
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
A massa que é mãe
Ando a construir um fermento. Aqui há tempos, através do feed da Filipa Gomes - sim, aquela do 24 Kitchen e mais sua 'Cozinha com Twist', ela mesma -, isto no Instagram, dei com um método descomplicado de conseguir um fermento e ando nisto há dias. O método é descomplicado, sim senhoras e senhores, mas demorado e pode dar-se pelo nome de massa madre, embora tenha outras designações, mas achei um piadão a 'massa madre', porque sugere ser mãe da massa e sugere porque o é.
para fazer é assim:
num frasco coloca-se 25 gramas de farinha integral e 25 mililitros de água mineral
mexe-se até misturar, tapa-se o frasco com um pano e guarda-se num lugar o menos frio possível
durante os três dias a seguir, se possível à mesma hora, repete-se todo o processo
daqui para a frente não fixei como se procede, mas tenho aqui a bailar-me na cabeça que quando se usar este fermento numa massa de pão, esta tem que levedar durante 24 horas
ressalvas:
é importante as mãos estarem lavadas mas não desinfectadas porque há bactérias que são benéficas ao aparecimento dos fungos
é importante a água ser mineral porque há na água canalizada 'coisas' que matam os 'bichos'
é importante não se selar o frasco, afinal os 'bichos' precisam de ar
Já fiz uma massa madre que não passou de tentativa porque morreu, ao segundo dia a água separou-se da farinha, ainda continuei com o processo mas chegado o fim dos quatro dias percebi que morreu. Mesmo. Deitei fora. Entretanto, no dia em que a água e a farinha se tinham separado, dei logo início a uma outra tentativa, que espero terminar com sucesso.
Graminhas
Comprei quinhentos e setenta e cinco gramas de dióspiros. Embora a factura diga que é fruta, bem sei que é dióspiros, aquele peso, pois no mais está explícito que comprei mil duzentos e setenta gramas de bananas e quinhentos e cinquenta e cinco gramas de maçãs. Esta é a vez primeira desta estação, isto no que toca a dióspiros. Olha só a quantidade de vezes que já digitei 'dióspiros' neste post. É claro que isto é só para toda a gente perceber que eu sei como se escreve dióspiros.
Vestido
Quando andava indecisa com o verde e o vermelho para me vestir na minha festa, calhou de comprar um tecido de fundo branco e círculos estampados em dois tons de verde, um de vermelho e uma outra cor assim como que de salmão, ou lá que é. Entretanto fiz o vestido, assim todo direitinho e o camandro, mas que vesti somente uma vez. Isso é coisa acontecida principalmente devido ao facto de não ser composto o suficiente para viajar de mota, questão que vivo diariamente, pois assim sendo a pessoa é forçada a subir o vestido para abrir as pernas, ademais, deixei o decote à barco demasiado longo, está tipo assim uma canoa, longa, que me deixa as alças do sutiã à vista de qualquer pessoa que, ine dete queise, não sou eu.
De há um ano
Há cerca de um ano que tenho este poiso no estaminé para escrever. Lembro-me que na altura fiquei toda contente de não mais ter que escrever de pé, oh que bom seria doravante e mais não sei o quê. E assim e aqui me vou mantendo desde então, só por dizer que tenho vindo a desgostar de certas questões, sendo as principais a escuridão e o não ver se e quando os presumíveis clientes entram no estaminé. Sim, que quando somente transposta a soleira da porta e chegados ao balcão, todos são presumíveis clientes. Mas dizia eu dos meus afinal-não-gosto-lá-muito-disto. É que é chato. Pois. É por isso que em caso de o meu colega estar ausente em trabalho, me ponho a teclar no computador que trabalha, desprezando este que brinca.
Mas aqui o meu cantinho é bonito e bom, sabem? Deu-me muito prazer consegui-lo. Estou por trás de um expositor perfurado, que dá hipótese de colocar prateleiras de um lado ou do outro. E foi o que foi. Se da parte da frente há toda uma panóplia de artigos, que selecionámos mediante o espaço e as circunstâncias - bem como o saber - do momento, eis que da parte de trás é o meu mundo. Foram colocadas prateleiras para que eu pudesse guardar as minhas coisas, que vão do útil ao irrisório, e daí ao tolinho, passando ainda pela ala das heranças do velho estaminé, como é o caso, e isto é só um exemplo, uma tesoura que é mais velha do que a casa. Sério. A tesoura tem, pelo menos, sessenta anos. Depois há outras coisinhas – já agora, né? - como por exemplo um frasco que se encontrava na casa-forte, esperando o freguês do avulso, espera essa estéril, já que o avulso há q' anos não se pode fazer, coisas de leis modernaças e assim. O frasco em questão pertenceu a um produto para melhorar qualquer coisa nos cheveux. Diz assim, em letras de relevo e não pintadas:
Petrole
HAHN
pour les
CHEVEUX
-:-
F. VIBERT
CHIMISTE
LYON
Às tantas estou perante um frasco que conteve os primeiros parentes do Restaurador Olex. Sei lá. Mas há mais coisas – já agora e tal, né? - oh se há. Olhem, tenho um desenho feito pela rica filha, é de Setembro de '99, quer dizer que ela tinha 8 anso quando o pintou. Tem uma boneca com uma coroa e diz 'princesa' com caligrafia de Escola Primária. Óbvio, 8 anos. Bem que ela diz que sempre adorou coroas e isso. Este desenho esteve sempre aqui, neste estaminé, não é nenhuma transferência de pertences, pois quando os ricos filhos cá estavam, era neste estaminé que pousavam mais, por mais espaço haver. Quando fiz esta reforma, pus o desenho dentro de um plástico, por modo a prolongar a sua vida. Ao lado tenho uma colagem que eu fiz com fotos dos ricos filhos, há q' anos mas q' anos, pá! Estava colado numa caixinha de cartão, onde tinha vindo uma mercadoria e que, depois de vazia, passei a usar como caixote (caixinha!) do lixo. Tenho vários posts contando disto e daquilo, coisas relacionadas ao facto de ter 'os filhos no lixo', mas acho que não estão neste blogue. Houve um dia em que fiz uma limpeza do caraças à minha secretária, ponderei se devia deitar tudo isso fora (pôr o lixo no lixo, vá), decidi que sim, mas depois não consegui, acabando por guardar a colagem. Entretanto, como se percebe, aqui continuam as fotos dos ricos filhos, coladas num pedaço de papel.
Malta: este post fica por aqui. Não me vou pôr com promessas dentro do género do post anterior, sei lá eu se venho estender todas as outras coisinhas que compõem o meu cantinho de escrever no estaminé. Ainda assim, uma coisa é certa, fica muito por mostrar.
Não, não me esqueci daquilo* das modas, pelo menos não totalmente. É hoje! É hoje!
*...
No linque que pode ser consultado na linha de cima, e que vai dar a um longo post que já publiquei há que tempos, numa das últimas frases eu digo que vou em modas, sim senhoras e senhores, pois vou. Não é naquela de fazer porque toda a gente faz – e quem diz faz, diz compra, usa, come, veste – mas também e, a bem dizer, é exactamente por isso. É que é assim, ó 'migos, a gente, os humanos, somos bichos de imitar, macaquinhos mesmo. Mesmo. Eu gosto de bananas, e tu?! Ah ah. Aliás: eu gosto muuuuuito de bananas. Bom.
Como é que aprendemos a vestir-nos, calçar-nos, lavar os dentes? Um ofício, aprende-se como?
Imitando. Olha: é assim, vês? E a gente, depois de ver, faz.
Depois há outras coisinhas, que são muito básicas, muito primárias, que é o de sermos atraídos para locais onde estão pessoas, se ali estão pessoas é porque é bom lá estar. Se não for, paciência, mas ao menos sabemos como é. E quem diz locais diz modas – roupa, comida, destino de férias, passatempos. Não há nada de novo nesta vida, ó senhoras e senhores, ai não há, não.
Calma, claro que temos um ADN único, um genoma inigualável, características invulgares, e sim, eu sou eu e tu és tu, pois somos, mas...
domingo, 21 de outubro de 2018
sábado, 20 de outubro de 2018
Comprinhas
De manhã lá fui eu ao supermercado, ouvindo Destiny Child, Stand Up For Love
I'm inspired
And hopeful each and every day
Não sem antes ter cumprimentado efusivamente o automóvel: 'OLÁ!' Comprei, a saber e não só:
um cortador de pizza
um temporizador
um pote para café
uma chávena de café
Desconheço por conta de quê o pote é para! café e a chávena é de!, mas pronto. De resto está tudo bem comigo, obrigadinha.
Sonho
Sonhei com algo que metia paredes e tinta. Mal acordei, ainda deitada, formei uma frase que resumiria todo o sonho, só que se dissipou logo que me levantei. É um problema, pá, isto é um problema (como diz o amigo das motas).
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
Celulite
Estava o Outono a vinte e tal dias (como está hoje mas hoje é um tal mais tal) quando fui ter com a Carminho, por modo a tratar dos penantes, quero eu dizer dos pés. Era realmente uma pena que já não lacasse as unhas com um verniz bonito, ora porque está frio, ora porque chove, ora porque não seca até ir embora e, estando frio, não dá para ir de sandálias para casa, ademais a malta desloca-se de mota e nessas circunstâncias a temperatura é bravia, isto para o lado do frio e blás e mais blás. Enquanto andava com estas consumições de pessoa indecisa, ralei-me imenso com o tom do verniz que a Carminho tinha nas suas vinte unhas. Era lindo! Ai quero para mim! E assim foi. Entretanto percebi que as minhas consumições eram feitas de nada, podia estar toda a tarde de chinelos, afinal nem estava assim tanto frio, qual quê, o verniz secaria, olarila. Mas não secou. Não totalmente, quero eu dizer. Chegou a hora de calçar meias e botas (nesse dia chovia pra caraças) e quando cheguei ao Ginásio tinha uma beliscadura na unha do dedão esquerdo. Vá lá que ninguém na sala se horrorizou como quando apareci com as unhas verdes. Sério. Houve alguém que esbugalhou os olhos perante esse cenário. Na hora, para não fugir com vergonha, ou chorar perdidamente, meti na cabeça que o horror era devido à celulite que tenho nos dedos dos pés. Sim, sou uma pessoa muito especial, tanto que tenho celulite nos dedos dos pés. Boa noite.
O espevitar
Há uma frase, esta:
Sei. Porque tenho memória, sei.
… Que foi coisa que escarrapachei no estaminé há quase cinco anos e desde aí algumas pessoas comentaram. Como no último ano estou bem mais próxima desse mural (vou chamar-lhe assim), o dito aborrece-me. Bués. É que é ganda seca aquilo ali:
pumba, lê, pumba, ah pois é, eu fiz isto, pumba, mas por que raio me dei a este trabalho...?, pumba, valerá mesmo mesmo mesmo a pena registar as coisinhazinhas assim a modos que em definitivo?, pumba, mas eu vou ter que olhar pra esta merda o resto da vida?
Pronto, coisas tipo assim estas. Mas em certos dias isto acalma, pois acalma. O mural está assinado, Gina (olá o meu nome é Gina). Há dias, estava eu lá dentro a ver de umas coisas e ouvi o meu colega falar com alguém, demorando eu pouco a perceber que era acerca da frase e que pelos tons das vozes se tratava de um comentário apreciativo. No entre dos tantos, por o meu trabalho ser necessário ao prosseguimento do negócio (era uma cliente), o meu colega chamou: ó Gina! e eu apareci. Boa-tarde e mais isto e mais aquilo. A cliente disse «ah, Gina, eu vi ali Gina, então foi você que escreveu?»
Ai.
chulé
tenho que levar os ténis para casa, para os lavar, porque este tempo já não é para chulé
não percebi
se eu lavar os ténis agora sai-lhe o chulé e como os pés já não têm chulé, não o dão aos ténis
não percebi
os ténis cheiram a chulé e precisam de ser lavados, ora neste tempo mais fresco o chulé já não se chega, então se eu lavar os ténis por estes dias, sendo que nos pés já não existe chulé, estes já não o passam para aqueles
não percebi
Números
Ando sempre a ver quando é que a senhora se esquece de mudar o dia no seu calendário-gato, e foi ontem, que era 18 e o gato dizia que o calendário ia no dia 17. AAAAAh-Ah!
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Chá
Calhou de ser de camomila, o chá. Diz que é bom para beber à noite, que relaxa e tal, mas olhem, não notei desmancho na postura perante a manhã que lá vinha. E veio. E está cá.
Escolhi camomila parce que j' ai vu les autres e nenhuma das cores que vi, nenhum dos odores que não senti, me atraiu. A camomila é um chá muito bonito, o chá de camomila é flores, é de sabor a flores, é de cheiro a Primavera.
5115
Começo o dia com a capicua no número de posts. E eu que dantes ligava tanto as estes números, pá. Quando foi chegado o 5000, ocasião mais do que suficiente para uma festa daquelas (de quais, né?), esqueci-me. Esqueci-me, não, estou agora a lembrar-me, o que aconteceu foi que simplesmente não notei o número. Entretanto pensei: ulha!, festejo no 5005! E o que é que aconteceu? Não notei o número. Mas como ontem à noite vi que tinha terminado de encher o blogue com o número 5114 nos posts, pensei: não é tarde nem é cedo. E pumba.
terça-feira, 16 de outubro de 2018
Preto
Tenho as mãos tisnadas de preto. É de um pó que se chama preto - pó preto que é um pó e é preto, ah que original, né? - e que aquando das tais mudanças do velho estaminé para este se derramou um pouco ali assim atrás. Como é ali assim atrás, e como este incidente ocorreu quando já o tempo para concluir as mudanças escasseava, lá foi ficando e daí tenho vindo a retirar a sujeira lentamente. De cada vez que ando ali assim atrás a dar sumiço ao imprestável, lá vou tisnando as mãos.
Massachicha
Ainda não vos disse que Laurent abre imenso as pernas para ficar ao meu nível e falarmos confortavelmente. Pronto, agora já disse. Mas é giro, isto de ele abrir as pernas, vai descendo, descendo, sem parar de falar, e depois, quando acha que está no ponto, cruza os braços, mas sem parar de falar, e daí continua.
Motivos
A vizinha da vizinha Gislena passou na rua e olhou para o relógio.
Porque tinha o motivo de saber as horas, digo eu.
A vizinha da vizinha Gislena já teve muitos desgostos e encruzilhadas deveras desnorteantes na vida mas nunca se rendeu à depressão.
E tinha muuuuuitos motivos para isso, disse ela.
Teique a bigue adevaice. é melhor
Se depois de chorares não te sentes melhor, o melhor que tens a fazer é não chorar. Cada um é que sabe de si italital, mas olha que. Olha que é melhor.
O dever de comprar
Eu devia era comprar um pacote de lenços. Eu tenho um, tudo bem, que mantém ainda um lenço do seu tamanho aconchegadinho em suas paredes de plástico, só que os demais são guardanapos dobrados uma vez e depois duas, querendo isto dizer que agarro no guardanapo como veio a mim, dobro-o e obtenho um rectângulo, que depois dobro em três partes, conseguindo assim um outro rectângulo, mas pequenino. E eis que o enfio então dentro do pacote, mas como é pequerrucho não estabiliza as paredes de plástico, ficando-me ali as badanas a-dar-a-dar. Eu devia era comprar um pacote de lenços para ter um em novo, isso é que era.
É falar na mesma
Na cafetaria, notei um senhor que, ainda que sozinho à mesa, fazia gestos amalucados. Depois percebi que o senhor era mudo, ou falava com alguém surdo, e através do telemóvel. Apoiara o dito no dispensador de guardanapos e lá ia gesticulando com entusiasmo. Vivas e urras para ele, que falar não é só com o aparelho vocal, mas nesta circunstância acho 'comunicar' uma palavra mais adequada.
Volume de som
A Carolina Deslandes estava a cantar 'A Vida Toda' tão alto que só ouvi o cliente dizer bolha. Fui logo baixar o volume de som. A correr, claro. Dá, aqui no estaminé dá para correr, não dá é para cansar.
Pergunta
Para quem se pergunta: «então mas a Gina agora já não faz doces ao fim-de-semana?», e pergunta-se bem, eu vou responder: «faço, pois!»
Fiz um cheesecake a lembrar o Snikers, que é um chocolate com os sabores a chocolate, caramelo e amendoins. Malta: é tão mas tão bom! O chato é ser doce para muitos processos, pois é preciso fazer a base, deixar esfriar, preparar o recheio, deixar esfriar durante mais tempo, conseguir a cobertura, que consiste em caramelo e chocolate, sendo portanto necessário tratar de ambos, e ambos terem que arrefecer um pouco mas não demasiado, e isto sob pena de: se muito quente: risco de derreter o recheio; sew muito frio: solidificarem tanto que dificilmente se conseguirá espalhá-los. Nada que não se consiga, claro, eu consegui, mas é preciso arranjar alguma paciência e coordenação.
Fiz um bolo de pêras e figos frescos. Os figos estavam mesmo frescos, pois que não chegaram a descongelar. Entretanto, com este preparo, percebi que os figos, tal como eu supunha, dão-se bem com a congelação, retiveram todo o seu sabor. É certo que só estiveram no congelador uma semana, mas mesmo assim considero ser um bom presságio, o modo como estavam. Não foi vez primeira, este bolo, tinha os aromas da canela e da baunilha e pronto... ó pá... atão... é bom...
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Ó Gina, tu leste?
Sim, tenho, aliás, vindo a ler diariamente. E tenho, também, excerto e foto.
«Disse que os pensamentos dos grandes pensadores eram interessantes poque podiam divertir-nos a cabeça e pô-la a funcionar com novas palavras e frases esquisitas e saborosas mas mais nada, e ao dizer ocorreu-lhe uma imagem, que os pensamentos dos grandes pensadores eram como caça, não é que a carne da caça seja melhor que a carne normal que se vende nos talhos, normalmente até é pior, mais dura e com chumbos que podem estragar-nos os dentes, mas há um charme extra naquela carne que foi caçada para nós por alguém e isso torna-a mais saborosa.»
Assobiar em Público, Jacinto Lucas Pires
domingo, 14 de outubro de 2018
Não vou fazer salada
Não vou fazer salada, já fiz foi a sopa. Ultimamente ando muito dada às saladas. É fácil e rápido. E saudável. Isso. Saudável. Geralmente ponho nelas o que tenho no frigorífico ou nas prateleiras. Isto de fazer uma salada, principalmente as frias, tem muito que ver com a doidice, já que não exigem regras. Alface, couve-roxa, couve-lombarda, abacate, espinafres, pepino, cenoura, tomate, pimento, alho-francês, funcho, alho, cebola, fiambre, atum, frango, sementes, frutos secos, frutos desidratados, frutos frescos, ervas frescas, azeite, sumo de limão, vinagre, sal e especiarias. As minhas saladas são tipo assim, já tudo isto eu experimentei pôr numa ou noutra.
Tenho uma foto que não é minha, trouxe do Pinterest, mas é tão bonita... Ademais, e isto é mesmo verdade, foi a foto que me fez criar este post. Não sendo raro ser inspirada pelo que vejo e sinto e que depois transporto para o blogue, não é não senhores, hoje e agora foi assim que aconteceu: calhou de o Pinterest me sugerir esta imagem, eu lembrar-me que ultimamente tenho feito muitas saladas e, por fim, juntei tudo num post.
Tenho uma foto que não é minha, trouxe do Pinterest, mas é tão bonita... Ademais, e isto é mesmo verdade, foi a foto que me fez criar este post. Não sendo raro ser inspirada pelo que vejo e sinto e que depois transporto para o blogue, não é não senhores, hoje e agora foi assim que aconteceu: calhou de o Pinterest me sugerir esta imagem, eu lembrar-me que ultimamente tenho feito muitas saladas e, por fim, juntei tudo num post.
Já comecei à procura das pantufas. Ai já.
A foto acima vem daqui, de quando o frio fora embora de vez e joguei as pantufas no lixo por não se encontrarem em condições de aguentar mais uma estação. Mas já ando, ai ando, ando, à procura das substitutas.
Cascas d' admiração
A dona Rosária, a minha mãe, é que tem razão:
Pôr os alhos com casca na comida?! Nunca vi tal coisa na minha vida!
Pôr os alhos com casca na comida?! Nunca vi tal coisa na minha vida!
Comprinhas
Tenho na minha despensa, não sei ainda muito bem para quê, leite de coco... condensado. Isso, condensado.
Tenho na minha bancada dois frascos de tempero, um é ibérico, outro italiano. Ainda não olhei bem para os componentes, mas palpita-me que, predominantemente, o ibérico tem pimentão doce e o italiano mangericão.
Leslie
Ah ganda tempsta, sim senhor!
Um cardo seco muito seco à minha porta.
Entretanto já fiquei a saber que é do outro lado que estão candeeiros malucos.
Um cardo seco muito seco à minha porta.
Entretanto já fiquei a saber que é do outro lado que estão candeeiros malucos.
sábado, 13 de outubro de 2018
Caderno anão
Ó pá tóin xiru!
Hoje é dia 26 Março 2017
Hoje é dia 3 Abril 2017
Hoje é dia 6 Abril 2017
Hoje é dia 13 Abril 2017
Hoje é dia 17 Abril 2017
Hoje é dia 24 Abril 2017
Hoje é dia 27 Abril 2017
Hoje é dia 2 Maio 2017
Hoje é dia 11 Maio 2017
Hoje é dia 16 Maio 2017
Hoje é dia 2 Junho 2017
Hoje é dia 6 Junho 2017
Hoje é dia 8 Junho 2017
AparthotelNow V Neu Vielha
Av Alcalde Calbeto Barra nº 8
Hoje é dia 9 Junho 2017
Tolo desenho em verniz cor-de-laranja
Virar para Pujaux (restos do verniz)
Foix
Route La Corniche
Amelie les Bains
Palalda (Palal da..?)
De nada, ora essa!
976 168 335
Sei. Porque tenho memória...
618 631 416
Sei! E seI! SEI!
Hoje é dia 19 Junho 2017
Eu não quero viver. E tu?!
Hoje é dia 6 Julho 2017
Bicho-gato pede festas com a patinha. Tão fofo!
Hoje é dia 25 Julho 2017
Ideia para fotografia: deitada no chão, rodeada de livros
Praça Duque da Terceira
A vida é coisum, 16/4/2018
às 11:44
Hoje é 18/04/2018 e acabou a conversa!
Praça D. Pedro V, 12:01
, não é. É. , não é. É. , não é. É. 23/4/2018
Hoje é dia 21 Agosto 2017
Se não sabes não faz mal, eu gosto de ti na mesma. 30/4/2018
Hoje é dia 7 Setembro 2017
Faz tu. És tu. Vai tu. Dia tu. 27/4/2018
Hoje é dia 22 Setembro 2017
era 2/5/2018, e perdi o telemóvel, é 3/5/2018
Hoje é dia 26 Setembro 2017
Sim, eu perdi o meu telemóvel. 3/5/2018
Hoje é dia 8 Novembro 2017
Hoje é dia 4 Maio 2018
Hoje é dia 28 Novembro 2017
Gosto mais de. Gosto menos e. 10/5/2018
Hoje é dia 29 Novembro 2017
Como sabem, e se não sabem não faz mal, eu gosto de vocês na mesma. 13/5/2018
Hoje é dia 11 Dezembro 2017
Coisum Coisum Ginásium Hojum 17/5/2018
Hoje é dia 14 Dezembro 2017
Massagem no blogue é Massachicha. 22/5/2018
Hoje é dia 19 Janeiro 2018
Laurent disse 'massajo a barigo' 22/5/2018
Hoje é dia 22 Janeiro 2018
22/5/2018, 17:59,19º, LX – 1000, Pç Londres
Hoje é dia 8 Fevereiro 2018
Fui embora de Marió. 23/5/2018
E o Tejo, ó Gina?
Loriga – petit-déjeuner – ah pois, Loriga. 12/6/2018
Gina Maria faixa pelo Tejo
Hoje é 18 Junho 2018, ah ah
Gina Mãria brilho em Tejo
Hoje é 2 Julho 2018
Gina Maria sol do Tejo
Hoje é dia 10 Julho 2018
Hoje é dia 9 Fevereiro 2018
10/7/2018, amanhã faço anos, 50!
Hoje é dia 10 Fevereiro 2018
3/8/2018, já tenho 50 ANOS!
Hoje é dia 18 Fevereiro 2018
3/8/2018, pra qué quisto interessa?!
Hoje é dia 12 Março 2018
6/8/2018, estou quase a ir de férias
Hoje é dia 19 Março 2018
Encontro-me oficialmente de FÉRIAS :-) 13_8_2018
Hoje é dia 20 Março 2018
Hoje é dia 10 Setembro 2018
Hoje é dia 27 Março 2018
Hoje é dia 11 Setembro 2018
27/3/2018, hoje há massachicha – massagem
Hoje é dia 17 Setembro 2018
Hoje é dia 29 Março 2018
Hoje é dia 20 Setembro 2018
Hoje é dia 30 Março 2018
Hoje é dia 25 Setembro 2018
Hoje é dia 2 Abril 2018
Escrever é fingir certezas. E hoje é dia 5 Abrilo 2018.
Umas pessoas sabem fazer companhia. Outras: não.
Hoje é dia 10 Abril 2018
Hoje é dia 27 Setembro 2018
Hoje é dia 26 Março 2017
Hoje é dia 3 Abril 2017
Hoje é dia 6 Abril 2017
Hoje é dia 13 Abril 2017
Hoje é dia 17 Abril 2017
Hoje é dia 24 Abril 2017
Hoje é dia 27 Abril 2017
Hoje é dia 2 Maio 2017
Hoje é dia 11 Maio 2017
Hoje é dia 16 Maio 2017
Hoje é dia 2 Junho 2017
Hoje é dia 6 Junho 2017
Hoje é dia 8 Junho 2017
Aparthotel
Av Alcalde Calbeto Barra nº 8
Hoje é dia 9 Junho 2017
Tolo desenho em verniz cor-de-laranja
Virar para Pujaux (restos do verniz)
Foix
Route La Corniche
Amelie les Bains
Palalda (Palal da..?)
De nada, ora essa!
976 168 335
Sei. Porque tenho memória...
618 631 416
Sei! E seI! SEI!
Hoje é dia 19 Junho 2017
Eu não quero viver. E tu?!
Hoje é dia 6 Julho 2017
Bicho-gato pede festas com a patinha. Tão fofo!
Hoje é dia 25 Julho 2017
Ideia para fotografia: deitada no chão, rodeada de livros
Praça Duque da Terceira
A vida é coisum, 16/4/2018
às 11:44
Hoje é 18/04/2018 e acabou a conversa!
Praça D. Pedro V, 12:01
, não é. É. , não é. É. , não é. É. 23/4/2018
Hoje é dia 21 Agosto 2017
Se não sabes não faz mal, eu gosto de ti na mesma. 30/4/2018
Hoje é dia 7 Setembro 2017
Faz tu. És tu. Vai tu. Dia tu. 27/4/2018
Hoje é dia 22 Setembro 2017
era 2/5/2018, e perdi o telemóvel, é 3/5/2018
Hoje é dia 26 Setembro 2017
Sim, eu perdi o meu telemóvel. 3/5/2018
Hoje é dia 8 Novembro 2017
Hoje é dia 4 Maio 2018
Hoje é dia 28 Novembro 2017
Gosto mais de. Gosto menos e. 10/5/2018
Hoje é dia 29 Novembro 2017
Como sabem, e se não sabem não faz mal, eu gosto de vocês na mesma. 13/5/2018
Hoje é dia 11 Dezembro 2017
Coisum Coisum Ginásium Hojum 17/5/2018
Hoje é dia 14 Dezembro 2017
Massagem no blogue é Massachicha. 22/5/2018
Hoje é dia 19 Janeiro 2018
Laurent disse 'massajo a barigo' 22/5/2018
Hoje é dia 22 Janeiro 2018
22/5/2018, 17:59,19º, LX – 1000, Pç Londres
Hoje é dia 8 Fevereiro 2018
Fui embora de Marió. 23/5/2018
E o Tejo, ó Gina?
Loriga – petit-déjeuner – ah pois, Loriga. 12/6/2018
Gina Maria faixa pelo Tejo
Hoje é 18 Junho 2018, ah ah
Gina Mãria brilho em Tejo
Hoje é 2 Julho 2018
Gina Maria sol do Tejo
Hoje é dia 10 Julho 2018
Hoje é dia 9 Fevereiro 2018
10/7/2018, amanhã faço anos, 50!
Hoje é dia 10 Fevereiro 2018
3/8/2018, já tenho 50 ANOS!
Hoje é dia 18 Fevereiro 2018
3/8/2018, pra qué quisto interessa?!
Hoje é dia 12 Março 2018
6/8/2018, estou quase a ir de férias
Hoje é dia 19 Março 2018
Encontro-me oficialmente de FÉRIAS :-) 13_8_2018
Hoje é dia 20 Março 2018
Hoje é dia 10 Setembro 2018
Hoje é dia 27 Março 2018
Hoje é dia 11 Setembro 2018
27/3/2018, hoje há massachicha – massagem
Hoje é dia 17 Setembro 2018
Hoje é dia 29 Março 2018
Hoje é dia 20 Setembro 2018
Hoje é dia 30 Março 2018
Hoje é dia 25 Setembro 2018
Hoje é dia 2 Abril 2018
Escrever é fingir certezas. E hoje é dia 5 Abrilo 2018.
Umas pessoas sabem fazer companhia. Outras: não.
Hoje é dia 10 Abril 2018
Hoje é dia 27 Setembro 2018
Recortes
A ver se me meto mas é a estudar o caderno onde tenho coladas as receitas a fazer pela primeira vez. É lá que durante quase todo este ano tenho vindo a registar estes interesses, estes desejos. Sim, dantes simplesmente recortava as receitas...
Ah, estou a falar das revistas Continente Magazine e da Lusitana. Então vá.
… e punha-as na carteira, à espera. Como a carteira é coisa de recorrer amiúde, é óbvio que me lembrava recorrentemente desta ou daquela receita a experimentar. Bom, então vá, é meter-me nisso: reflectir, decidir, fazer.
Visionamentos
No Youtube, tenho andado a ver receitas com um modo de fazer tartes um tanto ou quanto diferente na montagem e na massa. Primeiro faz-se uma espécie de polme grossinho, assim consistente, vá, deita-se metade na tarteira untada e enfarinhada. Segundo faz-se um recheio – doce, salgado, tanto faz, ele é maçã e pêra ou macedónia de legumes – que se apura mediante a gosto, pois se for doce pumba e coiso, mas sendo salgado é mandar pra lá e pronto e joga-se em cima da metade do polme. Terceiro despeja-se a metade sobrante, cobrindo totalmente o recheio. Leva-se ao forno e ao cabo de usn quarenta minutos há-de estar bom para retirar e comer. É importante cortar às fatias e é mais importante ainda deixar arrefecer, tudo para mais confortavelmente comer.
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
Vida animal
Tenho duas fantásticas questiúnculas, dois episódios, dois quês... duas diferenças, vá, acerca dos bichos-gato.
Aqui há dias, ao entrar em casa, ouvi um barulho diferente. Espreitei atrás do móvel da sala e lá estava ela, Karen. Ela e seu olhar assustado, contudo, altivo, mas também esperançado de eu não mexer muito na sua vida. Quando mexo na vida de Karen, é em poucochinho, o mais que faço, e que possa eventualmente perturbá-la um niquinho, é cumprimentá-la de longe. Só que este longe costuma ser o cimo do armário da cozinha e desta vez ela estava onde já referi. E por lá ficou durante todo o tempo de permanência desta que escreve, estranhamente. Em dada altura das minhas deambulações, ficou curiosa com a esfregona a-dar-a-dar e brincou com as franjas, esticando a patinha, tal e qual como o mano Kildo. Ó pá ca fofa!
Aqui há dias, quando o meu esquema estava naquela parte em que espero o chão da cozinha secar - porta da varanda abertinha, porta da cozinha fechadinha e tal, com Kildo do meu lado, que o malandreco não pode ir para a varanda porque é destravado - fui fazer outras coisas e mais não sei o quê, e comecei por ouvir uns sons muito altos e diferentes de tudo quanto já ouvira, tipo assim como se alguém batesse à porta. Os sons eram tão vigorosos que fui ver de onde vinham. Era então Mr. Kildo apoiado nas patas traseiras e dando empurrões com as patas dianteiras, daí aquela chinfrineira toda. Queria paparoca. Tódinho...
E pronto, era isto.
Mas há mais:
No mais das vezes, contudo, tem sido o de sempre – Kildo de roda de mim quando lhe desperto interesse, ou com momentos de repouso porque se farta de me seguir; Karen lá em cima, onde e com o olhar que já mencionei, ora encostada ao tubo do esquentador, ora espreitando interessadamente a pessoa que escreve neste blogue. E sempre, sempre sempre sempre, com aquele olhar.
Coisinhazinhas
Acordei cedo.
Passeei a cadela.
Ouvi as goteiras caindo nos muros.
Ouvi os sinos ou badalos ou lá como se chama o que as ovelhas usam ao pescoço – ai desculpem lá eu não saber isto.
Ouvi os passos da cadela no caminho de terra batida, que em tempo de chão molhado pela chuva, os sons aumentam de volume.
Cheirei as ovelhas ali tão perto, só por dizer que não cheguei a avistá-las.
Molhei os pés.
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Não revelo que horas eram aquando do meu acordar ou passear da cadela porque eu dizer que era ainda noite não espantaria ninguém, pois que em sendo para aí sete horas é ainda noite, ou então escurinho e assim e serem sete da manhã/noite não releva ninguém. Portanto: tudo isto são coisas para «eia pá, ganda novidade, ah ah, ela acordou e saiu de casa ainda de noite, ah ah, ganda cena!» italital.
Fiz batido de banana, que incluiu a dita e os por dizer: leite, tâmaras, canela. Fiz sandes com fiambre e queijo de bolo do caco de várias cores e portanto sabores, cor-de-laranja – que era de colorau, pelo menos foi ao que soube – verde – que era sei lá de quê mas vamos pôr espinafres porque fica giro que se farta – vermelho – que era, suponho, e aqui é um supor mais crido, de beterraba – e ainda ficou um preto no saco, que alude a choco mas ó pá sei lá eu. Desse tirei um pedacinho e ó pá sei lá eu ao que sabia. Digamos que a choco, vá. Chegada a hora do café não encontrei a tacinha de uma só chávena e optei por tirar um café e meio numa só chávena. Passado um tempo, quando o resto da família se me juntou, bebi outro café. Entretanto já bebi outro. Não é que à hora da construção deste post seja ainda muito cedo, não é, encontro-me já no estaminé e tal, mas já tenho três cafés e meio a boiar na tola e até agora está tudo bem comigo, obrigadinha.
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
O Zé assomou à porta
O Zé assomou à porta do estaminé, sussurrou 'boas-tardes' e 'hum' e 'isto está silencioso' e foi-se embora sem se despedir de mim.
Falar sozinha
É falar as coisas com voz mas em vez de sair, a voz entra dentro do corpo. Isso é que é falar sozinha.
Recadinho
O meu colega mandou-me fazer um recado que constava de entregar uma brochura à senhora doutora dos olhos a ver se ela queria alguma coisa de lá. Entrei no estaminé dela, saudei as pessoas, expus ao que ia e rematei com um 'depois diga qualquer coisa' e ela riu-se e disse logo 'qualquer coisa' e riu-se mais um bocadinho. Isto assim é como falar sozinha - eu falei e ela falou sem encaixarmos a comunicação. Sim, eu sei que ela estava a brincar e está tudo bem comigo, obrigadinha.
Lanchinho
Lanchinho: uvas pretas, sei lá quantos graminhas!, mil e tal, para aí. Mas, giro giro foi ouvir a despedida do nepalês da frutaria: té manhá seusse quisére.
Ora muito bom dia! Tipo assim em diferido, que são quase onze da noite e só! agora é que esta foto espectacular! vai para o ar da blogosfera, pois que sim, indíde, a blogosfera tem um ar. E um ar muito próprio, bai da uei. Seguido a este, há mais posts, só por dizer que, sendo igualmente diferidos, nada disso se lhes nota. Ora e uáteva, né? Pra qué quisso intreça, né?
terça-feira, 9 de outubro de 2018
O Zé está à porta
O Zé está à porta do estaminé falando ao telefone. Só ouço dizer 'pois, pois' ou então 'pois' ou ainda 'pois, pois, pois'. E está à porta porque não quer entrar, claro.
É giro, não é?
Actualmente, somente um dos fornecedores do estaminé preenche as facturas à mão, cuja caligrafia é um tanto ou quanto difícil de entender. Esse fornecedor vem do velho estaminé, portanto o meu colega lida com essa questão há pouco tempo e, para se despachar a gloriosa tarefa de lançamento de material, pede-me que 'traduza' a factura. E eu traduzo.
A foto
A foto tem um pedacinho da flor mais alta cortado, o que lamento, mas não vou clicar mais vezes, ficando portanto já com esta, por conta do lindo sol que entra ao seu lado direito.
Querendo, outrossim, atentar em dois dos frascos de químicos, os que têm uma linda senhora em pose e trajes sensuais, ficar-vos-ei grata, porquanto as quero realçar.
Conheço esta senhora há anos e sempre lhe encontrei interesse e graça – afinal a gente pode ser donas de casa e o camandro e manter um alto nível de sensualidade por entre o abanar do espanador, o passar do pano e da esfregona, ou mesmo a remoção das nódoas difíceis ou o amarelo dos lençóis.

O cão e o gato
No passado fim-de-semana, no supermercado onde habitualmente abasteço o meu! frigorífico e a minha! despensa, havia um peditório para angariar comidinha para a bicharada desprotegida e obviamente faminta. Dantes, quando oferecia géneros a alguma instituição, era nos cães que centrava a atenção, deixando os gatos no esquecimento. Mas agora já não. E é graças a Kildo e a Karen, os gatos que visito semanalmente e acerca dos quais já várias vezes escrevi no blogue. O que mudou? Mudou muita coisa. Continuo fã de cães e não me considero na mesma situação amorosa em se tratando de gatos, mas quiçá este gosto me chegue da infância, uma vez que cresci com um cão por amigo e um gato que trocou o meu afecto pelo cio das gatas, abandonando o lar. E eis que (eu devia mudar de parágrafo mas não me apetece, às vezes gosto de ver um rectângulo cheio de letras) num repente, que foi mesmo de repente, me vi no corredor das comidas para animais, no lado dos gatos, escolhendo coisas boas e baratas para os pobres bichos.
Diálogo
Estás diferente.
Se é para pior podes calar-te, se é para melhor é bom que o digas, que assim a pessoa fica feliz.
É para melhor.
Ah, assim já gosto de ti.
… Não gostavas?
E não gosto, mas assim passo a não gostar um bocadinho menos.
Asneira
Devido a no post anterior ter escrito algumas vezes a palavra 'asneira' lembrei-me de um episódio de infância, ocorrido na Escola Primária, julgo que pela terceira classe, aquando do Ditado. Pois nesse Ditado havia 'asneira' e um dos meus colegas escreveu 'ajeneira'. Lembro-me perfeitamente de ter ficado horrorizada, como é possível não saberes escrever asneira?!
Mas percebi uma coisa extraordinária, a de que com a boca nós dizemos ajeneira e com as mãos escrevemos asneira, e é por isso que a Língua, seja ela qual for, é tão interessante e tanto me empolga.
Oh! Estou aqui que não posso com o tamanhão da asneira que fiz...
Como sabem, e se não sabem não faz mal, eu gosto de vocês na mesma, faço uma espécie de coleção de pacotes de açúcar, sendo o fim em vista a gravação de vídeos onde falo deles, mediante o que sai na hora. Nem sempre falo num só vídeo de uma só coleção, na verdade, a maioria das vezes o leque é até bastante disperso. Au eva, há uns pacotes que gosto de colecionar por inteiro e só depois gravar o vídeo, preenchendo um episódio. Quando assim é, costumo ir guardando os pacotes numa gaveta da secretária de casa, dentro de um saco ou assim, e só depois de o vídeo editado e publicado uso o açúcar naquilo que me apetecer. É, sou muito dada aos apetites do momento, há até quem chame espontaneidade a este não-sei-quê que condimenta os momentos. Bom. A asneira que fiz foi achar que já tinha gravado, editado e publicado um vídeo onde contara as minhas impressões acerca de uma coleção de pacotes de açúcar da marca Christina que consta de mulheres que fizeram História... E usei-os no que me apeteceu num momento qualquer. Portanto e em resumo, já não vou ter oportunidade de falar espontaneamente acerca da dita coleção, pois que fiz a tal da asneira, mas, ine fecte, quando dei por isto guardei um, sei lá qual, anda lá em casa, e no próximo episódio de pacotes de açúcar começo por apresentar este caso à audiência.
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
Vejam as bolas
Vejam as bolas dos is preenchidas e os acentos engrossados de ácido muriático e glicerina. Não vão ver, afinal não há foto para este post.
O incómodo
Lanchinho
Havia passado o paninho em toda a ameixa, a que comi ao lanche. A ideia era tirar a capa banca que normalmente as cobre, a todas, quando na caixa do nepalês da fruta ou quando na minha caixa, se antes de as comer. Ficou amarelinha. O blogue hoje está um bocado amarelo.
A propósito de nepalês da fruta, ó Susana, desculpa meter-me daqui e assim contigo, mas é que tenho andado a ver se as nectarinas se mostram parecidas às batatas-doces, isto por modo a fazer conversa ao nepalês, tal como tinha dito que faria, só que não, desde aí nunca mais, agora são todas bonitinhas e certinhas em padrão.
Lisboa, oito de oitubro de dois mil e dezoito
Digo oitubro porque sempre achei mal um não ser igual ao outro. Assim como sempre achei, mas nem mal nem bem, que o ano afinal comece mas é em Abril, pois é assim que as contas ficam a preceito - o Setembro o mês sete, o Oitubro o mês oito, o Novembro o mês nove e adiante. Dos outros meses é que não sei deslindar a correspondência com os números, tampouco sei onde param os meses até Março.
E indo na enga do oitubro – oitubro é para ser como o Oitono mas eu não acho tão mal o Outono como acho o Outubro, acho só um bocadinho, vá -, chegou o friozinho, chegou sim senhoras e senhores, que nas beiças já sinto cieiro em muito e nas ventas ranho em tanto. De manhã, para combinar o dia com cores, até andei a ver quais os tons dos lencinhos de assoar que andavam no pacote. Optei pelo amarelo.
domingo, 7 de outubro de 2018
Figos
sábado, 6 de outubro de 2018
Jantar
Cebolo. Pimento vermelho. Espargos. Bacon.
Ovos.
A base da omelete fez padrão animal. De tigre.
Ovos.
A base da omelete fez padrão animal. De tigre.
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
5 de Outubro
Dia feriado, dia lindo, de sol, de calor, e eu em casa, sozinha.
De manhã fui ao supermercado e à vinda para cá o cheiro do alho-francês fez companhia. Isso e a canção
If we all stand together this one time
Then no one will get left behind
Stand up For life
Stand up And sing
Stand up For love*
If we all stand together this one time
Then no one will get left behind
Stand up For life
Stand up And sing
Stand up For love*
Todos falam da solidão dando exemplos de orfandade, abandono familiar, viuvez, rompimento amoroso, que são os plausíveis e possíveis. Ninguém fala da solidão... Do meu tipo de solidão, vá, em que sinto falta de lidar com gente e ir ver coisas, e que é uma falta que sinto como urgência, mas depois não me sinto bem no meio de gente nem a ver coisas e só estou bem é em casa mas depois, quando em casa, sozinha, também não me sinto lá muito bem.
Bom.
No passeio das três, a cadela correu atrás de um gato. Ah! Aventurados, em bem, são os animais, por serem tomados pelo impulso. É correr atrás e pronto.
Ao almoço comi claras. Em cima de bimis, Que havia cozido e salteado em óleo de coco e molho de tomate feito bai mai selfe. Uâse veri cule. Tenho fome.
Bom.
No passeio das três, a cadela correu atrás de um gato. Ah! Aventurados, em bem, são os animais, por serem tomados pelo impulso. É correr atrás e pronto.
Ao almoço comi claras. Em cima de bimis, Que havia cozido e salteado em óleo de coco e molho de tomate feito bai mai selfe. Uâse veri cule. Tenho fome.
*daqui
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
quarta-feira, 3 de outubro de 2018
Neste dia especial
Neste dia especial nada tenho a dizer-vos. É um problema, pá, isto é um problema (lá diz o amigo das motas), que sem escrever morro-me. Quando me ocorrem brancas desta natureza lembro-me logo de um conselho que li algures, dando conta de que em dias de sentir que nada se tem, nada se dê, a gente que não force, pois de nada servirá (nada, nada, nada). É um descanso. Seria um descanso, quero eu dizer, que faço eu com o vício? É que as palavras estão cá dentro na mesma! Eu é que estou incapaz de as materializar. Por outro lado, lembro também de uma ideia que li algures (esse algures deve estar cheio...), que consiste em simplesmente escrever sobre a falta de assunto, por ser esse o momento que se vive. Ou seja: é escrever sobre o que vai na alma na mesma e, sendo assim, o escrevente está sempre safo, dá azo à libertação na mesma.
Hum... a que se deverá a branca? Deve-se a ter esgotado a cabeça.
Ah, eu tenho assuntos, afinal, posso escrever da nota que tenho colada no placar (olhei ao redor e lembrei-me), que dita a quantas vou na questão da beleza. Por exemplo, fui ao cabeleireiro em oito de Agosto último. Gosto de apontar este tipo de ocorrência mas é só por prazer no registo, para nada (nada) serve, não meço o cabelo. Creio, agora me lembro, que vem do tempo em que tinha que tapar as raízes e frequentava um cabeleireiro fofo e bom, daqueles que usa o pincel com minúcia. Como fazia um intervalo de cerca de três meses por entre mexedelas na mona, apontava a data para não me desorientar. Era capaz de ser um assunto do caraças saber por que motivo ainda aponto a data em que fui cortar o cabelo. Não tem graça nenhuma eu dizer que é porque estou viciada nesse gesto, mas olhem que deve ser, pois por ora de nada (nada) serve. Nesse papelinho registo também outras belezuras, como a ida à pedicura e à pessoa das linhas que definem as sobrancelhas. É uma arte do caraças, essa das linhas que configuram um desenho para as sobrancelhas. Retirar peles e cortar unhas os pés é também uma arte, não quero desprezar o saber da Carminho neste meu post, nada (nada) disso, eu não saberia como fazer tal coisa, por isso não prescindo dos seus serviços. No outro dia, quando lá fui, eu e a Carminho estivemos a falar das nossas insónias, sendo que ela aproveita para passar a ferro, de madrugada sempre está fresquinho, e eu, que não passo a ferro, passeio o cão montes de cedo e ponho-me a arrumar o que deixei por arrumar na noite anterior. Houve um dia que até fiz panquecas para o pequeno-almoço. Sério. Acho que já sei fazê-las, já não temo o fermento ser em demasia, é para parecer e ser mesmo exagerado, senão as panquecas não ficam altas. No sábado comprei aveia com uma moagem tão fina que é uma farinha. Testei-a em panquecas mas não serviu, é muito pesada, qual subir das panquecas, qual quê.
Vêem?, afinal sempre tenho assuntos. Às tantas a segunda ideia que apresentei lá em cima, aquela de falar da ausência de assuntos para escrever, aproxima-se bastante da minha realidade, pois foi começar a dedilhar e pumba, montes de assuntos. Que não me importo de serem desinteressantes. Aliás, isso é algo que penso frequentemente mas raramente me impede de escrever, garanto que não me faz lá muita impressão que não escreva o importante. E esse 'importante' é exactamente o quê? Não sei. É que se eu começar a pensar no que verdadeiramente importa, nada (nada) encontro, porque o que estou a escrever me importa. É triste que não importe a muita gente, que quando a gente escreve gosta de ter audiência, sim senhoras e senhores, mas eu sei que não saberia lidar com uma larga e interessada audiência. Deixem-me. Sou um bocado bruta, vá. Um bocadão, é mas é um bocadão.
Mudando.
Olha outro assunto que se me chegou ao pensamento agora mesmo! É das leituras! É que há vários dias que leio o livro de estar no estaminé! Pois! Agora a sério. Como sabem, e se não sabem não faz mal, eu gosto de vocês na mesma, esse livro é 'Assobiar em Público' de Jacinto Lucas Pires e é um livro de contos. Ora, como sabem e blás, eu sou uma desgraceira em concentração para ler, de modo que, um livro de contos, é tipo assim uma mais-valia nisto de ler com a cabeça no ar, por serem histórias pequeninas em tamanho, vai daí facilita-me. Sim, eu leio sempre sem pousar na leitura, mesmo os contos, há anos que não me empolgo com um livro, não no sentido de não conseguir parar de ler ou, em caso de ter que parar, lamentar e ficar a pensar no enredo, roída de curiosidade. Anos. Se bem me lembro, o último livro em que senti isso foi 'A Acidental' de Ali Smith, que li no Outono de 2013 (fui pesquisar).
A propósito de anos que passam e mais não sei o quê, tenho tantos anos de registos em blogues, doze e ½ para ser concreta, que a percentagem do que escrevi e que me está na memória é cada vez menor. Ou seja: a vida vai passando e ficando grande e são cada vez mais as coisinhazinhas apontadas em blogues e quiçá cada vez mais corriqueiro o que escrevo e por ser corriqueiro não dou importância, que vão ficando retidas as que o meu interior considera importantes, como esta questão do livro, por ser um livro que dificilmente esquecerei. É que ficam só as coisinhazinhas que o meu interior abrilhantou. Quando digo interior, digo aquela parte do cérebro que não se distingue ou determina ou explica, creio que é essa parte que toma conta do por que é que foi esta coisinhazinha que memorizei e não outra qualquer.
E pronto, aí está mais um longo post, que, oh vejam lá, comecei sem nada (nada) ter a dizer-vos. Isso de os posts serem longos é outra coisa que pode aborrecer os leitores e é outra coisa que penso frequentemente mas raramente me impede de escrever. Dantes chamava a estas extensões um 'expor copioso'. Sei lá, houve para aí um dia que me lembrei da expressão e depois foi ficando umas semanas ou meses. Sou de modas, mas de modas que eu própria crio. E também tenho a mania. Pensando bem, eu até vou em modas, mas isto é coisinhazinha que, eu lembrando, desenvolverei amanhã.
terça-feira, 2 de outubro de 2018
É favor não forçar
Passei pela biblioteca e desejei ter saudades de passear nos corredores e trazer livros para casa. E lê-los.
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
A senhora do Banco
Que será feito daquela senhora que eu elogiei uma vez quando ela vinha vestida de vestido e estava tão melhor à vista? A gente deixa de ver as pessoas e depois é isto, lembra-se. Que lhe terá acontecido? Será férias? Ai ó pá ainda bem que eu tenho um blogue e assim vou pondo aqui as pessoas. O que também serve para serem vistas por outras pessoas, em estas querendo, claro.
Branco
Bata branca. É o massagista?
Não!
Socas brancas. É o enfermeiro?
Não!
É o homem que fornece sacos de chicha pelos restaurantes da zona.
Não!
Socas brancas. É o enfermeiro?
Não!
É o homem que fornece sacos de chicha pelos restaurantes da zona.
99
Hei-de morrer com 99 ½ anos, isto no mínimo, porque quero viver uns dias em 2068, que é quando faço 100. Isto digo eu, claro, e claro que isto é só dizer, que às tantas vou desejar morrer devido às dores da velhice, que é uma coisa física, quando ainda for pelos oitentas, ao contrário dos cinquenta que agora tenho e já quero morrer devido à tristeza, que é uma coisa volátil.
Canetas
Venho dar conta do término de uma das canetas encontradas no chão, a escura, a que estava mesmo mesmo mesmo no fim. Acabou. Aqui há tempo havia-lhes trocado a tampa, já que eram ambas da mesma marca e tipo. Sei lá, achei que era para trocá-las, tipo assim mais ou menos como sei lá por que escrevo.
Não é uma selvajaria
«wild and free» escrito no vidro da montra de uma loja da avenida, como desejo do que vende, querendo este que o que compra se mantenha assim ou assim comece por ser, quando comprar. Pôs-me a pensar que ninguém é selvagem, ser selvagem implica desconhecer o conceito - um tigre sabe lá que é selvagem!, sendo precisamente por isso que o é - e a vida, ou é uma prisão, ou aprisiona. Ora. E free, há alguém? Pois.
A seguir!
«O senhor está na fila?», pergunto, não vá ser algum brasileiro sensível ou ignorante da gíria portuguesa, que dita bicha por fila, sendo bicha, na gíria brasileira, homossexual, para o português de Portugal.
Ah ó Gina atão tu voltaste a escrever à antiga?
Sim.
Tenho andado a apurar o que me levou a mudar. Para já, tinha saudades do aspecto da palavra aspeto – ai desculpem lá mas esta é a minha piadinha preferida – e também havia em mim um sentido desespero por voltar a escrever pára e pêra e pêlo. Percepção. Há-de. Factura. Para depois, sou inconstante, gosto de mudar, não sentindo, portanto, nenhum apego matrimonial ao escrever de acordo com o Acordo, ou então não. E por aqui, e assim, ando, aprendendo a escrever, o que é, no fundo, o que mais gosto.
Rico filho
Então vá, o homem que ajudei a criar, actualmente, é meu colega de profissão, pois nos igualamos em desempenhos como duplicação de chaves. No outro dia perguntei-lhe que tal ia a aprendizagem e pus-me com perguntas mimimi e rócócó e ele respondeu conclusivamente:
- Sim, mãe, já sei fazer chaves universais, de pontos e de palhetão.
Tons de toque que são para ouvir
Andei meses com um toque no móves que mais não era do que este. Às vezes o móves tocava e toca de se ouvir o dito som através das ondas sei lá de que nome, e de todas as vezes eu pensava, eh pá, tenho que mudar de toque, qualquer dia estou rodeada de gente e vou ficar embrulhada na vergonha imensa que isto me traz e como está calor vou ficar afogueada. Mas o tempo passou e ela não mudou. Até que um dia, sim, mudei. Ouvi, ouvi, ouvi e escolhi, escolhi, escolhi até me decidir por um toque subtil, bonito e limpo. Gosto de chamar limpo ao som mas, quiçá, este post adentrasse na poesia em lhe chamando límpido. Pois.
É pois com grato prazer que anuncio perante toda a blogosfera que Meadow Sunrise é o som do momento. De cada vez que o móves me toca toda eu fico cheia de... comunicação, claro, é que do outro lado alguém quer falar comigo.
Itens e planos, que eram ideias
Havia:
queijo mascarpone
chocolate culinária
leite coco
coco ralado
bananas
leite condensado cozido
natas boas
claras ovo
Sendo que grande parte dos itens estava a pedir para ser usado, por aproximação do fim do prazo de validade ou pela longa permanência na despensa ou no frigorífico. Faria...
... um bolo de chocolate e queijo mascarpone
... uma tarte de coco
... uma tarte-gelado de banana e chocolate
... uma tarte de banana e caramelo
... um gelado de doce de leite
Fiz uma tarte-gelado de banana e chocolate e um semi-frio de pêra e ricota. Exagerei. O que resultou numa tarte com duas fatias e um semi com meia dúzia de colheradas retiradas de si, actualmente. Não é que este fim-de-semana me tenha portado mal ao nível do fogão, até porque nada disto foi feito ao fogão, exceptuando o diluir da gelatina, portei-me mais ou menos, vá.
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